Quatro das espécies mais emblemáticas e ameaçadas da Mata Atlântica brasileira são retratadas sob o olhar de artistas de diferentes partes do mundo na exposição internacional “Espécies de Animais Ameaçados da Mata Atlântica no Paraná”, em cartaz no Armazém Macedo, em Antonina (PR), até 18 de setembro. Com entrada gratuita, a mostra celebra os mais de 40 anos da SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental) e os 10 anos da ABUN (Artists & Biologists Unite for Nature), rede global que conecta arte e conservação da biodiversidade.


Produzidas por artistas da Polônia, Alemanha, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Equador, Venezuela, Nova Zelândia e Brasil, as obras homenageiam espécies que representam décadas de esforços de conservação da Mata Atlântica, entre elas o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga.


Inaugurada em 18 de agosto, a exposição pode ser visitada de segunda a domingo, das 9h às 17h. A montagem em Antonina permanece aberta até 18 de setembro e integra uma iniciativa itinerante. Informações atualizadas sobre datas e locais das próximas etapas podem ser consultadas no site da SPVS.


Mais do que uma mostra artística, a iniciativa simboliza o encontro entre ciência, arte e conservação, aproximando o público de espécies ameaçadas e das histórias de proteção que vêm garantindo sua sobrevivência ao longo das últimas décadas.


Quando arte e conservação se encontram


As obras retratam algumas das espécies mais emblemáticas e ameaçadas da Mata Atlântica, transformando conhecimento científico em sensibilização e aproximação do público com a biodiversidade brasileira.


Entre elas está o papagaio-de-cara-roxa, espécie endêmica do litoral do Paraná e de São Paulo que se tornou uma referência internacional em recuperação populacional graças ao trabalho desenvolvido pela SPVS desde o fim da década de 1990.


Também integram a mostra o papagaio-de-peito-roxo, uma das aves mais ameaçadas associadas às áreas naturais com araucária; o mico-leão-da-cara-preta, um dos primatas mais raros do planeta; e a jacutinga, ave considerada fundamental para a regeneração de áreas naturais por seu papel na dispersão de sementes.


A exposição demonstra como a arte pode atuar como uma poderosa ferramenta de sensibilização, ampliando o alcance das mensagens de conservação e criando novas conexões entre as pessoas e a biodiversidade. 


Mais de quatro décadas dedicadas à conservação da natureza


Fundada em 1984, a SPVS é uma das organizações de conservação da natureza mais tradicionais do Brasil. Ao longo de mais de quatro décadas, a instituição se tornou referência nacional na proteção da biodiversidade da Mata Atlântica, contribuindo para a conservação de mais de 100 mil hectares em unidades de conservação, apoiando a criação de 65 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e mantendo mais de 19 mil hectares de reservas próprias no litoral do Paraná.


A instituição também se destaca por programas de longo prazo voltados à conservação de espécies ameaçadas, incluindo o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga, que hoje inspiram as obras da exposição.


"Esta exposição simboliza algo muito importante para nós. Ao longo de mais de 40 anos, a SPVS tem trabalhado para proteger espécies ameaçadas e as áreas naturais das quais elas dependem para sobreviver. Grande parte desse trabalho acontece longe dos holofotes, por meio de pesquisas, monitoramentos e ações permanentes de conservação", afirma Clóvis Borges, diretor-executivo da SPVS.


Segundo ele, a mostra evidencia o alcance global da conservação da biodiversidade brasileira.


"Ver espécies como o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga sendo retratadas por artistas de diferentes países demonstra que a conservação da biodiversidade é uma causa capaz de ultrapassar fronteiras. A arte tem uma capacidade única de aproximar as pessoas da natureza, despertando emoções, curiosidade e pertencimento."


Para Clóvis, a exposição também representa a convergência entre duas trajetórias dedicadas à proteção da vida.


"Esta mostra celebra os mais de 40 anos da SPVS e os 10 anos da ABUN. São histórias diferentes, mas unidas pela mesma convicção de que conservar a biodiversidade depende não apenas da ciência, mas também da capacidade de inspirar as pessoas. Cada obra ajuda a contar a história de espécies que ainda existem porque muitas pessoas, instituições e comunidades decidiram agir para protegê-las."


Uma rede global em defesa da biodiversidade


Criada em 2016, a ABUN reúne artistas especializados em natureza e vida selvagem de diferentes países e atua em parceria com organizações conservacionistas para promover a valorização da biodiversidade por meio da produção artística.


Ao longo de uma década, a iniciativa desenvolveu projetos em diversos continentes, conectando artistas, cientistas e instituições em torno da conservação de espécies ameaçadas e ecossistemas estratégicos.


“Esta exposição apresenta quatro símbolos icônicos da Mata Atlântica — espécies que a SPVS trabalha com muita atenção para proteger. Essa floresta sofreu uma devastação imensa ao longo dos últimos séculos, e o trabalho da SPVS é vital não apenas para preservá-la e protegê-la, mas também para restaurá-la e promover o seu renascimento natural. Esta mostra celebra os 40 anos da SPVS, os 10 anos da ABUN e o amor que nutro por essa parte imensamente bela do nosso mundo", relata Kitty Harvill, AFC (Artists for Conservation) e cofundadora da ABUN.


A exposição em Antonina representa um dos projetos desenvolvidos pela rede em parceria com instituições brasileiras e reforça o potencial da colaboração internacional em prol da proteção da biodiversidade.


 Parceria em favor da biodiversidade


Por meio da arte, da ciência e da educação, a mostra busca aproximar o público de uma das maiores riquezas naturais do Brasil e inspirar novas formas de engajamento em sua conservação.


Ao reunir artistas de diferentes culturas em torno de espécies ameaçadas da Mata Atlântica, a exposição demonstra que a conservação da biodiversidade ultrapassa fronteiras geográficas e linguísticas. A iniciativa reforça que proteger a natureza é uma responsabilidade compartilhada e que a arte pode desempenhar um papel fundamental na construção dessa consciência coletiva.


Exposição: Espécies de Animais Ameaçados da Mata Atlântica no Paraná


Período de visitação: de 18 de agosto a 18 de setembro de 2026


Local: Armazém Macedo – Rua Marquês do Herval, 136 Antonina (PR)


Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 9h às 17h


Entrada gratuita.


Realização: ABUN (Artists & Biologists Unite for Nature) e SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental).


Sobre a SPVS


Fundada em 1984, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) é uma das mais relevantes organizações conservacionistas do Brasil, com foco na conservação da Mata Atlântica. Atua com inovação, base técnica sólida e visão restaurativa do desenvolvimento, valorizando a natureza como ativo estratégico para o bem-estar humano e para a adequada gestão territorial.

www.spvs.org.br


Foto: Divulgação SPVS

 


O Fórum de Responsabilidade Social da FGV Conhecimento, coordenado por André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), realizará, no dia 18 de setembro, o V Seminário de Responsabilidade Social, no Centro Cultural FGV, localizado na Praia de Botafogo, 186, no Rio de Janeiro. Gratuito e aberto ao público, o evento contará com painéis e debates temáticos, além da entrega da terceira edição do Prêmio FGV de Responsabilidade Social, que seleciona práticas exemplares voltadas à melhoria da qualidade de vida de populações em situação de vulnerabilidade social.


O seminário, fruto de uma parceria com a Aegea e a Globo, será conduzido durante a manhã pela jornalista Maju Coutinho, da Rede Globo, e, à tarde, pela cerimonialista Karen de Souza. O objetivo é promover o diálogo sobre práticas transformadoras que beneficiam a sociedade, especialmente as populações menos assistidas.


A mesa de abertura terá o tema “Populações em vulnerabilidade e segurança social”. Em seguida, haverá a cerimônia de entrega do terceiro Prêmio FGV de Responsabilidade Social, presidida por André Mendonça, ministro do STF e presidente do conselho do prêmio. Entre os participantes, na programação da manhã estarão Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e governador em exercício do Rio de Janeiro, e Eduardo Cavaliere, prefeito da cidade do Rio de Janeiro.


Para representar o setor privado, comparecerão Antonio Cláudio Ferreira Netto, diretor jurídico da Globo, Anselmo Leal, presidente da Águas do Rio, e Silvia Finguerut, coordenadora de Responsabilidade Social da FGV Conhecimento. Ilona Szabó, cofundadora e presidente do Instituto Igarapé, participa como representante do terceiro setor no debate sobre segurança.


Serão premiadas seis práticas de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), uma em cada eixo temático: educação; arte e cultura; esporte comunitário; saúde; meio ambiente e saneamento; e cultura da paz. A premiação financeira será distribuída da seguinte forma: cinco projetos receberão R$ 20 mil cada, enquanto uma, selecionada como Melhor Prática de Responsabilidade Social, receberá R$ 50 mil. Os conselheiros da iniciativa participarão da cerimônia e realizarão a entrega dos troféus.


No período da tarde, a programação será distribuída entre o Centro Cultural FGV e a sala 1429 do edifício-sede da FGV. No primeiro, o painel “Políticas públicas para a inovação social” contará com a participação de Filipe Almeida, presidente da Portugal Inovação Social, e de Rita Potyguara, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil). Em seguida, o painel “Recuperação da Baía de Guanabara” reunirá Mario Moscatelli, fundador da Manglares Consultoria Ambiental, Rejany Ferreira dos Santos, diretora-presidente do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e Maurício Dutra, coordenador do Eixo Direitos Urbanos e Socioambientais da Redes da Maré, com moderação de Anselmo Leal, presidente da Águas do Rio.


Já no segundo espaço, a primeira mesa abordará as vulnerabilidades digitais na infância e na terceira idade com a participação de Ruy Castro, jornalista, escritor e colunista do jornal Folha de São Paulo, Maria Helena Cabral e Tarcísio Cabral, fundadores do Projeto 60demais, e de Flávia Carvalho Dória, diretora executiva do Instituto Alana e CEO do AlanaLab, com moderação de Renan Ferreirinha, secretário municipal de educação do Rio entre 2021 e 2026. A segunda mesa, intitulada “Só resta a filantropia? Impactos da Reforma Tributária no terceiro setor”, contará com João Pedro Machado Nobre, assessor da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, Flávio César de Oliveira, Secretário de Fazenda do Mato Grosso do Sul e presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Lina Santin, advogada e pesquisadora do Núcleo de Estudos Fiscais da FGV e Rafael Marinelli, DPO da Fundação Coppetec, com moderação de Marcus Abraham, vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e coordenador acadêmico da FGV Justiça.


Sobre o prêmio:


O Prêmio FGV de Responsabilidade Social é uma iniciativa da FGV Conhecimento, em parceria com a Aegea e a Globo, que visa reconhecer e premiar boas práticas direcionadas à melhoria da qualidade de vida de indivíduos e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Em sua terceira edição, foram 1.338 inscrições de OSCs de todo o Brasil, distribuídas nos eixos de educação, arte e cultura, esporte comunitário, saúde, meio ambiente e saneamento e cultura da paz.


O Conselho de seleção dos premiados, coordenado pelo ministro André Mendonça, é integrado pelo ministro Antonio Carlos Ferreira, o promotor José Marinho, o bispo Abner Ferreira, dom Orani Tempesta, André Esteves, Antonio Cláudio Ferreira Netto, Lucilia Diniz, Luiza Brunet, Anselmo Leal e Robson Andrade.


Evento: V Seminário de Responsabilidade Social

18 de setembro – das 8h30 às 17h15


Endereços:

Praia de Botafogo, 186 (Centro Cultural FGV)

Praia de Botafogo, 190 (sala 1429)


Brad Pitt fala sobre treinamento com o cachorro Uber em novo featurette de 'Coração Selvagem'

08 setembro 2026 |

 


A Paramount Pictures acaba de revelar um novo vídeo de bastidores de “Coração Selvagem”. Nele, Brad Pitt relata como o treinamento com o cachorro Uber foi importante para a construção do vínculo entre seus personagens. David Ayer, diretor do filme, e Andrew Simpson, adestrador animal, também detalham as técnicas usadas em cena.


O longa conta como o agente das forças especiais James Belmont (Brad Pitt) e seu cão, Odin (Uber), se vêem perdidos em meio à mata selvagem do Alaska, após um trágico acidente aéreo. Juntos, eles viverão uma luta brutal pela sobrevivência contra a natureza em uma aventura que explora o laço entre o homem e seu melhor amigo enquanto enfrentam o seu maior desafio até ali. 


J.K Simmons e Anna Lambe também estão no elenco. Damien Chazelle integra o time de produtores executivos ao lado de Scott Lumpkin, Chris Long, Pete Chiappetta, Anthony Tittanegro, Andrew Lary, Sophie Cassidy, Zack Conroy e Cameron Alexander. O roteiro também é escrito por Alexander. Além de atuar, Brad Pitt participa também como produtor do longa. 


O filme é uma produção da Domain Entertainment, Gulfstream Pictures, Wild Chickens, Temple Hill e Kino World Production, com distribuição da Paramount Pictures. “Coração Selvagem” estreia dia 24 de setembro nos cinemas brasileiros. 


Coração Selvagem - 24 de setembro de 2026 nos cinemas

@paramountbrasil

#CoraçãoSelvagem


Filme com acessibilidade disponível através do aplicativo GRETA.


Assista ao featurette AQUI
Assista ao trailer AQUI


Foto: Divulgação

 


Participar de um show de Laura Pausini já é uma experiência única. Agora, imagine viver essa experiência durante uma viagem em alto-mar, ao lado de uma das maiores vozes da música internacional e de uma artista que construiu uma relação tão especial com o Brasil que se tornou a italiana mais brasileira de todas. É essa a proposta do Navio Laura Pausini, que reúne música, entretenimento e momentos exclusivos ao lado da artista, em um roteiro que parte do Porto de Santos e inclui paradas em Búzios e Angra dos Reis.


O projeto marca um momento histórico para a PromoAção: pela primeira vez em mais de duas décadas de trajetória, a empresa terá uma atração internacional como protagonista de um de seus navios temáticos. Depois de reunir alguns dos principais nomes da música brasileira em experiências que se tornaram referência no entretenimento em alto-mar, a companhia abre um novo capítulo ao trazer ao país uma artista de dimensão global. E a escolha de Laura Pausini torna essa estreia ainda mais simbólica.


Com mais de 70 milhões de discos vendidos, Laura Pausini é uma das artistas italianas de maior projeção internacional. A cantora interpreta músicas em seis idiomas e acumula alguns dos principais reconhecimentos da indústria, entre eles um Grammy, cinco Latin Grammy Awards, um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar. Ao longo de mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória marcada por grandes sucessos e pela capacidade de atravessar fronteiras e gerações.


No Brasil, essa história ganhou contornos ainda mais especiais. Laura construiu uma relação próxima com o público brasileiro desde o início de sua carreira internacional, transformando suas canções em parte da memória afetiva de diferentes gerações. Agora, essa conexão ganha um novo cenário: durante quatro dias, os fãs poderão estar no mesmo navio que a cantora e viver uma experiência que vai além de um show, unindo música, viagem e momentos de proximidade com a artista.


O Navio Laura Pausini chega como uma experiência exclusiva para os admiradores da cantora e representa também uma nova possibilidade para o entretenimento musical em alto-mar no país. A PromoAção, que ao longo de mais de 20 anos consolidou o formato de navios temáticos no Brasil, reúne pela primeira vez sua experiência nesse segmento com uma artista internacional de alcance mundial.


O lançamento acontece ainda em um momento de crescimento do mercado de cruzeiros no país. Segundo dados da CLIA Brasil e da Fundação Getulio Vargas (FGV), a temporada 2024/2025 movimentou aproximadamente R$ 5 bilhões na economia brasileira e gerou mais de 84 mil empregos. Paralelamente, a PromoAção registra faturamento aproximado de R$ 350 milhões por temporada com 15 navios partindo do porto de Santos, um a mais, que a temporada passada.


“Esse é um dos momentos mais importantes da história da PromoAção. Em mais de duas décadas, construímos um modelo de entretenimento que aproximou grandes artistas de seus públicos de uma maneira única. Agora, pela primeira vez, temos uma artista internacional protagonizando um dos nossos navios, e Laura Pausini representa perfeitamente a dimensão desse novo momento. Ela tem uma trajetória mundial extraordinária e uma relação muito especial com os brasileiros. Queremos que os fãs vivam uma experiência completa, não apenas assistindo a Laura, mas estando próximos dela durante uma viagem que será inesquecível”, afirma Bruno Ribeiro, vice-presidente e sócio da PromoAção.


Com o Navio Laura Pausini, o alto-mar se transforma novamente em palco para um encontro especial entre artista e público, mas desta vez com uma dimensão inédita para a PromoAção. De 5 a 8 de janeiro de 2027, Laura Pausini será a protagonista de uma experiência que celebra sua história, sua conexão com o Brasil e inaugura uma nova fase dos navios temáticos no país. 


Saiba mais: www.naviolaurapausini.com.br


Foto: Divulgação

 


Fafá de Belém será a atração de abertura do 4º Festival de Teatro Amir Haddad, no dia 18 de setembro, às 22h, com um show gratuito intitulado "Guitarradas do Pará", na Praça dos Arcos da Lapa. A apresentação, que faz parte de um festival cujo tema é "Viva o Povo Brasileiro", terá uma programação  eclética com  espetáculos de música, teatro, literatura, cinema e oficinas que irão ocupar diversos& nbsp;espaços da região. O evento será realizado entre os dias 18 e 25 de setembro e o show com Fafá de Belém  também irá celebrar duas marcas emblemáticas de uma  trajetória: 70 anos de vida e 50 de carreira. O repertório do espetáculo  "Fafá de Belém - Guitarradas do Pará" traz alguns dos grandes sucessos da artista, com releituras e arranjos diferenciados típicos da guitarrada paraense. 


O músico Manoel Cordeiro, conhecido como o mestre da guitarrada paraense, será o convidado especial de Fafá de Belém.


 Segundo a cantora, "...Guitarradas é um espetáculo dançante, com a sensualidade do Caribe amazônico".

 

4º Festival de Teatro Amir Haddad - Abertura - Show "Fafá de Belém - Guitarradas do Pará"

Local - Arcos da Lapa (Praça Cardeal Câmara) 

Dia - 18 de setembro, às 22h, na Praça dos Arcos da Lapa.  Acesso Gratuito.

O Festival de Teatro Amir Haddad integra a Semana de Arte do Rio, iniciativa da Prefeitura do Rio.


Foto: Divulgação

Rádio Nacional lança clipe com Estácio de Sá para celebrar seus 90 anos

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Para festejar as nove décadas da Rádio Nacional, a emissora pública lança o clipe inédito da nova versão de um samba-enredo histórico da escola de samba Estácio de Sá em homenagem à rádio.


Gravado em 1977, "Alô! Alô! Brasil!" comemorava os 40 anos da emissora. A letra foi atualizada para incluir os nomes da equipe de hoje da Nacional e para celebrar seus 90 anos.


A parceria volta, agora, com novo fôlego. A regravação no estúdio da rádio e na quadra da agremiação reúne locutores, produtores, técnicos e demais profissionais da emissora. A ação teve a presença de ícones como o radialista Rubem Confete.


A performance ainda conta com integrantes da vermelha e branca como a velha guarda, as baianas, os ritmistas da bateria, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, os dirigentes da Estácio de Sá e o intérprete Merica, do carro de som da escola.


O clássico samba-enredo destaca grandes marcos da emissora como os célebres programas de auditório com grandes plateias, as transmissões esportivas, as radionovelas e as produções de humor que marcaram época.


Os versos que embalam o início do samba são: "A Rádio Nacional está presente neste carnaval // E vem contar a sua história // Nove décadas de glória // Descritas de maneira genial".


Na semana de aniversário da Nacional, que completa 90 anos em 12 de setembro, o vídeo estreia na telinha durante o programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães na TV Brasil, na quarta (9), e também entra no ar no YouTube da Rádio Nacional onde fica disponível. O clipe tem direção de Ricardo Alexandria, diretor de fotografia do canal.


A entrevista com Edvaldo Fonseca, diretor de Carnaval da agremiação, aborda a parceria da escola de samba com a Rádio Nacional. O convidado fala sobre os eventos comemorativos em homenagem aos 90 anos da emissora e outras ações previstas com a Nacional para festejar o centenário da Estácio de Sá.


O veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) comemora essa nova iniciativa com a agremiação no ano de aniversário da rádio. Em 2027, a Estácio de Sá comemora seu centenário com um enredo temático sobre a trajetória da escola conhecida como o "berço do samba".


Para reforçar o vínculo, uma ala vai homenagear a Rádio Nacional no desfile deste próximo ano. Além disso, a TV Brasil prepara um documentário original sobre os 100 anos da agremiação com estreia prevista no canal durante a folia de 2027.


***Na Foto em destaque, Profissionais da Rádio Nacional e integrantes da Estácio de Sá


Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil



Acervo híbrido: a biblioteca universitária entre o papel e a tela

07 setembro 2026 |

 


Durante muito tempo, discutir o futuro das bibliotecas universitárias significava perguntar se o livro físico seria substituído pelo digital. Hoje, essa pergunta parece cada vez menos relevante. O verdadeiro desafio é outro: como oferecer aos estudantes acesso ao conhecimento de maneira compatível com uma educação que se tornou mais flexível, conectada e diversa?


Minha avaliação é que o acervo híbrido deixou de ser uma alternativa interessante para se tornar uma decisão estratégica. Preservar livros impressos ao mesmo tempo em que se amplia o acesso a conteúdos digitais não representa resistência à tecnologia nem abandono da tradição. É reconhecer que diferentes momentos da formação exigem diferentes formas de acesso.


A bibliografia básica e complementar de cada curso integra o Projeto Pedagógico de Curso e é diretamente avaliada pelo INEP, por meio dos indicadores 3.6 e 3.7. Isso significa que o acervo não é apenas um serviço de apoio: é parte constitutiva da qualidade formal do curso, com peso direto no CPC e no IGC da instituição. Quando uma IES amplia seu acervo digital para cobrir lacunas bibliográficas em disciplinas específicas, ela não está apenas facilitando o acesso, mas fortalecendo seu próprio indicador de qualidade. 


O estudante de hoje não necessariamente estuda no campus, em horário comercial ou diante de uma estante. Pode estar em casa, no trabalho, em outra cidade ou entre uma atividade e outra. Isso não exclui  o livro impresso, muito pelo contrário: bibliotecas continuam sendo espaços de concentração, pesquisa e convivência. O livro físico e digital podem cumprir funções diferentes e, justamente por isso, funcionam melhor juntos. 


Plataformas como a Minha Biblioteca ajudam a colocar essa lógica em prática ao ampliar o acesso a conteúdos acadêmicos digitais e complementar a coleção física das instituições. O ponto, porém, não é simplesmente oferecer mais uma plataforma ao estudante. É fazer com que o conteúdo digital tenha presença real na jornada acadêmica.


Esse é, na minha visão, o principal desafio. Tecnologia sem estratégia vira apenas infraestrutura subutilizada. Para gerar impacto, professores precisam incorporar os recursos às atividades, os bibliotecários devem atuar como mediadores e gestores acadêmicos precisam acompanhar o que efetivamente contribui para a aprendizagem.


O futuro da biblioteca universitária, portanto, não será definido pela quantidade de livros nas estantes nem pelo tamanho de seu catálogo digital. Será definido pela capacidade de conectar conteúdo, tecnologia e pessoas. Isso exige uma mudança de olhar: a biblioteca precisa deixar de ser vista apenas como infraestrutura e passar a ser compreendida como parte da estratégia de aprendizagem. Quanto mais integrada ao projeto pedagógico, às necessidades dos estudantes e à atuação dos professores, maior será sua contribuição para a formação acadêmica.


A universidade não precisa escolher entre o livro impresso e a tela. Precisa entender que a formação acadêmica exige os dois e que integrá-los bem é o que faz a diferença entre ter um acervo e ter uma estratégia de acervo. O modelo híbrido não representa o fim da biblioteca tradicional, mas sua evolução. O desafio agora é fazer com que essa combinação deixe de ser apenas uma solução tecnológica e se transforme, de fato, em uma ferramenta para ampliar o acesso, estimular o aprendizado e aproximar o conhecimento da realidade de cada estudante.


Adriano Girelli é Gerente de Acervo na Minha Biblioteca, responsável pela curadoria de conteúdo e desenvolvimento de soluções pedagógicas, atuando diretamente no suporte às IES.  


Por Adriano Girelli

*Gerente de Acervo da MB


Foto: Divulgação/Minha Biblioteca

 


A Sony convida fotógrafos, cineastas, estudantes e novos talentos da América Latina a participar das edições 2027 do Sony World Photography Awards e do Sony Future Filmmaker Awards, cujas inscrições já estão abertas.


As duas iniciativas, organizadas pela Creo em parceria com a Sony, oferecem aos criadores uma plataforma internacional para projetar seu trabalho, conectar-se com referências da indústria e acessar oportunidades de exposição, formação, mentoria e premiação capazes de impulsionar suas carreiras.


Sony World Photography Awards 2027: 20 anos projetando a excelência fotográfica


Em 2027, o Sony World Photography Awards celebra sua 20ª edição, marcando duas décadas de valorização da fotografia contemporânea e de projeção internacional para fotógrafos de diferentes partes do mundo. Ao longo dessa trajetória, o prêmio já deu visibilidade a milhares de profissionais e contribuiu para impulsionar carreiras por meio de uma ampla plataforma de reconhecimento e exposição internacional. Com inscrições gratuitas, o concurso é aberto a fotógrafos de todos os níveis, reforçando seu compromisso com a descoberta e a valorização de novos talentos.


Para 2027, o concurso traz novidades que ampliam as possibilidades de participação, entre elas a atualização dos nomes de suas principais categorias competitivas: Série (antes Profissional) e Imagem Única (antes Aberta), além de novas categorias.


Novidades da edição 2027


Histórias, dentro da categoria Série, convida a explorar como histórias pessoais, culturais e coletivas moldam o mundo atual.


Retratos de Animais, dentro de Imagem Única, propõe capturar a personalidade e o caráter do reino animal.


Já a categoria Estudantil terá como tema "Journeys (Viagens)" e convida os participantes a interpretarem o conceito de viagem em seu sentido mais amplo, por meio de uma série de dez fotografias.


Prazos de inscrição:


Série: 12 de janeiro de 2027

Imagem Única: 5 de janeiro de 2027

Juvenil: 5 de janeiro de 2027

Estudantil: 27 de novembro de 2026

Para conhecer todos os detalhes e participar, acesse www.worldphoto.org/es


Sony Future Filmmaker Awards 2027: conectando novos talentos ao futuro do audiovisual


A Sony também abre as inscrições para a quinta edição do Sony Future Filmmaker Awards, programa global dedicado a descobrir e promover a próxima geração de realizadores audiovisuais. A inscrição é gratuita e aberta a criadores de todo o mundo.


Os finalistas viajarão a Los Angeles para participar, de 7 a 10 de junho de 2027, de um programa exclusivo de formação, networking e mentoria com executivos e especialistas da Sony Pictures. A experiência será encerrada com a cerimônia de premiação, em 10 de junho.


Os cineastas podem inscrever seus curtas-metragens em seis categorias até 15 de dezembro de 2026: 


Ficção

Não ficção

Imersiva

Animação

Estudantes

Formato Futuro

 

A edição 2027 concederá novamente o Sustainability Prize (Prêmio de Sustentabilidade), criado pela Creo e pela Sony para reconhecer um curta-metragem que comunique, de forma criativa, como o meio ambiente, a acessibilidade, a diversidade, a equidade e a inclusão podem inspirar ações coletivas em favor de um futuro positivo para o planeta.


Para conhecer todos os detalhes e participar, acesse www.sonyfuturefilmmakerawards.com


"A América Latina possui uma extraordinária riqueza visual e narrativa, e seus criadores se destacam internacionalmente por sua sensibilidade, inovação e capacidade de contar histórias com identidade própria", afirma Angelo Marconi, Gerente de Marketing DI da Sony América Latina.


A Sony convida fotógrafos, cineastas, estudantes e talentos a transformar seu olhar em uma oportunidade: compartilhar seu trabalho com uma audiência global e dar um novo passo em sua trajetória criativa.


Para acompanhar todas as novidades da Sony e ficar por dentro de lançamentos, dicas e conteúdos exclusivos, siga o perfil oficial da Sony no Instagram: @sonyprobr.


Sobre a Sony Professional Solutions Brasil


A Sony Professional Solutions Brasil é a divisão da Sony dedicada a oferecer tecnologias e soluções profissionais para os mercados de mídia, entretenimento, corporativo, educacional, governamental e de eventos ao vivo. Com um portfólio que vai de câmeras e sistemas de produção de última geração até soluções integradas de transmissão ao vivo. Saiba mais em: Sony Professional Solutions Brasil. Saiba mais através dos canais oficiais. Instagram. Site Consumer. Site Professional.


Foto: Divulgação

 


Com horas de música, calor, suor e muita movimentação, manter a maquiagem intacta durante um festival pode ser um desafio. Em eventos como o Rock in Rio, a escolha dos produtos e, principalmente, a preparação da pele são etapas importantes para quem quer curtir os shows sem precisar parar constantemente para retocar a produção.


Segundo Hanna Tinoco, maquiadora técnica da Klass Vough, o segredo está em pensar a maquiagem de forma estratégica, priorizando produtos e acessórios que contribuam para uma aplicação uniforme e uma produção prática. “Em festivais, a ideia é evitar o excesso de produto. Uma pele bem preparada e camadas mais finas ajudam a maquiagem a se comportar melhor ao longo das horas, principalmente em ambientes quentes”, explica.


1. Produto para preparar a pele


Antes de pensar na base, corretivo e demais itens de maquiagem, a preparação da pele é uma etapa importante para o resultado final. Limpeza e hidratação adequadas ajudam a criar uma superfície mais uniforme para receber os produtos. “Uma pele bem preparada recebe melhor a maquiagem e permite trabalhar com menos produto. Em um festival, isso é importante porque queremos um resultado bonito, mas também confortável para passar muitas horas usando”, explica Hanna.


2. Esponja de maquiagem


A esponja pode ajudar a distribuir a base e o corretivo de maneira uniforme, permitindo construir a cobertura aos poucos e evitar o excesso de produto. “Gosto de trabalhar a pele em camadas finas, principalmente quando a pessoa vai ficar muitas horas fora de casa. A esponja ajuda a controlar a quantidade de produto e deixa o acabamento mais natural”, orienta a maquiadora.


3. Pincel multifuncional


Para quem precisa carregar a maquiagem durante o festival, acessórios versáteis podem ser uma boa escolha. Um pincel que desempenha diferentes funções ajuda a economizar espaço na nécessaire e facilita os retoques. “Quando vamos passar o dia inteiro em um evento, praticidade faz toda a diferença. Um pincel multifuncional permite fazer diferentes etapas da maquiagem sem precisar levar vários acessórios”, afirma Hanna.


4. Produto para controlar a oleosidade


Calor e longas horas de uso podem deixar a pele mais oleosa e modificar o acabamento da maquiagem. Por isso, ter um produto específico para controlar o brilho pode ser útil durante os retoques. “Não é preciso tentar deixar a pele completamente sem brilho. O mais importante é controlar o excesso de oleosidade nos pontos necessários, sem ficar adicionando muitas camadas de maquiagem”, explica.


5. Fixador de maquiagem


O fixador pode ser usado na finalização da produção e ajudar a prolongar o acabamento, especialmente quando combinado com uma preparação adequada da pele. “O fixador é um aliado, mas não faz milagre sozinho. A durabilidade começa na preparação e na forma como os produtos são aplicados. No final, ele ajuda a unir essas camadas e finalizar a maquiagem”, destaca Hanna.


6. Acessórios para retoques e produtos versáteis


Mesmo com todos os cuidados, a maquiagem pode precisar de pequenos ajustes depois de algumas horas. Esponjas e acessórios adequados ajudam a corrigir pontos específicos sem refazer toda a pele, enquanto produtos versáteis ocupam menos espaço na nécessaire. “Para o retoque, o ideal é trabalhar pontualmente. Em vez de colocar mais base no rosto inteiro, podemos corrigir apenas onde houver necessidade. Também gosto de escolher produtos e acessórios que tenham mais de uma possibilidade de uso, porque isso deixa a nécessaire mais prática”, recomenda Hanna. 


7. Produtos e acessórios para criar diferentes visuais 


Os festivais são uma oportunidade para apostar em produções mais criativas, com delineados gráficos, esfumados e pedrarias. “Em festivais, dá para explorar mais a maquiagem e trazer elementos que normalmente não usamos no dia a dia. O delineado e as pedrarias são formas de transformar a produção, mas é importante escolher acessórios que facilitem a aplicação”, explica Hanna. Para as pedrarias, uma pinça ajuda no posicionamento dos elementos, enquanto pincéis adequados facilitam a construção de delineados e esfumados. 


Com a escolha dos produtos certos e uma preparação adequada, é possível montar uma maquiagem que acompanhe a programação do festival do primeiro ao último show. A combinação entre camadas leves, acessórios funcionais e retoques pontuais ajuda a manter o acabamento da produção por mais tempo, sem abrir mão do conforto para aproveitar a festa. 


Sobre a Klass Vough


A Klass Vough é uma marca brasileira de acessórios de beleza que se destaca pela combinação entre alta qualidade, design funcional e forte conexão com profissionais do setor. Fundada por Marcelo Lu em 2004, a empresa nasceu da necessidade de desenvolver ferramentas que acompanhassem a evolução da maquiagem e, ao longo dos anos, consolidou um portfólio amplo, com destaque para seus higienizadores e collabs. A marca reforça seu compromisso em oferecer produtos que unem inovação, estética e performance, atendendo tanto maquiadores quanto consumidores finais, e se posicionando como uma marca moderna, confiável e acessível dentro do mercado brasileiro.


***Na Foto em destaque, o pincel chanfrado 43 da linha Brown Line da Klass Vough é ideal para fazer delineados

Foto: Divulgação

Trânsito no Rio afeta corpo e mente, aponta psicólogo do AmorSaúde

05 setembro 2026 |

 


Passar horas no trânsito já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Entre congestionamentos, longos trajetos e o transporte público lotado, o tempo gasto nos deslocamentos entre casa e trabalho ocupa uma parcela cada vez maior do dia. O problema é que esse período costuma ser encarado apenas como uma consequência da vida nas grandes cidades, enquanto seus impactos sobre a saúde física e mental permanecem, muitas vezes, em segundo plano.


Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o SPC Brasil e o Sebrae, mostra que moradores de grandes centros urbanos passam, em média, o equivalente a 21 dias por ano no trânsito. No Rio de Janeiro, a situação é ainda mais desafiadora. De acordo com um estudo do aplicativo de mobilidade Moovit, o tempo médio do deslocamento entre casa e trabalho na Região Metropolitana chega a 58 minutos por trajeto. Entre os usuários do transporte público, 11% passam duas horas ou mais em cada viagem, fazendo com que o tempo diário no trânsito possa ultrapassar quatro horas.


Segundo Carlos Júnior, profissional de psicologia do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS, o deslocamento não deve ser visto apenas como um intervalo entre uma atividade e outra. “Múltiplos fatores estão envolvidos nesse processo, entre eles a insegurança diante de condições externas, a imprevisibilidade dos horários dos transportes coletivos e o desconforto durante o trajeto, como a ausência de ar-condicionado, os ruídos excessivos e a superlotação”, afirma.


O psicólogo destaca que, quanto mais tempo gasto no deslocamento, menor tende a ser o tempo disponível para atividades importantes, como descanso, lazer, prática de exercícios físicos, alimentação adequada e convivência social. A longo prazo, esse desequilíbrio pode comprometer a disposição e a qualidade de vida.


Quando o cansaço começa antes mesmo do expediente


De acordo com o profissional, os primeiros sinais de que o deslocamento está afetando o bem-estar emocional podem aparecer antes mesmo do início da jornada de trabalho. “O indivíduo pode perceber que a rotina está excessivamente concentrada no trabalho e no deslocamento, restando pouco tempo ou energia para o lazer, a convivência social e o autocuidado”, explica. Entre os principais sinais de alerta, estão:


Irritabilidade frequente;


Impaciência durante a rotina;


Cansaço antes mesmo do início do expediente;


Falta de disposição para atividades fora do trabalho;


Sensação de que o dia se resume ao deslocamento e às obrigações profissionais.



Os efeitos do trânsito vão além do estresse


Carlos ressalta que o impacto dos deslocamentos prolongados não se limita ao desconforto durante o trajeto, pelo contrário, diferentes áreas da vida podem ser afetadas.


Trabalho: o excesso de tempo no trânsito pode reduzir a concentração, a produtividade e o interesse pelas atividades profissionais.


Relacionamentos: o desgaste com o deslocamento pode favorecer o isolamento, a redução da energia para interações sociais e até a diminuição da libido.


Sono: as noites de sono podem sofrer consequências importantes, já que “o estresse se torna cíclico, porque a pessoa não consegue recarregar a energia”, afirma Carlos.


Como tornar o deslocamento menos desgastante


Embora nem sempre seja possível reduzir o tempo gasto no trânsito, algumas estratégias podem ajudar a diminuir os impactos da rotina. O psicólogo recomenda:


Evitar transformar o trajeto em uma extensão do trabalho, ou seja, não utilizar o tempo no transporte público ou de aplicativo para resolver demandas no celular ou notebook.


Manter uma alimentação equilibrada ao longo do dia, para que não falte energia para as horas em deslocamento;


Cuidar da hidratação, principalmente em períodos quentes e secos, já que durante o deslocamento o acesso à fonte de água é limitado;


Reservar tempo para atividades prazerosas para não fazer da vida um looping entre acordar, pegar trânsito, ir e voltar do trabalho e dormir;


Buscar momentos de desconexão das demandas profissionais e conexão com relações sociais.



Quando procurar ajuda profissional?


O acompanhamento profissional pode ser importante e recomendado quando o desgaste provocado pelo deslocamento começa a afetar diferentes aspectos da vida. Entre os alertas, estão esgotamento constante, ansiedade persistente, alterações de humor, apatia e insônia.



Sobre o Cartão de TODOS


O Cartão de TODOS é referência no mercado de cartões de descontos. Criado em 2001 por Altair Vilar, em Ipatinga (MG), a empresa oferece a intermediação de descontos entre os usuários do cartão e as empresas parceiras. A adesão ao Cartão de TODOS dá direito a descontos nas mais de 500 clínicas médico-odontológicas parceiras, permitindo o acesso da população à saúde primária de qualidade, além de oferecer descontos em atividades que englobam serviços voltados à educação e ao lazer e, ainda, a itens essenciais. A empresa atende, hoje, o equivalente a mais de 20 milhões de pessoas, e possui uma rede com mais de 12.000 estabelecimentos parceiros em todo o Brasil.


Sobre o AmorSaúde


O AmorSaúde é a maior rede de clínicas médico-odontológicas do Brasil, com mais de 500 unidades ativas em todo o território nacional. Fundada com a missão de oferecer saúde de qualidade a preços acessíveis, a rede realiza mais de 18 milhões de consultas por ano, mais de um milhão de procedimentos odontológicos e mais de 35 milhões de exames, em parceria com os maiores laboratórios do país. Com estrutura moderna, multicanalidade e foco em atendimento humanizado, a rede oferece consultas presenciais, telemedicina, exames laboratoriais e de imagem, odontologia e encaminhamento para cirurgias eletivas.


Foto: Divulgação

 


Uma cachorrinha acorda e percebe que seu pai humano desapareceu. Ao abrir a geladeira ela atravessa um portal que a leva para uma ilha onde animais vivem entre frutas, música e fantasia. Coroada vossa majestade pelos simpáticos habitantes daquele lugar, Ritinha ganha uma coroa, súditos e poderes para decidir tudo ao seu redor. É nesse cenário mágico que o leitor é apresentado a Rainha Ritinha, lançamento da VR Editora, escrito e ilustrado por Malu Francini, que faz sua estreia como escritora após construir carreira como ilustradora de livros de Rita Lee, Xuxa e Luisa Mell.


Inspirada na própria cachorrinha de estimação, a "neta" de quatro patas da rainha do rock brasileiro, a autora apresenta um enredo marcado por um mundo fantástico, animais falantes, uma jornada de autodescoberta e a importância de voltar para casa, mesmo depois de viver grandes aventuras. Na ilha, a personagem vivencia um reino onde morangos já nascem como sorvete, cocos servem chocolate quente e refrigerante e festas acontecem ao som do hulla-rock. Mas será que ser rainha é mesmo tão incrível quanto parece? Aos poucos, ela percebe que nem mesmo um trono consegue preencher a falta de quem ama.



Designer, especialista em animação e mestre em Literatura, Malu Francini reúne textos divertidos com onomatopeia, musicalidade e aliteração (figura de linguagem que consiste na repetição intencional de sons de consoantes), somados a ilustrações coloridas que deixam a história ainda mais imersiva. Por meio do olhar da protagonista, a autora apresenta ao pequeno leitor o relato fantástico de Ritinha, uma cachorrinha inteligente que se tornou a "rainha da casa".


Ao acompanhar a escolha da pequena soberana de abrir mão do reinado para reencontrar o pai, Rainha Ritinha mostra que afeto, segurança e acolhimento não podem ser substituídos por poder, conforto ou abundância. A narrativa convida crianças e adultos a refletirem sobre a importância da família, da adoção responsável, do cuidado com os animais e dos vínculos que fazem qualquer casa se transformar em um reino de amor. Neste livro, Malu reforça que a imaginação abre portas para grandes aventuras, mas é no amor cotidiano que cada pessoa encontra um verdadeiro lar.


Uma cachorrinha acorda e percebe que seu pai humano desapareceu. Ao abrir a geladeira ela atravessa um portal que a leva para uma ilha onde animais vivem entre frutas, música e fantasia. Coroada vossa majestade pelos simpáticos habitantes daquele lugar, Ritinha ganha uma coroa, súditos e poderes para decidir tudo ao seu redor. É nesse cenário mágico que o leitor é apresentado a Rainha Ritinha, lançamento da VR Editora, escrito e ilustrado por Malu Francini, que faz sua estreia como escritora após construir carreira como ilustradora de livros de Rita Lee, Xuxa e Luisa Mell.


Inspirada na própria cachorrinha de estimação, a "neta" de quatro patas da rainha do rock brasileiro, a autora apresenta um enredo marcado por um mundo fantástico, animais falantes, uma jornada de autodescoberta e a importância de voltar para casa, mesmo depois de viver grandes aventuras. Na ilha, a personagem vivencia um reino onde morangos já nascem como sorvete, cocos servem chocolate quente e refrigerante e festas acontecem ao som do hulla-rock. Mas será que ser rainha é mesmo tão incrível quanto parece? Aos poucos, ela percebe que nem mesmo um trono consegue preencher a falta de quem ama.


Designer, especialista em animação e mestre em Literatura, Malu Francini reúne textos divertidos com onomatopeia, musicalidade e aliteração (figura de linguagem que consiste na repetição intencional de sons de consoantes), somados a ilustrações coloridas que deixam a história ainda mais imersiva. Por meio do olhar da protagonista, a autora apresenta ao pequeno leitor o relato fantástico de Ritinha, uma cachorrinha inteligente que se tornou a "rainha da casa".


Ao acompanhar a escolha da pequena soberana de abrir mão do reinado para reencontrar o pai, Rainha Ritinha mostra que afeto, segurança e acolhimento não podem ser substituídos por poder, conforto ou abundância. A narrativa convida crianças e adultos a refletirem sobre a importância da família, da adoção responsável, do cuidado com os animais e dos vínculos que fazem qualquer casa se transformar em um reino de amor. Neste livro, Malu reforça que a imaginação abre portas para grandes aventuras, mas é no amor cotidiano que cada pessoa encontra um verdadeiro lar.


Malu Francini é designer, especialista em animação e mestra em Literatura. Iniciou a trajetória nas artes rabiscando as paredes de casa e consolidou a carreira unindo o traço à narrativa lúdica. Estreou no universo infantil como ilustradora da obra Amiga Ursa, de sua "fada-madrinha" Rita Lee e seguiu ilustrando obras de personalidades como Xuxa e Luisa Mell. Agora, ela brilha em sua estreia como escritora e ilustradora, com sua estética refinada e vibrante para o centro da cena editorial.

Redes sociais:

Instagram: @malu_francini
Site: https://malufrancini.com/

Sobre a editora: Alguns livros viram febre, outros, marcam gerações. Com mais de 25 anos no Brasil e um catálogo de autores e ilustradores premiados, a VR Editora transforma literatura em experiências que os leitores querem viver e reler.


Instagram: @vreditorabr


Foto1: Divulgação | VR Editora

Foto2: Divulgação | VR Editora

 


Niterói será palco da pré-estreia de “Essa Mina é Game Over”, ou EMEGO, anime produzido pela Noches Produções que será exibido pela primeira vez ao público no dia 12 de setembro, durante o Niterói Expo Geek. A produção combina romance, universo gamer e técnicas utilizadas na animação japonesa com uma narrativa construída a partir de personagens, situações e referências brasileiras.


Com seis episódios de cinco minutos cada, a minissérie acompanha Leo, um gamer acostumado a nunca perder uma partida, que se apaixona pela primeira vez ao conhecer Bia, a única pessoa capaz de derrotá-lo em seu jogo favorito. A partir dessa derrota, Leo precisa entender seus sentimentos, enquanto a história transforma a competição em uma comédia romântica sobre descobertas, relações e os vínculos construídos dentro e fora do universo dos games.


Apesar de utilizar técnicas e processos associados à produção japonesa de animação, EMEGO não pretende reproduzir histórias ou referências estrangeiras. A Noches desenvolveu a produção a partir de uma perspectiva brasileira, utilizando personagens, situações e cenários que dialogam diretamente com o público nacional. “Nós crescemos apaixonados pelos animes, mas queríamos ver a nossa cultura retratada ali. Nossa linguagem e técnicas podem ser japonesas, mas nossa alma é 100% brasileira”, afirma Carlos Vizeu, diretor criativo da Noches Produções.


A iniciativa parte de uma percepção dos fundadores da Noches sobre a relação do público brasileiro com os animes. O país está entre os maiores consumidores do gênero no mundo, mas ainda não possui uma produção nacional de anime realizada a partir dos métodos de produção utilizados pela indústria japonesa. Existem iniciativas de artistas e estúdios independentes que trabalham com a estética do anime, mas a proposta de EMEGO é aplicar também processos e técnicas de produção japoneses em uma obra criada no Brasil. Para a produtora, essa combinação abre espaço para o desenvolvimento de histórias nacionais dentro de uma linguagem que já possui forte identificação com o público.


“Existe um público jovem e jovem-adulto sedento por consumir histórias no gênero anime, com identidade brasileira. Não se trata apenas de fazer anime no Brasil, mas de criar um mercado para ele e suprir esse público não atendido”, afirma Mab Castro, CEO e produtora da Noches.


A trajetória da produtora inclui projetos como “Nina e os Guardiões”, exibida pelo NatGeo Kids, e “Genius!”, piloto de anime produzido dentro do workflow japonês e apresentado em 2024 durante o próprio Niterói Expo Geek. O estúdio também recebeu reconhecimento da Câmara de Vereadores de Niterói pelo trabalho desenvolvido no setor criativo e pela utilização de métodos japoneses de produção.


Parcerias levam técnicas japonesas para a produção brasileira


Para desenvolver EMEGO, a Noches se uniu a outras duas empresas em um Comitê de Produção, modelo utilizado no Japão para reunir diferentes parceiros no financiamento, desenvolvimento e gerenciamento de projetos de anime. A proposta é adaptar essa estrutura de colaboração à produção brasileira, reunindo empresas especializadas em diferentes etapas do projeto. Uma das integrantes é a BDN Rio, empresa especializada em dublagem e produção sonora que, com EMEGO, participa de uma produção que utiliza, pela primeira vez no Brasil, o sistema Afureko (Afuteru Rekorudo), processo no qual a interpretação dos atores de voz é construída a partir da animação já realizada.


Para Mattheus Caliano, diretor geral de Afureko de EMEGO, participar do projeto também representa a realização de um objetivo profissional que começou ainda na infância. “A direção de dublagem de animes sempre foi meu objetivo enquanto profissional, falo sobre isso desde os meus sete anos de idade”, conta. A experiência, segundo ele, trouxe uma dinâmica diferente para o trabalho de dublagem. No Afureko, os atores recebem a animação já realizada e precisam construir suas interpretações a partir das emoções, movimentos e expressões dos personagens, fazendo com que voz e imagem estejam diretamente conectadas.


Caliano destaca justamente essa relação como um dos aspectos mais marcantes da experiência. “Saber que as nossas escolhas de tom, intensidade e volume, junto com a animação feita pelo estúdio, vão dar a humanidade necessária aos personagens e o ritmo emocional da narrativa é incrível”, afirma.


A coordenadora artística de voz de EMEGO, Roberjane Andrade, também destaca a integração entre as equipes envolvidas no processo. Para ela, a realização do Afureko exigiu sintonia entre a proposta da Noches, a direção e o trabalho desenvolvido pelo elenco. “Poder trabalhar com pessoas tão criativas e comprometidas com o universo do anime é mágico”, afirma Roberjane. Segundo ela, o resultado dessa colaboração pode ser percebido tanto nas falas dos personagens quanto na música da produção.


A utilização do Afureko também exigiu uma adaptação da equipe brasileira ao processo. Diferentemente do modelo mais comum no Ocidente, em que os atores de voz ajudam a construir o acting dos personagens durante a gravação, no sistema utilizado em EMEGO a interpretação visual é desenvolvida previamente pela equipe de animação. “Então foi preciso mostrar para a BDN Rio como é todo o sistema de produção dos animes”, explica Mab Castro. A experiência, segundo a produtora, faz parte da proposta de trazer ao Brasil processos específicos da produção japonesa e adaptá-los à realidade de um projeto nacional.


Para os atores de voz, o trabalho também representou uma experiência diferente. Byanca Mercys, que interpreta Bia, destaca a liberdade de interpretação proporcionada pelo processo e a possibilidade de trabalhar diretamente a partir das emoções presentes na imagem. Já Lucas Bastos, voz do protagonista Leo, classifica a experiência como desafiadora e gratificante por exigir uma dinâmica diferente da dublagem tradicional.


A música também integra a construção da identidade de EMEGO. Diretor musical da produção, Charles Botelho participou da criação da canção de encerramento da série, elemento presente também em produções japonesas de anime. Para Botelho, um dos principais desafios foi adaptar a letra da música preservando a mensagem, a métrica e a sonoridade da composição. “Adaptar uma canção exige muito mais do que simplesmente encontrar novas palavras: é preciso preservar a essência da mensagem, respeitar a métrica, a sonoridade e a identidade da obra”, explica.


O trabalho, segundo o diretor musical, também permitiu transformar a canção em parte da identidade sonora da produção. “Ter a oportunidade de contribuir para a canção de encerramento de ‘Essa Mina é Game Over’ foi motivo de muito orgulho”, afirma.


Mangá e anime com identidade brasileira


Outra empresa a integrar o Comitê de Produção de EMEGO é a Shonen West, iniciativa brasileira dedicada à criação e publicação de mangás próprios e de autores nacionais. A empresa trabalha com técnicas de narrativa e produção utilizadas no mercado japonês, adaptando esses recursos a histórias desenvolvidas por criadores brasileiros.


Para Gabriel Araújo, editor-chefe e CEO da Shonen West, essa adaptação está entre os principais objetivos da participação da empresa no projeto. Segundo ele, a proposta não é simplesmente importar obras ou modelos japoneses, mas utilizar técnicas desenvolvidas naquele mercado para construir histórias com identidade própria. “A forma como os dois personagens principais interagem na história mostra que a nossa participação como editora não é simplesmente pegar licenças de obras que já fazem sucesso no Japão e publicar uma ‘versão brasileira’ para o público”, afirma Araújo.


O trabalho da Shonen West parte, portanto, de técnicas de narrativa e produção dos quadrinhos japoneses, mas procura adequá-las ao contexto de uma criação brasileira. Para Araújo, essa combinação pode permitir que uma história desenvolvida no país alcance públicos além do mercado nacional. “Nosso objetivo é utilizar as técnicas de narrativas e de produção de quadrinhos japoneses e adequá-las de maneira apropriada para que uma visão brasileira possa alcançar os corações de leitores e telespectadores pelo mundo”, afirma. “Fico alegre em dizer que a história EMEGO pode levar essa brasilidade ao restante do Brasil e aos outros países”, completa.


A dinâmica entre Leo e Bia também é apontada por Araújo como um dos elementos que sustentam o potencial da história. Os dois personagens possuem personalidades diferentes e estabelecem uma relação a partir da competição, que aos poucos dá espaço para a descoberta de sentimentos. “O potencial do mangá e anime de ‘Essa Mina é Game Over’ vem, principalmente, do tipo de interação, muito comum entre várias obras de sucesso no Japão e ao redor do mundo, que trazem o relacionamento de personagens opostos, mas que de certa forma se completam”, diz Ikeda, editor da Shonen West.


A combinação entre referências japonesas e elementos brasileiros está, assim, no centro da proposta de EMEGO. A produção utiliza técnicas e processos associados ao mercado de anime, mas parte de personagens, situações e cenários desenvolvidos a partir de uma perspectiva nacional.


Niterói como ponto de partida


A escolha de Niterói para a pré-estreia reforça a relação da Noches com a cidade, onde o estúdio desenvolve parte de sua trajetória e já recebeu reconhecimento por sua contribuição à produção cultural e criativa. A exibição durante o Niterói Expo Geek coloca o lançamento em contato direto com um público que já acompanha o universo dos animes, games e cultura pop.


A cidade também faz parte da trajetória do projeto. Em 2024, a Noches apresentou o piloto de “Genius!” no Niterói Expo Geek, também utilizando o workflow japonês de produção. Agora, o evento recebe a primeira exibição pública de EMEGO, ampliando a presença da produtora no principal encontro de cultura geek da cidade.


Com a pré-estreia em Niterói, “Essa Mina é Game Over” apresenta ao público uma produção que combina técnicas japonesas de animação com uma narrativa brasileira. Para a Noches, a proposta é utilizar uma linguagem já reconhecida internacionalmente para contar histórias que tenham personagens, referências e identidade capazes de representar o Brasil dentro do universo do anime.


Pré-estreia de “Essa Mina é Game Over”

Data: 12 de setembro de 2026

Local: Niterói Expo Geek

Produção: Noches Produções

Formato: minissérie de anime com seis episódios de cinco minutos


Foto: Divulgação | Noches Produções


 


Dentro da escola, o aprendizado também acontece quando a sala de aula dá lugar ao tatame, à roda de capoeira ou ao ritmo da dança. É assim que alunos da Escola Estadual Municipalizada José Rozendo, no bairro Rodagem, encontram novas formas de aprender, conviver e descobrir habilidades ao longo do dia.


A unidade passou a funcionar em tempo integral em 2026 e incorporou o esporte à rotina dos estudantes por meio de atividades oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação (SEMED). Entre as opções estão jiu-jitsu, capoeira e dança, modalidades que movimentam os diferentes turnos e ampliam as experiências dos alunos para além do conteúdo tradicional das disciplinas.


O jiu-jitsu ganhou um incentivo especial desde que passou a fazer parte da rotina dos alunos. Os estudantes que participam das aulas receberam novos quimonos, entregues pela Prefeitura de Carapebus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED). O material reforça a estrutura destinada às atividades e representa mais um incentivo para que os estudantes permaneçam envolvidos com a modalidade.


Praticante de jiu-jitsu, o secretário municipal de Educação, Dudu Pontes, acompanha de perto o desenvolvimento dos estudantes e defende o esporte como uma ferramenta que ultrapassa a atividade física. Para ele, a prática esportiva contribui para a convivência, a disciplina, o respeito e a construção de vínculos dentro do ambiente escolar.


"O esporte tem um papel muito importante na formação dos nossos alunos. Ele ensina disciplina, respeito, responsabilidade e mostra que cada conquista é resultado de dedicação e persistência. Esses valores não ficam apenas no tatame. Eles acompanham o estudante na escola, em casa e na vida", afirmou.


O secretário também destaca o potencial das atividades esportivas para aproximar os estudantes, fortalecer amizades e melhorar a convivência entre diferentes perfis dentro da escola.


"A criança que pratica esporte aprende a conviver, a respeitar o espaço do outro, a lidar com vitórias e derrotas e a entender que todos podem evoluir. Isso ajuda na educação e na formação de cidadãos de bem. É uma experiência que leva ensinamentos para o dia a dia", acrescentou.


A presença do jiu-jitsu, da capoeira e da dança na Escola José Rozendo também amplia as possibilidades de participação dos estudantes. Cada modalidade oferece uma experiência diferente, seja pelo movimento corporal, pela expressão artística, pela cultura ou pelos valores associados à prática esportiva.


No caso do jiu-jitsu, o contato com a modalidade aproxima os alunos de uma atividade que exige concentração, disciplina e respeito. O treino não se resume à técnica. A convivência com colegas e professores também faz parte do processo de aprendizagem.


A transformação da escola em unidade de tempo integral abre espaço para que esse tipo de atividade esteja incorporado à rotina dos estudantes. Com mais tempo de permanência no ambiente escolar, a proposta permite diversificar as experiências oferecidas aos alunos e criar novas oportunidades de aprendizagem.


Para Dudu Pontes, esse trabalho também depende do apoio da administração municipal. O secretário destaca o prefeito Bernard Tavares pelo incentivo às práticas esportivas dentro da rede municipal de ensino e pela compreensão do esporte como instrumento de formação.


"O prefeito Bernard Tavares abraçou o projeto e entende que o esporte pode transformar a vida dos nossos alunos. Quando a gestão acredita nessas iniciativas e cria condições para que elas aconteçam, quem ganha é o estudante. Estamos formando não apenas alunos, mas pessoas preparadas para conviver, respeitar e construir um futuro melhor", declarou.


Na Rodagem, o resultado aparece no cotidiano. Entre um treino e outro, os estudantes aprendem que o esporte também pode ensinar sobre limites, escolhas, respeito e persistência.


A entrega dos quimonos é uma parte dessa nova rotina. No tatame, nas aulas de capoeira ou nos momentos dedicados à dança, a escola passa a oferecer aos alunos diferentes caminhos para aprender e participar. Em uma unidade que agora funciona em tempo integral, cada atividade pode representar uma nova descoberta e contribuir para a formação dos estudantes.


Foto: Divulgação