Eduardo Almeida em 'Juvenal, Pita e o Velocípede' no Teatro Maria Clara Machado

30 outubro 2015 |


'Grace Gianoukas Recebe' tem mais convidados e menor preço

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O espetáculo “Grace Gianoukas Recebe”, que traz ao palco do Teatro Folha o ator Eraldo Fontiny e a atriz Rita Muray, conta com participações especiais, como o músico e apresentador João Gordo, vocalista da banda Ratos do Porão, à frente do Panelaço, entrevistado ao vivo no dia 6 de outubro.

Compatível ao bolso do brasileiro, o ingresso passa a custar R$40,00. Em baixa está o preço. Em alta a qualidade artística e a elegância características da Terça Insana Produções Artísticas.

A convidada Rita Muray interpreta uma ex-garota propaganda de uísque Ballantine's. Eraldo Fontiny faz sua “Lili, minha mãe deixa”, que é hit na internet (clique aqui para conhecer a personagem).

Ao lado da atriz Tatiana Thomé e do ator Darwin Demarch, Grace Gianoukas recebe personagens, espíritos, encomendas, sustos, convidados e o público com muito bom humor para comentar o frenesi cotidiano. “Falamos sobre a vida das pessoas que não acontece em paz”, explica Grace, um dos maiores nomes do humor nacional. 

Sobre Grace Gianoukas

Grace Gianoukas é atriz, diretora, autora de textos, idealizadora de projetos culturais, cronista e produtora de espetáculos. Responsável por um dos projetos que renovou o humor brasileiro no início dos anos 2000, o Projeto “Terça Insana”, apresentado mais de 2200 vezes, para mais de 2 milhões de pessoas, levando aos palcos aproximadamente 380 artistas, 700 personagens e centenas de cenas e roteiros. A gaúcha da cidade de Rio Grande traz em seu currículo experiências no teatro, televisão e cinema.

Na década de 1980, após as participações em “Acre vai à Rússia”, de Élcio Rossini, e “Dias Felizes”, de Samuel Beckett, Grace fundou a Cia Harpas e Ogros, com Ângela Dip, na qual criou, produziu e atuou em quatro espetáculos. Paralelo a isso, participou, como convidada de vários diretores, em diversas montagens teatrais. No final dos anos 90, trabalhou em dois espetáculos com o grupo XPTO e idealizou e levou ao palco eventos e projetos que envolveram artistas de diferentes áreas, como forma de incentivo aos novos talentos. No início dos anos 2000, uma das suas criações foi “Terça Insana”, projeto teatral dedicado à formação de atores e autores de comédia, que sacudiu o cenário do humor no Brasil, atuou também em “Sobre Amor e a Amizade”, baseado na obra de Caio Fernando Abreu.

Na televisão, a atriz atuou em programas como “Escolinha do Professor Raimundo”,
 Sex Appeal”, “Guerra dos Sexos”, da TV Globo, e Ratimbum”, da TV Cultura. No cinema, filmes como “Loira Incendiária”, com direção de Mauro Lima, e “A Festa”, com direção de Ugo Georgetti, estão entre seus principais trabalhos.  Ganhou o prêmio Mambembe de melhor atriz pelo espetáculo “O Pequeno Mago” e o Troféu Açorianos de Teatro pela peça “O Acre vai à Rússia”.

Sobre Eraldo Fontiny e a personagem Lili

Ator e criador dos personagens Seu Manel, Lili e Meire Caixeta. Bacharel em artes cênicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, foi radialista e humorista do “Programa Ricardo Amado”, da rádio 98FM, e atua no espetáculo “O Marido da minha Mulher”, com direção de Sérgio Abrita. Foi um dos finalistas do prêmio Multishow de Humor em 2015. Em 2011 foi considerado o melhor Humorista no II Festival de Humor de Minas Gerais. Em 2005 foi consagrado com o prêmio Usiminas/Sinparc de melhor ator por sua atuação no infantil “Cia. de palhaços”. Iniciou sua trajetória como diretor no festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, em 2007, quando dirigiu com Cláudia Cásper a premiada cena “O piquenique”. Em 2008 dividiu a direção de “Sem Palavras” e assinou também, em 2009, a assistência de direção do espetáculo "Azarado". A personagem Lili é uma criança que parece dócil, mas sua aparência delicada é uma grande ilusão. A menina é maldosa, adora abraçar seus ursinhos e bonecas até que os seus olhos soltem para fora. Lili é capaz de encantar um adulto com suas musiquinhas carinhosas que apresenta na escola, só para conquistar a mais nova boneca da estrela.

Sobre a Terça Insana Produções

A Terça Insana Produções Artísticas lançou em 2001 o famoso projeto teatral de continuidade intitulado “TERÇA INSANA”, criado e dirigido por Grace Gianoukas. Esse projeto teatral foi dedicado ao estudo da comédia brasileira, à formação e transformação de atores em autores de seus próprios personagens e textos, e ao fomento das produções originais de humor adulto contemporâneo, visando colaborar com a comediografia nacional.

Com vasta experiência de 14 anos e grandes realizações de sucesso absoluto, a partir de 2015, a Terça Insana Produção Artísticas se amplia e passa a fomentar diversas frentes artísticas e culturais, sob a curadoria e direção de Grace Gianoukas, abrindo seu leque de produtos para espalhar seu selo de qualidade em novas áreas, como produção e lançamento de diversas montagens de teatro adulto, shows para o mercado coorporativo, palestras motivacionais, eventos  e workshops.  

FICHA TÉCNICA
Direção: Grace Gianoukas
Elenco: Grace Gianoukas, Tatiana Thomé, Darwin Demarch e em outubro os convidados Rita Muray e Eraldo Fontiny
Produção: Terça Insana Produções Artísticas
Diretor de produção: Paulo Marcel
Assistente de produção: Vanessa Anchieta
Arte: Régis Waven
Foto: Gal Oppido (imagens de Grace Gianoukas) e Paulo Marcel (imagens de Tatiana Thomé e convidados)
Assessoria de imprensa: Flávia Fusco Assessoria de Imprensa

Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 14 anos

SERVIÇO – ”Grace Gianoukas Recebe”
Local: Teatro Folha
Estreia: 1º de setembro
Temporada: 10 de novembro
Apresentações: terça-feira, 21h
Ingresso: R$40,00 (setor único)
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

Foto: Gal Oppido


'Répétition', de Flavio de Souza, está em cartaz no Teatro Folha, em SP

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Desde o dia 9 de outubro está em cartaz no Teatro Folha a comédia “Répétition”, com texto de Flavio de Souza, direção de Walter Lima Jr. e elenco formado por Paulinho Serra, Alex Nader e Tatianna Trinxet. Esta é a segunda formação e a quarta temporada da montagem, que estreou em 2013, no Rio de Janeiro.

Com inteligência, humor requintado e agudo senso crítico sobre as relações humanas, “Répétition” conta a história de três atores e também dos três personagens do espetáculo que estão ensaiando.

O enredo embaralha duas tramas de forma engenhosa. Vida real e ficção se confundem. Questões pessoais são levadas aos ensaios em jogos de afeto e sedução que transformam o público em refém absoluto.

Em cena, Dinho/Fernando (Alex Nader), Laura/Silvia (Tatianna Trinxet) e Luis/Marcelo (Paulinho Serra) mergulham nas palavras, no texto, nos gestos e principalmente nas questões de suas personagens.

“O texto de Flavio me encanta por seu jogo cênico; um jogo entre atores muito interessante. É um excelente estudo”, diz a atriz e diretora de produção Tatianna Trinxet, que convidou Walter Lima Jr. para dirigir “Répétition”.
Temas como amor, desejos, ciúme, casamento, traição, fantasia, amizade, teatro e arte envolvem o espectador num exercício de metalinguagem. O medo de confrontos reais também se faz presente, e o teatro serve de pano de fundo para debates pessoais.

Nouvelle Vague e elogios de Fernanda Montenegro

Autor de “Répétition”, Flavio de Souza diz que escreveu o texto inspirado em filmes da nouvelle vague dos anos 1960. Entre eles, um em especial: “Uma mulher é uma mulher” (“Une femme est une femme”, no título original), de Jean-Luc Godard, lançado em 1961.

Mais do que apenas repetição, o título francês “Répétition” é também a palavra para “ensaio” no teatro. “As referências foram todos os ensaios que eu participei”, explica Flavio de Souza.

“No último dia da temporada de estreia, que foi a única apresentação que eu assisti, a Fernanda Montenegro estava na plateia e eu recebi altos elogios. Foi sensacional. É uma montagem bem diferente das que eu dirigi, que gosto tanto quanto as minhas”, comenta o autor.

SOBRE O AUTOR

FLAVIO DE SOUZA – Dramaturgo, roteirista, diretor e ator de teatro, cinema e televisão, Flavio escreveu e dirigiu as seguintes peças: “Vida de Cachorro”, “Parentes entre Parênteses”, “Viva o Circo”, “Sapo Vira Rei Vira Sapo”, “Grand Finale”, “Sinfonia Burlesca”, “A Cor de Rosa”, “Saudades do Sião”, “Uma Coisa muito Louca”, “O Mistério da Paixão”, ”Por quê? Pra quê?”, “Fascinação”, ”Fica Comigo esta Noite”, ”O Último Capítulo”, “Teatro do Castelo Rá-Tim-Bum 1 e 2”, entre outras. Criador e roteirista da série de televisão ”O Mundo da Lua”, exibida pela TV Cultura, idealizou, junto com Cao Hambúrguer, o Castelo Rá Tim Bum também da Cultura. Publicou diversos livros, em sua grande maioria infanto-juvenis, como ”A mãe da Menina e a Menina da Mãe” e ”A chegada do Invasor”.

SOBRE O DIRETOR

WALTER LIMA JR – Atuou na direção de diversos documentários para a televisão brasileira. Começou escrevendo críticas para jornais diários. Em 1963 conheceu Glauber Rocha, que o convidou para fazer assistência de direção em “Deus e o Diabo na Terra do Sol”. Seu primeiro longa-metragem foi “Menino de Engenho” (1965). Fez, em seguida, “Brasil Ano 2000” (1968), Urso de Prata do Festival de Berlim. Entre 1973 e 1978, dirigiu documentários para a televisão, como “Os Índios Kanela” (1974). Em 1977 concluiu o longa-metragem “A Lira do Delírio”, prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília. Nos anos 90 dirigiu, sob encomenda de um produtor americano, “O Monge e a Filha do Carrasco” (1995) e, pouco depois, fez a “Ostra e o Vento” (1997), baseado no livro de Moacir C. Lopes, selecionado para a competição do Festival de Veneza. Em 2003 realizou o documentário em curta-metragem “Thomas Farkas” e, em 2005, filmou “Os Desafinados”, que estreou em 2008. Tem ministrado cursos de direção de atores e assistência de direção para cinema no Rio de Janeiro. Atualmente é professor no curso de direção cinematográfica da escola de cinema Darcy Ribeiro.

SOBRE OS ATORES


PAULINHO SERRA – Ator, humorista e radialista. Conquistou notoriedade no teatro de humor ao integrar o grupo Deznecessários nos anos 2000, juntamente com Marcelo Marrom, Rodrigo Capella, Maíra Charken, Miá Mello e Tatá Werneck, mas foi em 2010, quando ingressou no time da MTV (emissora onde ficou por quatro anos apresentando programas como o “Comédia MTV”, “Trolalá”, “Quinta Categoria”), que ganhou popularidade em todo o país. Trabalhou na Rádio Joven Pan no “Programa Pânico” e no “Pânico na TV”. É considerado um talento do teatro e da televisão brasileira, sendo um dos pioneiros a montar, produzir e atuar em stand up comedy país afora. Atualmente Paulinho Serra faz parte do elenco fundador do canal “Amada Foca” (presente no Youtube e em redes sociais), que produz vídeos temáticos de humor com milhares de acessos, e está no elenco do novo programa humorístico da TV Globo “Chapa Quente”.

TATIANNA TRINXET – Atriz e produtora, administrou, produziu e realizou inúmeros projetos de reconhecimento artístico e social no Teatro Tablado entre 2006 e 2010. Em 2011 inaugurou o Espaço Move – uma empresa que realizou a instalação de um espaço de arte na Barra da Tijuca voltado para o ensino e desenvolvimento de técnicas teatrais e cinematográficas, da qual era sócia e curadora artística. Em 2014 inaugurou a Constelar, produtora com foco em entretenimento de TV, cinema e teatro. Seus últimos trabalhos de destaque são “Não Vamos Pagar!”, de Dario Fo com direção de Inez Viana; “Pedro Malazarte e a Arara Gigante”, de Jorge Furtado com direção de Débora Lamm; “Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues e direção de Eduardo Wotzik; “Jogos da Paixão”, filme/minissérie para o Canal Brasil e “Turbilhão”, ambos com texto e direção de Domingos Oliveira; “A Lição & A Cantora Careca”, dirigido por Camilla Amado e Delson Antunes; “Valentin”, de Karl Valentin e direção de Cico Caseira. No Tablado produziu os infantis “O Rapto das Cebolinhas”, “O Dragão Verde” e “O Cavalinho Azul”, todos de Maria Clara Machado e direção de Cacá Mourthé.

ALEX NADER – Formou-se em cinema pela Unesa em 2003. Desde então vem trabalhando com renomados diretores no teatro, TV e cinema. No teatro participou das produções “Casamentos e Precipícios”, com direção de Henrique Tavares; “Não sobre Rouxinóis”, com direção de João Fonseca e Vinícius Arneiro; “Senhora Solidão”, com texto e direção de Leandro Muniz; “Assassinato no Motel”, com direção de Fernando Ceylão; “Clube da Cena”, com direção geral de Cristina Fagundes; “Medida por Medida”, com direção de Gilberto Gawronski; “A Arte de Escutar e Nenê Bonet”, de Carla Faour e direção de Henrique Tavares; “Frida - Fragmentos de Memória”, de Meire Rioto e direção de Caco Ciocler; “Hedda Gabler”, de Ibsen e direção de Walter Lima Jr; “Inês de Castro - Rainha Morta”, de Marcílio Moraes e direção de Marcelo Escorel; “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” e “Cabaré Filosófico 2002 - A Festa”, com texto e direção de Domingos Oliveira; “A Vida como Ela É”, de Nelson Rodrigues e direção de Roberto Bontempo. No cinema atuou em “Remoção Roteiro”, “Gota d´água”, “Tulipa”, “Irmãos de Fé”, “Opressão”, “Cólera”, “O Trapalhão e a Luz Azul”, entre outros.

FICHA TÉCNICA
Texto: Flavio de Souza
Direção: Walter Lima Jr.
Elenco: Paulinho Serra, Tatianna Trinxet e Alex Nader
Direção de movimento: Patrícia Carvalho-Oliveira
Cenário: Ronald Teixeira
Figurinos: Elisa Faulhaber
Desenho de luz: Fernanda Mantovani
Arte gráfica: Marina Kelson e Duda Aquino
Direção de produção: Tatianna Trinxet
Realização: CONSTELAR

Duração: 55 minutos
Classificação indicativa: 14 anos

“RÉPÉTITION
Local: Teatro Folha
Estreia: 9 de outubro
Temporada: 20 de dezembro
Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado e domingo, 20h
Ingresso: R$30 (setor 2) e R$50 (setor 1), sextas-feiras; R$40 (setor 2) e R$60 (setor 1), sábados e domingos
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

Fotos: Paprica Fotografia 



Gary Brown faz mais dois shows em SP

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Depois da apresentação no Mangaratiba Jazz & Blues Festival, que aconteceu
de 23 a 25, no Rio de Janeiro, o trombonista americano volta para mais duas noites 
em São Paulo
  
É impressionante o sucesso que Gary Brown e sua banda fazem no Brasil desde sua primeira temporada em 1995. Com seu show alegre, dançante e extremamente energético, Gary Brown arrebata todas as plateias, de eventos pequenos a grandes festivais.

Brown tocou por mais de 20 anos no 544 Club, uma das mais prestigiadas casas noturnas da Bourbon Street de New Orleans.  Seu trabalho é centrado nos vários ritmos da música negra: jazz, blues, funk, soul e rhytm & blues - passando pelo reggae e o gospel.

Ele estudou na escola de saxofonistas do lendário Edward “Kid” Jordan, seu grande mentor. Tocou com grandes nomes da música internacional como Otis Redding, Professor Longhair, Marvin Gaye, Big Joe Willians, Dr. John e The Neville Brothers. Além dos shows, tocou em álbuns de Wilson Pickett, Dionne Warwick, Joe Cocker e Bee Gees. Trabalhou também na trilha sonora do filme “Grease” e fez o show de encerramento do Heritage Jazz Festival de 2003, o maior festival de música de New Orleans, famoso pela grandiosidade e qualidade dos artistas que  apresenta.   

O músico aponta como suas maiores influências: John Coltrane, Gene Ammons e Sonny Stitt. Nesta temporada, Gary Brown vai mostrar clássicos como “Let’s groove tonight”, “Wonderful world”, “No woman no cry”, “Purple rain”, “Buffalo soldier”, “My heaven”, homenagens à música brasileira que sempre gosta de apresentar em seus shows (Gilberto Gil, João Bosco e Djavan), e à sua New Orleans pós Katrina, presentes no disco, “Comin’Home”, como “Louisiana” e “Younger days”, além de “Walking to New Orleans”, “Do you know what it mean to miss New Orleans”, “Rainy night in New Orleans”.

Gary Brown
Local: Bourbon Street | Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP
Bilheteria Bourbon Street: Rua dos Chanés 194 – de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h
Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h
Data :  05 e 06/11/2015 – quinta e sexta-feira
Horário: 22h30 na quinta e 00h00 na sexta
Abertura da casa: 21h.
Duração: 90 min. aproximadamente
Couvert  Artistico: R$ 75,00 dia 5(quinta) e R$ 85,00 dia 6(sexta)
Venda também pela  Ingresso rápido - 11 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
Censura: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Capacidade: 450 pessoas
Estacionamento/ Valet: R$ 25,00
Aceita todos os cartões de débito e crédito.
Acessibilidade motora
Ar condicionado.
Wi-Fi – solicitar senha na casa

Foto: Divulgação


'Plaquita' no Festival de Audiovidual de Belém - FAB 2015

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"Plaquita - Carlos Gomes" no FAB 2015 - Festival Audiovisual de Belém
Mais uma indicação para Vicentini Gomez, a sétima do ano

Vicentini Gomez emplaca mais uma indicação, a sétima do ano! Desta vez, com a série de tv "Plaquita", episódio "Carlos Gomes, no Festival Audiovisual de Belém. O curta, categoria documentário-animação, será apresentado nesta sexta, dia 30 de outubro, às 11 horas, no Cinema Olympia. "Plaquita" é uma série para crianças, com 08 filmes, linguagem mista, que utiliza atores e animação 3D, aborda o cotidiano de moradores de uma determinada rua, suas ações, questões ambientais, e de responsabilidade  social. "Plaquita", o personagem criado por Vicentini e  equipe da Palha & Cia - Casa de Criação, em cada episódio, conta a história do homenageado inserido nas placas de rua. "Plaquita" traz, dentre outras, a participação da atriz Ana Lúcia Torres (que contracenou, recentemente, com Vicentini em Joia Rara).
Na segunda  temporada,  as homenageadas serão as mulheres. "- Grandes personalidades femininas, vultos históricos que merecem figurar em nossa próxima edição do Plaquita. Mulheres como Anita Garibaldi, Olga Benário, Pagu, Tarsila do Amaral, entre outras", revela Gomez que está muito feliz com o resultado de suas produções. Filmes, entre longas e curtas, que têm ganho indicações para festivais nacionais e internacionais.

Embora não possua mostras competitivas, este ano o FAB teve número recorde de inscrições, segundo informações retiradas do site do evento. Ao todo, foram recebidos 270 curtas metragens, 43 videoclipes, 33 videoartes, 23 vídeos-minuto e experimentais, 03 vídeos publicitários e 06 críticas de cinema. Total de obras de 22 estados, além do Distrito Federal; e seis países: República Tcheca, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Argentina e México.

 Dois dos filmes da primeira temporada de "Plaquita": Cerqueira Cesar e, especialmente, Carlos Gomes foram classificados em  importantes festivais de cinema no Brasil e no exterior: Festival de cinema infantil da Índia, Festin em Portugal, Festival de cinema infantil de Florianópolis, Mostra de cinema da independência do Timor Leste e Mostra Iberoamericana na Nicarágua.

Vicentini Gomez. realizador da série, também continua encantando as crianças com o seu personagem em "Cúmplices de um resgate": o italiano "Giuseppe". Um tipo bonachão mas sedutor que é disputado pelas personagens de Bárbara Bruno e Mira Haar. Um personagem divertido, um tanto pão-duro, mas amoroso e inventivo que vive pensando em novas formas para ganhar um dinheirinho extra.


www.vicentinigomez.com.br  (visite o site)

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Festival de Audiovisual de Belém – FAB 2015, Cinema Olympia 

10h – 11h – Mostra de Cinema Infanto-Juvenil 
Nana & Nilo e o tempo de brincar, Animação, Rio de Janeiro, RJ, 2015, 14min
Plaquita – Carlos Gomes, Documentário, Animação, São Paulo, 2014, 8min
Sansão, Ficção, Juiz de Fora, MG, 2014, 15min
José, animação, Brasília, DF, 2015, 12min
A culpa é do Neymar, Ficção, Rio de janeiro, RJ, 2015, 11min
Voustéquio, Animação, Vitória, ES, 2015, 3min35seg


Foto: Divulgação

Encontro de Alunos do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, no RJ

27 outubro 2015 |


O XX Encontro dos Alunos do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAV/ EBA/UFRJ) será realizado em parceria com o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica entre os dias 25 de novembro e 09 de dezembro de 2015, tendo como questão central a proposição Escutas, Silêncios e Intervalos.

Será integrado por palestras, intervenções artísticas e debates que visam estabelecer interlocuções entre as diversas pesquisas e áreas de atuação do PPGAV, pesquisadores em geral e a sociedade. Esta chamada é destinada à artistas, estudantes e pesquisadores que desejam participar com comunicações e intervenções artísticas.


XX Encontro dos Alunos do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAV/ EBA/UFRJ)

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Rua Luís Camões, 68 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Aberto: Seg, Qua e Sex das 12h às 20h / Ter, Qui, Sáb e Feriados das 10h às 18h
Tels: (21) 2242-1012 / 2232-4213
centrodearteheliooiticica@gmail.com

Edson Soares atende a convites de imprensa em SP

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O jornalista Edson Soares esteve em São Paulo, no último fim de semana para atender a dois convites de imprensa, um no Teatro Folha para assistir a peça “Pedro e o lobo”, e outra, no Teatro Ruth Scobar, com o espetáculo “Um certo machão”.


Aproveitou e conferiu a decoração de Natal do Shopping Higienópolis, onde o Teatro Folha está inserido. Foi mais uma viagem emocionante. Confira!











Fotos: Divulgação

O encontro de Edson Soares com Elke Maravilha, em SP

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Em mais uma de suas viagens à São Paulo, no dia 24 de outubro, o jornalista Edson Soares encontrou com a atriz Elke Maravilha, ao chegarem no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul Paulistana. Ele, que guarda a lembrança da participação da artista como jurada no programa “Cassino do Chacrinha”, na Rede Globo, teve a oportunidade de estar com mais uma super figura que marcou sua infância. Viva!


Foto: Divulgação


QUEM? Alexandre Almeida Corrêa dos Santos.

OCUPAÇÃO: Administrador de empresas, pós-graduado em Finanças Corporativas pela PUC-RJ, MBA Altos Executivos pela USP-SP, proprietário do Restaurante Degusta Gastronomia, em Rio Bonito, e Superintendente aposentado do Banco do Brasil.

INDICA O QUÊ? O livro “O Irmão Alemão”, do autor Chico Buarque de Hollanda, publicado pela Editora Companhia das Letras, em 2014.


SUA OPINIÃO: Este quinto romance do consagrado cantor, compositor e poeta Chico Buarque nos brinda com uma saborosa mistura de ficção com realidade, permeada de bom humor e texto agradável. Leitura para quem gosta de uma boa história, vivida no século passado, com forte presença de sua família e amigos de juventude. Leve, porém profunda, inovadora e também tradicional. Essa obra, bem ritmada, é marca registrada da qualidade que conhecemos de Chico Buarque. Aliás, em se falando de autores nacionais, estamos muito bem servidos. Super recomendo. 

Foto: Arquivo pessoal de Alexandre Almeida Corrêa dos Santos

Lívia Louzada... Perspicácia no Jornalismo

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Uma moça inteligente, criativa, capaz, perspicaz... Lívia Louzada: uma jornalista que, por estar sempre focada no trabalho, multiplica seus talentos e avança no mercado. Em 2008, colaborou no jornal interno da faculdade; em seguida, passou pela Assessoria da Prefeitura Municipal de Rio Bonito (RJ) e, em 2009, começou a trabalhar no jornal Folha da Terra, daí a carreira foi tomando novos rumos. “Não sou muito fã de Assessoria de Imprensa. Por isso, gostei da experiência no jornalismo impresso, principalmente pelo contato com o Jornalismo Policial – área que sempre gostei, desde a época da faculdade. Quando comecei a trabalhar, efetivamente, com matérias policiais, tive certeza que era minha editoria favorita”, revelou.

Como não para, a profissional de 30 anos inaugurou, recentemente, o blog https://livialouzada.wordpress.com/ que tem a sua cara e a sua opinião de forma educativa, prática e que traz muitas utilidades para a vida dos internautas. Mediante a esse sucesso todo, o CULTURA VIVA foi atrás e conseguiu bater um papo com a Lívia.

Acompanhe!

CULTURA VIVA: Por que decidiu se tornar uma blogueira? Está curtindo a novidade?
LÍVIA LOUZADA: Na verdade, eu não decidi virar blogueira, acho que esse título deve ser dado apenas às pessoas que vivem disso, o que não é o meu caso. A criação do blog surgiu como uma válvula de escape do período de estudos para concurso, que é o meu foco. 
Mas já tinha passado uma experiência parecida quando criei a coluna Esmaltes & Cia, no Jornal Folha da Terra, e hoje o blog se tornou a extensão do bate-papo que sempre tive com minhas amigas. Sempre conversei com elas sobre cabelo, esmalte, maquiagem e tudo mais que envolve o mundo feminino. Por esse motivo, escrever no blog está sendo super divertido, porque é como se fosse uma conversa entre amigas.

C.V.: Seu blog livialouzada.wordpress.com recém inaugurado revela o lado prático de se virar no dia a dia. O que te inspirou a publicar tantas utilidades?
L.L.: Uma das coisas interessantes sobre o que escrevo é exatamente isso: não tive inspiração nenhuma para abordar os assuntos dessa forma. Na verdade, quem me conhece sabe que eu sempre fui assim, sempre me virei sozinha. Sempre fiz cabelo, maquiagem, unha, depilação, bijuteria e tudo mais que era possível sozinha. Até que comecei a perceber que tem muita gente que não tem ideia do quanto pode economizar se virando sozinha em casa. Por isso meu foco no blog é compartilhar minhas dicas e, às vezes, dicas de outras pessoas que acho interessantes.

C.V.: Até agora suas publicações são direcionadas ao público feminino. Mas, e os rapazes não vão ter a honra de aproveitar seu texto com dicas para eles também?
L.L.: Claro que vão, já até recebi sugestões desse tipo de pauta, inclusive para o público gay. 

C.V.: Quais os critérios que você usa para selecionar os assuntos que vão para o ar?
L.L.: Por enquanto, tem sido dicas de coisas que as meninas mais usam ou precisam usar no dia a dia e essa lista está grande, ainda nem postei um terço da pauta que tenho pronta. 

C.V.: E como tem sido a receptividade do público? Há um canal interativo para os internautas?
L.L.: A receptividade tem me surpreendido. Tenho recebido muito retorno de meninas que não conheço e que moram em outros Estados. Elas comentam através do blog mesmo, onde há um espaço para comentários ou curtidas, e através de e-mail. 

C.V.: Sabemos que a internet tem um alcance gigantesco e pode promover situações boas e outras desconfortáveis. Isso te assusta ou te incentiva?
L.L.: Quanto às situações boas, é importante aproveitar da melhor forma, mas com relação às desconfortáveis, não me deparei com situações assim ainda. Mas, o que tenho visto em outros blogs é que as pessoas acham que estão fazendo uma crítica, quando estão faltando com o respeito. Então, meu critério é esse: educação, acima de tudo.

C.V.: Quais os mecanismos que tem usado para divulgar sua página? Tem apoio de colaboradores ou você é responsável por tudo?
L.L.: Tenho divulgado no Facebook, onde criei a página https://www.facebook.com/bloglivialouzada e, principalmente no Instagram (@livialouzada). Não tenho nenhum (a) colaborador (a), sou eu mesma que penso, decido e escrevo tudo. Sou uma leitora de blogs há anos, e acho bem complexo essa questão de ter gente ajudando no blog. Desde o início, minha intenção sempre foi fazer um texto simples e engraçado, seja ele o assunto que for, de maquiagem a tecnologia (tb falo sobre os lançamentos desse mercado porque adoro!) e acho difícil fazer outra pessoa entrar no mesmo tom que você para escrever. Blogs que cresceram muito e que não são mais escritos pelas blogueiras, no meu ponto de vista, perderam a autenticidade.

C.V.: Como fruto de Rio Bonito (RJ), pretende publicar dicas e matérias voltadas para assuntos que facilite a vida das pessoas dentro do município?
L.L.: Sim, claro que pretendo, mas é preciso dosar isso, porque tenho muitas leitoras que não moram na cidade.

C.V.: Aliás, como enxerga o município nesse momento, pelas vias da convivência, do sistema político e das questões culturais que não são lá tão valorizadas em lugar nenhum nesse país?
L.L.: Acho que em todas essas áreas, a mudança vem do nosso desejo, da nossa vontade de mudar e/ou de crescer. Mas, o que percebo é que as pessoas, não só em Rio Bonito, estão mais preocupadas em interesses pessoais. Não vejo coerência, por exemplo, em fazer manifestação contra a corrupção ou contra um governante, e furar a fila no supermercado ou ultrapassar pelo acostamento, por exemplo. Então, eu não sei em que sentido vai essa mão, se os entes públicos não valorizam o que deveriam, ou nós que ainda não conseguimos ser realmente cidadãos. 

C.V.: Em sua opinião, como Rio Bonito pode ser reconhecido por ser uma cidade mais útil em todos os sentidos, na educação, na cultura e na saúde, em específico?
L.L.: Acho que isso só vai acontecer a partir do momento que a população tomar as rédeas do futuro da cidade e parar de achar que a solução está nas mãos de uma pessoa ou outra.

C.V.: Até o fim desse ano já planeja novidades para seu blog? Pode adiantar uma?
L.L.: A novidade já está no ar. Em pouco tempo escrevendo no blog, percebi que alguns assuntos não são tão bem explicados escrevendo, mas, sim, mostrando através de vídeo. Por isso criei um canal no YouTube. Ainda está no começo, mas com o tempo ficará recheado de dicas. O nome do canal é Blog Lívia Louzada


Foto: Arquivo pessoal de Lívia Louzada