João Bosco comemora 80 anos com show no Sesc Palladium, dia 6

30 julho 2026 |

 


O cantor e compositor mineiro João Bosco celebra 80 anos com um show pra lá de especial no Sesc Palladium, que também comemora 15 anos de funcionamento na região Centro-Sul de Belo Horizonte. A apresentação faz parte do projeto Sesc Mesa Brasil Musical e está marcada para o dia 6 de agosto (quinta-feira), às 20h. Os ingressos estarão disponíveis para retirada nos dias 23 e 30 de julho.


O Sesc destaca a importância de João Bosco para a Música Popular Brasileira (MPB). “Dono de uma trajetória brilhante e de canções que atravessam gerações, o artista sobe ao palco para um encontro especial entre cultura, emoção e solidariedade. Uma apresentação imperdível que marca a história do Sesc Palladium e reforça o compromisso do projeto com a valorização da música brasileira e a transformação social”, ressalta.


Desde a primeira edição deste ano, os ingressos são retirados exclusivamente pelo Sympla, sendo necessário doar R$ 20 (1º lote) e R$ 30 (2º lote), que serão revertidos em alimentos para o Sesc Mesa Brasil. Ou seja, não há mais necessidade de realizar troca de alimentos na bilheteria do Sesc Palladium. De acordo com a instituição, o cálculo da doação considerou a estimativa de 4 kg de alimentos por ingresso no 1º lote e 6 kg de alimentos por ingresso no 2º lote.


O primeiro lote é destinado aos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, com Credencial Sesc Plena válida. Para esta categoria, os ingressos estarão disponíveis às 19h do dia 23 de julho. Já o segundo lote engloba o público em geral, com retirada às 19h do dia 30 de julho.


Sobre João Bosco

 

Nascido em Ponte Nova, na Zona da Mata Mineira, João Bosco se tornou um dos maiores nomes da MPB, iniciando a trajetória musical ainda nos anos 1970. De acordo com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), ele tem 365 obras musicais e 749 gravações cadastradas desde então.

 

Além disso, o Ecad ainda aponta que a canção “O bêbado e a equilibrista”, parceria com Aldir Blanc, lidera o ranking das músicas mais tocadas de João Bosco no últimos cinco anos, sendo a mais regravada de todo o repertório, com 116 gravações. 


Entre os grandes nomes que já interpretaram letras de João Bosco está Elis Regina, que tem 66 canções gravadas e cadastradas no Ecad.


SHOW JOÃO BOSCO 80 ANOS / AMIGOS NOVOS E ANTIGOS

Grande Teatro Sesc Palladium

Data: 6 de agosto

Horário: 20h

Local: Rua Rio de Janeiro, 1046 | Av. Augusto de Lima, 420, Centro, BH

Mais informações: @sesc.palladium


Foto: Divulgação

 


Rafael Mininel é autor de narrativas intensas, existenciais e psicológicas que desafiam as categorias literárias tradicionais. Atravessando gêneros como fantasia sombria, terror psicológico e ficção especulativa, ele já publicou as obras “Crônicas das Brumas Densas”, “Geografia do Não”, “Exemplar de Segunda Mão” e “Quase Tudo que Eu Imaginei”. Além disso, tem contos em diferentes coletâneas e lançará os livros “Depois do Silêncio”, “A Torre que Sangra” e “Memórias Ressurgem”. Formado em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia, graduado em Gestão de Negócios pelo Centro Universitário Moura Lacerda e com MBA em Finanças pela Edgard Abreu, o autor também trabalha como bancário. 


Inspirado por acontecimentos históricos, o escritor Rafael Mininel utiliza a fantasia sombria na obra Crônicas das Brumas Densas para discutir temas que ultrapassam a ficção, como autoritarismo, violência de Estado, manipulação da memória e responsabilidade moral. Na entrevista abaixo, o autor explica como construiu uma narrativa épica que convida o leitor a refletir sobre os limites da obediência, o poder das escolhas individuais e os mecanismos que sustentam regimes de opressão.


CULTURA VIVA: Valek inicia a história como um soldado moldado para obedecer cegamente ao Império, até que um único episódio transforma completamente sua visão de mundo. O que despertou em você o desejo de contar uma história sobre o momento em que alguém decide romper com um sistema do qual sempre fez parte?

RAFAEL MININEL: A origem de Valek está em um episódio real da Guerra da Iugoslávia. Ao estudar o massacre de Srebrenica, fiquei inquieto com uma pergunta: o que acontece quando um soldado percebe que a ordem recebida destrói a própria humanidade? Quis explorar esse instante em que obedecer deixa de ser uma virtude e passa a exigir uma escolha moral. A fantasia me permitiu ampliar essa reflexão sem perder sua dimensão humana.




C.V.: Embora seja uma fantasia sombria, o livro aborda temas muito atuais, como autoritarismo, violência de Estado, perseguição e apagamento da memória. De que forma você equilibrou a criação de um universo fantástico com reflexões sobre questões tão presentes na realidade?

R.M.: Nunca enxerguei a fantasia como fuga da realidade, mas como outra maneira de observá-la. O universo de Crônicas das Brumas Densas nasceu para discutir mecanismos de poder que atravessam diferentes épocas. Quando retiramos nomes e datas, permanecem as perguntas essenciais: como o autoritarismo se instala, por que pessoas comuns participam dele e qual é o preço de resistir?


C.V.: O universo de Crônicas das Brumas Densas é marcado por figuras como o Arquivista Sombrio e a Primeira Voz, que tornam a memória e a linguagem elementos centrais da narrativa. Como surgiu essa mitologia própria e qual é o papel simbólico dessas entidades na história?

R.M.: Sempre me fascinou a ideia de que controlar narrativas pode ser tão poderoso quanto controlar exércitos. O Arquivista Sombrio representa esse perigo: ele se alimenta de versões conflitantes da realidade, dialogando inclusive com fenômenos contemporâneos, como a desinformação e as fakes news. Já a Primeira Voz simboliza a linguagem em seu estado original, anterior à manipulação, lembrando que preservar a memória também é preservar a verdade.


C.V.: Com cerca de mil páginas, capítulos curtos e um grande número de personagens, o romance apresenta uma construção bastante ambiciosa. Como foi o processo de desenvolvimento desse mundo e quais foram os maiores desafios para manter a narrativa envolvente do início ao fim?  

R.M.: O maior desafio foi equilibrar a escala épica com a experiência humana de cada personagem. Optei por capítulos curtos para manter o ritmo e permitir que diferentes histórias se cruzassem sem perder fluidez. Sempre procurei lembrar que, por maior que fosse o universo, o leitor continuaria acompanhando pessoas, não mapas ou cronologias.


C.V.: Você transita por gêneros como fantasia sombria, terror psicológico e ficção especulativa, sempre explorando conflitos existenciais. O que espera que os leitores levem consigo após acompanhar a jornada de Valek e mergulhar nas brumas desse universo?  

R.M.: Espero que o leitor termine o livro refletindo sobre a responsabilidade das próprias escolhas. O sacrifício de Led resume essa ideia: ele salva o mundo ao custo de ser completamente apagado da existência. Ninguém naquele universo lembra que ele viveu, mas o leitor lembra. Se essa memória permanecer depois da última página, então sua história continua existindo justamente onde ela mais importa.



Foto1: Divulgação / Rafael Mininel
Foto2: Divulgação / Dialética

Instituto Zezeu Capoeira Estilo Livre comemora 30 Anos com Roda de Integração, em Niterói

27 julho 2026 |


No dia 22 de agosto, a partir das 14h, o Centro Cultural Cauby Peixoto, em Niterói, será palco do Festival de Capoeiragem do Rio de Janeiro, com diversas atrações, além da Roda de Integração e das homenagens a esta rede de amigos e parceiros que marcaram a trajetória de três décadas de muito trabalho e dedicação do Instituto Zezeu Capoeira Estilo Livre. Resposável pelo evento, o Mestre Zezeu, faz um convite. "A roda é para todos que acreditam na capoeira como grito de liberdade. Vem com a gente nesta festa de celebração da nossa cultura popular!", exclama.


O Centro Cultural Cauby Peixoto fica na Alameda São Boaventura, 263 – Fonseca, Niterói, Rio de Janeiro.


Realização do evento : Mestre Zezeu e equipe


Foto: Divulgação


 


Em tributo ao consagrado produtor, diretor e fotógrafo de cinema Luiz Carlos Barreto, que faleceu nesta quarta (22), aos 98 anos, a TV Brasil apresenta uma entrevista exclusiva do homenageado nesta sexta (24), às 21h, na edição especial do programa Cine Resenha. Na sequência, às 21h30, a emissora pública exibe o clássico "Dona Flor e seus Dois Maridos" (1976). Os conteúdos estão disponíveis no app TV Brasil Play.


O veterano da sétima arte esteve no estúdio do canal em 2023 para a gravação exibida na época para comemorar as seis décadas de atividade da produtora L.C. Barreto. O cineasta e sua esposa, a ilustre produtora Lucy Barreto, conversaram com a apresentadora Priscila Rangel sobre clássicos do Cinema Novo e revelaram histórias marcantes sobre grandes produções nacionais das telonas.


O histórico longa-metragem "Dona Flor e seus Dois Maridos" foi dirigido por Bruno Barreto e baseado na obra homônima de Jorge Amado. A trama é estrelada pela diva Sônia Braga que divide a cena com os atores José Wilker e Mauro Mendonça. 


A premiada produção é uma das maiores bilheterias brasileiras de todos os tempos. Fenômeno de público no circuito, o filme foi o primeiro a superar a marca de mais de 10 milhões de espectadores nas salas do país. Com o sucesso, a película se manteve como a líder de público por mais de 30 anos. A história acompanha uma professora viúva do malandro Vadinho que se casa com um pacato farmacêutico. 


"Dona Flor divide o cinema brasileiro em antes e depois. Foi a prova de que o Brasil tem capacidade de produzir filmes de interesse internacional do ponto de vista artístico e comercial. Abriu o mercado americano e o europeu não só de cinema, como também de televisão", afirmou Luiz Carlos Barreto na atração da TV Brasil.


Conversa sobre bastidores e perspectivas do cinema nacional 


Durante a entrevista, Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto recordam o primeiro contato profissional com o cinema, mencionam a participação em grandes produções nacionais, destacam a influência de grandes parceiros como Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha. 


Luiz Carlos Barreto assinou a fotografia de dois clássicos do Cinema Novo: "Vidas Secas" (1963) e "Terra em Transe" (1967). Barretão e Lucy contam histórias curiosas sobre as produções de filmes como "Dona Flor e seus Dois Maridos", "Bye Bye Brasil" e "O Beijo no Asfalto", entre outras. 


No papo, os veteranos também explicam o fascínio da família pela sétima arte. Os filhos Bruno e Fabio Barreto se tornaram importantes cineastas. A produtora L.C. Barreto é responsável por mais de 150 títulos, entre filmes de ficção, documentários e programas de televisão. 


A experiência de concorrer ao Oscar é outro destaque do programa. Eles contam sobre como foi disputar a estatueta da Academia na categoria Melhor Filme Estrangeiro com "O Quatrilho" (1995), de Fabio Barreto, e "O Que é Isso, Companheiro?" (1998), de Bruno Barreto. Os convidados ainda discutem o orçamento do cinema brasileiro. 


Com bom-humor, Luiz Carlos Barreto ainda revela a origem do apelido Barretão. A alcunha foi concebida por Nelson Pereira dos Santos e o jornalista Ancelmo Gois ajudou a popularizar o nome pelo qual o querido diretor é carinhosamente chamado.


Lucy analisa como a L.C. Barreto se mantém por tanto tempo no mercado. Também conta sobre as homenagens que a produtora recebeu em grandes festivais de cinema como Cannes. Ela destaca a importância do reconhecimento para a sétima arte nacional. "É o valor que é dado à produção brasileira. O cinema vende a paisagem, a música, a comida, a vestimenta; enfim a cultura do país", disse. 


Luiz Carlos Barreto ainda fala sobre a perspectiva para o futuro do cinema brasileiro. Ao projetar sobre o tema, ele aborda assuntos latentes sobre o presente da indústria audiovisual e ressalta a importância de se fiscalizar a cota de tela para equalizar a concorrência entre os produtores de conteúdo. 


"A indústria do audiovisual e do cinema, além do seu fator comercial, é formadora de hábitos e costumes", pontua o diretor Barretão que ainda discute a capacidade de produção das emissoras públicas do país. 


A proposta do Cine Resenha é trazer diretores, produtores e críticos para um bate-papo sobre um filme, que será exibido na sequência. Ao apresentar produções cinematográficas nacionais premiadas, a TV Brasil amplia o espaço para o cinema brasileiro na sua programação. 



Trama da comédia "Dona Flor e seus Dois Maridos" 


A TV Brasil apresenta a primeira adaptação do romance de Jorge Amado "Dona Flor e seus Dois Maridos" para o audiovisual, lançado em 1976, com a atriz Sônia Braga no papel principal. O elenco ainda tem José Wilker, como Vadinho, e Mauro Mendonça, como Teodoro. 

O filme nacional ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado nas categorias Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora. O longa-metragem dirigido por Bruno Barreto ainda foi indicado ao BAFTA, na categoria Melhor Revelação (Sônia Braga), e ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. 

No início dos anos 1940, em Salvador, a sedutora professora Dona Flor (Sônia Braga) é casada com o mulherengo Vadinho (José Wilker) que só quer saber de farra e jogatina até altas horas nas boates da cidade. 

A vida repleta de abusos e noites em claro leva o malandro à morte precoce em um domingo de Carnaval de 1943. Viúva, Dona Flor fica inconsolável. Apesar dos inúmeros defeitos, Vadinho era um excelente amante. 

Em pouco tempo, a jovem se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade. Teodoro Madureira (Mauro Mendonça) é exatamente o oposto do primeiro marido. Dona Flor passa a ter uma vida mais estável e tranquila, porém entediante. 

Com saudades do falecido, Dona Flor acaba provocando a volta dele em espírito que só ela enxerga. De tanto "chamar" por Vadinho, um dia o fantasma do amado aparece nu para ela na cama. Seduzida pelo finado esposo, a mulher fica em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que dividem o seu leito. 

Ficha técnica Cine Resenha 
Apresentação: Priscila Rangel 
Direção: Zeca Ferreira 
Roteiro: Paulo Fernandes 
Produção: Gustavo Sá Fortes 
Coordenação: Waldecir de Oliveira 

Ficha técnica "Dona Flor e Seus Dois Maridos" 
País: Brasil. Ano: 1976. Gênero: comédia. Direção: Bruno Barreto. Elenco: Sônia Braga, José Wilker, Mauro Mendonça, Dinorah Brillanti, Nelson Xavier. Classificação indicativa: 18 anos. 118 min. Reprise. 

Ao vivo e on demand    

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.   

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.   


Cine Resenha – Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto – sexta, dia 24/7, às 21h, na TV Brasil
Sessão de cinema – "Dona Flor e seus Dois Maridos"  – sexta, dia 24/7, às 21h30, na TV Brasil   



***Na Foto em destaque, Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto em entrevista para o Cine Resenha, da TV Brasil
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Assista ao 'Show Marques', o programa de TV para toda a família

22 julho 2026 |

 



O programa "Show Marques" faz o maior sucesso na TV com muitas brincadeiras, apresentações musicais, quadros educativos e diversas atrações para o público infantil e toda a família.

O apresentador Rodrigo Marques e sua equipe prepara, toda a semana, uma edição alegre, divertida e repleta de boas mensagens para todos.

Assista pela SJ TV da G-SAT todas as quintas-feiras, às 12h e,  aos domingos, às 14h. Além disso, o programa também é exibido pela Rede NGT todos os sábados, ás 8h.

Sem dúvidas, vale a pena reunir a família e aproveitar porque a diversão é gantida!

Foto: Divulgação

 


O Dia dos Pais, comemorado em 9 de agosto, é uma oportunidade para celebrar aqueles que nos inspiram, acolhem e acompanham em diferentes momentos da vida. Pensando em tornar essa homenagem ainda mais especial, a Loja do Museu A CASA do Objeto Brasileiro preparou uma curadoria exclusiva de produtos do artesanato nacional, com opções de presentes que valorizam o fazer manual e a cultura brasileira.


Com sugestões que unem arte, design e tradição, a seleção contempla peças para diferentes estilos e perfis, incluindo pífanos, livros, vasos e esculturas, valorizando a autenticidade do artesanato brasileiro e as histórias de seus criadores. Além da loja física, a Loja do Museu A CASA disponibiliza um vale-presente que pode ser adquirido presencialmente ou através do WhatsApp +55 (11) 94254-1179.


Link da pasta com todas as fotos dos produtos: https://drive.google.com/drive/folders/1p_pAHUwyUumI0bzU1PKvcjwtiASPQhnT?usp=sharing


Sobre o Museu A CASA do Objeto Brasileiro


O Museu A CASA do Objeto Brasileiro é um espaço de referência na valorização do saber artesanal, atuando desde 1997 para proteger, difundir e atualizar suas tradições. Criado pela economista Renata Mellão, o museu fomenta a produção artesanal por meio de exposições, projetos, programação cultural e parcerias institucionais. Seu acervo inclui peças de Mestres Artesãos como Espedito Seleiro e de comunidades como os Baniwa e os ceramistas do Xingu.


Mais do que preservar, o museu atua ativamente na valorização do fazer manual como ferramenta de desenvolvimento social e econômico. Suas iniciativas incentivam a autonomia dos artesãos e artesãs, garantindo o reconhecimento de seus saberes e respeitando a identidade cultural de cada comunidade. Por meio de programas educativos, capacitações e pesquisas, o museu estabelece pontes entre tradição e inovação, fortalecendo a produção artesanal em diferentes territórios.


Ao longo de sua trajetória, o Museu A CASA consolidou-se como um importante polo de pesquisa e reflexão sobre o artesanato brasileiro. Suas exposições revelam a diversidade das práticas artesanais no país, abrangendo técnicas como a cerâmica indígena, as rendas, os trançados e a marcenaria. Além disso, promove iniciativas que aproximam artesãos, designers, pesquisadores e o público interessado na cultura material brasileira.


Desde 2008, o Museu A CASA realiza o Prêmio Objeto Brasileiro, um dos principais reconhecimentos do setor, voltado para a produção artesanal contemporânea. Com nove edições realizadas, o prêmio já recebeu quase duas mil inscrições, destacando a inovação e a excelência do fazer artesanal no Brasil.


Com um olhar atento à tradição e ao futuro do artesanato, o Museu A CASA segue impulsionando novas narrativas e promovendo o encontro entre diferentes gerações de criadores, pesquisadores e apreciadores do objeto brasileiro.


Sobre a Loja do Museu A CASA


A Loja do Museu A CASA é uma extensão do trabalho do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, oferecendo ao público a oportunidade de adquirir peças criadas por artesãos e comunidades de diversas regiões do país. Seu acervo é cuidadosamente selecionado para destacar a riqueza do artesanato brasileiro, valorizando materiais, técnicas e expressões culturais únicas.


Cada peça disponível na Loja do Museu A CASA carrega a história e a identidade de seus criadores, conectando tradição e contemporaneidade. O espaço busca promover a sustentabilidade da produção artesanal, garantindo que os artesãos sejam remunerados de forma justa e que seus saberes sejam preservados.


Além de objetos de decoração e utilitários, a loja apresenta uma curadoria especial de peças autorais, muitas delas fruto de parcerias entre designers e mestres artesãos. Dessa forma, a Loja do Museu A CASA se torna um ponto de encontro entre diferentes públicos, incentivando o consumo consciente e a valorização do fazer manual brasileiro.


Local: Museu A CASA do Objeto Brasileiro

(Av. Pedroso de Morais, 1216/1234 - Pinheiros , São Paulo - SP, 05420-001)

Horário do Museu: De quarta a domingo, das 10h às 18h 

Horário da Loja: De terça a sábado, das 10h às 18h. Domingo, das 12h às 18h

Telefone da Loja: +55 11 94254-1179


Mais informações:

Tel: +55 11 3814-9711

E-mail| Site | Instagram


***Na Foto em destaque, o Livro A Natureza das Cores Brasileiras

Foto: Divulgação

Djavan ganha biografia nos seus 50 anos de carreira

20 julho 2026 |

 


Em meio às celebrações de seus 50 anos de carreira, Djavan ganha uma nova homenagem para além dos palcos. O livro Djavan – dizem que o amor atrai, de Tiago Ramos e Mattos, chega aos fãs como uma oportunidade de conhecer a trajetória, memórias e detalhes de um artista que soube “djavanear” a própria existência, transformando sentimentos, afetos e observações do cotidiano em melodias que atravessam gerações. 


A obra percorre diferentes fases do “jardim da vida” do músico, desde a infância em Maceió e a influência decisiva de sua mãe, Dona Virgínia, até a consagração nacional e internacional. O autor apresenta aspectos da formação do alagoano, destacando como suas origens, ancestralidade africana e relação com a natureza contribuíram para a criação de uma identidade única. Essas fontes alimentaram uma arte singular e a capacidade de traduzir o amor como quem conversa baixinho com a alma. 


Cantar é tirar o que está “guardado dentro” e dar-se para doar um universo encantado. É preciso dividir para resistir. A arte de cantar é, assim, extravasar o que o coração não comporta. Para Djavan, é ponte, não monólogo (...) É mérito que move o dom e anima as almas. (Djavan – dizem que o amor atrai, p. 10) 


Entre as histórias resgatadas estão momentos fundamentais da carreira do artista, como a descoberta do violão aos 16 anos, quando deixou o sonho de ser jogador de futebol para seguir a música e a chegada ao Rio de Janeiro. Para construir esse retrato, o escritor conversou com familiares de Djavan, incluindo um sobrinho e sua esposa, além da sobrinha-neta, e revisitou lugares importantes da infância em Maceió, trazendo novas perspectivas sobre sua formação e vínculos afetivos. 


A publicação apresenta revelações sobre episódios conhecidos pelos fãs, como o verdadeiro significado por trás de “Flor de Lis”, a história da colaboração que quase aconteceu com Michael Jackson, músicas censuradas durante a ditadura militar e composições inéditas. Ao revisitar cinco décadas de dedicação à MPB, o autor apresenta um retrato de um artista em constante movimento criativo, na busca pelo “esplendor em si”.   


Entre alegrias, perdas, preconceitos enfrentados, paixões, família, posicionamentos políticos e reinvenções constantes, Djavan – dizem que o amor atrai emerge como um retrato íntimo de um homem que transformou suas próprias vicissitudes em beleza. Um mergulho sensível na vida de quem aprendeu a fazer da música não apenas uma arte, mas uma forma luminosa de existir.    


Ficha Técnica: 


Título do livro: Djavan – dizem que o amor atrai 


Autor: Tiago Ramos e Mattos   


Editora: Trend Editora 


ISBN/ASIN: 978-6583187635 


Páginas: 240 


Preço: 54,90 


Onde comprar: Amazon 



Sobre o autor: Doutor em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Tiago Ramos e Mattos dedica sua trajetória ao estudo das narrativas e das histórias de grandes personalidades brasileiras. Antes de mergulhar na vida de Djavan, o autor escreveu “Silvio Santos vem aí: a biografia-reportagem do ‘patrão’”, obra em que revisitou a trajetória de um dos maiores comunicadores do país. 


Instagram: @tiago_ramos_e_mattos_  


Sobre a Trend Editora: De olho nas tendências do Brasil e do mundo, e alinhada às novidades e aos desejos do leitor, a Trend Editora surgiu com o intuito de conectar os temas mais relevantes a quem está em busca de inovação e transformação. É um selo do Grupo Ciranda Cultural que se define exatamente pelo que seu nome propõe: tendência. Sua linha editorial não é definida por categorias, mas pelo compromisso com o novo e o atual e, principalmente, com as diferentes gerações de leitores que buscam temáticas e leituras diversas.  


Redes sociais da editora: Site | Instagram | TikTok | YouTube    


***Na Foto1, a Capa - Djavan: dizem que o amor atrai, da Trend Editora

***Na Foto2, o Doutor em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Tiago Ramos e Mattos


Fotos: Divulgação


A fisioterapia é fundamental para a recuperação pós-cirurgia de joelho, pois acelera a restauração da mobilidade, fortalece musculatura e reduz dor e inchaço. Através de exercícios específicos, técnicas manuais e terapia física, o fisioterapeuta melhora a amplitude de movimento, previne rigidez e evita compensações que podem causar novas lesões. 


De acordo com a especialista Leticia Martins De Lima Becker, coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, a partir da reabilitação orientada é possível que o paciente tenha um retorno mais rápido às atividades diárias e esportivas. “A fisioterapia nesse período melhora a funcionalidade e a qualidade de vida, além de diminuir o risco de complicações e recidivas", destaca. 


A fisioterapeuta explica, que uma ruptura do ligamento do joelho, por exemplo, é uma lesão afeta a mobilidade e a saúde geral do paciente.

 

“Os ligamentos do joelho desempenham um papel crucial na estabilização da articulação, e uma lesão nessa área pode exigir intervenção cirúrgica para reparo e uma recuperação cuidadosa. Os ligamentos mais frequentemente afetados no joelho são o ligamento cruzado anterior (LCA) e o ligamento colateral medial (LCM). Essas lesões podem variar em gravidade, mas quando um ligamento é completamente rompido, a cirurgia é muitas vezes necessária para restaurar a estabilidade da articulação”, explica.

 

Após a cirurgia de reparo do ligamento do joelho, a recuperação bem-sucedida exige um processo gradual de reabilitação, e é aí que a fisioterapia desempenha um papel fundamental. Letícia destaca algumas das maneiras pelas quais a fisioterapia é essencial na recuperação pós-cirurgia. Confira:


Restauração da Amplitude de Movimento: Após a cirurgia no ligamento do joelho, é comum que o joelho fique rígido, limitando a sua capacidade de se mover completamente. Para enfrentar esse desafio, as sessões de fisioterapia são projetadas de forma personalizada, incluindo exercícios específicos destinados a recuperar gradualmente a flexibilidade e a amplitude de movimento do joelho. Isso envolve uma série de movimentos, como flexão e extensão do joelho, com o objetivo de permitir ao paciente voltar à sua faixa completa de movimento natural.


Fortalecimento Muscular: Os músculos que circundam o joelho desempenham um papel crucial na estabilização da articulação, prevenção de lesões futuras e apoio à recuperação. Assim, a fisioterapia inclui exercícios direcionados e personalizados para fortalecer esses músculos. Isso pode envolver atividades como o fortalecimento dos quadríceps, isquiotibiais, músculos da panturrilha e músculos adutores. A resistência gradualmente aumenta para garantir que o paciente recupere a força muscular necessária para uma articulação estável;


Treinamento de Equilíbrio e Coordenação: A reabilitação do joelho requer a restauração da coordenação e do equilíbrio, aspectos fundamentais para a saúde da articulação. Na fisioterapia, são implementados exercícios específicos que visam melhorar o equilíbrio, como ficar em uma perna, e a coordenação, que pode incluir desafios de movimento precisos para recuperar o controle sobre a articulação;


Controle da Dor e Inchaço: Após a cirurgia do ligamento do joelho, é frequente a presença de dor e inchaço. A fisioterapia adota abordagens abrangentes, incluindo a eletrotermofototerapia, abordagem terapêutica que combina três componentes principais: eletroterapia, termoterapia e fototerapia. Cada um desses elementos tem objetivos específicos na gestão da dor, redução do inchaço e promoção da cicatrização;


Treinamento Funcional: À medida que o paciente avança em sua recuperação, os fisioterapeutas concentram-se em reintegrar movimentos funcionais no dia a dia. Isso envolve treinamento específico para atividades como caminhar, correr, saltar e outras ações relacionadas à funcionalidade do joelho, com um foco especial na segurança, estabilidade e coordenação durante esses movimentos.


Foto: Divulgação

Dia do Escritor: como conquistar leitores na era dos algoritmos

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A concorrência pela atenção do leitor é grande. Entre redes sociais, aplicativos de mensagens, mecanismos de buscas e ferramentas de Inteligência Artificial, quem escreve enfrenta um desafio que vai além da qualidade do texto: fazer com que ele seja encontrado. O Dia do Escritor, celebrado em 25 de julho, convida à reflexão sobre os novos caminhos para a profissão e as habilidades necessárias para conquistar leitores na era dos algoritmos.


Pesquisa realizada pelo Aláfia Lab, laboratório de inovação referência em internet, comunicação e sociedade, mostra as mudanças no hábito de consumo da informação pelos brasileiros. Mais da metade da população (51,6%) utiliza as redes sociais com esta finalidade, sendo Instagram, Youtube e Facebook, nesta ordem, os mais populares. Em seguida, estão canais de TV (49,6%), sites de notícias (38,3%), mecanismos de busca (29,2%) e aplicativos de mensagem (21,5%). Nesta categoria, o WhatsApp lidera com folga, sendo utilizado por 90,1% dos entrevistados. 


“Outro achado relevante da pesquisa é sobre o consumo de conteúdos recomendados pelos algoritmos. Questionamos os entrevistados se eles costumam acessar ou consumir conteúdos recomendados pelas plataformas digitais. As respostas mostraram que os usuários tendem a acessar a sugestão algorítmica”, informa o Aláfia Lab.


Os dados retratam como é acirrada a disputa pela atenção do leitor, que tem acesso a informações por diferentes canais simultaneamente. Paralelamente, os hábitos também mudaram. A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada em 2024 pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), revelou que 53% da população não havia lido parte de algum livro nos três meses anteriores ao levantamento, enquanto 47% eram considerados leitores. 


“Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual é ainda menor, de 27% dos brasileiros. A redução de leitores identificada na série histórica da pesquisa se deu em todos os perfis e segmentos pesquisados: por faixa etária, gênero, escolaridade, classe, renda e entre estudantes e não estudantes”, destaca a CBL.


Da escrita à encontrabilidade: como chegar ao leitor


Se antes o principal desafio era produzir um bom texto, hoje é preciso compreender como ele será descoberto pelo público. Estratégias de otimização para mecanismos de busca (SEO), escolha de palavras-chave, distribuição em diferentes plataformas e conhecimento sobre o comportamento do público passaram a fazer parte da rotina de quem deseja ampliar o alcance do que escreve.


"Escrever bem continua sendo o ponto de partida, mas não garante que o conteúdo será encontrado. Hoje, quem produz conteúdo precisa entender como as pessoas pesquisam, quais dúvidas elas querem responder e como os mecanismos de busca interpretam essas intenções”, analisa a CEO da Experta, agência especializada em SEO,  Flávia Crizanto.


Ela defende que SEO não significa escrever para robôs. “Significa facilitar o encontro entre quem procura uma informação e quem é capaz de oferecê-la com qualidade. Quanto melhor essa conexão, maiores são as chances de o conteúdo gerar valor para o leitor.”


Ela explica que a observação das mudanças de comportamento do consumo de informação fez a Experta desenvolver a metodologia da Encontrabilidade. “A proposta é fazer marcas, empresas e profissionais serem encontrados e escolhidos em todos os pontos de contato digitais, de Google e YouTube a redes sociais e IAs generativas”, explica.


Na prática, isso implica combinar estratégias de SEO, otimização para motores de resposta (AEO) e busca social para conectar o conteúdo à intenção de busca das pessoas e transformar atenção em ação. “O objetivo continua sendo o mesmo: produzir conteúdo útil, relevante e confiável. A tecnologia muda os caminhos até o leitor, mas é a qualidade da informação que faz com que ele permaneça.”


A necessidade de tornar os textos encontráveis acompanha o novo comportamento dos leitores. “Somos uma sociedade multifacetada. Hoje, assistimos à televisão ao mesmo tempo que lemos um texto, ao mesmo tempo que estamos com o celular ligado ao lado, então, tudo isso vai, evidentemente, dispersar a concentração”, afirma a professora de Filosofia da Educação e diretora da Faculdade de Educação da USP, Carlota Boto, ao periódico da instituição. Ela reconhece que as atividades digitais são mais atrativas pela conectividade rápida e imediata. Flávia complementa que a presença no ambiente digital precisa ser estratégica.


Dicas para os escritores


Na hora de escrever um texto, há orientações que podem ajudar a atrair os leitores:


Conheça o seu público


A escrita precisa ter endereço certo. Definir o público-alvo do texto é o primeiro passo para chegar até ele. A partir dessa definição, fica mais fácil adaptar os temas abordados e a linguagem que será usada.


Use títulos claros e objetivos


O título é o primeiro contato do leitor com o conteúdo. Evitar termos genéricos e deixar claro qual assunto será tratado no texto é uma forma de atrair as pessoas interessadas no assunto.


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Foto: Magnific

Simone no Vivo Rio com novo show, 'Que mulher é essa?!'

18 julho 2026 |


O novo show zero de Simone. Toda mulher já nasce com um roteiro esperado. Nele, a que deseja demais, a que ocupa espaço além do combinado, a que abre a boca na hora errada, termina sempre do mesmo jeito: calada, corrigida, posta pra fora. Simone não seguiu. Cinquenta anos de carreira e ela ainda escolhe o risco. Não o conforto do legado, não a reverência garantida. O risco, de novo, de outra forma, com gente nova. "Que mulher é essa?" não é tributo. É o primeiro de uma nova fase, com direção musical e arranjos de Ana Frango Elétrico e direção artística  e figurinos de Ronaldo Fraga, parceiros que trazem novos olhares e novas referências. Mari Pitta assina iluminação e cenário com Ronaldo. No Rio de Janeiro, Simone se apresenta no Vivo Rio no dia 7 de agosto de 2026, às 21h.


Ingressos:  https://www.ticket360.com.br/evento/33182/ingressos-para-simone-que-mulher-e-essa


A talentosa banda conta com Chico Lira no piano, Giordano Bruno no baixo, Vitor Cabral na bateria e Filipe Coimbra no violão e na guitarra.


Abrir-se para isso, nesse estágio, já é uma declaração. O que move o projeto não é saudade. É apetite. A mesma força que construiu cinquenta anos de carreira quer abrir outros caminhos. O desejo, aqui, tem dona. É dela. Dela o apetite. Dela a vontade. Dela a boca que canta e a boca que diz não. No palco, ela não quer distância. Quer proximidade, o calor, a troca. Por isso a pergunta "Que mulher é essa?" é a que se faz quando não se consegue categorizar uma mulher. Quando ela não cabe só na gaveta da diva, nem na da lenda, nem na da senhora que deveria estar quieta. A resposta para essa pergunta é curta e arredia: é essa. É essa mulher que não cabe num rótulo, que fala por si e acaba falando por muitas, que carrega política e leveza na mesma frase. E o cabelo prateado, que num homem viraria autoridade, sabedoria, monumento, numa mulher é o aviso de que está na hora de sair. Para Simone, não. Ela usa ao contrário: como coroa, como presença, como prova de que desejo não tem prazo de validade. "Que Mulher É Essa?" É presença. É o lugar onde essa história deixa de ser contada e começa a acontecer. Essa mulher é Simone. E nela, o tempo não apaga. Acende.


Rio de Janeiro

Simone — “Que Mulher É Essa?!”

Data: 7 de agosto de 2026, sexta-feira

Horário: 21h

Abertura da casa: 19h

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro


Foto: Nana Moraes 

Espetáculo Maestro João Carlos Martins em Teresópolis - gratuito

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Teresópolis, na Região Serrana, será palco de uma das mais completas experiências culturais do ano nos dias 26 e 27 de julho, com a realização do Projeto Coroados – Vivaldi Sons & Cores. Apresentado pela Enel Brasil, realizado pela SixFour Eventos e a BeeArt Produções e apoiado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio, o projeto reúne uma série de experiências integradas que unem música clássica, artes visuais, formação cultural, inclusão, responsabilidade social e inspiração, tendo como grande destaque a participação do maestro João Carlos Martins, que se apresenta pela primeira vez na cidade.


A proposta transforma a praça central da cidade, a Praça da Matriz de Santa Teresa, em um grande palco a céu aberto para uma experiência imersiva, onde diferentes manifestações artísticas dialogam entre si durante toda a programação.


Um projeto que reúne diferentes experiências culturais


 A programação começa às 14h com a apresentação do produtor e percussionista DJ Marcelinho da Lua, referência nacional na mistura entre música eletrônica, bossa nova, samba e MPB. Enquanto o público chega ao evento, o artista conduz a abertura musical da tarde.


Paralelamente, acontece uma Oficina de Pintura Infantil, totalmente gratuita, com acompanhamento de artistas plásticos locais. O espaço foi pensado para estimular a criatividade das crianças e fortalecer o sentimento de pertencimento por meio da arte.


Música de excelência em um cenário histórico


Às 16h, a Orquestra FESO Pro Arte (OFESP) inicia a programação musical sob a regência do maestro Leonardo Pinto, apresentando obras de grande reconhecimento do público.


Na sequência, acontece o momento mais aguardado do evento: a entrada do maestro João Carlos Martins, que regerá As Quatro Estações, de Antonio Vivaldi, considerada uma das composições mais emblemáticas da música clássica mundial.


Reconhecido internacionalmente como um dos maiores intérpretes de Bach do século XX e exemplo de superação, João Carlos Martins estreia em Teresópolis conduzindo um espetáculo que une técnica, emoção e inspiração.


Música e pintura em perfeita sintonia


Durante toda a programação musical, quatro artistas plásticos desenvolverão, ao vivo, obras inspiradas em pontos turísticos de Teresópolis sob a ótica das quatro estações do ano. Participam da intervenção os artistas de renome internacional, com obras e exposições realizadas no Brasil e no exterior, Bruno Big, Ju Angelino, Marcelo Ment e o teresopolitano Juan de Melo Fajin.


À medida que a Orquestra FESO Pro Arte e o maestro João Carlos Martins regem a orquestra, os artistas transformarão a música em expressão visual, criando simultaneamente quatro obras inéditas.


Arte que continua transformando vidas


As telas produzidas durante o espetáculo ganharão um novo propósito após o evento. Além da experiência artística, o Projeto Coroados deixará um legado social. As obras serão destinadas ao Música para Juventude, projeto social desenvolvido pela FESO Pro Arte, e posteriormente leiloadas. Os recursos arrecadados serão revertidos para a aquisição de novos instrumentos musicais destinados aos alunos atendidos pela iniciativa.


Estrutura, tecnologia e acessibilidade


O Projeto Coroados contará com sistema de som de alta definição, uma Unidade Móvel de Produção, para as transmissões de todos os detalhes das pinturas e regências, em dois painéis de LED com 15 metros2 cada, 900 lugares sentados, banheiros VIP, duas cabines exclusivas acessíveis para pessoas com deficiência (PcD), equipe de apoio e uma UTI móvel.


Também foram previstos espaço reservado para pessoas com deficiência e monitores especializados durante a Oficina de Pintura Infantil.


Segundo dia leva inspiração ao público


A programação continua no dia 27 de julho, com o Café com Ideias, realizado em arceria com a ACIAT.

Na ocasião, João Carlos Martins apresentará a palestra "A Música Venceu", compartilhando sua trajetória de superação, resiliência e amor pela arte. O encontro terá entrada gratuita mediante inscrição


Enel Rio: Mais de 100 projetos culturais e esportivos incentivados


A Enel Rio é a maior patrocinadora de projetos culturais e esportivos no estado, por meio das leis de incentivo. No último ano, a distribuidora investiu mais de R$ 115 milhões em 108 iniciativas que beneficiaram cerca de 800 mil pessoas diretamente.

Saiba Mais.


26 de julho – Praça da Igreja de Santa Teresa – Centro – Teresópolis

14h – DJ Marcelinho da Lua e Oficina de Pintura Infantil

16h – Orquestra FESO Pro Arte

Na sequência – João Carlos Martins rege As Quatro Estações

17h50 – Encerramento

27 de julho

Café com Ideias – Primeira Igreja Batista de Teresópolis – Agriões

9h – Palestra 'A Música Venceu'.


Foto: Internet



Entre os dias 11 de agosto e 17 de novembro de 2026, às terças-feiras, a FGV Arte promove a formação “Gestão cultural: avanços, desafios e perspectivas”. As aulas, que acontecem presencialmente, das 18h às 20h, em São Paulo, abordam determinados aspectos da expansão desse campo e do modelo de gestão das OS de Cultura, bem como os desafios impostos aos gestores públicos e às entidades culturais.


A iniciativa propõe uma reflexão sobre a ampliação do setor cultural brasileiro nas últimas décadas e o crescimento da economia criativa, que, hoje, responde por 5,2% do PIB estadual paulista. Por meio de 15 encontros semanais, com carga horária total de 30 horas, as aulas pretendem debater, além de novos modelos de gestão, os desafios das diferentes linguagens artísticas e os temas emergentes para quem atua nessa esfera. Há também duas visitas programadas a espaços culturais, sendo uma obrigatória, no horário regular das aulas, e outra opcional, no período diurno.


Sob a coordenação de Regina Pacheco (FGV EAESP) e Fausto Arruda (Fundação Osesp e FGV EAESP), a programação reúne gestores públicos e privados de governos e de importantes instituições. Entre os palestrantes confirmados estão Silvia Finguerut (FGV Conhecimento), Marilia Marton (Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo), Marcelo Lopes (Fundação Osesp), Marcelo Araújo (Instituto Moreira Salles), Paulo Zuben (Santa Marcelina Cultura), Inês Bogéa (São Paulo Companhia de Dança) e Jacques Kann (Catavento Cultural e Educacional).


Os interessados devem realizar a pré-inscrição por meio do formulário online, até 25 de julho. No link, encontram-se também a programação completa e outras informações. O curso é pago e presencial.


Confira a estrutura do curso:

Módulo 1: Avanços – novos modelos de gestão para equipamentos públicos

Módulo 2: Desafios de gestão nas diferentes linguagens artísticas

Módulo 3: Perspectivas e temas emergentes


Período: 11 de agosto a 17 de novembro de 2026

Horário: Terças-feiras, das 18h00 às 20h00

Local: São Paulo (presencial)

Carga horária: 30h

Pré-inscrição: Formulário online   

Jane Duboc e Kiko Continentino fazem show dedicado a Milton Nascimento em Visconde de Mauá

15 julho 2026 |

 


Jane Duboc e Kiko Continentino são amigos de longa data e formam uma das parcerias mais refinadas da MPB, unindo a voz marcante da cantora aos arranjos sofisticados do pianista mineiro. Em show intimista de piano e voz, o duo chega ao jazz club do Terra da Luz Gastronomia & Hotelaria, em Visconde de Mauá, nos dias 16, 17 e 18 de julho, às 21h (abertura da casa às 19h). O repertório contará com pérolas dos integrantes do Clube da Esquina, além de autorais de Continentino, como a canção que dá título ao projeto - com letra de Simone Guimarães. 


A dupla, que já percorreu o Brasil e o exterior, dessa vez homenageia Milton Nascimento, ícone da música mundial, com quem Kiko trabalhou por quase 25 anos. Constam no programa clássicos como “Travessia”, “Certas Canções” e “Clube da Esquina 2”, além de autores como Flávio Venturini, Lô Borges, Beto Guedes e Toninho Horta. Algumas parcerias de Kiko com Milton estão contempladas no programa, em arranjos inéditos concebidos para a linda voz de Jane Duboc, eleita pela revista Rolling Stone Brasil uma das 100 maiores vozes da música brasileira.


Ficha técnica:


Voz e violão: Jane Duboc 


Piano: Kiko Continentino


Assessoria de imprensa: Carlos Pinho


Local: Terra da Luz Gastronomia & Hotelaria – Alameda Gastronômica, s/n, na Vila de Maringá, na região de Visconde de Mauá, Resende - RJ


Apresentações: dias 16, 17 e 18 de julho, às 21h (abertura às 19h)


Informações e reservas: (24) 99254-5715


Redes sociais:

https://www.instagram.com/janedubocoficial/

https://www.instagram.com/kikocontinentino/

https://www.instagram.com/pousadaterradaluz/

Site: https://pousadaterradaluz.com.br/agenda.asp


Foto: Divulgação

 


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, nos dias 23 e 24 de julho (quinta e sexta-feira), às 19h, a última etapa musical do Festival CAIXA Ano Cultural Brasil-China, que já passou por quatro capitais brasileiras promovendo um intercâmbio cultural entre artistas dos dois países. No dia 23 (quinta-feira), a atração fica por conta do trombonista e cantor carioca Josiel Konrad (JK). Já no dia 24 o espaço recebe o  saxofonista, cantor e compositor chinês Reny Bao. A entrada é gratuita.


O evento, que já esteve em Salvador, Recife, Curitiba e Fortaleza, atravessa e aproxima diferentes idiomas e sonoridades. Na etapa carioca, JK apresenta no dia 23 (quinta-feira) o repertório do álbum “Boca no Trombone”, trabalho em que aproxima o funk brasileiro do jazz contemporâneo em uma linguagem pioneira, sem abrir mão de influências da música popular brasileira, da bossa nova, do blues e do R&B. Natural de Austin, na Baixada Fluminense, o trombonista e cantor construiu uma trajetória com apresentações no Brasil e no exterior e leva ao palco uma sonoridade que celebra a diversidade cultural brasileira e reafirma as origens populares do jazz.


Já no dia 24 (sexta-feira), o público conhecerá mais do trabalho de Reny Bao, que é reconhecido como um dos principais nomes da nova geração do jazz em seu país, o artista tem atuação de destaque no circuito internacional, com apresentações em importantes festivais na Ásia, Europa e Américas, além de formação no Conservatório de Música de Xangai e na Escola de Música Aaron Copland, em Nova York. Como intérprete e artista de gravação, Bao participou de importantes produções televisivas chinesas, incluindo “The Voice of China”, “I Am a Singer-Songwriter” e “Masked Singer”. Ele recebeu o prêmio de “Melhor Composição Original de Jazz” e o “Prêmio de Ouro para Performance de Saxofone” na 2ª Competição de Jazz de Xangai. 


Troca cultural


O Festival CAIXA Ano Cultural Brasil-China propõe o fortalecimento das relações entre os dois países por meio da música, promovendo encontros entre artistas brasileiros e chineses. A iniciativa integra a programação do Ano Cultural Brasil-China 2026 e nasce a partir de uma missão cultural realizada na China, que levou artistas brasileiros para a promoção da música nacional no exterior. Agora, o intercâmbio ganha continuidade nos palcos e amplia o contato do público com diferentes expressões artísticas e referências culturais chinesas.


A parceria com a CAIXA Cultural viabiliza a abrangência do projeto, levando a programação a diferentes regiões do Brasil, do Nordeste ao Sul do país. O festival é uma realização do Instituto Rede Cuidare, com patrocínio da CAIXA.


[Música] Festival CAIXA Ano Cultural Brasil-ChinaEdição Rio de Janeiro – Josiel Konrad convida Reny Bao


Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro (Teatro Nelson Rodrigues) – Avenida República do Paraguai, 230, Centro – Rio de Janeiro, RJ

Data: 23 e 24 de julho (quinta e sexta-feira), às 19h

Entrada gratuita

Ingressos disponíveis para retirada uma hora antes das apresentações

Informações: Site CAIXA Cultural | Instagram: @caixaculturalrj

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência


***Na Foto em destaque, o trombonista e cantor Josiel Konrad

Foto: Rubens Gonçalves

 


No próximo domingo (19/7), ao meio-dia, a TV Cultura exibe mais uma edição do Bem Brasil. Em parceria com o Sesc São Paulo, a emissora transmite o show da banda Pato Fu, em comemoração aos 30 anos do álbum Gol de Quem?, completos em 2025, diretamente do Sesc Itaquera. 


Lançado em 1995 e produzido por Carlos Savalla, Gol de Quem? consolidou a banda como uma das formações mais originais da música brasileira, misturando rock alternativo, pop inventivo, experimentação sonora e letras cheias de personalidade.

 

Os fãs poderão reviver as faixas do disco em sua ordem original, além de surpresas com outras canções marcantes da trajetória do grupo e a apresentação é também uma oportunidade para novas gerações conhecerem de perto o espírito inquieto e criativo da banda. 


O espetáculo é apresentado por Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Xande Tamietti e Richard Neves, a formação atual do Pato Fu. E conta com direção musical de John Ulhoa, direção de produção de Aluizer Malab e produção executiva de Fred Douglas. 


O Bem Brasil é apresentado por Wandi Doratiotto e tem a participação de Roberta Martinelli, que interage com o público. A transmissão é ao vivo pela TV Cultura, suas afiliadas e canais digitais, além do canal do Sesc São Paulo no YouTube e da plataforma SescTV. O público também pode assistir presencialmente no Sesc Itaquera, com entrada gratuita.

 

Bem Brasil – TV Cultura

Patu Fu

Data: Domingo (19/7)

Horário: 12h

Local: Sesc Itaquera – Av. Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000

Entrada: Gratuita (não é necessário retirar ingressos)

Classificação: Livre


Funcionamento do Sesc Itaquera: quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h.

Informações: (11) 2523-9200.


A transmissão será realizada para São Paulo e todo o Brasil pela TV Cultura, afiliadas e canais digitais da emissora, além da plataforma SescTV e do canal do Sesc São Paulo no YouTube.


Foto: Divulgação

 


O sobrenome Benício já faz parte da história da dramaturgia brasileira. Agora, uma nova geração começa a escrever seu próprio capítulo. Aos 25 anos, Nilo Benício, sobrinho e afilhado de Murilo Benício, faz sua estreia em uma produção brasileira de dramaturgia vertical em português como protagonista de "Após o Divórcio, Virei Rainha", novela produzida pela Otzi Stars responsável por dezenas de novelas no formato. Essa produção será exibida no aplicativo Sua Novela, com gravações realizadas em Los Angeles.


Embora tenha construído sua carreira nos Estados Unidos e participado de produções no mercado de séries verticais, Nilo nunca escondeu o desejo de trabalhar para o público brasileiro. O novo projeto representa justamente essa aproximação com suas raízes e com um mercado que acompanha desde criança por influência da família.



Filho de pai Brasileiro que trabalha com efeitos práticos no cinema em etúdios em Paris e Los Angeles,  Paris, Nilo cresceu cercado pelo universo cinematográfico. Frequentava estreias, convivia com objetos de cena e desenvolveu desde cedo uma paixão pelo audiovisual. Depois de assistir a “Piratas do Caribe”, ganhou da avó uma fantasia de Jack Sparrow e passou meses acreditando que era o personagem. Foi ali que nasceu o sonho da atuação.


Mais do que herdar um sobrenome conhecido, Nilo destaca a influência que Murilo exerceu em sua formação.


"Meu tio me mostrou que era possível. Quando a gente vê grandes atores na tela, parece algo muito distante, quase inalcançável. Crescer tendo alguém tão próximo realizando isso me deu confiança para acreditar que, com trabalho e dedicação, eu também poderia seguir esse caminho."


A relação entre os dois vai além da admiração artística. Murilo acompanha a trajetória do sobrinho desde os primeiros testes, assistiu aos seus materiais e ofereceu conselhos importantes no início da carreira.


"Ele é meu padrinho e sempre foi muito generoso comigo. Ter alguém como ele ao meu lado é um privilégio enorme. Ele acreditou em mim desde o começo e isso fez toda a diferença."


Na novela, Nilo interpreta Rodrigo, jovem executivo do Grupo Barros que decide colocar fim ao casamento sem imaginar que sua esposa, Sofia, esconde a identidade de herdeira de um dos maiores grupos empresariais do país. O divórcio desencadeia uma trama marcada por reviravoltas, vingança, romance e disputas de poder.


Gravar uma produção inteiramente em português também representou um desafio pessoal para o ator, que vive há anos nos Estados Unidos.


"Quero muito deixar minha família brasileira orgulhosa. Estou há muito tempo fora do país, sei que hoje tenho sotaque e que meu português mudou, mas tenho muito orgulho de ser brasileiro. Um dos meus maiores sonhos é trabalhar mais vezes no Brasil e, quem sabe, um dia dividir a tela com meu tio."


Além da emoção de atuar em sua língua de origem, o formato vertical trouxe uma experiência inédita.


"Interpretar um personagem em uma língua que hoje já não é a minha principal mudou completamente meu processo como ator. Foi mais desafiador do que imaginei, mas também uma das experiências mais recompensadoras da minha carreira."


Para o diretor Thiago Carvâlhonts profissional que vem consolidando sua trajetória no mercado audiovisual norte-americano após atuar em diversas produções brasileiras, incluindo projetos ligados à HBO e à TV Globo, a escolha de Nilo reuniu talento, autenticidade e identificação com o personagem.


"O Nilo chegou ao projeto trazendo uma combinação muito rara: disciplina, sensibilidade e verdade em cena. Mesmo atuando em português depois de tantos anos vivendo fora do Brasil, ele entregou um trabalho extremamente consistente. Essa produção representa um encontro entre a nova geração de talentos brasileiros e uma linguagem audiovisual que conversa diretamente com os hábitos de consumo atuais. Foi um privilégio conduzir esse processo ao lado dele."


"Após o Divórcio, Virei Rainha" integra o catálogo do aplicativo Sua Novela, plataforma dedicada exclusivamente às novelas verticais. O formato, que já movimenta bilhões de visualizações no mercado internacional, cresce rapidamente também no Brasil e vem atraindo atores, roteiristas e diretores de grandes produções.


À frente desse movimento está a Otzi Stars, braço de conteúdo da OTZI voltado às narrativas verticais. Somente em 2026, a produtora realizou  13 novelas do gênero, consolidando-se entre as empresas brasileiras que mais investem nesse novo modelo de dramaturgia.


Para Nilo, a estreia representa muito mais do que um novo trabalho. É também um reencontro com sua identidade brasileira.


"Os filmes sempre foram magia para mim. Eles me fizeram rir, sonhar, sofrer e imaginar. Como ator, quero participar desse processo e criar histórias capazes de despertar esse mesmo sentimento em outras pessoas."


Instagram Nilo Benício: https://www.instagram.com/nilo.benicio?igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==


Sobre OTZI Studios


Fundada em 2021, a OTZI Studios nasceu para atender às transformações do consumo e da distribuição de conteúdo audiovisual, reunindo profissionais com ampla experiência em cinema, televisão e plataformas digitais.


A empresa reúne diretores, roteiristas, produtores e executivos que participaram de projetos para alguns dos principais players globais do entretenimento, como TV Globo, Amazon Studios, Disney, Paramount e HBO, incluindo profissionais reconhecidos com o International Emmy Awards.


Seus profissionais estão ligados a obras de grande repercussão, como Cidade Invisível, Minha Mãe é uma Peça, Coisa Mais Linda e Os Mercenários, além de um sólido histórico de desenvolvimento de conteúdo original.


Por meio da Otzi Stars, seu braço dedicado ao entretenimento digital, a companhia tornou-se uma das principais produtoras brasileiras de novelas verticais. A empresa também acumula premiações no Rio WebFest, considerado o maior festival de conteúdo para web do mundo, reforçando sua vocação para formatos inovadores e narrativas voltadas às novas gerações de espectadores.


Combinando profissionais consagrados da indústria audiovisual com uma equipe especializada em novas linguagens digitais, a OTZI Studios desenvolve conteúdos que unem excelência técnica, inovação e forte conexão com os atuais hábitos de consumo de entretenimento.


Instagram: @otzistars


Foto1: Reprodução da internet

Foto2; Divulgação - Otzi Stars