Espetáculo ‘Menino que Brincava de Ser’ no Teatro Cândido Mendes

30 setembro 2015 |


‘Pinocchio’ estreia em outubro no Teatro Folha

25 setembro 2015 |


Dia 3 de outubro chega ao Teatro Folha o espetáculo “Pinocchio”, um clássico do italiano Carlo Collodi (1826-1890), que conta a história do boneco feito com madeira e que ganha vida de menino.

Como muitos outros garotos, Pinocchio prefere se divertir em vez de ir à escola. Ele não ouve os conselhos de seu pai e criador, o carpinteiro Gepetto, e foge das aulas para se envolver em suas aventuras.

Dirigido e concebido por Pamela Duncan, interpretado pela A Peste, Cia Urbana de Teatro, o espetáculo apresenta a saga do crescimento de Pinocchio, desde a mentira contada, que faz seu nariz crescer, até os valores que o transformam num menino de verdade.

“Pinocchio” é a segunda montagem feita a partir de um conto clássico pelo grupo. A proposta da companhia é representar cenas oníricas e poéticas, cheias de imagens mágicas capazes de transportar o público ao plano dos sonhos, onde tudo é possível.

A encenação tem base no teatro físico-visual com diálogos marcantes, dando ênfase à magia e ao realismo fantástico, que permeiam a história original.

Um videocenário contextualiza a narrativa do espetáculo. Quando o carpinteiro Gepetto e Pinocchio são engolidos por uma enorme baleia, por exemplo, a garganta do bicho aparece projetada no pano de fundo. Dentro dessa baleia, pai e filho conversam e se entendem.

A projeção também é o recurso que faz o nariz de Pinocchio crescer quando ele conta uma mentira. Como se fosse um espelho, o boneco observa a própria mudança projetada. “Mas a ênfase do espetáculo não é a mentira”, ressalta a diretora, que prefere destacar a ingenuidade das pessoas e a transformação do ser.

Atores trabalham gesto e partitura corporal minuciosamente, sem deixar de lado a preocupação com o texto. “Em ‘Pinocchio’ trabalhamos improvisações a partir de trechos do conto original”, explica Pamela.

Trabalho de pesquisa

O estudo aprofundado é a marca do trabalho da diretora Pamela Duncan. Para montar “Pinocchio” o grupo pesquisou a época em que a obra foi escrita –final do século XIX–, incluindo costumes e literatura, e também  fez um estudo sobre o significado da obra no contexto atual.

Também foi revista toda a filmografia de “Pinocchio”, inclusive no cinema mudo. A diretora pesquisou as várias montagens de espetáculos adultos e infantis sobre o tema, e performances de diversas versões e estilos montados, em diferentes países, com inúmeras propostas.

Os figurinos da montagem são feitos com base na “commedia dell'arte”, com tecidos da época. Apesar de Collodi ter nascido e criado Pinocchio no século XIX, a história que ele conta acontece no século XVI. Por isso a diretora investigou a cultura dos séculos anteriores à época de Collodi, inclusive quadros de pintores como Pieter Bruegel (1525-1569) e Hieronymus Bosch (1450-1516), que retratavam a vida dos camponeses e das brincadeiras da época.

Sobre o autor e sua obra

Carlo Collodi é italiano, nascido em 1826, na cidade de Florença. Autor de “Pinocchio”, iniciou sua produção literária para crianças em 1866, traduzindo contos de fadas franceses de autores como Charles Perrault (1628-1703), Mme. Leprince de Beaumont (1711-1780) e Mme. d’Aulnoy (1651-1705), que foram reunidos na publicação “Racconti delle Fate” (Contos de Fadas), de 1875. Collodi também escreveu livros para o ensino fundamental com grande habilidade linguística e estilística, unindo narração e divulgação de conhecimentos científicos e literários. Por essa habilidade é considerado um benemérito da educação pública na Itália. Em 1881 publicou no “Giornale per Il Bambini” (Jornal para Crianças) o primeiro capítulo de “Storiadi um Burattino” (História de um Boneco), que deu origem ao livro “Le Avventure di Pinocchio” (As aventuras de Pinocchio).

Sobre a diretora

Pamela Duncan nasceu em Recife (PE).  É diretora de teatro, professora de teatro, cenógrafa, figurinista e produtora. Formada em Artes Cênicas em Buenos Aires, completou seus estudos no Brasil e no exterior.

É curadora e produtora de eventos importantes na cidade de São Paulo. Entre eles estão o internacional “Art Futura”, realizado no Itaú Cultural; “30 anos do Colégio Pentágono”, no estádio do Ibirapuera; “Vitória da Paz”, no Espírito Santo. Dirige shows e prepara cantores para sua melhor performance. Dirigiu shows e performances teatrais, entre eles os apresentados por Moises Santana, Claudio Goldman, Maria Alcina e Ney Matogrosso.

Mantém uma forte ligação com a pesquisa teatral na linha do teatro físico visual. Atualmente dirige a companhia A Peste, Cia Urbana de Teatro –com destaque para os espetáculos "A Menina que descobriu a noite", "Sonhei com Charles Chaplin", "Eternos Vagabundos", “As Incríveis historias de Mariazinha e seu amigo Sol”, “O Processo”, de Kafka, “Nossa Historia é Assim”, de Raul Bopp, ”A Princesa Engasgada”, ”Pour Elise” e "Familya Monstro”.

Destacou-se como assessora da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (CENP), na área de educação artística. Com o projeto “Teatro como instrumento de Educação”, ministrou oficinas e palestras em congressos na América Latina. Atualmente coordena o projeto “Fazendo Arte na Escola”, no departamento de Teatro Educação da Prefeitura de Taboão da Serra, na área de teatro.

Sobre a companhia

A Peste, Cia Urbana de Teatro foi criada pela diretora Pamela Duncan em 2003 com a proposta de pesquisar a linguagem do teatro físico visual. O primeiro espetáculo da companhia foi “A Menina que Descobriu a Noite”, com produção da Prefeitura de Santos, premiado na cidade como melhor espetáculo de 2003. Seguindo o caminho de reflexão sobre o gesto, a palavra e o sentimento, A Peste, Cia Urbana de Teatro montou o espetáculo ”Sonhei com Charles Chaplin” (2004), com patrocínio do Instituto Cultural Alfa, cumprindo temporada no Teatro Alfa, recebendo excelentes criticas e várias indicações para prêmios em 2005.

Em 2009 o grupo pesquisou “Nelson, Visceral”, com base na obra de Nelson Rodrigues e sua relação com o universo feminino. Em 2010 estreou “As Incríveis Histórias de Mariazinha e seu Amigo Sol”, no Sesc Pinheiros, e depois fez apresentação no Sesc Santos. Participou da Mostra Sesi de Teatro (2010), percorrendo 15 cidades do interior paulista. “A Fantástica Trupe em a Princesa Engasgada”, de Molière, estreou no Sesc Pinheiros em 2011 e depois foi apresentada no Teatro Folha. O grupo estreou no Teatro Amil a peça “A Famílya Monstro”, em homenagem aos grandes nomes do terror, fazendo com a peça temporada em São Paulo, no Teatro Vivo, em outubro de 2012.

No ano de 2013 o grupo iniciou o projeto “Pinocchio” e a produção de um livro para comemorar os dez anos da companhia.

FICHA TÉCNICA 
Direção e concepção: Pamela Duncan
Assistente de direção e produção: Luiz Fernando Albertoni
Dramaturgia: Rogerio Favoretto e Pamela Duncan
Atores: Luiz Fernando Albertoni, Jonathan Well, Paulo Arapuan, Anna Carolina Longano e Ricardo Aires
Ator-contrarregra: Bruno Casselli
Narração: Lui Strasburger
Sonoplastia: Aline Meyer
Iluminação: Juarez Adriano
Realização: A Peste, Cia Urbana de Teatro – Pamela Duncan
Patrocínio: Bauducco, Marrucci, Grupo LEF, Arcelor Mittal, Sil Cabos Elétricos
Apoio: Porto Seguro

Duração: 50 minutos
Classificação indicativa:
 a partir de 4 anos

PINOCCHIO
Teatro Folha
Estreia: 3 de outubro
Temporada: 20 de dezembro
Apresentações: sábado e domingo, 16h
Ingresso: R$ 30,00
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

Foto: Jefferson Pancieri


'Arte & Ciência' no CCBB Rio

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Refletir sobre o universo e sua origem sempre foi uma preocupação da filosofia. Como está esse diálogo hoje? O que descobertas como buraco negro, matéria escura e expansão do universo sugerem ao pensamento filosófico hoje em dia? Para discutir estas questões o ciclo Arte & Ciência reúne o físico teórico Rogério Rosenfeld e o filósofo e poeta Antonio Cícero, no debate A Física na Fronteira da Filosofia, que acontece no dia 30 de setembro, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. A mediação do encontro é da jornalista Nayse López.

Arte & Ciência
 propõe a seus convidados questões estimulantes e atuais, como o futuro da inteligência artificial; o papel da memória e da imaginação no mundo contemporâneo; os dilemas éticos envolvidos nas pesquisas genéticas. Os debates do ciclo estão acontecendo no CCBB Rio de Janeiro e também nos CCBBs de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte.

No CCBB Rio de Janeiro, os dois últimos encontros do ciclo, de uma série de sete, são A Ética nos Tempos da Biogenética, com a biogeneticista Mayana Zatz e a filósofa Olgária Matos, no dia 29 de outubro; e O Futuro do Humano, com o cientista Edgard Morya, da equipe de Miguel Nicolelis, e os artistas plásticos Eduardo Bonito e Lívia Diniz, da Casa Nuvem, no dia 25 de novembro.


Antonio Cicero é filósofo, poeta, ensaísta. Autor dos livros Guardar, Prêmio Nestlé de Literatura de 1996; A Cidade e os Livros, Prêmio ABL de Poesia 2012; e, em parceria com Luciano Figueiredo, O Livro de Sombras. É também autor dos livros de ensaios filosóficos O Mundo Desde o Fim, Finalidades Sem Fim e Poesia e Filosofia. Organizou os livros de ensaios Forma e Sentido Contemporâneo: Poesia e, em parceria com Waly Salomão, O Relativismo Enquanto Visão do Mundo. Com Eucanaã Ferraz, organizou a Nova Antologia Poética de Vinicius de Morais. É ainda autor de inúmeras letras de canções, tendo como parceiros compositores como Marina Lima, Adriana Calcanhotto e João Bosco, entre outros. Em 2012, recebeu o Prêmio Alceu Amoroso Lima — Poesia e Liberdade.


Rogério Rosenfeld possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo, mestrado em Física, também pela USP, e doutorado em Física pela University of Chicago. É professor livre docente do Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Suas áreas de atuação são a Fenomenologia de Partículas Elementares e Cosmologia. É atualmente diretor do Instituto de Física Teórica da UNESP, vice-diretor do ICTP South American Institute for Fundamental Research, presidente da comissão de área de Partículas e Campos da Sociedade Brasileira de Física, membro do Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA) e da colaboração Dark Energy Survey (DES), membro do Conselho Científico da Fundação Instituto de Física Teórica e membro do Conselho Editorial da Fundação Editora UNESP. É autor de mais de 80 artigos científicos e dos livros de divulgação: Feynman & Gell-Mann --  Luz, Quarks, Ação e O CERNE da Matéria - A Aventura Científica que Levou à Descoberta do Bóson de Higgs, publicado pela Companhia das Letras, segundo lugar do Prêmio Jabuti de Ciências Exatas de 2014.

O debate A Física na Fronteira da Filosofia acontece no auditório do 4º andar e as senhas devem ser retiradas na bilheteria, a partir das 17h30.
O CCBB Rio de Janeiro fica na Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel.: 3808-2020.

PARA ROTEIRO
Evento: Arte & Ciência
Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil 
Idealização/Curadoria: Beatriz Carolina Gonçalves
Debate: A Física na Fronteira da Filosofia
Data: 30.09.2015 – Quarta-feira
Horário: 18h30 às 20h30
Debatedores: Rogério Rosenfeld e Antonio Cicero

Local: Centro Cultural Banco do Brasil / Auditório 4º and. 
(Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel.: 21 3808-2020)

Classificação indicativa: 12 anos
ENTRADA FRANCA - mediante retirada de senha, distribuída com uma hora de antecedência.

Foto1: Eucanaã Ferraz
Foto2: Renato Parada




Serginho Carvalho Quinteto no Bourbon Street

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Sérgio Carvalho é baixista,compositor e produtor. Natural de Manaus, já gravou e tocou ao lado de artistas como:Djavan, Oswaldo Montenegro, Zeca Baleiro, Leila Pinheiro, Rita Lee, Zélia Duncan, Seu Jorge, Dani Black, Claudio Zoli, Projeto Artistas Reunidos, Arthur Maia, Chico Pinheiro, Leo Gandelmam, Cesar Camargo Mariano, Banda Black Rio, Paula Lima, Dona Ivone Lara, entre outros.
Desde 2013 integra a banda "O Teatro Mágico", com a qual vem excursionando pelo Brasil todo. Tem 2 discos autorais: "Rebento" (2007) - disponível em todas as plataformas digitais e seu mais recente CD "Sérgio Carvalho" (2014) , disponível em formato físico e digital.

O projeto Jazz.Br – o jazz no domínio brasileiro  foi criado pelo Bourbon Street pensado em atender ao público jovem que curte o jazz e seus derivados, feito por músicos nacionais. Também passeia pela boa música brasileira, trazendo não só grandes nomes, mas também os novos destaques da cena instrumental sempre no formato “na roda”, já consagrado na casa.
O “na roda” consiste em colocar os músicos no chão, no centro da casa, fazendo da pista o palco, com o público em volta, que transforma as apresentações em verdadeiras jans sessions, criando uma proximidade muito gostosa entre músicos e público. Já participaram do projeto Hermeto Pascoal, Raul de Souza, Michel Freidensen, Bocato, Zerró Big Band Project, Filó Machado  Swami Jr, Naná Vasconcelos, Nuno Mindelis, Deep Funk Session, entre outros.

Ficha técnica
Conrado Goys - Guitarra
Marcelo Freitas - Sax
Agenor de Lorenzi - Teclados
Rafael dos Santos - Bateria
E eu Sérgio Carvalho -  Baixo Elétrico

Convidados especiais
Guilherme Ribeiro - Acordeon
Fernando Anitelli - Voz 

Local: Bourbon Street | Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP
Bilheteria Bourbon Street: Rua dos Chanés 194 – de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h
Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h
Data : 06/10/2015 – terça-feira
Horário: 21h30
Abertura da casa: 20h
Duração: 80 min. aproximadamente
Couvert  Artistico: R$ 40,00
Venda também pela  Ingresso rápido - 11 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
Censura: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Capacidade: 400 pessoas
Estacionamento/ Valet: R$ 25,00
Aceita todos os cartões de débito e crédito.
Acessibilidade motora
Ar condicionado.
Wi-fi ( solicitar senha na casa)


Foto: Divulgação

'Castelo Rá-Tim-Bum' em exposição no RJ

24 setembro 2015 |


Um dos programas de TV que mais deixou saudades ganha exposição no CCBB Rio. A mostra Castelo Rá-Tim-Bum será inaugurada no dia em 12 de outubroDia das Crianças – e fica em cartaz até o início de 2016. A visitação acontece de quarta a segunda, com entrada franca.

Durante este período, os visitantes poderão entrar no mundo lúdico do Castelo e passar pelos ambientes que foram recriados especialmente para a exposição, como o saguão, a biblioteca, o quarto do Nino e muito mais!
Também é possível conferir de perto os bonecos da cobra Celeste, do monstro Mau dos encanamentos, do gato Pintado da biblioteca e das botas Tap e Flap, entre outros. Vale a pena conferir! Leve a sua família!
Exposição Castelo Rá-Tim-Bum
Local: CCBB RJ - Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro 
Site: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/rio-de-janeiro/ 
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66,
Centro, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3808-2020
Período: de 12 de outubro de 2015  a 11 de janeiro de 2016
Horários: Segundas, Quartas, Quintas, Sextas, Sábados e Domingos das 09:00 às 21:00
Entrada franca

Foto: Internet

TAINã em show 'O DNA de Dolores Duran', no RJ

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'Bate Papo com Cris Pinho' fala sobre Teatro Documentário e 'Drummond'

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O programa “Bate Papo com Cris Pinho” na webtv TV Geração Z, acervo UOL , ao vivo, na próxima segunda-feira, dia 28 de setembro, às 15h, tem informação e cultura à disposição do público.


A apresentadora Cris Pinho, conversa com integrantes da Cia Teatro Documentário, composta por educadores, interessados em pesquisar experiências cênicas que surjam de encontros, de ações e de registros em formatos diversos nos quais em termos práticos e teóricos dialogue com o desejo de produzir discursos e significados. Aline Ferraz, Marcelo Soler e Gustavo Ildebrando, atores, educadores e idealizadores do conteúdo da Cia,  realizam o atual projeto fomentado pela lei municipal , que leva o nome de “Terra de Deitados” investigando intervenções documentais em quatro cemitérios da cidade de SP, além de fazer uma adaptação da  encenação “Terrenos” que aborda a morte, assim como as questões da sociedade contemporânea, como a organização no trabalho e a ocupação nos espaços públicos.


Cristina Pinho recebe a jornalista e escritora Nanete Neves, revelando sobre o livro ”O Poeta e a foca – como uma jovem jornalista conseguiu a primeira entrevista de Drummond para a imprensa”.  Quase 40 anos depois, ela resolveu contar essa história, através da Editora Pasavento, com lançamento confirmado para o dia 26 de setembro, na  “A Casa Tombada”, um novo espaço para as artes na capital paulista.  

Está demais! Não perca! Participe on line:         


Fotos: Divulgação

Edson Soares visitou a Pousada Relicário

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O jornalista Edson Soares visitou a Pousada Relicário, em Braçanã, zona rural do município de Rio Bonito (RJ), no dia 19 de setembro, a convite do amigo e empresário Teilor Cerqueira Gomes. A propriedade é conhecida por abrigar a Capela de Nossa Senhora da Conceição de Braçanã, construída em 1926. Com o passar do tempo, o prédio se desfez, mas ainda estão lá as ruínas e os sinos, além do Galo dos Ventos original, que funciona até hoje. Um passeio marcante.


O local pode ser visitado por quem se interessar e também pode ser alugado por grupos de igrejas evangélicas para eventos diversos. Mais informações, ligue para (21) 99814-3712 e 99779-5711, e-mail pousadarelicariorb@gmail.com e site www.pousadarelicario.com.br


Fotos: Divulgação

Show 'Na Sala Com Zizi' em outubro, no RJ

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Zizi Possi conta as suas influências musicais, desde a infância até o início da sua vida profissional.  No show Na Sala Com Zizi, com repertório particular e inédito, Zizi costura lembranças e canções, roteirizado pelo seu irmão, o premiado diretor José Possi Neto.

Acompanhada por uma banda especialmente montada para este show, a cantora presenteia o público com canções de Rita Pavone, Beatles, Novos Baianos, Nelson Ned, Mercedes Sosa, James Taylor e muito mais.



Sucesso de público em São Paulo, Maceió e Salvador, por onde este show já passou, o Rio de Janeiro será a próxima parada, no dia 31 de outubro no VIVO Rio. 

Fotos: Divulgação

“Plaquita”, a série de  TV de Vicentini Gomez, é selecionada pelo FESTin
(comemorações pelos 500 anos no Timor Leste e turnê portuguesa)
  
Segundo o comunicado da organização  do FESTin, em Portugal, que estará presente nas comemorações dos 500 anos da chegada dos portugueses em Timor Leste em outubro, a série de TV "Plaquita - Brincando e aprendendo com ruas, becos, alamedas & avenidas" de Vicentini Gomez, foi selecionada para  participar e, posteriormente, viajar pelo país "para a alegria da garotada".


E não é mesmo uma bela coincidência? Não é só como o "tio Giuseppe Cavichioll "  da  telenovela "Cúmplices de um resgate" que ele agrada às crianças.


Por falar em crianças, elas estão dando show em "Cúmplices", a nova novela de Íris Abravanel, via SBT...E são fãs do " tio Giuseppe", interpretado por Vicentini.
Por isso, fizeram questão de posar com ele, durante intervalo nas gravações, os atores Fhelipe Gomes (Theo),  Duda Wendling (Dóris Jardim),  Lipe Volpato (Mateus Jardim), e Júlia Simoura, (Sabrina).

“Plaquita” - Brincando e aprendendo com ruas, becos, avenidas & alamedas

Lançada no ano passado, "Plaquita - brincando e aprendendo com ruas, becos,  avenidas & alamedas" -  é uma série de tv criada  e desenvolvida por Vicentini Gomez, ator e cineasta.. Uma série de 8 filmes curtos de 8 minutos por episódio, e sobre o nome de cada rua e contando a história da personalidade que a batiza. Os filmes com linguagem mista – atores e desenho animado em 3D - têm dois momentos distintos: o primeiro remete à ações de responsabilidade social como cidadania, educação, saneamento, trânsito, entre outros. Em um segundo momento, a apresentação da biografia de cada personagem. O projeto que, dentre outras coisas ajuda os cidadãos a identificarem as pessoas que nomeiam nossas ruas e vielas, foi indicado para vários festivais no Brasil e exterior. Iniciativas desse nível também poderiam barrar homenagens, em placas e vias públicas, a cidadãos com currículos nada compatíveis com o bom nome de nossa gente. Enfim, projetos como este servem para celebrar a memória de nosso país. "Plaquita" também fala de problemas cotidianos como  limpeza urbana e questões ambientais.. Plaquita tem a participação de atores, como Ana Lúcia Torres...ah, a segunda edição será dedicada às mulheres ...Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga, Princesa Isabel, etc.

Foto1: "Plaquita "- Carol Melo/ Ana Lúcia Torre/ Vicentini/Ribas
Foto2: Tio Giuseppe e as crianças Theo, Dóris, Mateus e Sabrina

Fotos: Divulgação




Carol Bezerra: a dama dos musicais nos palcos brasileiros

22 setembro 2015 |


Nasceu para atuar. E, como se não bastasse, para cantar também. Deslumbrante e já tendo, em seu currículo, vários espetáculos musicais, peças teatrais, cinema e TV, Carol Bezerra, 36 anos, já escreveu sua história no cenário cultural e de entretenimento no país. A atriz, entre outros trabalhos, já participou de homenagem ao Chacrinha na Rede Globo, além de dividir o palco com os astros da MPB Jair Rodrigues, Jair Oliveira e Wilson Simoninha.

Hoje é a vez da Carol brilhar aqui no Cultura Viva e compartilhar um pouco mais de sua trajetória artística. É muita honra! Viva! Bravo! 

CULTURA VIVA: Como foi participar da última temporada paulista do espetáculo "Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos"? A relação com o elenco garantiu a boa qualidade e o sucesso que teve o espetáculo?
CAROL BEZERRA: Havia muito tempo que faltava, na minha vida, trabalhar com Charles e Claudio (diretores do espetáculo). Pois, desde que me entendo como alguém a serviço da arte, entendo que ser artista é dominar as técnicas, expor-se e unir à obra a nossa criatividade. E a qualidade do fazer é assegurada por essa tríade, que faz parte de tudo que eles apresentam. Longe de serem perfeitos, eles ousam, eles pensam, eles tentam, eles fazem – tudo com absoluto cuidado e respeito com a equipe, com a linguagem, com as estéticas. Charles é meu conterrâneo e tivemos a mesma mestra: Neyde Veneziano – eu já o amava por tabela. E o Claudio além de transbordar inteligência e bom gosto tem uma maneira não óbvia de dirigir que amplia nosso olhar para a interpretação das canções. Por tudo isso trabalhar no "Chico" foi uma oportunidade de aprimoramento e total deleite. E ainda, tudo isso garante uma boa relação e sucesso, pois o foco está no trabalho e no carinho. Sempre. 


C.V.: Você já participou de duas produções em homenagem ao Chacrinha: a série “Por Toda a Minha Vida”, da TV Globo, e da montagem teatral “Alô, Alô Terezinha!”. O que representa a arte de Abelardo Barbosa para o artista nacional, em sua opinião? 
C.B.: Na verdade "Alô, Alô Terezinha!" foi uma mini-revista que satirizava uma parte da história da televisão brasileira, feita pelo grupo "Circo-Graffiti", onde substituí a atriz Rachel Ripani em algumas apresentações. Além da Cia "Os Fofos Encenam", o “Circo-Graffiti” é uma das referências mais importantes de circo-teatro aqui em São Paulo, assim como Abelardo Barbosa é referência de comunicador no Brasil. Foi responsável por lançar vários artistas de renome (lançou muito bacalhau e abacaxi também...). Criou uma personagem genuinamente brasileira, clownesca, que trazia pra televisão uma crítica ao país por meio do riso, embora isso seja talvez uma opinião muito pessoal.

C.V.: Além do teatro e da TV, você também tem experiência no cinema. Em qual área se sente mais à vontade para atuar?
C.B.: O palco é definitivamente o meu lugar. E não digo isso de forma arrogante, não. É que eu me sinto de verdade, desencaixada e nada à vontade na vida cotidiana.  Sou depressiva, esquisita... Tudo me incomoda, sou uma eterna insatisfeita. No palco me sinto útil e feliz. Isso torna a vida mais suportável pra mim. 

C.V.: Ampliando o leque, a música também faz parte de sua carreira e você já participou de shows com Jair Rodrigues, Jair Oliveira e Wilson Simoninha. Como foi o encontro com essas feras da MPB?
C.B.: Eu tenho profundo respeito e admiração com quem constrói história. Contribui com a vida… pensa a vida… se envolve profundamente com a vida. Trabalhar com essas pessoas me deixou extremamente emocionada. Não tenho nem palavras. Cantar principalmente com o Jairzão foi um dos momentos mais importantes da minha vida. Depois disso só o nascimento da minha filha, Cecília. Aliás, eu estava grávida quando tive essas experiências. Ela quase nasceu antes!!! (risos)


C.V.: Você se considera uma pessoa musical? Dorme e acorda cantando?
C.B.: Não. A música, para mim, nunca foi tão natural. É sempre uma responsabilidade, um evento, uma mágica. Mas, eu gosto que seja assim.

C.V.: Toda atriz deve cantar? Isso ajuda?
C.B.: Sim. Todo mundo deve cantar.  A música e arte nos aproximam da nossa natureza, das nossas emoções. E, para quem é profissional, com certeza, o mercado "galopa" em crescimento para quem canta!

C.V.: E o espetáculo "Beatles Num Céu de Diamantes"? Foi um presente para a sua carreira? 
C.B.: Foi uma surpresa linda!! Repito toda a primeira resposta: trabalhar com quem a gente acredita é muito gratificante. Além disso, cantar Beatles dispensa comentários. As melodias de "Michelle" e "Eleanor Rigby" são belíssimas e rebuscadas. Os arranjos de “Black Bird” com citação de "Assum Preto" e "While My Guitar Gently Weaps" com citação de "Cais" são incríveis (me emociono toda vez!!!). Criar cenas tão lúdicas como "Yellow Submarine", ouvir todo espetáculo frases como "The love you take is equal to the love you make" e cantar “All You Need is Love" num momento em que amor é o que mais falta no mundo mesmo é o  verdadeiro sentido de estarmos ali. Muita, muita, muita gratidão.

C.V.: Quais são suas metas (pessoais ou profissionais) de agora em diante?
C.B.: Continuar a serviço. Se possível no palco. De qualquer maneira, para vida ficar mais linda! Evoé!! 

Fotos: Divulgação