CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta programação educativa para o mês de julho

05 julho 2026 |

 


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro inicia o mês de julho com uma programação educativa com opções literárias para todas as idades. As atividades para jovens e adultos incluem um ciclo de encontros sobre literatura contemporânea e uma oficina de narrativas infantis. Já para os pequenos leitores haverá uma vivência inspirada nos livros de Rita Lee. Todas as ações do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira são gratuitas, com vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada. 


Conduzido pela jornalista Isabel Clemente, com a participação de escritores, tradutores e profissionais do livro, o projeto Caminhos da literatura atual combina conversa, troca de experiências e exercícios de escrita. Ao longo de três encontros, a programação percorre diferentes gêneros e temas, como ficção científica, literatura young adult, crônica e jornalismo literário. Indicada para jovens e adultos, a atividade será realizada nos dias 7, 9 e 16 de julho (terças e quinta-feira), das 18h às 19h30. 


A oficina Narrativas infantis convida os participantes a explorar a contação de histórias como linguagem artística e ferramenta pedagógica. Ministrada pela atriz e cantora Natalia Amoreira, a atividade alterna exercícios e experimentações com momentos de reflexão, abordando temas como expressão corporal, musicalidade da fala, memória narrativa e performance. Indicada para maiores de 16 anos, a oficina será realizada nos dias 24 e 31 de julho (sextas-feiras), das 18h às 20h.

 

No embalo do Dia Mundial do Rock, comemorado em 13 de julho, a oficina Rockeiros criativos une literatura, artes visuais e música. A cada sábado, um livro infantil de Rita Lee inspira a atividade. Com acompanhamento da equipe educativa e da artesã Fernanda Miguens, as crianças transformam as ilustrações das obras em bottons e pequenos adereços personalizados. Indicada para crianças de 4 a 8 anos, a atividade será realizada nos dias 4, 11, 18 e 25 de julho (sábados), das 14h às 16h. 


Ainda para as crianças, o Ateliê de Férias: Histórias Pintadas convida os participantes a experimentar a pintura como forma de olhar para o lugar onde vivem, em diálogo com a exposição Observe o Espaço-Entre, do artista Conativo. A atividade estimula a autonomia criativa e aproxima o público infantil da arte contemporânea. Indicada para maiores de 4 anos, a atividade será realizada nos dias 29 e 30 de julho (quarta e quinta-feira), das 14h às 16h

 


Fios de ancestralidade:


Em dois encontros, Fios de ancestralidade celebra ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho. A influenciadora Jacy Carvalho abre a programação com um bate-papo sobre o papel dessas mulheres na construção social, política e cultural dos territórios. Em seguida, as participantes entram em contato com técnicas tradicionais de tranças, como nagô e boxeadora, acessando saberes que atravessam gerações, fortalecem a identidade e valorizam a cultura afrodiaspórica. 


No segundo dia, trancistas convidadas conduzem atividades práticas que aprofundam esse aprendizado, conectando cuidado, estética e memória em uma experiência que destaca a força e a continuidade dessas tradições. Indicado para mulheres jovens e adultas, o encontro será realizado nos dias 28 e 30 de julho (terça-feira, das 16h30 às 20h; quinta-feira, das 16h às 20h). 


Programa Educativo CAIXA Gente Arteira:


O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira é uma iniciativa da CAIXA que visa aproximar a programação cultural do público. Com diversas ações, desde experiências de visitação para escolas e instituições sociais até oficinas, cursos e projetos de arte-educação para diferentes públicos, o programa busca promover o acesso à cultura de forma inclusiva e educativa.

 

Essas ações educativas recuperam e atualizam uma longa história, que celebra em 2026 os 46 anos desde a abertura da primeira unidade da CAIXA Cultural em Brasília e os 39 anos da CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Hoje, a CAIXA Cultural é uma das maiores redes de espaços culturais públicos do país, com unidades também em São Paulo (SP), Salvador (BA), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Belém (PA).

 

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Unidade Passeio (Rua do Passeio, 38, Centro)

Datas e horários: Consultar programação

Inscrições gratuitas: Chegar com 15 minutos de antecedência. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada

Classificação Indicativa: Consultar programação

Informações: (21) 3083-3610 | site da CAIXA Cultural| caixaculturalrj

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil


***Na Foto em destaque, “Caminhos da literatura”: conversa, troca de experiências e exercícios de escrita  

Foto: Divulgação

 


O Museu da Língua Portuguesa e a Cité internationale de la langue française, os dois museus mais importantes do mundo dedicados a idiomas, lançam juntos um edital que selecionará duas pessoas - uma do Brasil e outra da Guiana Francesa - para uma residência na França. Será dada atenção especial a indígenas, preferencialmente da região de fronteira entre Brasil e Guiana Francesa. Localizado na Estação da Luz, em São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo. A Cité internationale de la langue française é administrada pelo Centre des monuments nationaux (CMN), órgão público vinculado ao Ministério da Cultura da França.    


As pessoas selecionadas ficarão um mês na Cité, que fica na cidade de Villers-Cotterêts, a 80 km de Paris, desenvolvendo projetos relacionados à pesquisa ou criação artística relacionada à valorização, circulação e história das línguas e conhecimentos indígenas no mundo.   


Quem for contemplado viajará em março de 2027 e terá as despesas de hospedagem pagas pelo programa e receberá uma bolsa para despesas com transporte e alimentação. Além disso, terá um espaço de trabalho e acesso ilimitado às exposições da Cité internationale de la langue française e poderá propor encontros voltados ao público. 


O programa de residência cruzada tem origem no compromisso comum aos dois museus de reconhecer as línguas como fontes de criatividade, de intercâmbio, de desenvolvimento intelectual e artístico, além de ferramentas para a inclusão social, econômica e o exercício da cidadania. Nesse sentido, o foco nas línguas indígenas valoriza o reconhecimento do multilinguismo no Brasil e na Guiana Francesa, em especial na região fronteiriça do rio Oiapoque – que foi o foco de um grande evento realizado em 2025 no Museu da Língua Portuguesa, quando foi lançada a ideia da residência cruzada.  


No Brasil, além do português, são faladas cerca de 180 línguas indígenas. O multilinguismo também é uma realidade na Guiana Francesa, departamento ultramarino da França na América do Sul.  


O programa é realizado no âmbito do Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas, iniciativa do Museu da Língua Portuguesa e do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, com financiamento FAPESP, e da Villa Fatumbi, iniciativa de cooperação cultural transatlântica desenvolvida pela Embaixada da França no Brasil, que promove intercâmbios artísticos e culturais entre a França, o Brasil e o continente africano, concebida como uma plataforma inovadora de diálogo entre culturas e expressões artísticas.  


Critérios de participação 

As inscrições ficam abertas até 30 de agosto. Serão selecionadas duas candidaturas, uma para um residente no Brasil e outra para um residente na Guiana Francesa. Serão consideradas preferenciais as candidaturas de pesquisadores e/ou artistas indígenas com projetos relacionados à valorização, circulação e história das línguas indígenas. No caso do Brasil, serão priorizados os candidatos da região das Guianas. É possível a candidatura em duplas – uma pessoa do Brasil e outra da Guiana Francesa – com um projeto conjunto que proponha um diálogo pertinente à questão linguística e cultural na região de fronteira. As propostas serão avaliadas por um júri composto de um representante de cada museu e dois especialistas externos.  


A participação no programa requer conhecimentos básicos de francês para permitir a comunicação cotidiana. Caso a pessoa selecionada não fale francês, será oferecido um curso on-line intensivo 100% gratuito, financiado pela Embaixada da França.  


Na inscrição, os candidatos devem apresentar os seguintes documentos:  


Apresentação da trajetória artística, científica ou de outra natureza (currículo e, se houver, portfólio – máximo de 3 páginas).  

Carta de motivação sobre a residência (máximo de 1 página).  

Apresentação do projeto a ser desenvolvido durante a residência (máximo de 10 páginas).  

Será dada atenção especial às candidaturas que incluam carta de recomendação de instituições culturais atuantes na região transfronteiriça entre o Brasil e a Guiana Francesa (máximo de 1 página). 

Os documentos podem ser redigidos em português ou em francês e devem ser enviados para:  


Se em português: a documentação deverá ser encaminhada por meio de formulário on-line (clique aqui) 


Se em francês: residences.citelanguefr@monuments-nationaux.fr 

Com o assunto “Résidence France-Brésil – NOM PRÉNOM DU (DE LA) CANDIDAT(E)” 


Sessões on-line de tira dúvidas 

Serão organizadas duas sessões explicativas em plataforma on-line, destinadas ao público brasileiro interessado neste Edital. Elas acontecem nos dias 7 de julho e 4 de agosto, às 10h. As inscrições podem ser feitas por meio do formulário deste link (clique aqui). Informações adicionais podem ser obtidas por meio do e-mail comunicacao.cultural@linguaseculturasindigenas.idbr.org.br


Cronograma 


30 de junho de 2026: lançamento da chamada de candidaturas  


07 de julho de 2026: sessão on-line explicativa (às 10h) 


04 de agosto de 2026: sessão on-line explicativa (às 10h) 


30 de agosto de 2026: prazo final para envio das candidaturas  


1º de setembro de 2026: divulgação dos membros do júri 


25 de setembro de 2026: divulgação dos(as) selecionados(as)  


15 de março a 11 de abril de 2027: período da residência 


O edital completo pode ser consultado neste link (clique aqui)


 

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA  

Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar o seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.  


O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  


SOBRE A CITÉ INTERNATIONALE DE LA LANGUE FRANÇAISE 

Aberta ao mundo e profundamente enraizada em seu território, a Cidade Internacional da Língua Francesa é um espaço de cultura e convivência inteiramente dedicado às culturas francófonas e à língua francesa. Ela estabelece um diálogo entre o passado, o presente e o futuro da língua francesa e da francofonia, estruturando sua atuação em torno de três pilares: cultura e criação, educação e formação, pesquisa e inovação. 


A Cité tem como missão revelar a língua francesa como uma fonte de criatividade e de intercâmbio, de desenvolvimento intelectual e estético, de prazer e como um instrumento de inclusão social, econômica e de fortalecimento da cidadania. 


Foto: Divulgação   


 



Na primeira quinzena de julho, o “CCBB Educativo – Lugar de Encontros” convida o público a explorar a exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, em cartaz no CCBB Rio até 07/09, por meio de visitas mediadas na galeria, vivências práticas em laboratórios e nas sessões de contação de histórias. Entre os destaques estão o repertório "Histórias pra Ver o Invisível" e o laboratório de cianotipia "O que a luz mostra".


Inspirada na poética de Vik Muniz, marcada pelo jogo entre aparência e percepção, a contação "Histórias pra Ver o Invisível" reúne narrativas de diferentes culturas que desafiam a lógica e estimulam o público a refletir sobre como construímos nossos olhares sobre a realidade, como os contos de Nasrudin, sábio popular do Oriente Médio, e o clássico "A Roupa Nova do Rei", de Hans Christian Andersen.


Já o laboratório "O que a luz mostra", elaborado para as crianças a partir de 7 anos e adultos, oferece uma experiência com a cianotipia, técnica fotográfica que utiliza a luz para imprimir imagens.


O projeto “CCBB Educativo – Lugar de Encontros” mantém fixo em sua programação atividades que versam sobre o imaginário brasileiro com destaque para as histórias recolhidas na literatura oral do nosso país. Em julho será apresentada a narrativa "A Lenda da Noite", oriunda da tradição indígena amazônica: jovens guerreiros partem em busca da noite que está guardada no fundo do rio por um ser encantado, a cobra-grande.


Daniela Chindler, coordenadora do projeto fala sobre a escolha de mediar o conteúdo das exposições em cartaz através das histórias.


“Ouvir histórias deveria ser uma dieta prescrita pelos pediatras como “alimento” fundamental durante a infância. Não é por acaso, que nas antigas civilizações o contador tinha o título de bruxo, sacerdote, curandeiro, pois magia é uma das palavras que melhor expressam o que se passa quando estamos vivendo dentro do mundo do “faz de conta”. Ao fantasiar, a criança experimenta suas dúvidas, seus medos, coloca-se no lugar da personagem e decerto pode inventar soluções e interagir com novos conteúdos de forma prazerosa.”


Por meio de histórias, laboratórios e vivências, o CCBB Educativo promove experiências que conectam Arte, Memória e Identidade.


CCBB Educativo – Lugar de Encontros

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças) 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – 1º andar

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro (RJ)

Telefone: (21) 3808-2070

E-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br    

Classificação indicativa: Livre

Mais informações: bb.com.br/cultura  

Siga o CCBB nas redes sociais: facebook.com/ccbb.rj | Instagram: @ccbbrj | x.com/ccbb_rj | tiktok.com@ccbbcultura

Para mais informações sobre os dias e horários de todas as atividades, consulte o site bb.com.br/cultura


Foto: Divulgação




'Angry Birds 3: O Filme' ganha primeiro trailer e cartaz oficial

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“Angry Birds 3: O Filme” acaba de ganhar seu primeiro trailer e pôster. Dirigido por John Rice, responsável pela direção do segundo filme da franquia, a nova animação será lançada em breve nos cinemas de todo o país. 


Neste novo capítulo, Red, o famoso pássaro irritado, enfrentará seu maior desafio até agora: sobreviver à paternidade enquanto salva o mundo. O longa é produzido por John Cohen, Dan Chuba, Carla Connor e Namit Malhotra, com distribuição da Paramount Pictures. 


Angry Birds 3: O Filme - 1º de janeiro de 2027 nos cinemas

@paramountbrasil

#AngryBirds3


Foto: Internet

Dan entrega caricatura ao grupo Roupa Nova no Rio de Janeiro

04 julho 2026 |

 


O caricaturista Dan, de Niterói (RJ), presenteou o grupo Roupa Nova com uma caricatura de todos os integrantes da banda, no dia 27 de junho. A entrega aconteceu durante o show, no Qualistage, na Barra da Tijuca. Dan foi recebido no camarim e, em seguida, assistiu ao show que terminou por volta da meia-noite.  Cleberson, integrante da banda, ficou tão impressionado com o trabalho que logo disparou: "Essa vou levar pra casa!"


Foto: Divulgação

Tony Bellotto é o entrevistado do Roda Viva nesta segunda (6/7)

03 julho 2026 |

 



O Roda Viva entrevista, nesta segunda-feira (6/7), o músico e escritor Tony Bellotto. Com apresentação de Ernesto Paglia, o programa vai ao ar às 22h, ao vivo, na TV Cultura, com transmissão simultânea no YouTube e no site oficial da emissora. 


Guitarrista, compositor e um dos integrantes fundadores dos Titãs, Tony Bellotto participou da gravação de 25 álbuns da banda. Atualmente, está em turnê que celebra os 40 anos de Cabeça Dinossauro, um dos discos mais emblemáticos do rock brasileiro. 


Além da trajetória na música, Bellotto construiu uma sólida carreira na literatura, com 11 livros publicados. É autor da consagrada série policial protagonizada pelo detetive Remo Bellini, que ganhou adaptações para o cinema e traduções internacionais. Em 2025, venceu o Prêmio Jabuti na categoria Romance Literário com o livro Vento em Setembro.

 

A bancada de entrevistadores será formada por Adriana de Barros - jornalista do Terra Sonora; Adriano Schwartz - professor de Literatura da Universidade de São Paulo; Edgard Piccoli – comunicador; Julio Maria - biógrafo e jornalista musical; Roberta Martinelli - apresentadora do Cultura Livre, da TV Cultura e criadora do Clube do Livro Eldorado; e Sérgio Martins - jornalista e crítico musical. Haverá ainda a participação do cartunista Eduardo Baptistão.


Foto: Assessoria de Imprensa Tony Bellotto

 


Fonte de alegria, desenvoltura e que prega a importância de vivermos de bem com a vida sempre. Poderíamos definir, assim, o apresentador Rodrigo Marques. Nascido em Belo Horizonte (MG) no dia 5 de maio de 1983, é o primeiro filho da dona Maria das Dores e do senhor Waldivino Marques. Embora tenha vivido sua infância na cidade de Ipatinga, conhecida como a Cidade do Aço, aos 13 anos, se mudou para o Rio de Janeiro. Como um menino sonhador, guardava em seu coração o desejo de, um dia, apresentar um programa de televisão. Segundo ele, a vontade surgiu quando tinha, apenas, 4 anos. Me lembro de assistir ao Programa do Chacrinha, na casa da minha avó, em uma antiga televisão de madeira, ainda em preto e branco. A partir daquele momento, nasceu em mim o desejo de estar diante das câmeras. Desde pequeno, brincava de ser apresentador, fazia meus próprios microfones com espuma de colchão, entrevistava toda a família e participava de eventos culturais na escola. Eu, realmente, gostava de apresentar, de me comunicar com as pessoas e de estar no palco. Enfim, foi na infância que descobri a paixão que levaria para toda a vida”, relatou.


Há alguns anos, Rodrigo apresenta o programa infantil “Show Marques”, na Rede NGT, com grande aceitação de público e crítica. No palco, o rapaz se transforma em um menino que comanda a festa junto a dezenas de crianças que brincam, cantam e dançam o tempo todo, além de assistirem a diversos desenhos animados com mensagens que a garotada sempre tira algum proveito quanto a assuntos ligados à vida cotidiana e à família.


Hoje, o apresentador concedeu entrevista ao CULTURA VIVA e relatou, um pouco, da sua trajetória de vida e profissão. Acompanhe!


  
C.V.: Como surgiu a ideia do programa "Show Marques? Recebeu influências?  

RODRIGO MARQUES: Na verdade, o Show Marques não nasceu do sonho de fazer um programa infantil. Meu sonho, desde os 4 anos de idade, sempre foi apresentar um programa de televisão. Naquela época, eu nem sabia que existiam apresentadores voltados para o público infantil. Na minha infância, minha família não tinha televisão em casa. Eu só assistia TV quando ia à casa da minha avó, geralmente nos fins de semana. Foi lá que tive uma das lembranças mais marcantes da minha vida: assistir ao Programa do Chacrinha em uma antiga televisão de madeira, ainda em preto e branco. Ver aquele palco, a plateia e toda aquela alegria despertou em mim o desejo de um dia estar na televisão. Alguns anos depois, em 1991, vivi outro momento que ficou guardado na memória. Minha mãe trabalhava como lavadeira e, ao passar pelo local onde ela estava, vi na televisão a abertura do Show Maravilha, voltando do intervalo comercial. Aquela cena me encantou, mas, sinceramente, ainda não imaginava que um dia trabalharia com entretenimento infantil. Aos 13 anos, comecei a fazer teatro. Participei da peça Cadê o Riso do Palhaço e, na estreia, um empresário do ramo de recreação infantil assistiu ao espetáculo. Ele disse que eu tinha uma presença de palco muito diferente e me convidou para trabalhar em sua equipe como animador de festas. Aceitei o convite e permaneci com ele durante cerca de um ano. Foi meu primeiro contato profissional com o entretenimento infantil. Pouco tempo depois, me mudei para o Rio de Janeiro, onde fui morar com minha tia, em Copacabana. Em 2000 procurei, espontaneamente, uma oportunidade na ONG Turma da Pholia, que funcionava na Rua Barata Ribeiro. Lá participei de cursos de recreação, teatro, oficinas de atuação e preparação para trabalhar com crianças. Também realizávamos visitas voluntárias a hospitais e participávamos de ações sociais, além de atuar em festas infantis. Essa experiência contribuiu muito para minha formação profissional e para a pessoa que sou hoje. Em 2001 surgiu outra oportunidade importante. Um vizinho me indicou para participar de uma seleção no Centro de Dança Rio. Durante esse processo fui convidado pelo coreógrafo Oswald Berry, que havia trabalhado com a Xuxa, para integrar um musical dirigido por ele. Permaneci cerca de seis meses no projeto, aprendendo sobre dança, expressão corporal, palco e produção artística. Depois dessas experiências, percebi que estava ajudando a realizar os sonhos de outras pessoas, mas ainda não estava construindo o meu. Decidi então criar meus próprios espetáculos. Passei a trabalhar com recreação infantil em festas de aniversário, escolas e eventos, mas sempre levando algo diferente. Enquanto muitos recreadores apenas conduziam brincadeiras, eu fazia um verdadeiro show: cantava, dançava, fazia trocas de figurinos, interpretava personagens e contava com assistentes de palco. Ao longo dos anos montei uma equipe e percorri inúmeras casas de festas, escolas e eventos por aproximadamente 17 anos. Mesmo assim, o sonho de apresentar um programa de televisão continuava vivo. Nunca foi, especificamente, o desejo de apresentar um programa infantil: eu queria apresentar televisão. O trabalho com crianças acabou acontecendo naturalmente devido à minha trajetória profissional. Em 2014 eu já estava bastante desanimado. Passei anos levando projetos para diversas emissoras e sempre recebia respostas negativas. Em outubro daquele ano fui contratado para animar uma festa em Nova Iguaçu. No evento estava presente toda a equipe da TV Rio, uma das maiores TVs online da época. Aproveitei a oportunidade para apresentar meu projeto. Depois de quase um ano de conversas e muita insistência, recebi uma ligação do diretor perguntando: "Quando estreia o Show Marques?". Foi um dos momentos mais felizes da minha vida. Como eu já tinha experiência em cenografia, construí, em menos de vinte dias, um cenário de aproximadamente 14 metros quadrados. Durante o desenvolvimento do programa surgiu a ideia de homenagear os clássicos programas infantis das décadas de 1980 e 1990, utilizando alguns elementos que marcaram aquela época, como a nave espacial. Essa escolha gerou muitas críticas, principalmente de fãs da Xuxa, que diziam que eu estava copiando. Recebi muitos ataques e ofensas nas redes sociais, mas nunca pensei em desistir. O Show Marques estreou ao vivo, diante de uma plateia com mais de 300 pessoas. A audiência surpreendeu e ultrapassou duas mil visualizações logo na estreia, chegando a sobrecarregar o site da TV Rio. Dois anos depois, apresentei o projeto à Rede NGT. O diretor de programação gostou da proposta e aprovou, imediatamente, sua exibição. 






O Show Marques estreou na Rede NGT no dia 3 de julho de 2017, sendo exibido de segunda a sexta-feira. Em 2018, após o excelente crescimento da audiência, o programa ganhou mais um dia na programação e passou a ser exibido de segunda a sábado, alcançando todo o Brasil por meio da TV aberta, parabólica, satélite e operadoras de TV por assinatura.



Além da Rede NGT, o programa também foi exibido pela TV Baixada, no Rio de Janeiro, e pela TV Vale Verde, em Mossoró (RN). Durante a pandemia as gravações precisaram ser interrompidas, mas, em 2024, retornamos à Rede NGT. Atualmente, o Show Marques vai ao ar todos os sábados, das 8h às 9h, em TV aberta. E, também, para quem mora em São José do Vale do Rio Preto e Areal, pode assistir ao progrma no canal 17 da GSat, estado do Rio de Janeiro, todos os Domingos, às 14h. Hoje, continuo produzindo, praticamente, tudo de forma independente. Eu mesmo desenvolvo os cenários, confecciono figurinos, produzo personagens, escrevo roteiros, componho músicas, faço as vinhetas, edito os programas e coordeno toda a produção. Também conto com o importante apoio do Instituto SOS Reviver, em Tinguá, Nova Iguaçu, onde realizamos as gravações com as crianças.



Nunca procurei copiar nenhum apresentador ou apresentadora. Minha proposta sempre foi construir uma identidade própria. O que realmente me inspira até hoje são as músicas infantis que marcaram gerações. Inclusive, adquiri os direitos de algumas regravações. A música de abertura do programa, por exemplo, é uma adaptação autorizada por Dido de Oliveira, autor da obra original, que permitiu transformar "Xou da Xuxa Começou" em "Show do Marques Começou", uma marca registrada do programa. Se existe uma grande lição nessa caminhada, é que o "não" faz parte do caminho. Aprendi que as oportunidades dificilmente chegam prontas. Muitas vezes, somos nós que precisamos criá-las. O Show Marques é resultado de muita persistência, trabalho, criatividade e da certeza de que vale a pena acreditar nos nossos sonhos, mesmo quando ninguém mais acredita.



C.V.: Quais foram os ídolos da sua infância? 

R.M.: Sem dúvida, o Chacrinha foi meu primeiro grande ídolo. Foi, assistindo ao programa dele, ainda muito pequeno, na casa da minha avó, que nasceu o sonho de um dia apresentar um programa de televisão talvez parecido com o dele. Na adolescência, passei a admirar muito a Mara Maravilha. Nessa época, eu já tinha televisão em casa e assistia ao Mara Maravilha Show sempre que podia. Foi nela que encontrei uma grande inspiração pela forma espontânea, alegre e carismática de apresentar. Muitas pessoas imaginam que, por eu apresentar um programa infantil, a Xuxa tenha sido minha maior referência, por eu ter usado um disco voador e cantar algumas de suas músicas. Na verdade, não. Tenho um enorme respeito e admiração por ela. Considero a Xuxa a maior artista infantil da história do Brasil, um exemplo de profissional e de ser humano, além de uma inspiração para várias gerações. Mas, quando o assunto é estilo de apresentação, minha maior inspiração sempre foi a Mara Maravilha. Foi sua maneira de se comunicar com o público que mais influenciou a construção da minha identidade como apresentador.




  
C.V.: Qual a mensagem central do programa?


R.M.: A principal mensagem do Show Marques é mostrar que ainda é possível reunir toda a família em frente à televisão para viver momentos de alegria, diversão e boas lembranças. O programa busca resgatar a magia dos grandes programas infantis, levando entretenimento de qualidade, músicas, brincadeiras e conteúdo que valorizam o respeito, a amizade, a inclusão, a solidariedade e o sonho de nunca desistir dos nossos objetivos. Também acredito que a infância deve ser vivida com imaginação, criatividade e afeto. Por isso, cada programa é pensado para divertir as crianças e, ao mesmo tempo, despertar nos adultos a nostalgia de uma época em que a televisão reunia pais e filhos em torno de um mesmo conteúdo.


  
C.V.: Recebeu muitas críticas no início da jornada? Como lidou com elas?


R.M.: Recebo críticas até hoje. No início foi bem mais difícil. Muitas pessoas me xingavam, faziam comentários ofensivos e, até, espalhavam informações falsas sobre o meu trabalho. Diziam que eu queria ser a Xuxa, a Mara Maravilha, a Angélica e o Sérgio Mallandro ao mesmo tempo (Risos). Naquela época, praticamente, não existia outro programa infantil com o formato que eu apresentava e isso causava muita estranheza. Alguns sites de fofocas chegaram a fazer chacota do meu trabalho, e confesso que houve momentos em que tudo isso me abalou bastante. Os fãs mais radicais da Xuxa, por exemplo, ainda hoje fazem críticas e, às vezes, deixam comentários ofensivos nas redes sociais. Mas, com o tempo, aprendi que quem se expõe ao público também está sujeito às opiniões das pessoas. Procurei transformar as críticas construtivas em aprendizado e deixar de lado aquelas que tinham apenas a intenção de ofender. Se eu tivesse desistido por causa delas, o Show Marques jamais teria chegado aonde chegou. Hoje entendo que o trabalho fala por si e o carinho das crianças e das famílias não tem preço que pague.





  
C.V.: Como são as gravações do programa? Muita correria nos bastidores? O estúdio fica aqui no Rio?

R.M.: Quando o Show Marques surgiu, por volta de 2015, eu gravava um programa por semana, geralmente aos sábados. Desde o início, eu não trabalhava sozinho: tinha uma equipe de cerca de 10 pessoas que corria junto comigo em todas as etapas da produção, desde a organização até os bastidores das gravações. Mesmo assim, já havia bastante trabalho envolvido. Tudo mudou quando o programa entrou na TV aberta e passou a ser diário. A partir desse momento, a rotina ficou muito mais intensa. O contrato exigia que os programas não fossem repetidos, e, como no início ainda não havia investimento consistente de patrocinadores, praticamente tudo era financiado do meu próprio bolso. Levou um tempo até o programa chamar atenção e começar a atrair apoiadores. Para viabilizar a produção era obrigado a gravar até cinco programas em um único dia. Começávamos por volta das 14h e íamos até às 22h , aproximadamente. Durante a semana, especialmente às sextas-feiras, eu com a equipe da época corríamos atrás de crianças para participar do programa, já que esse tipo de formato ainda não era tão conhecido. Muitas vezes fazia divulgação em escolas, conversava com pais na porta e explicava pessoalmente o projeto.



Além disso, havia toda a preparação: ensaios, criação de roteiros e figurinos. Eu procurava não repetir figurinos, o que exigia muita criatividade em pouco tempo. Chegava a passar horas pesquisando referências e planejando cada detalhe dos programas. Era uma rotina muito cansativa. Dormia pouco e a pressão era grande, mas eu não estava sozinho - minha equipe estava comigo em todas as etapas, ajudando a manter tudo funcionando. Em alguns momentos, essa intensidade também afetava a minha saúde e o meu bem-estar, tamanha era a correria. Além da gravação, também havia a parte técnica. O programa era gravado com três câmeras mini DV e, depois, todo o material precisava ser passado para o computador, com cortes de erros e montagem dos blocos. Era um processo longo e exigente, que envolvia noites de edições, pois a Rede NGT só recebia programas às quartas-feiras até as 14h.





As crianças também precisavam de muita energia e incentivo durante as gravações, o que exigia ainda mais dedicação para manter o clima animado mesmo em dias difíceis. Atualmente, a rotina mudou um pouco. Hoje gravo cerca de três a quatro programas por mês, concentrados em um único final de semana. As gravações acontecem em um galpão cedido pelo Instituto SOS Reviver, em Tinguá, Nova Iguaçu. Nós montamos e desmontamos todo o cenário em menos de 24 horas, incluindo luz, palco, câmeras e estrutura. De 2015 até 2021, as gravações eram feitas em um estúdio fixo em Nova Iguaçu, com apoio de patrocinadores, o que ajudava a cobrir os custos. Hoje, no entanto, a realidade é mais independente, com apoio cultural e parcerias que ajudam a manter o projeto ativo. Apesar das dificuldades, essa experiência me ensinou muito sobre produção, trabalho em equipe, resistência e amor pelo o que se faz. É um trabalho intenso, mas feito com muita dedicação e paixão.


  
C.V.: E a questão publicitária? Tem dificuldades para conseguir patrocinadores?

R.M.: Hoje, sim, existem muitas dificuldades. O cenário publicitário mudou bastante, principalmente com o crescimento da internet e a migração dos investimentos para outras plataformas. Além disso, por se tratar de um programa infantil, existem regras mais rígidas em relação à publicidade. Hoje não posso trabalhar com publicidade tradicional dentro do programa, pois a legislação não permite a venda de produtos para crianças em programas infantis. Por isso, o projeto precisa ser estruturado dentro do modelo de apoio cultural e editais. Dessa forma, em vez de patrocinadores comerciais diretos, buscamos parcerias institucionais, apoio cultural e incentivos previstos em lei para a manutenção do conteúdo. Isso exige um trabalho constante de articulação e busca de novas oportunidades para manter o programa no ar. Mesmo com essas dificuldades, seguimos firmes, adaptando o projeto à realidade atual e encontrando formas legais e responsáveis de viabilizar o Show Marques.




C.V.: Você é um profissional de Comunicação, é formado em Jornalismo e sabe lidar com o público. Acha que, na TV, falta gente assim para produzir trabalhos dedicados às crianças?

R.M.: Além de ser formado em Jornalismo, também sou formado em Marketing, justamente para entender melhor esse processo de captação de apoio e patrocínio para o programa. Mesmo assim, a realidade não é simples. Muitas vezes, eu mesmo vou às ruas buscar apoio e divulgar o projeto. Não é fácil. Produzir um programa desse tipo exige disciplina, investimento pessoal e, em muitos momentos, tirar dinheiro do próprio bolso para manter tudo funcionando. As pessoas, em geral, não fazem porque realmente é um trabalho difícil. Exige conhecimento em várias áreas ao mesmo tempo: produção, comunicação, cenografia, roteiro, edição e gestão. Eu busquei aprender tudo isso ao longo dos anos, estudando, fazendo cursos e adquirindo experiência na prática. O Show Marques sempre foi e continua sendo cem por cento construído por mim. Hoje sou o Marques apresentador, mas também sou o Rodrigo que muitos conhecem como produtor, criador, organizador e, muitas vezes, executo praticamente todas as etapas sozinho. Isso inclui desde a criação do conteúdo até a montagem de cenários e organização das gravações. Fico triste ao ver que muitas pessoas não têm oportunidade de desenvolver projetos assim, seja por falta de conhecimento, de estrutura ou de apoio. No Brasil, infelizmente, ainda há pouco investimento na cultura voltada para o público infantil, especialmente na televisão.






Acredito que falta, sim, mais espaço e menos foco apenas no retorno financeiro imediato por parte das emissoras e do mercado. Existem muitos talentos com boas ideias e criatividade, mas sem oportunidade para mostrar seu trabalho. Se houvesse mais incentivo e abertura, certamente surgiriam muitos outros projetos como o Show Marques. Ainda assim, sigo fazendo o que está ao meu alcance, dentro da minha realidade, com os recursos que tenho, sempre buscando evoluir. Esse não é um trabalho simples e nem para qualquer pessoa. Ele exige paixão, persistência e muita dedicação. Eu fui construindo meu caminho aos poucos, enfrentando dificuldades cação. Eu fui construindo meu caminho aos poucos, enfrentando dificuldades até hoje, mas sempre seguindo em frente com o meu projeto.



C.V.: E o Rodrigo Marques cantor surgiu naturalmente? Vem novidades ainda neste ano?

R.M.: Cantor? (Risos). Eu nem canto no banheiro de casa para você ter uma ideia. Eu canto mal pra caramba! A música surgiu muito mais por necessidade do próprio trabalho com o público infantil do que por uma carreira artística como cantor. Ao longo do tempo, acabei entrando nesse universo porque precisava de músicas para os espetáculos e para o programa. Já gravei cerca de nove trabalhos independentes e regravei grandes sucessos da música infantil, como Uni, Duni, Tê, do Trem da Alegria, Certo ou Errado, da Patrícia Marques e, também, versões minhas de clássicos, como Xou da Xuxa Começou, adaptado para o Show do Marques Começou. Uma das minhas primeiras músicas foi Girafa Gigi, gravada em 2002, mesmo eu cantando muito mal, na época (Risos). Eu nunca me vendi como cantor. A música infantil entrou no meu trabalho como como uma ferramenta de comunicação e entretenimento, assim como acontece com muitos profissionais do meio que não têm formação vocal, mas utilizam a música como parte do espetáculo.




Sim, este ano estou lançando meu décimo trabalho independente, chamado Marques 1, 2, 3. É um projeto totalmente voltado para músicas de brincadeiras e resgate da infância. Por exemplo, temos a música Batata Quente, feita por mim em parceria com um amigo, além de Menino de Madeira (Pinóquio), do Talison Rodrigues, o mesmo autor de Meu Amigo Peter Pan, que também teve ótima repercussão. Esse novo projeto, que será lançado em outubro, traz de volta brincadeiras e referências que marcaram as décadas de 80 e 90, como cubo mágico, emojis e outras referências lúdicas. É um trabalho bem divertido e com a identidade que sempre marcou o Show Marques: leve, nostálgico e voltado para a infância.

  
C.V.: Quais são as suas redes sociais?  

R.M.: Eu até tenho redes sociais, mas não sou muito ativo nesse universo. Reconheço que preciso melhorar esse lado e me dedicar mais à comunicação digital. No Instagram, o perfil é @showdomarques. Também estou presente no Facebook, basta buscar por Show Marques. Em relação ao YouTube, atualmente não mantenho um canal ativo. Tive um canal com mais de 500 vídeos, que acabou sendo removido pela plataforma, e isso me desmotivou bastante na época. Portanto, não dei continuidade a um novo canal oficial. Ainda assim, existem alguns canais de fãs que repostam conteúdos e, às vezes, utilizo esses materiais quando preciso apresentar o trabalho. O site oficial é https://marques.art.br/, que está passando por uma reformulação. Em agosto ele será lançado com uma nova identidade visual e mais conteúdo. Estamos também organizando todo o acervo do Show Marques, editando os programas desde o início da trajetória. A previsão é que, a partir de outubro, sejam lançados conteúdos em formato de streaming, reunindo vídeos antigos e novos do programa, mostrando toda a evolução do projeto desde o começo.


Fotos: Divulgação