Samuel Rosa e Joyce Alane celebram a diversidade da música brasileira na Sala São Paulo

23 setembro 2026 |

 


Equipamento do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, e gerenciado pela Fundação Osesp, a Sala São Paulo recebe no próximo sábado (26/set), às 21h, mais uma edição da série Encontros Históricos, projeto muito querido pelo público que reúne grandes nomes da música popular brasileira acompanhados pela São Paulo Big Band, grupo instrumental formado por 20 músicos e residente da série.


Nesta quinta edição, Samuel Rosa e Joyce Alane promovem um encontro entre diferentes gerações da música brasileira. De um lado, a força das raízes nordestinas e da nova safra de compositores da MPB; de outro, a experiência de um dos principais nomes do pop-rock nacional. Embora pertençam a momentos distintos da música brasileira, Joyce Alane e Samuel Rosa compartilham a valorização da canção como elemento central de suas obras, aproximando referências que vão das tradições populares nordestinas ao rock e à Nova MPB. Ao lado da São Paulo Big Band, os artistas apresentarão canções marcantes de suas trajetórias em versões inéditas, com arranjos especialmente criados para o projeto.



A série terá mais três datas até o fim do ano: IZA e Jota.pê (31/out), Duda Beat e Letrux (14/nov) e Kell Smith e Daniel Jobim em Tributo a Tom Jobim (5/dez). Os ingressos podem ser adquiridos neste link. Vale lembrar que todos os Encontros são transmitidos ao vivo no canal oficial da Sala São Paulo no YouTube.


ENCONTROS HISTÓRICOS NA SALA SÃO PAULO – SAMUEL ROSA E JOYCE ALANE
26 de setembro de 2026, sábado, às 21h – Concerto Digital
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16, Luz, São Paulo, SP
Taxa de ocupação limite: 1.388 lugares
Recomendação etária: 07 anos
Ingressos: De R$ 50,00 a R$ 380,00 (valores inteiros*)
Bilheteria (Fever): neste link
Telefone: (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.
Estacionamento: Rua Mauá, 51 | a partir de R$ 27,00 | 600 vagas
Mais informações nos sites oficiais da Osesp e da Sala São Paulo.


Foto1: Divulgação

Foto2: Divulgação


Romero Britto lança autobiografia

|

 


Antes das cores vibrantes, das galerias e das obras que chegaram a mais de 100 países, Romero Britto conheceu a fome. Na autobiografia A arte da felicidade, o artista plástico nascido em Recife relembra a infância marcada pela pobreza, incluindo momentos em que não havia comida em casa e até chegou a desmaiar na escola por falta de alimentação. Nesta publicação da Citadel Editora, o pernambucano percorre diferentes fases da própria trajetória e mostra como a arte esteve presente desde seus primeiros anos de vida.


Entre as lembranças da infância, estão as noites em que acompanhava a mãe e os irmãos para pescar na praia em busca de comida para a família. Foi também nesse cenário que começou a desenhar e se interessar por pintura e, aos 14 anos, vendeu seu primeiro trabalho para a Organização dos Estados Americanos (OEA). Com 17 anos, ingressou na faculdade de Direito, mas pouco depois partiu para uma temporada na Europa com o objetivo de ampliar o repertório. Nos anos 1980 muda-se para Miami com poucos recursos e um ateliê improvisado na sala de um apartamento, onde passou a desenvolver a linguagem que posteriormente o levaria ao reconhecimento internacional.


O livro reúne ainda bastidores de uma carreira que colocou o brasileiro em contato com algumas das maiores marcas e personalidades do mundo. Entre as histórias, estão a participação na campanha da Absolut, ao lado de Andy Warhol e Keith Haring, colaborações com empresas como Disney, Coca-Cola, Pepsi e IBM, além de encontros como o que teve com Muhammad Ali em um elevador de hotel e a amizade com Michael Jackson. Criador do Happy Art Movement, em 1992, Britto também revisita episódios polêmicos que ultrapassaram o universo das artes e tomaram as redes sociais.


Refiro-me à quebra deliberada de uma obra minha pela proprietária de um restaurante,

na presença de meus funcionários e de um público diverso. Foi um ato de desrespeito inédito em minha carreira. Minha reação, registrada no vídeo que circulou amplamente na web,

foi de puro espanto, choque e incredulidade: uma resposta humana à falta

de civilidade e à irresponsabilidade do gesto.

(A arte da felicidade, p. 99)


A trajetória do autor também é apresentada como um exemplo de construção de carreira e visão empreendedora. No livro, ele compartilha decisões, mudanças de estratégia e aprendizados que ajudaram a transformar seu nome em uma marca global. Hoje, o ecossistema formado por suas marcas movimenta cerca de US$ 250 milhões por ano com a venda de obras de arte, produtos licenciados e itens de marca própria. Ao mesmo tempo em que algumas de suas telas e esculturas chegam a milhões de dólares, o artista mantém produtos autorais abaixo de US$ 100, estratégia que, segundo ele, permite ampliar o acesso à sua produção. Entre os episódios que ajudam a dimensionar essa transformação está a lembrança de quando vendia pinturas nas ruas de Miami por cerca de US$ 50 para conseguir se manter. Anos depois, uma obra dessa mesma série chegou a ser comercializada por US$ 1,5 milhão.


Mais do que uma retrospectiva de obras e exposições, A arte da felicidade inclui memórias de diferentes momentos de uma trajetória que passou por dificuldades, mudanças de país, reconhecimento internacional, amizades com celebridades e episódios de grande repercussão pública. Ao revisitar essas experiências, Romero Britto apresenta a própria visão sobre arte, sucesso e felicidade para mostrar como a linguagem de cores e formas que se tornou sua marca registrada nasceu de uma história muito diferente daquela que suas criações podem sugerir à primeira vista.


Ficha técnica

Título: A arte da felicidade

Editora: Citadel Editora

Autor: Romero Britto

ISBN: 978-6550478414

Páginas: 240

Preço: R$ 74,90

Onde encontrar: Amazon, Mercado Livre  e principais livrarias do país


Sobre o autor: Romero Britto é um dos artistas plásticos mais reconhecidos e comercialmente bem-sucedidos do mundo. Nascido no Recife, Pernambuco, construiu uma trajetória extraordinária que o levou de uma infância marcada por dificuldades financeiras ao cenário internacional das artes. Radicado em Miami desde os anos 1980, desenvolveu uma linguagem visual única, caracterizada por cores vibrantes, formas marcantes e uma visão otimista da vida, tornando-se um dos principais representantes da arte pop contemporânea. Suas obras integram coleções particulares e institucionais em mais de 100 países, além de terem sido expostas em galerias, museus e espaços públicos ao redor do mundo. Ao longo da carreira, colaborou com algumas das maiores marcas globais e teve seu trabalho associado a eventos, instituições e personalidades de projeção internacional. Sua arte ultrapassou os limites tradicionais das galerias e alcançou milhões de pessoas, transformando-o em um fenômeno cultural de alcance mundial.


Instagram: romerobritto


Sobre a editora: Transformar a vida das pessoas. Foi com esse conceito que o Citadel Grupo Editorial nasceu. Mudar, inovar e trazer mensagens que possam servir de inspiração para os leitores. A editora trabalha com escritores renomados como Napoleon Hill, Sharon Lechter, Clóvis de Barros Filho, entre outros. As obras propõem reflexões sobre atitudes que devem ser tomadas para quem quer ter uma vida bem-sucedida. Com essa ideia central, a Citadel busca aprimorar obras que tocam de alguma maneira o espírito do leitor.


Redes sociais da editora:


Foto: Divulgação | Citadel Editora

Buchecha lança Liberta, Dj - Vol 1., seu primeiro projeto de inéditas após mais de uma década

20 setembro 2026 |

 


Mais de uma década após “Adesivo” (2014), seu último álbum solo completo de inéditas, Buchecha inicia uma nova fase com Liberta, Dj - Vol 1., projeto dividido em duas partes. A primeira chega nesta quinta-feira, 18 de setembro, meia-noite, em todas as plataformas digitais via ONErpm, reunindo oito faixas que revisitam a essência romântica e melódica do artista ao mesmo tempo em que dialogam com a sonoridade atual do funk.


O projeto teve início com “O Bonde Passou”, parceria com MC Maneirinho e DJ 2F, lançada em agosto. A faixa apresenta a proposta de “Liberta, DJ” ao conectar diferentes gerações do funk e celebrar as origens de Buchecha, especialmente sua relação com São Gonçalo e com a cultura do Grande Rio. 


Nesta primeira parte, o artista transita entre diferentes vertentes do gênero. “Adidas com Nike”, ao lado de Xamuel, recupera a atmosfera romântica dos clássicos de Claudinho & Buchecha; “Incandescente”, com Ceejay, aposta em uma sonoridade mais funk pop e sensual; enquanto “Libidinosa”, com MC GW, é voltada para a pista. “Sapato Apertado”, com Puterrier, e “Surto De Filáucia”, com PK, ampliam o encontro de gerações, e “Incondicional(mente)” mistura romantismo e batidão. 


“Eu quis fazer um projeto que tivesse a minha identidade, que trouxesse de volta essa coisa do romantismo que sempre esteve presente na minha música, mas sem olhar para trás o tempo inteiro. O funk mudou, novas gerações chegaram e eu também mudei. ‘Liberta, DJ’ é justamente esse encontro entre quem eu fui, quem eu sou e tudo que ainda quero fazer”, conta Buchecha. 


Com produção de nomes como Umberto Tavares, DJ 2F e Mousik, “Liberta, DJ” marca o retorno de Buchecha às músicas inéditas e reforça a capacidade do artista de atravessar gerações mantendo sua identidade dentro do funk brasileiro. “Liberta, DJ – Vol. 1” chegou às plataformas digitais no dia 18 de setembro, às 00h.


Sobre Buchecha 


Buchecha, nome artístico de Claurcirlei Jovêncio de Souza, é um dos principais nomes da história do funk brasileiro e um dos artistas responsáveis por popularizar o funk melody no país. Nascido e criado no Rio de Janeiro, iniciou sua trajetória musical aos 17 anos, ao lado do amigo Claudinho. Juntos, formaram uma das duplas de maior sucesso da música brasileira nos anos 1990 e início dos anos 2000. 


Claudinho & Buchecha conquistaram o público nacional com um estilo que unia as batidas do funk carioca a melodias marcantes e letras românticas. O primeiro CD da dupla, lançado em 1996, trouxe o hit “Conquista” e alcançou a marca de 1,2 milhão de cópias vendidas. No ano seguinte, o segundo álbum, “A Forma”, também ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias. Ao longo da carreira, a dupla lançou seis CDs e emplacou sucessos que se tornaram clássicos do gênero, como “Quero Te Encontrar”, “Só Love”, “Xereta”, “Coisa de Cinema” e “Fico Assim Sem Você”. 


Após um período de afastamento, Buchecha decidiu seguir em frente com o sonho que havia construído ao lado do amigo e iniciou sua carreira solo em 2003. Desde então, lançou trabalhos que transitaram pelo funk, pop e pela música brasileira, incluindo álbuns, DVDs e projetos especiais que revisitaram sucessos de sua trajetória. 


Ao longo de sua carreira solo, Buchecha se manteve firme nas paradas com “Implacável”, “Hot Dog”, entre outro, além de construir uma extensa lista de parcerias com artistas de diferentes gerações e estilos, como Lulu Santos, D’Black, Flo Rida, Lenine, Bi Ribeiro, João Barone, Herbert Vianna, Rogério Flausino, Adriana Calcanhotto e Paula Toller, além de nomes importantes da nova geração do funk. O artista também participou de projetos como “Santinha”, com Dennis DJ, e do clipe “Abençoada por Deus”, com MC Menor. 


Com mais de três décadas dedicadas à música, Buchecha permanece ligado à história e à evolução do funk brasileiro. Sua trajetória ganhou um novo capítulo em 2023 com o lançamento de “Nosso Sonho”, cinebiografia dirigida por Eduardo Albergaria que retrata a história de Claudinho & Buchecha, desde o início da amizade entre os dois até a consagração nacional da dupla. O filme reforçou a dimensão cultural e afetiva da trajetória dos artistas e apresentou sua história a uma nova geração. Em 2026 lança seu primeiro álbum de inéditas em mais de uma década, o “Liberta, DJ”.


Instagram aqui 


Sobre ONErpm


ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.


Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.


Ouça Liberta, Dj - Vol 1. aqui


Para mais informações, visite www.onerpm.com  


Foto: Divulgação/ONErpm

Marjorie Estiano e Alexandre Nero recebem famosos na pré-estreia de 'Precisamos Falar' no Rio

16 setembro 2026 |

 


Na noite de terça-feira (15), "Precisamos Falar", novo thriller psicológico dirigido por Pedro Waddington e Rebeca Diniz, estrelado por Marjorie Estiano, Alexandre Nero, Emílio de Mello e Hemília Guedes, ganhou uma sessão especial no Cinessystem Belas Artes, em Botafogo, no Rio de Janeiro. O evento reuniu elenco, equipe e diversos convidados do cinema e da televisão brasileira. 


Marjorie Estiano, Alexandre Nero, Emílio de Mello, Cauê Campos, Julia Svacinna, Thiago Voltolini e Guilherme Cabral representaram o elenco no tapete vermelho ao lado dos diretores Pedro Waddington e Rebeca Diniz. O evento também recebeu o elenco de Emergência 53, representado por Raquel Villar, Jaffar Bambirra e Heloísa Jorge, além de  nomes como Sérgio Goldberg, Duda Matte, Simone Mazzer, Caio Manhente, Vitor Thiré, Thaissa Carvalho, Charles Frickes e Duda Lopes, que prestigiaram a sessão.


No longa, duas famílias de classe média alta se veem diante de um dilema devastador quando descobrem que seus filhos adolescentes estão envolvidos em um crime brutal. Adaptado do best-seller internacional “O Jantar”, do escritor holandês Herman Koch, o filme tem roteiro assinado por Sérgio Goldenberg, com supervisão de George Moura. A produção é de Andrucha Waddington e Leonardo M. Barros e Guel Arraes assina como produtor associado. O longa é produzido pela Conspiração, em coprodução com a Globo Filmes e distribuição da Sony Pictures e Conspiração.


Foto: Roberto Filho

 


João Silva segue em alta nas noites de sábado do SBT. Na edição do último sábado (12), o “Programa do João” alcançou a maior audiência de sua história, com 3,2 pontos de média. A atração ainda chegou a 3,6 pontos de pico, conquistou 10,2% de share e garantiu a vice-liderança no horário.


O recorde reforça uma sequência de resultados positivos do “Programa do João”, que vem conquistando a vice-liderança nas noites de sábado e se firmando cada vez mais no horário. A nova marca consolida o crescimento da atração no SBT e transforma a recorrência dos bons índices em seu melhor desempenho desde a estreia.



Na edição do último sábado, João Silva comandou mais uma disputa do “Duelo de Gerações”. No Time Raiz, Beca Milano se uniu a Deive Leonardo, enquanto o Time Enzo recebeu as influenciadoras digitais Cela e Thaís Linares. O quadro colocou os dois times frente a frente em uma disputa que brinca com as diferenças, referências e conhecimentos de cada geração.


No ar desde agosto de 2025, o “Programa do João” vem consolidando João Silva à frente de sua própria atração na televisão aberta. Nesse período, o “Programa do João” se destacou como a atração da emissora com maior presença de público jovem, enquanto o apresentador ampliou seu repertório à frente de entrevistas, musicais, games e grandes encontros no palco. Em pouco mais de um ano de casa, João encontrou nas noites de sábado um espaço próprio dentro da programação e vem aproximando o SBT de uma nova geração de telespectadores.


Fotos: Divulgação

Fábio Jr. volta ao Rio de Janeiro no final de setembro

|

 


O público carioca pediu e Fábio Jr. volta ao Rio de Janeiro para mais uma apresentação especial. O cantor sobe ao palco do Via Music Hall, em São João do Miriti, no dia 26 de setembro.


O show apresenta novo cenário, moderno e elegante, com novos arranjos, além de retomar a formação do quarteto de backing vocals e trio de metais, à sua banda, que tem a direção musical de Herbert Medeiros.


“Uma noite só não foi suficiente para matar às saudades do público carioca. Espero todos lá para mais uma noite inesquecível”, comemora o cantor.


 O repertório reúne grandes sucessos de sua carreira como “Só você”, “O que é que há?!”, “Felicidade”, “20 e Poucos Anos” e “Alma Gêmea”. O encerramento do show, fica por conta de “Caça e Caçador”, tema do casal principal da novela “Quem Ama Cuida”.


Com carisma singular e uma relação próxima com os fãs, Fábio Jr. promete transformar mais este show em um momento especial para o público carioca, levando um espetáculo visual e sonoro impecável, com hits que atravessam gerações. Os ingressos já estão à venda no Uhuu.


Local: Via Music Hall

Data: Dia 26 de setembro | sábado

Horário: 20h

Preço: a partir de R$50


Vendas | https://uhuu.com/comprar-ingressos/rj/sao-joao-de-meriti/fabio-jr-16676#/


Classificação: 18 anos


Foto: Trumpas

 


 O Amazon Music anuncia o Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert, uma transmissão ao vivo exclusiva que celebra a música e a carreira de Maiara & Maraisa, uma das duplas de maior sucesso no sertanejo contemporâneo. No show, que acontecerá em São Paulo no dia 25 de setembro, às 22h (horário de Brasília), Maiara & Maraisa apresentarão seus maiores sucessos acompanhadas por uma orquestra ao vivo composta apenas por mulheres em uma produção teatral especial. Durante a apresentação, a dupla também homenageará a amiga e colaboradora de longa data Marília Mendonça com a primeira apresentação ao vivo de seu novo medley Amazon Music Original, “Sentimento Louco Medley (Amazon Music Original)”. Os fãs podem assistir sem necessidade de assinatura por meio do aplicativo Amazon Music, do aplicativo Amazon Music na Fire TV e do canal do Amazon Music na Twitch (@AmazonMusicBR). O show também estará disponível para membros Prime no Prime Video. Para os fãs que desejam acompanhar o espetáculo nas telonas, a rede de cinemas Cinépolis exibirá o show ao vivo, criando uma experiência cinematográfica especial e exclusiva para o público de todo o país.  


O repertório vai reunir músicas de toda a carreira de Maiara & Maraisa, com as canções que definiram sua trajetória e conexão com o público por meio de arranjos especiais criados para a apresentação. 


AS MULHERES QUE MOLDAM A MÚSICA LATINA


O Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert faz parte da The Women Shaping Latin Music, uma celebração do Amazon Music em 2026 que homenageia nas regiões latinas dos EUA, América Latina e Espanha as mulheres que mudaram a música e a cultura latinas, além de valorizar as artistas que moldam o cenário musical hoje e de celebrar a geração que vem a seguir. No Brasil, Maiara & Maraisa personificam essa história como duas das mulheres que ajudam a influenciar o sertanejo contemporâneo, construindo uma carreira que trouxe vozes, histórias e experiências femininas para o público de todo o país e ajudou a expandir a presença de mulheres dentro de um dos gêneros mais influentes do país.


“Estamos muito empolgadas em compartilhar esse show com os fãs de todo o Brasil através de uma transmissão ao vivo, depois da realização de um sonho que foi a nossa turnê em Portugal. Vamos celebrar as músicas que fazem parte da nossa jornada, com novos arranjos, ao lado de uma orquestra composta apenas por mulheres e uma produção criada especialmente para essa noite. Nossos fãs estiveram conosco em tantos momentos da nossa carreira, e mal podemos esperar para compartilhar mais este momento com eles”, contam Maiara & Maraisa.


UM NOVO AMAZON MUSIC ORIGINAL EM HOMENAGEM A MARÍLIA MENDONÇA


Como parte do show, o Amazon Music também vai lançar um novo Amazon Music Original de Maiara & Maraisa, criado como uma homenagem especial à sua amiga e colaboradora de longa data, Marília Mendonça. O medley reúne três canções reimaginadas pela dupla com produção musical de Eduardo Pepato: “Sentimento Louco”, “Como Faz Com Ela” e “Todo Mundo Menos Você”. Pepato é produtor e colaborou tanto com a dupla quanto com Marília. As músicas foram reunidas como um medley, formato tradicional no sertanejo e muito utilizado em apresentações ao vivo, permitindo que Maiara & Maraisa homenageiem sua amiga enquanto reinterpretam suas músicas à sua própria maneira. “Sentimento Louco Medley (Amazon Music Original)” será lançado no Amazon Music em 16 de setembro, onde estará disponível com exclusividade por três meses, antes que Maiara & Maraisa apresentem o medley ao vivo pela primeira vez durante o Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert, em 25 de setembro.


O Amazon Music Original também reflete a amizade e a história musical compartilhada por Maiara & Maraisa e Marília, bem como o lugar delas dentro de uma geração de mulheres que ajudou a trazer vozes e perspectivas femininas para o centro do sertanejo. Essa conexão continua a ressoar nos fãs hoje: a canção “Esqueça-Me Se For Capaz”, com Marília Mendonça e Maiara & Maraisa, é a música de Marília mais reproduzida no Amazon Music Brasil desde que o serviço foi lançado no país, em setembro de 2019.*


“Marília será sempre uma parte importante da nossa história, tanto pessoal quanto musical”, afirmam Maiara & Maraisa. “Compartilhamos músicas, palcos e tantos momentos juntas, e apresentar este medley ao vivo pela primeira vez será muito especial para nós. É a nossa forma de homenagear a nossa amiga por meio da música e das memórias que compartilhamos.”


“Maiara & Maraisa construíram uma conexão extraordinária com o público por meio de uma música que fala sobre a vida, os relacionamentos e as experiências das mulheres, tornando-as uma parte importante da história das mulheres que moldam o sertanejo hoje”, afirma Renata Taddeo Gaspar, Head do Amazon Music Brasil. “O Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert oferece aos fãs a oportunidade de vivenciar a música e a trajetória delas de uma nova forma, enquanto a história com Marília cria um momento significativo dentro do show para homenagear a música, a amizade e a história que compartilharam. Juntas, essas histórias mostram a influência extraordinária que as mulheres tiveram, e continuam a ter, no sertanejo, na música brasileira e na cultura.”


Para acompanhar as últimas novidades, conteúdos exclusivos e atualizações sobre o Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert, siga @AmazonMusicBR no Instagram.


Foto: Divulgação


 


A moda sustentável brasileira iniciou, nesta quarta-feira (9), uma trajetória que levará dez marcas nacionais a um dos principais palcos da moda mundial. Lideradas por mulheres e selecionadas por seus atributos de sustentabilidade, design e inovação, as empresas apresentaram à imprensa, em São Paulo, peças das coleções que desembarcam na Itália ainda neste mês. O preview marca o início do Brazilian Sustainable Fashion in Milan, iniciativa promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), no âmbito do Texbrasil, com participação da Associação Brasileira da Moda Sustentável (Abrimos), que terá como ponto alto um desfile exclusivo no dia 22 de setembro, durante a Semana de Moda de Milão.

 

Mais do que levar coleções brasileiras ao exterior, a iniciativa busca dar visibilidade internacional a empresas que transformam práticas sustentáveis, saberestradicionais e matérias- primas brasileiras em produtos design, inovação e alto valor agregado.


Depois do desfile,as marcas tambémparticipam, nos dias 23 e 24 de setembro, de um showroom de negócios, ampliando a oportunidade de aproximação com compradores, parceiros e outros agentes do mercado internacional.


Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, o encontro em São Paulo é o início de um percurso que combina visibilidade, posicionamento e oportunidades concretas de internacionalização para as marcas brasileiras.


“Essa iniciativa marca o início da presença que o Brasil levará a Milão. No dia 22, apresentaremos um desfile dedicado à moda sustentável, reunindo dez marcas brasileiras lideradas por mulheres de diferentes regiões do país, selecionadas a partir de critérios que consideram, de forma integrada, sustentabilidade, design e inovação. Nos dias seguintes, essa experiência se desdobra em um showroom de negócios, criando um ambiente estratégico para que essas empresas apresentem seus produtos, ampliem sua visibilidade internacional e estabeleçam conexões com potenciais compradores. Temos uma oportunidade concreta de posicionar o Brasil na vanguarda de uma moda mais consciente, em que sustentabilidade, criatividade e inovação se traduzem também em valor e vantagem competitiva para a indústria brasileira ", destacou Maria Paula.


A seleção das participantes foi resultado de um processo estruturado, que buscou identificar empresas efetivamente comprometidas com práticas sustentáveis em diferentes dimensões. As propostas incluem matérias-primas de menor impacto, fibras certificadas, materiais biodegradáveis, tingimento vegetal, upcycling, reaproveitamento de resíduos, técnicas artesanais, biodiversidade e saberes tradicionais.

 

Para a superintendente de Marketing e Negócios da Abit, Lilian Kaddissi, o compromisso efetivo das empresas com essas práticas foi um dos pontos centrais da seleção.

 

“Fizemos um processo estruturado de mapeamento e lançamos um edital, a partir do qual dez marcas foram selecionadas. São empresas que efetivamente trabalham com práticas de sustentabilidade em diferentes aspectos. Temos essa preocupação porque, além de contar uma história, queremos empresas que estejam de fato comprometidas com a prática. É também a primeira vez que realizamos uma iniciativa como essa, levando um evento próprio do Brasil para Milão”, afirmou Lilian.


Sustentabilidade, reconhecimento e valor 


O compromisso com a sustentabilidade envolve um trabalho que muitas vezes começa anos antes de uma coleção chegar às passarelas. Para Francisca Vieira, presidente da Abrimos e fundadora da Natural Cotton Color, uma das dez marcas selecionadas, construir uma moda verdadeiramente sustentável exige investimento, adequação de processos e reconhecimento.

 


“Sustentabilidade é um valor fundamental para o futuro da moda, mas exige compromisso e investimento. A certificação GOTS (Global Organic Textile Standard), por exemplo, demandou um investimento alto e um trabalho consistente para adequar toda a nossa estrutura aos seus rigorosos padrões. Esse é um processo que vai muito além da matéria-prima: envolve toda a cadeia produtiva e a forma como a empresa opera. Mas acreditamos que a sustentabilidade, para realmente se traduzir em negócios, precisa estar associada a desejo, identidade e design. Moda é criação e expressão. É essa combinação entre responsabilidade, estética e inovação que transforma propósito em valor e abre espaço para a moda brasileira no mercado internacional”, afirmou Francisca.

 

A Natural Cotton Color tem como protagonista o algodão orgânico naturalmente colorido, cultivado pela agricultura familiar no sertão da Paraíba e utilizado sem processo de tingimento. A produção também incorpora rendas e bordados. A trajetória ajuda a traduzir um dos pontos centrais da iniciativa: não basta comunicar sustentabilidade; é preciso demonstrá-la por meio de práticas e processos e, ao mesmo tempo, transformar esses atributos em produtos capazes de competir, gerar desejo e conquistar reconhecimento no mercado internacional.

 

Esse olhar também está presente no trabalho da consultora especializada Geni Ribeiro, responsável pela curadoria da iniciativa. Para ela, o desafio está justamente em transformar a riqueza das matérias-primas, técnicas e saberes brasileiros em produtos que aliem identidade e design e possam ocupar espaço no mercado internacional.


“Não adianta a gente ir só com a boa vontade do artesanato. O artesanato é lindo, mas existe artesanato no mundo todo. Nós temos que transformar o nosso artesanato em design e, através do design, em produtos de moda desejáveis. O que vemos aqui hoje é resultado de um trabalho de desenvolvimento de produto, modelagem e, especialmente, design, que é o que o Brasil precisa mostrar no exterior”, destacou Geni.

 

A consultora acompanhou de perto processos de desenvolvimento que vão além da criação das peças e envolvem diferentes etapas da cadeia. “É preciso um trabalho completo, com design, integração da cadeia, formação de preço e desenvolvimento de produto. Acho que hoje isso ficou provado aqui e vamos ter uma experiência em Milão bastante produtiva e vitoriosa”, completou.


Dez mulheres, diferentes expressões do Brasil 


Participam da iniciativa Alina Amaral, Ana de Jour, Camila Machado Ateliê, Celeste, Ludimila Heringer, Lybethras, Natural Cotton Color, Proposta Verde, Val Valadares e Villa Dharma. As empresas vêm de diferentes regiões do país e apresentam diferentes caminhos para uma moda que combina sustentabilidade, identidade brasileira e criação contemporânea.

 

Além dos atributos relacionados à sustentabilidade e à criação, as participantes têm outro ponto em comum: todas são lideradas por mulheres. São empresárias e criadoras que transformam referências culturais, biodiversidade, técnicas artesanais, conhecimento tradicional e inovação em produtos com potencial de inserção internacional. 


Entre elas está a Celeste, marca de resortwear autoral inspirada na biodiversidade e no patrimônio artesanal brasileiro. A empresa utiliza materiais como poliamida biodegradável e algodão orgânico certificado e mantém parcerias com comunidades artesãs.

 


Para a co-fundadora e diretora criativa da marca, Juliana Spirandelli, chegar a Milão ao lado de outras empresas brasileiras é uma oportunidade de apresentar ao mercado internacional a diversidade dessa produção.

 

“Foi uma alegria ser selecionada e passar por esse edital promovido pela ApexBrasil e pelo Texbrasil para levar o melhor da moda nacional sustentável para o mundo. A nossa expectativa é maravilhosa. O Brasil tem muito a mostrar”, afirmou Juliana.


De São Paulo a Milão 


O próximo passo dessa trajetória será na Itália. No dia 22 de setembro, as dez marcas apresentarão suas coleções em um desfile exclusivo no Chiostri di San Barnaba, em Milão. Nos dias 23 e 24, participarão de um showroom de negócios voltado à aproximação com compradores, parceiros e outros agentes do mercado internacional. 


A escolha de Milão combina projeção internacional e oportunidade comercial. Em 2025, a Itália foi o segundo principal destino na União Europeia para as exportações brasileiras do complexo de moda, respondendo por 16,9% das vendas do segmento destinadas ao bloco. Naquele ano, o Brasil exportou US$ 42,3 milhões em produtos do complexo de moda para o mercado italiano. Entre janeiro e julho de 2026, as vendas somaram US$ 24,4 milhões. A ApexBrasil identificou ainda 14 oportunidades comerciais para produtos do segmento no país.

 

A iniciativa integra uma atuação mais ampla da ApexBrasil para apoiar a internacionalização das empresas brasileiras, em parceria com entidades que conhecem as características e necessidades de cada setor. No segmento têxtil e de confecção, esse trabalho é desenvolvido com a Abit por meio do Texbrasil, que, em mais de 25 anos, já apoiou cerca de 2 mil marcas na trilha da exportação e alcançou US$ 11 bilhões em negócios.

 

A presença brasileira em Milão continua entre os dias 24 e 27 de setembro, quando 23 marcas participam da White Milano, na Zona Tortona, por meio do Fashion Label Brasil – Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, desenvolvido pela ApexBrasil em parceria com a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST). Três marcas — Ludimila Heringer, Lybethras e Villa Dharma — estarão nas duas agendas.


 Foto: Divulgação

 


A Rádio Nacional comemora, neste sábado (12), 90 anos de existência de uma forma inédita. Os estúdios de todas as praças (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís, Amazônia e Alto Solimões) estarão interligados em tempo real com uma programação especial dedicada à história e à presença da emissora pública no país. Das 13h às 17h, no horário de Brasília, o programa Somos Uma Só Nacional vai reunir, em rede, apresentadores, artistas, pesquisadores, profissionais da comunicação e personagens ligados à trajetória da rádio, hoje integrante da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).  A atração também será transmitida em vídeo pelo canal no YouTube.


O especial será inédito justamente por conectar, simultaneamente, representantes das emissoras que dão forma à Nacional hoje. A transmissão contará com a participação de mais de sete apresentadores de diferentes localidades, em um encontro que aproxima o público dos profissionais que, todos os dias, constroem vínculos de confiança, afeto e serviço com seus ouvintes.


A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, afirma que a Rádio Nacional chega aos seus 90 anos como um patrimônio do país e também como uma emissora alinhada às demandas e necessidades atuais de seu público. 


"O rádio permanece vivo, forte e presente. Ele se reinventa e estamos atentos a essas transformações. Nesse cenário, a EBC tem investido na qualidade das transmissões, na produção de novos conteúdos, na modernização da presença digital e no fortalecimento das parcerias com a Rede Nacional de Comunicação Pública, por exemplo. Celebrar essa história é também reafirmar o  presente e o futuro da Nacional: uma rádio pública, sem fronteiras, conectada ao seu tempo e comprometida com a diversidade do país”, destaca Pellegrino.


“O Somos Uma Só Nacional traduz o que a emissora se tornou ao longo de 90 anos. A Nacional nasceu no Rio de Janeiro, mas hoje é uma rede presente em diferentes regiões do país. Este especial é inédito porque coloca essas emissoras em diálogo, reforçando que somos uma mesma marca pública, unida pelo compromisso de informar, prestar serviço e valorizar a cultura brasileira”, comenta o diretor-geral da EBC, Thiago Regotto.


A transmissão parte da história iniciada no Rio de Janeiro, em 1936, para celebrar a rede construída ao longo dos últimos anos, marcada pela integração e pelo compromisso de levar comunicação pública a vários territórios do Brasil, em diálogo com a sua marca registrada de ser um veículo sem fronteiras.


A programação de sábado vai contar com âncoras da Rádio Nacional de Brasília (FM 96,1 MHz e AM 980 kHz), Rio de Janeiro (FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz), São Paulo (FM 87,1 MHz), Amazônia (11.780 kHz e 6.180 kHz OC), Alto Solimões (FM 96,1 MHz) e São Luís (FM 93,7 MHz). Os ouvintes de Recife também poderão acompanhar pela frequência FM 87,1 MHz.


Programação


O Somos Uma Só Nacional vai recuperar momentos marcantes da rádio e destaca iniciativas produzidas pela EBC para celebrar o aniversário. Entre elas está o documentário 90 anos em 90 histórias, série com episódios diários em contagem regressiva para a data, entrevistas e acervos raros. O programa recebe Guilherme Strozi, Raquel Júnia e Jailton Sodré, integrantes da equipe responsável pela produção. Ouça aqui a série.


O especial também recebe o jornalista Dylan Araújo, responsável pelo Rádio Memória, webcast exibido no YouTube e nas rádios da EBC. A produção ampliou o resgate dos 90 anos a partir de registros, depoimentos e conteúdos ligados à memória da Nacional. Confira.


A edição inclui ainda entrevista com representantes da Estácio de Sá, escola de samba que preparou uma nova versão do samba-enredo em homenagem à Rádio Nacional. A composição “Alô! Alô! Brasil!” foi apresentada em 1997, nas comemorações dos 40 anos da rádio, e volta à programação comemorativa. A letra foi atualizada com os nomes da equipe atual da Nacional e reforça a importância do veículo.


Outro tema em pauta é o documentário PRK30 – O Rádio pelo Avesso, lançado nos cinemas nesta semana do aniversário da Nacional. O filme resgata o PRK-30, programa humorístico que marcou a Era de Ouro do rádio brasileiro e integrou a grade da emissora.


A celebração também terá participações de artistas de diferentes gerações e regiões do país. Estão previstas entrevistas com Marcos Valle, Hamilton de Holanda, Márcia Kambeba, Carol Carneiro e Tom Zé,  Flávio Venturini, Claudio Nucci, Flávia Bittencourt, Da Gama, Manoel Cordeiro, Patrícia Bastos, Ellen Oléria e Roberto Menescal.


Além das conversas, o especial terá quadros comemorativos. Um deles, Eu já fui Nacional, reúne depoimentos de empregados que passaram pela rádio. A edição também apresenta uma radionovela sobre a história da rede, organizada em uma linha do tempo que parte da inauguração da Nacional do Rio de Janeiro e percorre a chegada das demais emissoras da marca.


Com 90 anos de existência, a Rádio Nacional se consolidou como uma das principais referências da comunicação brasileira. Ao longo da história, a emissora acompanhou transformações culturais, políticas e sociais do país, com programação marcada por jornalismo, prestação de serviço, música, dramaturgia, esporte, cultura e forte vínculo com o público.

 


Sobre a Nacional


A Rádio Nacional foi fundada no Rio de Janeiro (RJ) pelo grupo do Jornal A Noite em 12 de setembro de 1936 com o prefixo PRE-8. Começou a ganhar força em 1940, quando foi incorporada à União e se firmou como fenômeno de expressão da cultura popular brasileira. Teve papel fundamental na transmissão de notícias para todo o território brasileiro com o Repórter Esso, apresentado pelo jornalista Heron Domingues e que se tornou sucesso de audiência. Na época, a emissora chegava a receber milhares de cartas por dia enviadas por ouvintes de todo país.


A música transformou-se em um capítulo à parte na história da Nacional. As apresentações eram realizadas por conjuntos diversos, incluindo orquestras da própria emissora. Em 1942, a Nacional inaugurou seu auditório, palco de atrações inesquecíveis sob o comando de estrelas do rádio como Paulo Gracindo e César de Alencar.


A Nacional ainda foi protagonista de uma virada histórica na comunicação ao inaugurar, em 1941, a era das radionovelas no Brasil com Em busca da felicidade. O país parava para ouvir a produção e os brasileiros se reuniam em torno do rádio com os corações atentos a cada capítulo. Se antes os ouvintes já acompanhavam narrativas do radioteatro, foi com essa atração que o formato ganhou nova dimensão e roupagem. O texto original do cubano Leandro Blanco, adaptado por Gilberto Martins, não apenas conquistou audiência, mas ajudou a consolidar uma cultura de consumo de dramaturgia que atravessaria gerações e encontraria, mais tarde, sua consagração definitiva também na televisão brasileira.


Em mais um marco de sua trajetória, a Rádio Nacional antecipou-se à própria história da nova capital federal. Quando Brasília ainda se erguia no cerrado, o rádio já fazia ecoar sua existência para todo o país. Em 31 de maio de 1958, o presidente Juscelino Kubitschek inaugurava a Rádio Nacional de Brasília. A emissora operava em ondas médias e ondas curtas, permitindo com que os candangos que trabalhavam na construção da cidade se comunicassem com suas famílias residentes em outras regiões. Esse potencial abriria caminho para a expansão da rede, em 1977, com a estreia da Rádio Nacional da Amazônia.


A Rádio Nacional acumula uma galeria de troféus que evidencia a sua relevância no cenário jornalístico e cultural. O mais recente deles veio no ano passado. O programa Tarde Nacional SP foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como melhor programa cultural de rádio de 2025.


Rádio Nacional na internet e nas redes sociais 

Site: https://radios.ebc.com.br 
Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr 
Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv 
YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr 
Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr 
X: https://x.com/radionacionalbr 
Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro 


Acesse também o site da RNCP e confira qual é a parceira da Rádio Nacional em sua região.


Foto: Arte: Marketing/EBC

Em setembro, a programação do Museu das Favelas, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (idg), integra saberes ancestrais, inovação, estética e literatura. Entre os destaques estão a 20ª Primavera dos Museus com o tema “Museu Para Todas as Pessoas”, o 1º encontro virtual da Rede de Memórias das Favelas e Periferias em diálogo com os diretores do Museu de Arte das Paneleiras do Espírito Santo (MAPES), o lançamento do livro "Severo", de Carol Rocha, e uma atividade introdutória aos conceitos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada direcionada às empreendedoras do programa Favela Tech, realizado com patrocínio da Meta.


Preservação de saberes e intercâmbio cultural


A programação começou na quarta-feira (09) com o 1º encontro virtual da Rede de Memórias das Favelas e Periferias. Com o tema "Patrimônio Imaterial — preservação de saberes ancestrais na prática", a atividade debateu o fazer comunitário e a salvaguarda de tradições populares. A edição reuniu Lucas Martins da Silva e André Sopon Pereira, diretores do Museu de Arte das Paneleiras do Espírito Santo (MAPES).


O Museu comunitário é dedicado a preservar e divulgar o trabalho das Paneleiras de Goiabeiras Velha (Vitória-ES), artesãs que confeccionam manualmente as tradicionais panelas de barro — um saber ancestral transmitido entre gerações de mulheres. Viabilizado pelo Programa Conexões, em parceria com o Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), o encontro conecta-se diretamente à "Sobre Vivências", exposição permanente no Museu das Favelas, que exibe quatro peças do MAPES cedidas em comodato.


Iniciativas projetam a periferia no mercado tecnológico, na literatura e no debate global


No sábado (12), o Museu sedia o terceiro encontro presencial do Favela Tech, programa de aceleração e formação de empreendedoras periféricas com patrocínio da Meta. Conduzido pela doutora e especialista em mídias imersivas, Lyara Oliveira, a imersão introduz as participantes no domínio prático de Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR). A iniciativa vai proporcionar às mentoradas conceitos introdutórios para a produção de conteúdos imersivos, que conectam o capital intelectual das favelas às novas economias e ao mercado global de tecnologia.


No domingo (13), a Biblioteca do Museu das Favelas torna-se palco do lançamento de ‘Severo’, romance de estreia da comunicadora e escritora Carol Rocha. Viabilizada pelo chamamento artístico Favela Ocupa, a atividade integra o inédito ‘Clube de Leitura: Escritas de Carolina’ e conta com mediação da pesquisadora Júlia Amabile. A obra rompe estereótipos ao debruçar-se sobre o envelhecimento, a saúde mental e o afeto na trajetória de um homem negro de 70 anos. O encontro promove um debate aberto sobre ancestralidade e literatura contemporânea, seguido de sessão de autógrafos.


Entre segunda-feira (21) e domingo (27), ocorre a 20ª Primavera dos Museus, que neste ano traz o tema ‘Museus para Todas as Pessoas’. A programação especial no Museu das Favelas acontece a partir de quinta-feira (24) até sábado (26) e reúne a  formação "Acessibilidade e Patrimônio: desafios contemporâneos para os museus", ministrada pelo pesquisador e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, Marcus Vinicius Rosário da Silva; a oficina sensorial "Função Lab: Favela no Toque", voltada à exploração tátil de texturas a fim de ampliar percepções e proporcionar uma experiência inclusiva; e o encontro "Afrofuturismos: imaginando e construindo prosperidades", realizado em parceria com o Bloco Eletroafro Muriçoca Soul, que promove painéis sobre música, literatura e futuros possíveis para a população negra.


Encerrando as atividades do mês, o Museu das Favelas sediará na quarta-feira (30) o "Salão de Moda e Ciência: Caminhando por Tempos Trançados". O encontro resulta de uma cooperação estratégica vinculada ao The Digital Multilogue on Fashion Education, plataforma da prestigiada Universidade de Artes de Berlim (UdK). Conduzida pelo projeto social ‘Transmutações do Feminino’, a experiência vivencial aborda o trançado capilar sob a ótica da ancestralidade e da identidade, culminando na performance coletiva ‘Escultura Crespa’, assinada pelo educador e visagista Gabriel Simplício.


SOBRE O MUSEU DAS FAVELAS


O Museu das Favelas é uma instituição do Estado de São Paulo, gerida pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (idg). Possui a missão de conectar e garantir o protagonismo das múltiplas favelas brasileiras, preservando suas memórias e potencializando suas produções culturais por meio de exposições, programações, ações educativas, pesquisa e difusão de informação. Por meio de sua relevância cultural, recebeu o Selo de Igualdade Racial 2025 e também foi premiado pela APCA 2024, na categoria Música Popular – Projetos Especiais, com a exposição ‘Racionais MC’s: O Quinto Elemento’, reconhecido também como a Melhor Atração Turística no 4º Prêmio do Afroturismo.


Na temporada de 2026, por meio da Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet, o Museu tem a Meta como mantenedora, patrocínio do Mercado Livre, apoio da EY e EATON, cooperação da Unesco e parceria institucional da CUFA – Central Única das Favelas. Localizado no Largo Páteo do Colégio, nº 148, o Museu das Favelas possui entrada gratuita, funcionando de terça-feira a domingo, das 10h às 17h. Saiba mais em: museudasfavelas.org.br.

 


Quatro das espécies mais emblemáticas e ameaçadas da Mata Atlântica brasileira são retratadas sob o olhar de artistas de diferentes partes do mundo na exposição internacional “Espécies de Animais Ameaçados da Mata Atlântica no Paraná”, em cartaz no Armazém Macedo, em Antonina (PR), até 18 de setembro. Com entrada gratuita, a mostra celebra os mais de 40 anos da SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental) e os 10 anos da ABUN (Artists & Biologists Unite for Nature), rede global que conecta arte e conservação da biodiversidade.


Produzidas por artistas da Polônia, Alemanha, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Equador, Venezuela, Nova Zelândia e Brasil, as obras homenageiam espécies que representam décadas de esforços de conservação da Mata Atlântica, entre elas o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga.


Inaugurada em 18 de agosto, a exposição pode ser visitada de segunda a domingo, das 9h às 17h. A montagem em Antonina permanece aberta até 18 de setembro e integra uma iniciativa itinerante. Informações atualizadas sobre datas e locais das próximas etapas podem ser consultadas no site da SPVS.


Mais do que uma mostra artística, a iniciativa simboliza o encontro entre ciência, arte e conservação, aproximando o público de espécies ameaçadas e das histórias de proteção que vêm garantindo sua sobrevivência ao longo das últimas décadas.


Quando arte e conservação se encontram


As obras retratam algumas das espécies mais emblemáticas e ameaçadas da Mata Atlântica, transformando conhecimento científico em sensibilização e aproximação do público com a biodiversidade brasileira.


Entre elas está o papagaio-de-cara-roxa, espécie endêmica do litoral do Paraná e de São Paulo que se tornou uma referência internacional em recuperação populacional graças ao trabalho desenvolvido pela SPVS desde o fim da década de 1990.


Também integram a mostra o papagaio-de-peito-roxo, uma das aves mais ameaçadas associadas às áreas naturais com araucária; o mico-leão-da-cara-preta, um dos primatas mais raros do planeta; e a jacutinga, ave considerada fundamental para a regeneração de áreas naturais por seu papel na dispersão de sementes.


A exposição demonstra como a arte pode atuar como uma poderosa ferramenta de sensibilização, ampliando o alcance das mensagens de conservação e criando novas conexões entre as pessoas e a biodiversidade. 


Mais de quatro décadas dedicadas à conservação da natureza


Fundada em 1984, a SPVS é uma das organizações de conservação da natureza mais tradicionais do Brasil. Ao longo de mais de quatro décadas, a instituição se tornou referência nacional na proteção da biodiversidade da Mata Atlântica, contribuindo para a conservação de mais de 100 mil hectares em unidades de conservação, apoiando a criação de 65 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e mantendo mais de 19 mil hectares de reservas próprias no litoral do Paraná.


A instituição também se destaca por programas de longo prazo voltados à conservação de espécies ameaçadas, incluindo o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga, que hoje inspiram as obras da exposição.


"Esta exposição simboliza algo muito importante para nós. Ao longo de mais de 40 anos, a SPVS tem trabalhado para proteger espécies ameaçadas e as áreas naturais das quais elas dependem para sobreviver. Grande parte desse trabalho acontece longe dos holofotes, por meio de pesquisas, monitoramentos e ações permanentes de conservação", afirma Clóvis Borges, diretor-executivo da SPVS.


Segundo ele, a mostra evidencia o alcance global da conservação da biodiversidade brasileira.


"Ver espécies como o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga sendo retratadas por artistas de diferentes países demonstra que a conservação da biodiversidade é uma causa capaz de ultrapassar fronteiras. A arte tem uma capacidade única de aproximar as pessoas da natureza, despertando emoções, curiosidade e pertencimento."


Para Clóvis, a exposição também representa a convergência entre duas trajetórias dedicadas à proteção da vida.


"Esta mostra celebra os mais de 40 anos da SPVS e os 10 anos da ABUN. São histórias diferentes, mas unidas pela mesma convicção de que conservar a biodiversidade depende não apenas da ciência, mas também da capacidade de inspirar as pessoas. Cada obra ajuda a contar a história de espécies que ainda existem porque muitas pessoas, instituições e comunidades decidiram agir para protegê-las."


Uma rede global em defesa da biodiversidade


Criada em 2016, a ABUN reúne artistas especializados em natureza e vida selvagem de diferentes países e atua em parceria com organizações conservacionistas para promover a valorização da biodiversidade por meio da produção artística.


Ao longo de uma década, a iniciativa desenvolveu projetos em diversos continentes, conectando artistas, cientistas e instituições em torno da conservação de espécies ameaçadas e ecossistemas estratégicos.


“Esta exposição apresenta quatro símbolos icônicos da Mata Atlântica — espécies que a SPVS trabalha com muita atenção para proteger. Essa floresta sofreu uma devastação imensa ao longo dos últimos séculos, e o trabalho da SPVS é vital não apenas para preservá-la e protegê-la, mas também para restaurá-la e promover o seu renascimento natural. Esta mostra celebra os 40 anos da SPVS, os 10 anos da ABUN e o amor que nutro por essa parte imensamente bela do nosso mundo", relata Kitty Harvill, AFC (Artists for Conservation) e cofundadora da ABUN.


A exposição em Antonina representa um dos projetos desenvolvidos pela rede em parceria com instituições brasileiras e reforça o potencial da colaboração internacional em prol da proteção da biodiversidade.


 Parceria em favor da biodiversidade


Por meio da arte, da ciência e da educação, a mostra busca aproximar o público de uma das maiores riquezas naturais do Brasil e inspirar novas formas de engajamento em sua conservação.


Ao reunir artistas de diferentes culturas em torno de espécies ameaçadas da Mata Atlântica, a exposição demonstra que a conservação da biodiversidade ultrapassa fronteiras geográficas e linguísticas. A iniciativa reforça que proteger a natureza é uma responsabilidade compartilhada e que a arte pode desempenhar um papel fundamental na construção dessa consciência coletiva.


Exposição: Espécies de Animais Ameaçados da Mata Atlântica no Paraná


Período de visitação: de 18 de agosto a 18 de setembro de 2026


Local: Armazém Macedo – Rua Marquês do Herval, 136 – Antonina (PR)


Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 9h às 17h


Entrada gratuita.


Realização: ABUN (Artists & Biologists Unite for Nature) e SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental).


Sobre a SPVS


Fundada em 1984, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) é uma das mais relevantes organizações conservacionistas do Brasil, com foco na conservação da Mata Atlântica. Atua com inovação, base técnica sólida e visão restaurativa do desenvolvimento, valorizando a natureza como ativo estratégico para o bem-estar humano e para a adequada gestão territorial.

www.spvs.org.br


Foto: Divulgação SPVS