Pitty lança seu sexto álbum de inéditas

19 outubro 2026 |

 


“Sinto que estou fazendo o meu primeiro disco, essa é a minha sensação.” É assim que Pitty define o processo que deu origem a Pitty, seu sexto álbum de inéditas, que chegou às plataformas no dia 16 de outubro, pela Deck e também nos formatos CD físico e vinil. Sete anos depois de Matriz (2019), a artista apresenta um trabalho homônimo de 13 faixas que reúne diferentes perspectivas, experiências e sonoridades. 


O álbum nasceu depois de um período de pausa, escuta e reorganização. A partir de uma inspiração que, segundo Pitty, não foi racionalizada, as ideias foram surgindo e ela voltou a criar sozinha com o violão, como nos primeiros anos, quando compunha no quarto de sua casa, em Salvador. Desta vez, porém, o processo avançou para além das letras e melodias. Em seu próprio estúdio, a artista experimentou arranjos, criou riffs e pré-produziu demos, construindo a identidade musical das canções antes mesmo de entrar em estúdio para gravá-las. 


O primeiro a ouvir as novas criações foi Rafael Ramos, parceiro de longa data e responsável pela produção do álbum ao lado de Pitty. “Quando ela fez as demos, as ideias estavam meio que prontas. O riff estava lá, a batida estava lá, a forma que o refrão crescia, até as quebradas de bateria. Então, muito dessa produção vem dela apresentar uma ideia completa. Não tivemos que passar por nenhuma reformulação, porque realmente, a demo era uma coisa perfeita, já empolgava”, comenta o produtor.


Em menos de dois meses, Pitty compôs todas as músicas do álbum, em um processo de criação intenso. Em Pitty, o rock permanece no centro da linguagem musical da artista, mas não funciona como fronteira. Ao longo das 13 faixas, guitarras, riffs e baterias convivem com diferentes ritmos, texturas e possibilidades de movimento. O resultado é um disco que preserva a identidade musical de Pitty enquanto amplia as formas de expressá-la.


A abertura do álbum, Sobremesa, primeiro single do projeto, combina um riff de guitarra marcante a um refrão de forte apelo melódico. Armadura explora a possibilidade de um rock também dançante e incorpora uma referência a Clarice Lispector. Já o DESOBEDIENTE combina referências melódicas de diferentes tradições musicais com uma batida de hip-hop e o peso do rock. A faixa tem produção de Nave ao lado de Pitty e Rafael Ramos.


Felipe Vassão assina a coprodução de Sobriedade Seletiva e Pileque de Poeta, duas músicas que aproximam as guitarras da pista de dança. Não à Deriva também explora essa dimensão de movimento.


Em Caminhada, Pitty aborda parceria e sororidade, sintetizada no verso “É sobre meu braço no seu quando o corpo vacila, é ser o teu eco na frente da mesma fila”. “Amiga,” incorpora novas camadas de percussão, enquanto Álbum de Casamento dialoga com o blues. O repertório se completa com Madame, Prazer, Universo, Cuidada e Nó.


Mais de duas décadas depois de surgir como uma das vozes que transformaram o rock brasileiro, Pitty ocupa hoje um lugar raro na música brasileira: uma mulher que atravessa gerações com um repertório que segue vivo e cada vez mais relevante, sem perder a inquietação de quem ainda quer criar, experimentar e se mover. É desse encontro entre uma trajetória consolidada e o impulso de continuar descobrindo novos caminhos que nasce Pitty.


Pitty reúne, assim, diferentes dimensões da artista: a compositora que começou sozinha com o violão, a roqueira que mantém as guitarras no centro de sua linguagem e a mulher que segue experimentando novas possibilidades. Um disco que carrega sua trajetória, mas encontra sua identidade na artista que Pitty é hoje.


O projeto também ganhará os palcos em breve. Anunciada em agosto, a turnê estreia no dia 17 de outubro, em São Paulo, um dia após o lançamento, com ingressos esgotados. Também já estão esgotadas praças como Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória. Até dezembro, o show passará ainda por Curitiba (PR), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Sorocaba (SP), Balneário Camboriú (SC) e Leopoldina (MG), com os últimos ingressos à venda. Em breve serão anunciadas novas datas e cidades, ampliando a passagem do show pelo país.


FICHA TÉCNICA - “Pitty” 


Produzido por Pitty e Rafael Ramos

“DESOBEDIENTE” produzida por Pitty, Rafael Ramos e Nave

“Pileque de Poeta” e “Sobriedade Seletiva” produzidas por Pitty, Rafael Ramos e Felipe Vassão

Gravado nos Estúdios: Tambor (RJ), Space Blues (SP) e 12 Dólares (SP)

Engenheiros de Gravação: Alexandre Fontanetti, Fabio Pinczowski, Jorge Guerreiro, Matheus Gomes, Pedro Luz e Tofu Valsechi.

Mixado no Estúdio Tambor (RJ) por Rafael Ramos

Engenheiros de Mixagem: Matheus Gomes e Pedro Garcia

Masterizado no Sterling Sound (NJ-EUA) por Randy Merrill

Todas as músicas e letras por Pitty e editadas por Setevidas (Warner Chappell)

Gerenciamento de carreira: Elemess

Arte: Carol Barragana

Fotos: Jorge Daux

Encarte:

Styling: Jéssica Schneider

Beleza: Norimeke

Assistência de beleza: Francisco Nicioli

Design: Leandro Arraes


Foto: Jorge Daux

Mulheres da Bauhaus inspiram exposição de Andrea Natali

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Elas criaram tecidos, pesquisaram materiais, desenharam objetos e ajudaram a transformar a relação entre arte e vida cotidiana. A influência das mulheres da Bauhaus, porém, nem sempre veio acompanhada do reconhecimento de sua autoria.


É a partir dessas trajetórias que Andrea Natali constrói “Geometrias do Invisível”, sua primeira exposição individual, que reúne 22 peças de seda pintadas especialmente para a mostra, além de lambe-lambes com composições próprias desenvolvidas a partir dessa pesquisa. Com entrada gratuita, a exposição abriu no dia 15 de outubro, no Espaço República, em São Paulo, e permanece em cartaz até o dia 29 deste mês.


Exposição: Geometrias do Invisível

Artista: Andrea Natali

Curadoria: Renato Dib

Abertura: 15 de outubro de 2026, das 18h às 22h

Visitação: de 16 a 29 de outubro de 2026, de segunda a sábado, das 12h às 18h.

Fechado aos domingos.

Local: ESPAÇO REPÚBLICA, Av. São Luís, 86, 5o andar, São Paulo.

Entrada gratuita


***Na Foto em destaque, Andrea Natali inaugura primeira exposição solo no Espaço República, em São Paulo.  

Foto: Felipe Ghirello

 


Com a proposta de estimular o diálogo nas escolas sobre a violência contra a mulher e a prevenção do feminicídio, a Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) disponibiliza a exposição virtual “Basta de Feminicídio”. A iniciativa, que conta com a análise da psicopedagoga e escritora infantojuvenil Paula Furtado, reúne 78 cartuns que oferecem recursos pedagógicos aos professores para promover diálogos, estimular reflexões e abordar a prevenção do feminicídio no ambiente escolar.


“O cartum tem uma linguagem próxima de crianças e jovens, ideal para transmitir e fixar informações tão importantes. Na minha experiência profissional e em meus livros, o desenho é uma ferramenta educativa que cria uma conexão próxima com esse público. Espero que a análise que desenvolvi de cada cartum ajude a mostrar que a violência nunca é o caminho do amor”, explica Paula, autora de mais de 100 livros infantojuvenis e especialista em atendimento a crianças e adolescentes.


Material de apoio


Para preparar as atividades em sala de aula, os docentes precisam consultar as indicações da profissional, que classifica os cartuns por faixa etária e ajuda a selecionar as obras mais adequadas a cada etapa de ensino - a maioria é indicada para o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio.


Em cada obra, Paula acrescenta informações sobre seus aspectos simbólicos, sugestões de leitura crítica, perguntas para estimular o debate, cuidados na mediação e temas que podem ser abordados entre os alunos.


Após conhecer as interpretações da especialista, os educadores podem selecionar algumas imagens e promover debates que incentivem a análise crítica coletiva acerca das representações presentes nas imagens e da campanha de combate ao feminicídio.


“O cartunista tem como princípio defender a paz e o amor, além de denunciar a barbárie na sociedade. Por isso, a Associação dos Cartunistas do Brasil não poderia ficar de fora da luta sobre a violência contra as mulheres que, inacreditavelmente, persiste em pleno século 21. O cartum é uma força para enfrentarmos esse problema onde ele começa: nos lares, e não onde termina, no cemitério”, enfatiza o presidente da ACB, José Alberto Lovetro (JAL).


Escolas e professores que desejam saber mais sobre o projeto ou esclarecer dúvidas podem entrar em contato pelo e-mail expobastadefeminicidio@gmail.com


Sobre Paula Furtado


Paula é pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia (Facon-SP), Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae e Leitura e Escrita, também pela PUC-SP. A profissional já atuou como assessora pedagógica em escolas públicas e particulares.


Paula Furtado atende crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizado, incluindo casos complexos envolvendo traumas e situações de vulnerabilidade emocional. Nesta área da educação, a pedagoga ministra cursos para formação de educadores nas instituições de ensino público e particular e realiza palestras para pais sobre a importância de contar histórias.


Autora de mais de 100 livros infantojuvenis e criadora de jogos pedagógicos inovadores, Paula também escreve para revistas especializadas em educação e infância. A especialista em educação exerceu a função de coordenadora e supervisora psicopedagógica em diversas publicações infantis (Contos de fadas, Lendas e Folclore) com Girassol Brasil e MSP Estúdios.


Sobre a ACB


A ACB nasceu em 1988 e tem por finalidade promover o entrosamento do profissional e amador que atuam na área de humor gráfico, quadrinhos e ilustração, além de procurar desenvolver estudos para a ampliação do mercado de trabalho e valorização desses profissionais.


Tem por meta apoiar iniciativas de preservação da memória gráfica de nossos artistas e dar subsídios para o mercado de trabalho e desenvolvimento gráfico de sua profissão.  

Site da ACB


***Na imagem em destaque, o cartoon do Franciso Machado

Foto: Divulgação

 


Claudette Soares lança hoje, dia 8 de outubro, o single “Bem Feliz”, composição de Zé Manoel e Ronaldo Bastos que anuncia a chegada do álbum O Mundo É Ruim pra Quem Não Sabe Esperar, previsto para novembro. Curiosamente, este será o primeiro trabalho composto apenas por canções inéditas na carreira da cantora. A produção do álbum é de Marcus Preto e Thiago Rabello, e a ravação aconteceu no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo, entre junho de 2025 e agosto de 2026.


Ouça AQUI!


A faixa antecipa o aniversário de 91 anos da cantora, comemorado em 31 de outubro, Dia das Bruxas, como ela gosta de lembrar. E celebra também suas oito décadas de atuação ininterrupta na música brasileira, já que Claudette começou a cantar profissionalmente aos 10 anos, em programas infantis de rádio.


A parceria que dá origem à “Bem Feliz” reúne duas gerações da composição brasileira: o elegantíssimo Zé Manoel, pianista e compositor da nova geração pernambucana; e o icônico Ronaldo Bastos, letrista que ascendeu junto à turma do Clube da Esquina, autor de obras-primas como “Fé Cega, Faca Amolada” e “Cais”. A gravação tem Débora Gurgel no rhodes, Fábio Sá no baixo e nos synths, Conrado Goys no violão e guitarra, e Thiago Rabello na bateria, percussão e synths. A capa tem foto de Fábio Audi e direção de arte de Thea Severino.


Mais do que um registro comemorativo, o álbum O Mundo É Ruim pra Quem Não Sabe Esperar é um manifesto por uma vida plena e atuante em qualquer idade, com suas dores e delícias. O álbum parte da trajetória de Claudette para defender a ideia de que experiência e força criativa não têm prazo de validade, e coloca esse pensamento em prática ao reunir compositores veteranos e jovens artistas da música brasileira em parcerias compostas especialmente para este projeto.


FICHA TÉCNICA

Claudette Soares

“Bem Feliz”

(Zé Manoel/ Ronaldo Bastos)


Produzido por Marcus Preto e Thiago Rabello

Baixo e synths: Fábio Sá

Rhodes: Débora Gurgel

Violão e guitarra: Conrado Goys

Bateria, percussão e synths: Thiago Rabello

Gravado no Estúdio Da Pá Virada, em São Paulo, por Thiago Rabello

Assistente de estúdio: Victor Nery

Capa: Fábio Audi (foto) e Thea Severino (direção de arte)

Lançamento: 8 de outubro de 2025


Foto: Fabio Audi

Vicentini Gomez é destacado em Nova York entre os melhores artistas independentes de 2026

13 outubro 2026 |

 


Cineasta brasileiro integra lista internacional divulgada pela plataforma WILD FILMMAKER durante a 64ª edição do Festival de Cinema de Nova York.


O cineasta brasileiro Vicentini Gomez foi incluído na lista dos Melhores Artistas Independentes de 2026, divulgada pela plataforma WILD FILMMAKER em publicação referente à 64ª edição do New York Film Festival, um dos mais tradicionais eventos cinematográficos dos Estados Unidos, realizado entre 25 de setembro e 12 de outubro, em Nova York.


O reconhecimento foi anunciado em comunicado internacional publicado no dia 12 de outubro, sob o título "Qual é a situação do cinema independente hoje?", no qual a WILD FILMMAKER apresenta uma reflexão sobre o papel dos realizadores independentes na renovação da linguagem cinematográfica.


O texto cita cineastas como David Lynch, Martin Scorsese, Jean-Luc Godard e Pier Paolo Pasolini para discutir a importância da liberdade artística e a contribuição do cinema independente para uma indústria que, frequentemente, recorre a fórmulas já conhecidas.


"Ter mais recursos não significa produzir mais arte", afirma a publicação, defendendo que os artistas sejam reconhecidos pela força de suas obras, e não pelos orçamentos ou pelas estruturas comerciais que sustentam suas produções.


A plataforma WILD FILMMAKER destaca ainda que sua missão é identificar artistas capazes de apresentar novos pontos de vista e desenvolver uma identidade cinematográfica particular. A iniciativa já esteve presente em eventos internacionais como Cannes, Veneza e Toronto.



Para Vicentini Gomez, que completará 50 anos de carreira artística em 2027, o reconhecimento representa mais um capítulo de uma trajetória dedicada ao teatro, à televisão, ao cinema e à literatura. Ator, diretor, roteirista e produtor, mantém uma produção independente marcada pela diversidade de temas e linguagens, com obras premiadas em festivais internacionais, como o longa-metragem Doutor Hipóteses – Uma Alma Perdida na Pandemia, o documentário Ayrton – Meninices no Coração do Brasil e o média-metragem documental Y Anhembi – Rio Tietê.


Entre os novos projetos de Vicentini Gomez está o longa-metragem Doutor Hipóteses 2 – A Devassa, cujo roteiro já conquistou prêmios internacionais em Veneza, São Francisco, Roma e Los Angeles, além de Londres, onde recebeu os prêmios de Melhor Roteiro Underground e Melhor Roteirista Original no Shakespeare Film Awards 2026. O filme, um thriller que aborda a saúde mental com humor, será o marco das comemorações dos 50 anos de carreira artística de Vicentini Gomez, em 2027.


Atualmente em fase de captação de recursos, a produção busca parcerias com empresas interessadas em participar do projeto como patrocinadoras ou sócias-patrocinadoras.


Para mais informações:

https://wildfilmmaker.com/press-release-from-the-64th-new-york-film-festival-where-does-independent-cinema-stand-today/


Fotos: Divulgação

 


A música "Da Gema", das cantoras e compositoras Dayse do Banjo e Telma Tavares, artistas muito prestigiadas no meio cultural e que já gravaram com Alcione, Beth Carvalho, Fafá de Belém e Leci Brandão entre outras grandes intérpretes, foi a vencedora do 1ºFestival Mulheres na Roda de Samba", evento que foi realizado no último sábado no Museu do Samba. Escrita por duas compositoras nascidas no Rio, "Da Gema" fala do jeitinho carioca de ser e de uma cidade que, apesar de tudo, continua "maravilhosa" para àqueles que a amam. Fala de samba, do carnaval, futebol e dos "botecos em cada esquina" e é costurada por uma melodia contagiante e deliciosa que encantou júri e plateia presentes ao Festival.


Unânimes nas declarações sobre a premiação alcançada, Telma e Dayse fizeram questão de assinalar a honra de serem as vencedoras desse 1º Festival, principalmente por  ter sido realizado em um local histórico. "- Estamos muito felizes, mas, principalmente honradas por esse Festival ter sido realizado no Museu do Samba, um evento que, temos certeza, irá se tornar gigante em breve. Uma honra estar em um palco que homenageia Cartola, no Museu dirigido por sua neta Nilcemar Nogueira,  e participar de um evento que tem a assinatura dessa artista chamada  Dorina "que sempre teve o samba como bandeira". 


Aliás, regida pela batuta da também cantora e compositora Dorina, o Festival contou com as participações de algumas artistas do gênero musical que é uma das marcas culturais do nosso país. Subiram ao palco do Museu do Samba (dirigido por Nilcemar Nogueira e que tem um acervo dígno de ser visitado pela população), as cantoras Nana kozak (contemplada como o título de Melhor Intérprete), Beth Fraga, Rose Guará, Natasha Vieira, Nilse Benedicto, Thais Villela, Jandira Souza, Lazir Silva, Aninha Portal e, claro, as ganhadoras Telma Tavares e sua parceira Dayse do Banjo. 


Mas as estrelas não estavam apenas no palco ou na direção do espetáculo, a final do evento teve um júri seleto e profundo conhecedor do mundo do samba: Clarisse Grova (cantora, compositora, professora de canto, instrumentista, radialista e finalista do The Voice +), Cláudio Jorge (músico, compositor, cantor, arranjador, produtor), Jorge Cardoso (músico, compositor, produtor e diretor musical), Jhusara (cantora, compositora, ex-Trio Ternura) e Nilze Carvalho (cantora, compositora, instrumentista, bacharela em Música pela UFRJ). Um corpo de jurados formado  por artistas que, apesar de muitos desconhecerem, estão presentes nos álbuns e palcos de quase todos os sambistas e principais cantores da música brasileira. 


O 1ºFestival Mulheres na Roda de Samba reuniu 10  finalistas em 4 etapas distintas e, na finalíssima, as cantoras Clarisse Grova, Dorina e Jushara também foram ao palco para prestarem uma belíssima homenagem ao mestre Cartola.


Foto: Eulália Figueiredo

Roda Viva analisa resultado das urnas com o cientista político Carlos Melo

02 outubro 2026 |

 


O Roda Viva recebe, nesta segunda-feira (5/10), o cientista político e professor do Insper Carlos Melo para analisar o resultado das urnas no domingo. 


A bancada de entrevistadores será formada por Anna Virginia Balloussier (repórter especial da Folha de S.Paulo), Joelmir Tavares (repórter do jornal Valor Econômico), Marina Amaral (diretora da Agência Pública), Maurício Pestana (jornalista e presidente do Conselho Editorial da Revista Raça Brasil), Raquel Landim (âncora do SBT News) e Vitor Brown (jornalista e apresentador da BandNews TV). As ilustrações em tempo real são assinadas pelo cartunista Eduardo Baptistão.

 

Com apresentação de Ernesto Paglia, o Roda Viva vai ao ar, ao vivo, às 22h, na TV Cultura, com transmissão simultânea pelo YouTube e pelo site oficial da emissora.


Foto: Acervo Pessoal

Palhaços Sem Fronteiras Brasil ganha podcast em 12 de Outubro

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Como falar sobre uma guerra com uma criança? Como explicar por que alguém precisa abandonar sua casa e seu país? Ou o que acontece com uma comunidade depois de uma grande catástrofe ambiental? Há assuntos que parecem pertencer exclusivamente ao complicado mundo dos adultos. Mas será que precisa ser assim?


Inspirado nas experiências reais dos artistas da organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil (PSFB), o novo podcast da organização, que estreia nas principais plataformas digitais no dia 12 de outubro de 2026 (segunda-feira), parte justamente desse desafio: transformar relatos vividos em diferentes partes do mundo em histórias capazes de aproximar as crianças de questões complexas por meio da imaginação, do humor e da delicadeza.


Ao longo de dez episódios, os apresentadores-palhaços Donatella e João Pierre conduzem os pequenos ouvintes por histórias que atravessam lugares tão diferentes como Sudão do Sul, El Salvador, Nicarágua, Altamira, Mariana, Dourados e a Baixada Fluminense. A série combina contação de histórias, palhaçaria, efeitos sonoros e brincadeiras para tratar de conflitos, diferenças e encontros sem transformar o podcast em uma aula e, sobretudo, sem subestimar a capacidade das crianças de fazer perguntas e conclusões sobre o mundo em que vivem.


Guerra, deslocamento, desigualdade, violência, diversidade, convivência e cuidado com o outro aparecem a partir da experiência concreta de personagens e comunidades. Em vez de oferecer respostas prontas ou explicações fechadas, cada episódio parte de uma pergunta e convida crianças e adultos a pensar juntos. O que nos aproxima de alguém que parece tão diferente de nós? Existe outro caminho além da violência? Reconstruir uma comunidade significa apenas reconstruir suas casas? Pequenos gestos são mesmo capazes de produzir grandes mudanças?


O lançamento integra as comemorações dos dez anos dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil, celebrados ao longo de 2026 com uma programação que segue até o fim do ano.


O projeto foi contemplado pela 10ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Circo para a Cidade de São Paulo. O apoio contribui para ampliar a circulação e o acesso às atividades circenses na cidade, além de possibilitar a presença de um artista com atuação internacional no intercâmbio promovido pelos PSFB.


O mundo cabe numa história?


O que uma criança refugiada no Sudão do Sul, um pescador atingido pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, uma comunidade indígena no Mato Grosso do Sul e um menino que vive em um bairro marcado pela presença de gangues em El Salvador têm em comum?


À primeira vista, muito pouco. Mas os encontros vividos pelos artistas do Palhaços Sem Fronteiras Brasil revelam algo que atravessa fronteiras, línguas e circunstâncias: mesmo em contextos de crise, crianças e adultos continuam encontrando maneiras de brincar, imaginar, rir e criar vínculos.


É desse encontro entre realidades muito diferentes que nasce a temporada. As experiências acumuladas em dez anos de atuação dos PSFB servem como ponto de partida para narrativas que procuram tornar acontecimentos distantes ou conceitos abstratos mais próximos da experiência infantil. Não se trata de esconder a complexidade do mundo, mas de encontrar uma linguagem pela qual seja possível começar a conversar sobre ela.


No fundo, os dez episódios orbitam uma mesma questão: o que acontece quando pessoas de mundos diferentes conseguem realmente se encontrar?


Histórias que começam com perguntas


Cada episódio se inicia com uma pergunta lançada pelos dois palhaços. É ela que abre a porta para a viagem: os apresentadores conduzem o ouvinte até o lugar em que a história aconteceu, mas o percurso está mais próximo de uma aventura do que de uma aula de geografia.


A partir daí, o relato ganha vida por meio de convidados, piadas, efeitos sonoros e intervenções dos apresentadores. Aos poucos, aquilo que parecia ser apenas uma aventura revela uma questão maior. Ao final, Donatella e João Pierre voltam à pergunta que abriu o episódio para respondê-la e devolvê-la ao ouvinte de outro jeito.


A estrutura traduz uma das propostas centrais do projeto: explicar conceitos sem encerrar a conversa. O podcast aposta na curiosidade infantil como ferramenta para compreender o mundo e faz das perguntas, inclusive daquelas que não têm respostas fáceis, parte da experiência.


“A gente não quis criar histórias que explicassem para as crianças o que elas devem pensar sobre esses assuntos. A ideia é oferecer elementos para que elas possam perguntar, imaginar e conversar. A criança talvez não conheça palavras como deslocamento, conflito ou crise humanitária, mas entende muito bem o que significa ter que deixar sua casa, sentir medo, encontrar alguém diferente ou precisar de ajuda. É por aí que as histórias começam”, afirma Aline Moreno, que interpreta Donatella e é fundadora e diretora executiva dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil.


Sobre os Palhaços Sem Fronteiras Brasil


Desde 2016, os Palhaços Sem Fronteiras Brasil atuam com espetáculos, oficinas e ações de formação em territórios atravessados por crises humanitárias, climáticas e socioeconômicas e por situações de violência.


A organização foi a primeira operação da América Latina a integrar a Clowns Without Borders International, rede internacional de organizações que utiliza a palhaçaria e as artes circenses em contextos de vulnerabilidade e crise.


Um dos primeiros trabalhos realizados no país foi o Riso Doce, em parceria com a Cia. Cromossomos, que levou ações artísticas a comunidades ribeirinhas do Rio Doce atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), e por seus impactos no Espírito Santo. O projeto teve três edições, realizadas em 2016, 2017 e 2019.


Hoje, os Palhaços Sem Fronteiras Brasil contam com uma rede de cerca de 80 artistas profissionais e já realizaram projetos em dez estados brasileiros. As ações incluem apresentações, oficinas e formações destinadas também a profissionais que trabalham diretamente com comunidades em situação de vulnerabilidade.



Ficha Técnica

Elenco: Aline Moreno, Arthur Toyoshima

Roteiro: Clara Rellstab, Adriano Pequeno e Arthur Toyoshima

Gravação, Edição, Pós-produção e Finalização: Zamunda Estúdio

Ilustração: Marcelo Tolentino


***Na Foto em destaque, a gravação do podcast do Palhaços Sem Fronteiras Brasil

Foto: Mariana Rodrigues / Divulgação

 


Em um levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF) sobre as 20 maiores cidades do estado do Rio de Janeiro em número de unidades franqueadas, a cidade de Araruama foi a que mais se expandiu no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. 


Com um faturamento superior a R$ 46 milhões, Araruama registrou um crescimento de 11,9% no período, totalizando 129 operações de franquias. O município superou a média estadual e ficou à frente de importantes cidades da região, como Cabo Frio, São Gonçalo, Rio das Ostras e Maricá. 


Esses dados confirmam a força do franchising fora das capitais, evidenciando a intensa movimentação das marcas e a consolidação de polos de franquias em diferentes regiões do estado. Observa-se também que algumas economias locais apresentam um ritmo de recuperação superior à média nacional. 


Segue abaixo a lista com as 20 maiores cidades em franquias no Estado.


Ranking de Munícipios por Número Absoluto

Município

Operações 1º sem 2025

Operações 1° Sem 2026

Cresc. %

Araruama

115

129

12,17%

Nova Friburgo

204

219

7,35%

Resende

222

236

6,31%

Teresópolis

207

219

5,80%

Angra dos Reis

148

156

5,41%

Volta Redonda

384

404

5,21%

Cabo Frio

340

354

4,12%

Macaé

390

404

3,59%

Rio das Ostras

214

221

3,27%

Maricá

184

189

2,72%

São Gonçalo

493

506

2,64%

Rio de Janeiro

10.291

10.460

1,64%

Itaboraí

149

150

0,67%

São João de Meriti

250

251

0,40%

Niterói

1.277

1.265

-0,94%

Nova Iguaçu

551

545

-1,09%

Nilópolis

133

130

-2,26%

Campos dos Goytacazes

434

424

-2,30%

Duque de Caxias

521

506

-2,88%

Petrópolis

416

403

-3,13%



O franchising brasileiro faturou mais de R$ 149 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 9,7% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Considerando os 12 meses encerrados em junho, o faturamento chegou a R$ 314 bilhões, com avanço de 9,7%. A entidade destaca ainda a presença das franquias em quase 70% dos municípios brasileiros.


Já as franquias fluminenses faturaram aproximadamente R$ 13,7 bilhões no primeiro semestre, o que representa uma expansão de 9,3% diante do mesmo período de 2025. O Estado contabilizou uma leve alta de 1,5% em unidades, somando um total de 18.887operações.


Expo Franchising ABF Rio


Para mostrar a força do empreendedorismo brasileiro, incentivar negócios de sucesso e expandir ainda mais o setor por meio das franquias, os empreendedores terão a oportunidade de participar, de 05 a 07 de Novembro, da segunda maior feira de franquias do Brasil: a Expo Franchising ABF Rio 2026, que será realizada no Riocentro, no Rio de Janeiro.


Em sua 19ª edição, o evento promete conectar mais de 15 mil visitantes a cerca de 100 marcas expositoras, reunidas em um espaço de 3 mil m², com oportunidades para todos os perfis de investidores.


Organizada pela ABF Rio (Associação Brasileira de Franchising – Seccional RJ), a feira é um verdadeiro hub de negócios, reunindo franquias de diversos segmentos, como Alimentação, Saúde e Beleza, Educação, Tecnologia, Turismo e Limpeza, com modelos que vão desde lojas físicas e quiosques até operações home based. Os valores de investimento variam de menos de R$ 10 mil a mais de R$ 2 milhões.


Além da exposição, os visitantes terão acesso a mentorias, painéis de conteúdo e orientação especializada, com a presença de consultorias, fornecedores e especialistas em franchising. É a oportunidade ideal para quem busca investir com segurança, entender as tendências do mercado e acelerar sua jornada empreendedora.


Os ingressos estão à venda pelo site oficial da feira, com valor promocional de R$ 30 por dia, R$ 25 para duas pessoas ou R$ 50 para acesso aos três dias de evento.


Sobre ABF Rio


Desde 1990, a ABF Rio é uma entidade juridicamente independente e com diretoria própria, ligada à ABF Nacional por filosofia e por seus estatutos, participando ativamente de suas atividades de planejamento e discussão em âmbito nacional. Além dos serviços prestados aos seus associados, a organização promove cursos e eventos ligados ao setor e tem a missão de representar, defender e promover o sistema de franchising no Estado do Rio de Janeiro. A ABF Rio ainda oferece informações sobre o setor, listagem de consultores e prestadores de serviços associados e esclarecimentos iniciais sobre os passos para a montagem de uma franquia ao público em geral.


Foto: Divulgação

É hoje! Estrelado por Tom Cruise, 'Digger' estreia nos cinemas brasileiros

01 outubro 2026 |

 


Digger, primeira parceria entre o astro Tom Cruise (Top Gun, Missão: Impossível) e o cineasta vencedor do Oscar Alejandro G. Iñárritu (O Regresso, Birdman), estreia hoje (1º) nos cinemas de todo o Brasil. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, o longa já pode ser conferido em salas convencionais, IMAX® e versões com acessibilidade, após as sessões antecipadas realizadas ontem (30) em diversas cidades do país. 


Para Tom Cruise, o papel-título é um marco em sua trajetória. "É a soma de tudo que sei. (...) Fiquei tão empolgado por poder interpretar esse personagem! Trata-se do personagem mais desafiador que já existiu, de longe!", afirmou o ator em entrevista exclusiva à GQ, uma das mais extensas de sua carreira nos últimos anos. Sobre a parceria com o diretor mexicano, completou: "Quando olho para Digger e, finalmente, depois de 25 anos, conseguir trabalhar com o Iñárritu, vejo que tudo levou a isso.” 


Em uma comédia de proporções catastróficas, o filme acompanha Digger Rockwell (Cruise), o homem mais poderoso do mundo. Determinado a provar que é o salvador da humanidade, ele embarca em uma missão frenética para impedir que o desastre que ele mesmo desencadeou destrua o planeta. O elenco reúne ainda Riz Ahmed, vencedor do Oscar, John Goodman, Sandra Hüller e Jesse Plemons, ambos indicados ao Oscar, e Michael Stuhlbarg. 


Digger está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, também em salas IMAX® e em versões com acessibilidade. Os ingressos estão à venda nas bilheterias e sites das redes exibidoras. 


Sobre o filme 


O cineasta vencedor do Oscar, Alejandro G. Iñárritu está de volta com um novo filme original, Digger, estrelado por Tom Cruise no papel-título. 


O homem mais poderoso do mundo embarca em uma missão frenética para provar que é o salvador da humanidade antes que o desastre que ele mesmo provocou destrua o planeta. 


Tom Cruise estrela o filme ao lado do vencedor do Oscar, Riz Ahmed; de John Goodman; Sandra Hüller, indicada ao Oscar; Michael Stuhlbarg; e Jesse Plemons, indicado ao Oscar.  


Alejandro G. Iñárritu dirige Digger, cujo roteiro coescreveu ao lado dos vencedores do Oscar, Alexander Dinelaris & Nicolás Giacobone, e de Sabina Berman, a partir do argumento de Iñárritu & Sabina Berman. O cineasta também assina a produção, em parceria com Mary Parent, indicada ao Oscar, e Tom Cruise, com produção executiva de Joshua Grode. 


A equipe de produção criativa do cineasta Alejandro G. Iñárritu atrás das câmeras de Digger inclui seus colaboradores de longa data como o diretor de fotografia vencedor do Oscar, Emmanuel Lubezki; os designers de produção Dennis Gassner, vencedor do Oscar, e Richard Johnson; os editores Conor O'Neill e Stephen Mirrione, vencedor do Oscar; a figurinista Jacqueline West, indicada ao Oscar; o designer de maquiagem e cabelo vencedor do Oscar, Alessandro Bertolazzi; o designer de maquiagem protética vencedor do Oscar, Kazu Hiro; a diretora de elenco Francine Maisler, indicada ao Oscar; e o compositor Cosmo Sheldrake.  


A Warner Bros. Pictures apresenta uma produção Legendary Pictures, um filme de Alejandro G. Iñárritu, Digger foi filmado inteiramente em VistaVision e está em cartaz nos cinemas brasileiros a partir de 1º de outubro 


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Foto: Divulgação

 


Ludmilla está em Paris para acompanhar a Semana de Moda, que movimenta a capital francesa até 6 de outubro com desfiles, apresentações e eventos de algumas das principais grifes do mundo. 


Nesta quarta-feira (30), a cantora participa da agenda da Rabanne em Paris e circula ao lado de nomes conhecidos internacionalmente no universo da moda e do entretenimento.

 

Entre os encontros registrados estão Lori Harvey, modelo, influenciadora e personalidade da mídia americana; Amina Muaddi, estilista e designer de calçados de luxo cujas criações são usadas por celebridades; e Law Roach, um dos stylists mais conhecidos de Hollywood, responsável por trabalhos com estrelas como Zendaya e Céline Dion.

 

Ludmilla também aparece ao lado de Alex Consani, modelo internacional e personalidade das redes sociais eleita Modelo do Ano no Fashion Awards de 2024, e Alton Mason, modelo que construiu uma carreira internacional com trabalhos para grandes grifes e presença em eventos como o Met Gala.

 

A passagem por Paris coloca Ludmilla mais uma vez em contato com nomes que movimentam a cena internacional de moda e cultura. A cantora acompanha a temporada Primavera/Verão 2027 da Paris Fashion Week, realizada entre 28 de setembro e 6 de outubro.


Foto: Divulgação

Patrick Carvalho é eleito presidente da Câmara de Carapebus

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Patrick Carvalho foi eleito presidente da Câmara Municipal de Carapebus para o biênio 2027/2028. Após a escolha, o vereador celebrou a conquista nas redes sociais e destacou a responsabilidade de assumir a liderança do Legislativo, com agradecimentos a Deus, aos colegas parlamentares, à família e ao prefeito Bernard Tavares.


A eleição marca uma nova etapa na trajetória política do vereador, que afirmou receber a missão com gratidão, respeito e compromisso com o município. Na publicação, Patrick ressaltou a confiança depositada pelos demais vereadores e reconheceu a importância do apoio recebido ao longo de sua caminhada.


Parceria com Bernard Tavares é destacada

Entre os agradecimentos, Patrick Carvalho dedicou uma mensagem especial ao prefeito Bernard Tavares, a quem chamou de amigo e irmão. O vereador relembrou os momentos difíceis, as alegrias, os desafios e as conquistas compartilhados pelos dois, além de destacar a parceria construída ao longo dos anos.


Na mensagem, Patrick agradeceu pela confiança e afirmou que pretende continuar trabalhando ao lado do prefeito para contribuir com o desenvolvimento de Carapebus.


O parlamentar também fez questão de reconhecer o apoio da família, que, segundo ele, esteve presente nos diferentes momentos de sua trajetória, oferecendo incentivo e confiança.


Novo presidente promete dedicação ao município

Ao comentar a eleição, Patrick Carvalho afirmou que pretende conduzir a nova missão com responsabilidade e dedicação. O vereador também ressaltou a importância da união e do trabalho conjunto para que Carapebus continue avançando.


A manifestação foi encerrada com uma mensagem de gratidão e a expectativa de ampliar as contribuições para o município durante o período em que estará à frente do Legislativo.


Foto: Divulgação

Walcyr Carrasco conclui último romance de Jane Austen

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Mais de dois séculos depois de sua morte, o último romance de Jane Austen ganha um desfecho pelas mãos de um brasileiro. Walcyr Carrasco dá continuidade a Sanditon, manuscrito que a escritora deixou inacabado em 1817. A nova edição é lançamento da Principis, selo do Grupo Ciranda Cultural. 


A obra acompanha Charlotte Heywood, uma jovem que chega a um balneário em ascensão na costa inglesa e se vê diante de um universo marcado por paixões, interesses econômicos e tensões sociais. A narrativa preserva a ironia e a observação dos costumes que consagraram a autora de Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade e Emma, mas foi interrompida por sua morte, aos 41 anos. 


É a partir desse fragmento que Carrasco assume a história e conduz os personagens a um desfecho. O encontro une nomes separados por mais de 200 anos, de países e tradições distintas. De um lado, uma das romancistas mais influentes da literatura britânica; de outro, um dos nomes mais populares da dramaturgia brasileira. A proposta da edição é preservar a essência do universo criado por Austen e, ao mesmo tempo, permitir que a trama avance a partir da imaginação e do repertório narrativo do escritor. 


A publicação também aproxima os dois autores que, em épocas radicalmente diferentes, fizeram das relações humanas matéria-prima de seus trabalhos. A autora inglesa construiu sua presença literária a partir de um olhar agudo sobre comportamento, convenções sociais, amor, casamento e dinheiro. Carrasco transita há décadas entre literatura, teatro e televisão, com narrativas populares marcadas por conflitos familiares, afetivos e sociais. Em Sanditon, essas duas experiências passam a dividir o mesmo universo. 


O lançamento acontece em um momento de grande exposição de Carrasco, com Quem Ama Cuida no ar, em horário nobre. Com esse desafio, ele retorna aos livros para dar continuidade à última história concebida por Jane Austen e imaginar um desfecho para um enredo interrompido há mais de dois séculos. A edição de luxo conta ainda com pintura trilateral decorada, acabamento que valoriza a apresentação da obra.  


Ficha Técnica 



Título: Sanditon 


Autores: Jane Austen e Walcyr Carrasco 


Editora: Principis 


ISBN/ASIN: 978-65-5097-381-0


Páginas: 192 


Preço: 39,90 


Onde comprar: Amazon 


Sobre o autor: Walcyr Carrasco é escritor, dramaturgo, jornalista e roteirista. Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), iniciou a carreira na imprensa e posteriormente consolidou-se na literatura, no teatro e na televisão. É autor de livros infantojuvenis e de peças como Batom e Êxtase, pela qual recebeu o Prêmio Shell de melhor autor, além de ter se destacado como autor de novelas de grande sucesso na televisão brasileira. Membro da Academia Paulista de Letras desde 2008, Carrasco também é autor de A Senhora das Velas, publicado pelo selo Principis, do Grupo Ciranda Cultural. 


 Instagram: @walcyrcarrasco   


Sobre a editora: Há mais de 30 anos, o Grupo Ciranda Cultural trabalha produzindo livros para leitores de todas as idades, desde a primeira infância à melhor idade. Com diversos selos editoriais, seu maior objetivo é inspirar famílias, elevando valores através de obras únicas e com qualidade. Para a Ciranda Cultural, o livro tem o poder de ensinar, divertir, encantar e compartilhar aventuras, sonhos e emoções, além de transformar a vida das pessoas e contribuir para a construção de um mundo melhor.  


Foto1: Divulgação

Foto2: Capa - Sanditon Principis