O Amazon Music anuncia o Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert, uma transmissão ao vivo exclusiva que celebra a música e a carreira de Maiara & Maraisa, uma das duplas de maior sucesso no sertanejo contemporâneo. No show, que acontecerá em São Paulo no dia 25 de setembro, às 22h (horário de Brasília), Maiara & Maraisa apresentarão seus maiores sucessos acompanhadas por uma orquestra ao vivo composta apenas por mulheres em uma produção teatral especial. Durante a apresentação, a dupla também homenageará a amiga e colaboradora de longa data Marília Mendonça com a primeira apresentação ao vivo de seu novo medley Amazon Music Original, “Sentimento Louco Medley (Amazon Music Original)”. Os fãs podem assistir sem necessidade de assinatura por meio do aplicativo Amazon Music, do aplicativo Amazon Music na Fire TV e do canal do Amazon Music na Twitch (@AmazonMusicBR). O show também estará disponível para membros Prime no Prime Video. Para os fãs que desejam acompanhar o espetáculo nas telonas, a rede de cinemas Cinépolis exibirá o show ao vivo, criando uma experiência cinematográfica especial e exclusiva para o público de todo o país.  


O repertório vai reunir músicas de toda a carreira de Maiara & Maraisa, com as canções que definiram sua trajetória e conexão com o público por meio de arranjos especiais criados para a apresentação. 


AS MULHERES QUE MOLDAM A MÚSICA LATINA


O Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert faz parte da The Women Shaping Latin Music, uma celebração do Amazon Music em 2026 que homenageia nas regiões latinas dos EUA, América Latina e Espanha as mulheres que mudaram a música e a cultura latinas, além de valorizar as artistas que moldam o cenário musical hoje e de celebrar a geração que vem a seguir. No Brasil, Maiara & Maraisa personificam essa história como duas das mulheres que ajudam a influenciar o sertanejo contemporâneo, construindo uma carreira que trouxe vozes, histórias e experiências femininas para o público de todo o país e ajudou a expandir a presença de mulheres dentro de um dos gêneros mais influentes do país.


“Estamos muito empolgadas em compartilhar esse show com os fãs de todo o Brasil através de uma transmissão ao vivo, depois da realização de um sonho que foi a nossa turnê em Portugal. Vamos celebrar as músicas que fazem parte da nossa jornada, com novos arranjos, ao lado de uma orquestra composta apenas por mulheres e uma produção criada especialmente para essa noite. Nossos fãs estiveram conosco em tantos momentos da nossa carreira, e mal podemos esperar para compartilhar mais este momento com eles”, contam Maiara & Maraisa.


UM NOVO AMAZON MUSIC ORIGINAL EM HOMENAGEM A MARÍLIA MENDONÇA


Como parte do show, o Amazon Music também vai lançar um novo Amazon Music Original de Maiara & Maraisa, criado como uma homenagem especial à sua amiga e colaboradora de longa data, Marília Mendonça. O medley reúne três canções reimaginadas pela dupla com produção musical de Eduardo Pepato: “Sentimento Louco”, “Como Faz Com Ela” e “Todo Mundo Menos Você”. Pepato é produtor e colaborou tanto com a dupla quanto com Marília. As músicas foram reunidas como um medley, formato tradicional no sertanejo e muito utilizado em apresentações ao vivo, permitindo que Maiara & Maraisa homenageiem sua amiga enquanto reinterpretam suas músicas à sua própria maneira. “Sentimento Louco Medley (Amazon Music Original)” será lançado no Amazon Music em 16 de setembro, onde estará disponível com exclusividade por três meses, antes que Maiara & Maraisa apresentem o medley ao vivo pela primeira vez durante o Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert, em 25 de setembro.


O Amazon Music Original também reflete a amizade e a história musical compartilhada por Maiara & Maraisa e Marília, bem como o lugar delas dentro de uma geração de mulheres que ajudou a trazer vozes e perspectivas femininas para o centro do sertanejo. Essa conexão continua a ressoar nos fãs hoje: a canção “Esqueça-Me Se For Capaz”, com Marília Mendonça e Maiara & Maraisa, é a música de Marília mais reproduzida no Amazon Music Brasil desde que o serviço foi lançado no país, em setembro de 2019.*


“Marília será sempre uma parte importante da nossa história, tanto pessoal quanto musical”, afirmam Maiara & Maraisa. “Compartilhamos músicas, palcos e tantos momentos juntas, e apresentar este medley ao vivo pela primeira vez será muito especial para nós. É a nossa forma de homenagear a nossa amiga por meio da música e das memórias que compartilhamos.”


“Maiara & Maraisa construíram uma conexão extraordinária com o público por meio de uma música que fala sobre a vida, os relacionamentos e as experiências das mulheres, tornando-as uma parte importante da história das mulheres que moldam o sertanejo hoje”, afirma Renata Taddeo Gaspar, Head do Amazon Music Brasil. “O Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert oferece aos fãs a oportunidade de vivenciar a música e a trajetória delas de uma nova forma, enquanto a história com Marília cria um momento significativo dentro do show para homenagear a música, a amizade e a história que compartilharam. Juntas, essas histórias mostram a influência extraordinária que as mulheres tiveram, e continuam a ter, no sertanejo, na música brasileira e na cultura.”


Para acompanhar as últimas novidades, conteúdos exclusivos e atualizações sobre o Amazon Music Apresenta: Maiara e Maraisa - In Concert, siga @AmazonMusicBR no Instagram.


Foto: Divulgação


 


A moda sustentável brasileira iniciou, nesta quarta-feira (9), uma trajetória que levará dez marcas nacionais a um dos principais palcos da moda mundial. Lideradas por mulheres e selecionadas por seus atributos de sustentabilidade, design e inovação, as empresas apresentaram à imprensa, em São Paulo, peças das coleções que desembarcam na Itália ainda neste mês. O preview marca o início do Brazilian Sustainable Fashion in Milan, iniciativa promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), no âmbito do Texbrasil, com participação da Associação Brasileira da Moda Sustentável (Abrimos), que terá como ponto alto um desfile exclusivo no dia 22 de setembro, durante a Semana de Moda de Milão.

 

Mais do que levar coleções brasileiras ao exterior, a iniciativa busca dar visibilidade internacional a empresas que transformam práticas sustentáveis, saberestradicionais e matérias- primas brasileiras em produtos design, inovação e alto valor agregado.


Depois do desfile,as marcas tambémparticipam, nos dias 23 e 24 de setembro, de um showroom de negócios, ampliando a oportunidade de aproximação com compradores, parceiros e outros agentes do mercado internacional.


Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, o encontro em São Paulo é o início de um percurso que combina visibilidade, posicionamento e oportunidades concretas de internacionalização para as marcas brasileiras.


“Essa iniciativa marca o início da presença que o Brasil levará a Milão. No dia 22, apresentaremos um desfile dedicado à moda sustentável, reunindo dez marcas brasileiras lideradas por mulheres de diferentes regiões do país, selecionadas a partir de critérios que consideram, de forma integrada, sustentabilidade, design e inovação. Nos dias seguintes, essa experiência se desdobra em um showroom de negócios, criando um ambiente estratégico para que essas empresas apresentem seus produtos, ampliem sua visibilidade internacional e estabeleçam conexões com potenciais compradores. Temos uma oportunidade concreta de posicionar o Brasil na vanguarda de uma moda mais consciente, em que sustentabilidade, criatividade e inovação se traduzem também em valor e vantagem competitiva para a indústria brasileira ", destacou Maria Paula.


A seleção das participantes foi resultado de um processo estruturado, que buscou identificar empresas efetivamente comprometidas com práticas sustentáveis em diferentes dimensões. As propostas incluem matérias-primas de menor impacto, fibras certificadas, materiais biodegradáveis, tingimento vegetal, upcycling, reaproveitamento de resíduos, técnicas artesanais, biodiversidade e saberes tradicionais.

 

Para a superintendente de Marketing e Negócios da Abit, Lilian Kaddissi, o compromisso efetivo das empresas com essas práticas foi um dos pontos centrais da seleção.

 

“Fizemos um processo estruturado de mapeamento e lançamos um edital, a partir do qual dez marcas foram selecionadas. São empresas que efetivamente trabalham com práticas de sustentabilidade em diferentes aspectos. Temos essa preocupação porque, além de contar uma história, queremos empresas que estejam de fato comprometidas com a prática. É também a primeira vez que realizamos uma iniciativa como essa, levando um evento próprio do Brasil para Milão”, afirmou Lilian.


Sustentabilidade, reconhecimento e valor 


O compromisso com a sustentabilidade envolve um trabalho que muitas vezes começa anos antes de uma coleção chegar às passarelas. Para Francisca Vieira, presidente da Abrimos e fundadora da Natural Cotton Color, uma das dez marcas selecionadas, construir uma moda verdadeiramente sustentável exige investimento, adequação de processos e reconhecimento.

 


“Sustentabilidade é um valor fundamental para o futuro da moda, mas exige compromisso e investimento. A certificação GOTS (Global Organic Textile Standard), por exemplo, demandou um investimento alto e um trabalho consistente para adequar toda a nossa estrutura aos seus rigorosos padrões. Esse é um processo que vai muito além da matéria-prima: envolve toda a cadeia produtiva e a forma como a empresa opera. Mas acreditamos que a sustentabilidade, para realmente se traduzir em negócios, precisa estar associada a desejo, identidade e design. Moda é criação e expressão. É essa combinação entre responsabilidade, estética e inovação que transforma propósito em valor e abre espaço para a moda brasileira no mercado internacional”, afirmou Francisca.

 

A Natural Cotton Color tem como protagonista o algodão orgânico naturalmente colorido, cultivado pela agricultura familiar no sertão da Paraíba e utilizado sem processo de tingimento. A produção também incorpora rendas e bordados. A trajetória ajuda a traduzir um dos pontos centrais da iniciativa: não basta comunicar sustentabilidade; é preciso demonstrá-la por meio de práticas e processos e, ao mesmo tempo, transformar esses atributos em produtos capazes de competir, gerar desejo e conquistar reconhecimento no mercado internacional.

 

Esse olhar também está presente no trabalho da consultora especializada Geni Ribeiro, responsável pela curadoria da iniciativa. Para ela, o desafio está justamente em transformar a riqueza das matérias-primas, técnicas e saberes brasileiros em produtos que aliem identidade e design e possam ocupar espaço no mercado internacional.


“Não adianta a gente ir só com a boa vontade do artesanato. O artesanato é lindo, mas existe artesanato no mundo todo. Nós temos que transformar o nosso artesanato em design e, através do design, em produtos de moda desejáveis. O que vemos aqui hoje é resultado de um trabalho de desenvolvimento de produto, modelagem e, especialmente, design, que é o que o Brasil precisa mostrar no exterior”, destacou Geni.

 

A consultora acompanhou de perto processos de desenvolvimento que vão além da criação das peças e envolvem diferentes etapas da cadeia. “É preciso um trabalho completo, com design, integração da cadeia, formação de preço e desenvolvimento de produto. Acho que hoje isso ficou provado aqui e vamos ter uma experiência em Milão bastante produtiva e vitoriosa”, completou.


Dez mulheres, diferentes expressões do Brasil 


Participam da iniciativa Alina Amaral, Ana de Jour, Camila Machado Ateliê, Celeste, Ludimila Heringer, Lybethras, Natural Cotton Color, Proposta Verde, Val Valadares e Villa Dharma. As empresas vêm de diferentes regiões do país e apresentam diferentes caminhos para uma moda que combina sustentabilidade, identidade brasileira e criação contemporânea.

 

Além dos atributos relacionados à sustentabilidade e à criação, as participantes têm outro ponto em comum: todas são lideradas por mulheres. São empresárias e criadoras que transformam referências culturais, biodiversidade, técnicas artesanais, conhecimento tradicional e inovação em produtos com potencial de inserção internacional. 


Entre elas está a Celeste, marca de resortwear autoral inspirada na biodiversidade e no patrimônio artesanal brasileiro. A empresa utiliza materiais como poliamida biodegradável e algodão orgânico certificado e mantém parcerias com comunidades artesãs.

 


Para a co-fundadora e diretora criativa da marca, Juliana Spirandelli, chegar a Milão ao lado de outras empresas brasileiras é uma oportunidade de apresentar ao mercado internacional a diversidade dessa produção.

 

“Foi uma alegria ser selecionada e passar por esse edital promovido pela ApexBrasil e pelo Texbrasil para levar o melhor da moda nacional sustentável para o mundo. A nossa expectativa é maravilhosa. O Brasil tem muito a mostrar”, afirmou Juliana.


De São Paulo a Milão 


O próximo passo dessa trajetória será na Itália. No dia 22 de setembro, as dez marcas apresentarão suas coleções em um desfile exclusivo no Chiostri di San Barnaba, em Milão. Nos dias 23 e 24, participarão de um showroom de negócios voltado à aproximação com compradores, parceiros e outros agentes do mercado internacional. 


A escolha de Milão combina projeção internacional e oportunidade comercial. Em 2025, a Itália foi o segundo principal destino na União Europeia para as exportações brasileiras do complexo de moda, respondendo por 16,9% das vendas do segmento destinadas ao bloco. Naquele ano, o Brasil exportou US$ 42,3 milhões em produtos do complexo de moda para o mercado italiano. Entre janeiro e julho de 2026, as vendas somaram US$ 24,4 milhões. A ApexBrasil identificou ainda 14 oportunidades comerciais para produtos do segmento no país.

 

A iniciativa integra uma atuação mais ampla da ApexBrasil para apoiar a internacionalização das empresas brasileiras, em parceria com entidades que conhecem as características e necessidades de cada setor. No segmento têxtil e de confecção, esse trabalho é desenvolvido com a Abit por meio do Texbrasil, que, em mais de 25 anos, já apoiou cerca de 2 mil marcas na trilha da exportação e alcançou US$ 11 bilhões em negócios.

 

A presença brasileira em Milão continua entre os dias 24 e 27 de setembro, quando 23 marcas participam da White Milano, na Zona Tortona, por meio do Fashion Label Brasil – Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, desenvolvido pela ApexBrasil em parceria com a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST). Três marcas — Ludimila Heringer, Lybethras e Villa Dharma — estarão nas duas agendas.


 Foto: Divulgação

 


A Rádio Nacional comemora, neste sábado (12), 90 anos de existência de uma forma inédita. Os estúdios de todas as praças (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís, Amazônia e Alto Solimões) estarão interligados em tempo real com uma programação especial dedicada à história e à presença da emissora pública no país. Das 13h às 17h, no horário de Brasília, o programa Somos Uma Só Nacional vai reunir, em rede, apresentadores, artistas, pesquisadores, profissionais da comunicação e personagens ligados à trajetória da rádio, hoje integrante da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).  A atração também será transmitida em vídeo pelo canal no YouTube.


O especial será inédito justamente por conectar, simultaneamente, representantes das emissoras que dão forma à Nacional hoje. A transmissão contará com a participação de mais de sete apresentadores de diferentes localidades, em um encontro que aproxima o público dos profissionais que, todos os dias, constroem vínculos de confiança, afeto e serviço com seus ouvintes.


A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, afirma que a Rádio Nacional chega aos seus 90 anos como um patrimônio do país e também como uma emissora alinhada às demandas e necessidades atuais de seu público. 


"O rádio permanece vivo, forte e presente. Ele se reinventa e estamos atentos a essas transformações. Nesse cenário, a EBC tem investido na qualidade das transmissões, na produção de novos conteúdos, na modernização da presença digital e no fortalecimento das parcerias com a Rede Nacional de Comunicação Pública, por exemplo. Celebrar essa história é também reafirmar o  presente e o futuro da Nacional: uma rádio pública, sem fronteiras, conectada ao seu tempo e comprometida com a diversidade do país”, destaca Pellegrino.


“O Somos Uma Só Nacional traduz o que a emissora se tornou ao longo de 90 anos. A Nacional nasceu no Rio de Janeiro, mas hoje é uma rede presente em diferentes regiões do país. Este especial é inédito porque coloca essas emissoras em diálogo, reforçando que somos uma mesma marca pública, unida pelo compromisso de informar, prestar serviço e valorizar a cultura brasileira”, comenta o diretor-geral da EBC, Thiago Regotto.


A transmissão parte da história iniciada no Rio de Janeiro, em 1936, para celebrar a rede construída ao longo dos últimos anos, marcada pela integração e pelo compromisso de levar comunicação pública a vários territórios do Brasil, em diálogo com a sua marca registrada de ser um veículo sem fronteiras.


A programação de sábado vai contar com âncoras da Rádio Nacional de Brasília (FM 96,1 MHz e AM 980 kHz), Rio de Janeiro (FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz), São Paulo (FM 87,1 MHz), Amazônia (11.780 kHz e 6.180 kHz OC), Alto Solimões (FM 96,1 MHz) e São Luís (FM 93,7 MHz). Os ouvintes de Recife também poderão acompanhar pela frequência FM 87,1 MHz.


Programação


O Somos Uma Só Nacional vai recuperar momentos marcantes da rádio e destaca iniciativas produzidas pela EBC para celebrar o aniversário. Entre elas está o documentário 90 anos em 90 histórias, série com episódios diários em contagem regressiva para a data, entrevistas e acervos raros. O programa recebe Guilherme Strozi, Raquel Júnia e Jailton Sodré, integrantes da equipe responsável pela produção. Ouça aqui a série.


O especial também recebe o jornalista Dylan Araújo, responsável pelo Rádio Memória, webcast exibido no YouTube e nas rádios da EBC. A produção ampliou o resgate dos 90 anos a partir de registros, depoimentos e conteúdos ligados à memória da Nacional. Confira.


A edição inclui ainda entrevista com representantes da Estácio de Sá, escola de samba que preparou uma nova versão do samba-enredo em homenagem à Rádio Nacional. A composição “Alô! Alô! Brasil!” foi apresentada em 1997, nas comemorações dos 40 anos da rádio, e volta à programação comemorativa. A letra foi atualizada com os nomes da equipe atual da Nacional e reforça a importância do veículo.


Outro tema em pauta é o documentário PRK30 – O Rádio pelo Avesso, lançado nos cinemas nesta semana do aniversário da Nacional. O filme resgata o PRK-30, programa humorístico que marcou a Era de Ouro do rádio brasileiro e integrou a grade da emissora.


A celebração também terá participações de artistas de diferentes gerações e regiões do país. Estão previstas entrevistas com Marcos Valle, Hamilton de Holanda, Márcia Kambeba, Carol Carneiro e Tom Zé,  Flávio Venturini, Claudio Nucci, Flávia Bittencourt, Da Gama, Manoel Cordeiro, Patrícia Bastos, Ellen Oléria e Roberto Menescal.


Além das conversas, o especial terá quadros comemorativos. Um deles, Eu já fui Nacional, reúne depoimentos de empregados que passaram pela rádio. A edição também apresenta uma radionovela sobre a história da rede, organizada em uma linha do tempo que parte da inauguração da Nacional do Rio de Janeiro e percorre a chegada das demais emissoras da marca.


Com 90 anos de existência, a Rádio Nacional se consolidou como uma das principais referências da comunicação brasileira. Ao longo da história, a emissora acompanhou transformações culturais, políticas e sociais do país, com programação marcada por jornalismo, prestação de serviço, música, dramaturgia, esporte, cultura e forte vínculo com o público.

 


Sobre a Nacional


A Rádio Nacional foi fundada no Rio de Janeiro (RJ) pelo grupo do Jornal A Noite em 12 de setembro de 1936 com o prefixo PRE-8. Começou a ganhar força em 1940, quando foi incorporada à União e se firmou como fenômeno de expressão da cultura popular brasileira. Teve papel fundamental na transmissão de notícias para todo o território brasileiro com o Repórter Esso, apresentado pelo jornalista Heron Domingues e que se tornou sucesso de audiência. Na época, a emissora chegava a receber milhares de cartas por dia enviadas por ouvintes de todo país.


A música transformou-se em um capítulo à parte na história da Nacional. As apresentações eram realizadas por conjuntos diversos, incluindo orquestras da própria emissora. Em 1942, a Nacional inaugurou seu auditório, palco de atrações inesquecíveis sob o comando de estrelas do rádio como Paulo Gracindo e César de Alencar.


A Nacional ainda foi protagonista de uma virada histórica na comunicação ao inaugurar, em 1941, a era das radionovelas no Brasil com Em busca da felicidade. O país parava para ouvir a produção e os brasileiros se reuniam em torno do rádio com os corações atentos a cada capítulo. Se antes os ouvintes já acompanhavam narrativas do radioteatro, foi com essa atração que o formato ganhou nova dimensão e roupagem. O texto original do cubano Leandro Blanco, adaptado por Gilberto Martins, não apenas conquistou audiência, mas ajudou a consolidar uma cultura de consumo de dramaturgia que atravessaria gerações e encontraria, mais tarde, sua consagração definitiva também na televisão brasileira.


Em mais um marco de sua trajetória, a Rádio Nacional antecipou-se à própria história da nova capital federal. Quando Brasília ainda se erguia no cerrado, o rádio já fazia ecoar sua existência para todo o país. Em 31 de maio de 1958, o presidente Juscelino Kubitschek inaugurava a Rádio Nacional de Brasília. A emissora operava em ondas médias e ondas curtas, permitindo com que os candangos que trabalhavam na construção da cidade se comunicassem com suas famílias residentes em outras regiões. Esse potencial abriria caminho para a expansão da rede, em 1977, com a estreia da Rádio Nacional da Amazônia.


A Rádio Nacional acumula uma galeria de troféus que evidencia a sua relevância no cenário jornalístico e cultural. O mais recente deles veio no ano passado. O programa Tarde Nacional SP foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como melhor programa cultural de rádio de 2025.


Rádio Nacional na internet e nas redes sociais 

Site: https://radios.ebc.com.br 
Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr 
Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv 
YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr 
Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr 
X: https://x.com/radionacionalbr 
Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro 


Acesse também o site da RNCP e confira qual é a parceira da Rádio Nacional em sua região.


Foto: Arte: Marketing/EBC

Em setembro, a programação do Museu das Favelas, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (idg), integra saberes ancestrais, inovação, estética e literatura. Entre os destaques estão a 20ª Primavera dos Museus com o tema “Museu Para Todas as Pessoas”, o 1º encontro virtual da Rede de Memórias das Favelas e Periferias em diálogo com os diretores do Museu de Arte das Paneleiras do Espírito Santo (MAPES), o lançamento do livro "Severo", de Carol Rocha, e uma atividade introdutória aos conceitos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada direcionada às empreendedoras do programa Favela Tech, realizado com patrocínio da Meta.


Preservação de saberes e intercâmbio cultural


A programação começou na quarta-feira (09) com o 1º encontro virtual da Rede de Memórias das Favelas e Periferias. Com o tema "Patrimônio Imaterial — preservação de saberes ancestrais na prática", a atividade debateu o fazer comunitário e a salvaguarda de tradições populares. A edição reuniu Lucas Martins da Silva e André Sopon Pereira, diretores do Museu de Arte das Paneleiras do Espírito Santo (MAPES).


O Museu comunitário é dedicado a preservar e divulgar o trabalho das Paneleiras de Goiabeiras Velha (Vitória-ES), artesãs que confeccionam manualmente as tradicionais panelas de barro — um saber ancestral transmitido entre gerações de mulheres. Viabilizado pelo Programa Conexões, em parceria com o Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), o encontro conecta-se diretamente à "Sobre Vivências", exposição permanente no Museu das Favelas, que exibe quatro peças do MAPES cedidas em comodato.


Iniciativas projetam a periferia no mercado tecnológico, na literatura e no debate global


No sábado (12), o Museu sedia o terceiro encontro presencial do Favela Tech, programa de aceleração e formação de empreendedoras periféricas com patrocínio da Meta. Conduzido pela doutora e especialista em mídias imersivas, Lyara Oliveira, a imersão introduz as participantes no domínio prático de Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR). A iniciativa vai proporcionar às mentoradas conceitos introdutórios para a produção de conteúdos imersivos, que conectam o capital intelectual das favelas às novas economias e ao mercado global de tecnologia.


No domingo (13), a Biblioteca do Museu das Favelas torna-se palco do lançamento de ‘Severo’, romance de estreia da comunicadora e escritora Carol Rocha. Viabilizada pelo chamamento artístico Favela Ocupa, a atividade integra o inédito ‘Clube de Leitura: Escritas de Carolina’ e conta com mediação da pesquisadora Júlia Amabile. A obra rompe estereótipos ao debruçar-se sobre o envelhecimento, a saúde mental e o afeto na trajetória de um homem negro de 70 anos. O encontro promove um debate aberto sobre ancestralidade e literatura contemporânea, seguido de sessão de autógrafos.


Entre segunda-feira (21) e domingo (27), ocorre a 20ª Primavera dos Museus, que neste ano traz o tema ‘Museus para Todas as Pessoas’. A programação especial no Museu das Favelas acontece a partir de quinta-feira (24) até sábado (26) e reúne a  formação "Acessibilidade e Patrimônio: desafios contemporâneos para os museus", ministrada pelo pesquisador e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, Marcus Vinicius Rosário da Silva; a oficina sensorial "Função Lab: Favela no Toque", voltada à exploração tátil de texturas a fim de ampliar percepções e proporcionar uma experiência inclusiva; e o encontro "Afrofuturismos: imaginando e construindo prosperidades", realizado em parceria com o Bloco Eletroafro Muriçoca Soul, que promove painéis sobre música, literatura e futuros possíveis para a população negra.


Encerrando as atividades do mês, o Museu das Favelas sediará na quarta-feira (30) o "Salão de Moda e Ciência: Caminhando por Tempos Trançados". O encontro resulta de uma cooperação estratégica vinculada ao The Digital Multilogue on Fashion Education, plataforma da prestigiada Universidade de Artes de Berlim (UdK). Conduzida pelo projeto social ‘Transmutações do Feminino’, a experiência vivencial aborda o trançado capilar sob a ótica da ancestralidade e da identidade, culminando na performance coletiva ‘Escultura Crespa’, assinada pelo educador e visagista Gabriel Simplício.


SOBRE O MUSEU DAS FAVELAS


O Museu das Favelas é uma instituição do Estado de São Paulo, gerida pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (idg). Possui a missão de conectar e garantir o protagonismo das múltiplas favelas brasileiras, preservando suas memórias e potencializando suas produções culturais por meio de exposições, programações, ações educativas, pesquisa e difusão de informação. Por meio de sua relevância cultural, recebeu o Selo de Igualdade Racial 2025 e também foi premiado pela APCA 2024, na categoria Música Popular – Projetos Especiais, com a exposição ‘Racionais MC’s: O Quinto Elemento’, reconhecido também como a Melhor Atração Turística no 4º Prêmio do Afroturismo.


Na temporada de 2026, por meio da Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet, o Museu tem a Meta como mantenedora, patrocínio do Mercado Livre, apoio da EY e EATON, cooperação da Unesco e parceria institucional da CUFA – Central Única das Favelas. Localizado no Largo Páteo do Colégio, nº 148, o Museu das Favelas possui entrada gratuita, funcionando de terça-feira a domingo, das 10h às 17h. Saiba mais em: museudasfavelas.org.br.

 


Quatro das espécies mais emblemáticas e ameaçadas da Mata Atlântica brasileira são retratadas sob o olhar de artistas de diferentes partes do mundo na exposição internacional “Espécies de Animais Ameaçados da Mata Atlântica no Paraná”, em cartaz no Armazém Macedo, em Antonina (PR), até 18 de setembro. Com entrada gratuita, a mostra celebra os mais de 40 anos da SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental) e os 10 anos da ABUN (Artists & Biologists Unite for Nature), rede global que conecta arte e conservação da biodiversidade.


Produzidas por artistas da Polônia, Alemanha, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Equador, Venezuela, Nova Zelândia e Brasil, as obras homenageiam espécies que representam décadas de esforços de conservação da Mata Atlântica, entre elas o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga.


Inaugurada em 18 de agosto, a exposição pode ser visitada de segunda a domingo, das 9h às 17h. A montagem em Antonina permanece aberta até 18 de setembro e integra uma iniciativa itinerante. Informações atualizadas sobre datas e locais das próximas etapas podem ser consultadas no site da SPVS.


Mais do que uma mostra artística, a iniciativa simboliza o encontro entre ciência, arte e conservação, aproximando o público de espécies ameaçadas e das histórias de proteção que vêm garantindo sua sobrevivência ao longo das últimas décadas.


Quando arte e conservação se encontram


As obras retratam algumas das espécies mais emblemáticas e ameaçadas da Mata Atlântica, transformando conhecimento científico em sensibilização e aproximação do público com a biodiversidade brasileira.


Entre elas está o papagaio-de-cara-roxa, espécie endêmica do litoral do Paraná e de São Paulo que se tornou uma referência internacional em recuperação populacional graças ao trabalho desenvolvido pela SPVS desde o fim da década de 1990.


Também integram a mostra o papagaio-de-peito-roxo, uma das aves mais ameaçadas associadas às áreas naturais com araucária; o mico-leão-da-cara-preta, um dos primatas mais raros do planeta; e a jacutinga, ave considerada fundamental para a regeneração de áreas naturais por seu papel na dispersão de sementes.


A exposição demonstra como a arte pode atuar como uma poderosa ferramenta de sensibilização, ampliando o alcance das mensagens de conservação e criando novas conexões entre as pessoas e a biodiversidade. 


Mais de quatro décadas dedicadas à conservação da natureza


Fundada em 1984, a SPVS é uma das organizações de conservação da natureza mais tradicionais do Brasil. Ao longo de mais de quatro décadas, a instituição se tornou referência nacional na proteção da biodiversidade da Mata Atlântica, contribuindo para a conservação de mais de 100 mil hectares em unidades de conservação, apoiando a criação de 65 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e mantendo mais de 19 mil hectares de reservas próprias no litoral do Paraná.


A instituição também se destaca por programas de longo prazo voltados à conservação de espécies ameaçadas, incluindo o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga, que hoje inspiram as obras da exposição.


"Esta exposição simboliza algo muito importante para nós. Ao longo de mais de 40 anos, a SPVS tem trabalhado para proteger espécies ameaçadas e as áreas naturais das quais elas dependem para sobreviver. Grande parte desse trabalho acontece longe dos holofotes, por meio de pesquisas, monitoramentos e ações permanentes de conservação", afirma Clóvis Borges, diretor-executivo da SPVS.


Segundo ele, a mostra evidencia o alcance global da conservação da biodiversidade brasileira.


"Ver espécies como o papagaio-de-cara-roxa, o papagaio-de-peito-roxo, o mico-leão-da-cara-preta e a jacutinga sendo retratadas por artistas de diferentes países demonstra que a conservação da biodiversidade é uma causa capaz de ultrapassar fronteiras. A arte tem uma capacidade única de aproximar as pessoas da natureza, despertando emoções, curiosidade e pertencimento."


Para Clóvis, a exposição também representa a convergência entre duas trajetórias dedicadas à proteção da vida.


"Esta mostra celebra os mais de 40 anos da SPVS e os 10 anos da ABUN. São histórias diferentes, mas unidas pela mesma convicção de que conservar a biodiversidade depende não apenas da ciência, mas também da capacidade de inspirar as pessoas. Cada obra ajuda a contar a história de espécies que ainda existem porque muitas pessoas, instituições e comunidades decidiram agir para protegê-las."


Uma rede global em defesa da biodiversidade


Criada em 2016, a ABUN reúne artistas especializados em natureza e vida selvagem de diferentes países e atua em parceria com organizações conservacionistas para promover a valorização da biodiversidade por meio da produção artística.


Ao longo de uma década, a iniciativa desenvolveu projetos em diversos continentes, conectando artistas, cientistas e instituições em torno da conservação de espécies ameaçadas e ecossistemas estratégicos.


“Esta exposição apresenta quatro símbolos icônicos da Mata Atlântica — espécies que a SPVS trabalha com muita atenção para proteger. Essa floresta sofreu uma devastação imensa ao longo dos últimos séculos, e o trabalho da SPVS é vital não apenas para preservá-la e protegê-la, mas também para restaurá-la e promover o seu renascimento natural. Esta mostra celebra os 40 anos da SPVS, os 10 anos da ABUN e o amor que nutro por essa parte imensamente bela do nosso mundo", relata Kitty Harvill, AFC (Artists for Conservation) e cofundadora da ABUN.


A exposição em Antonina representa um dos projetos desenvolvidos pela rede em parceria com instituições brasileiras e reforça o potencial da colaboração internacional em prol da proteção da biodiversidade.


 Parceria em favor da biodiversidade


Por meio da arte, da ciência e da educação, a mostra busca aproximar o público de uma das maiores riquezas naturais do Brasil e inspirar novas formas de engajamento em sua conservação.


Ao reunir artistas de diferentes culturas em torno de espécies ameaçadas da Mata Atlântica, a exposição demonstra que a conservação da biodiversidade ultrapassa fronteiras geográficas e linguísticas. A iniciativa reforça que proteger a natureza é uma responsabilidade compartilhada e que a arte pode desempenhar um papel fundamental na construção dessa consciência coletiva.


Exposição: Espécies de Animais Ameaçados da Mata Atlântica no Paraná


Período de visitação: de 18 de agosto a 18 de setembro de 2026


Local: Armazém Macedo – Rua Marquês do Herval, 136 Antonina (PR)


Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 9h às 17h


Entrada gratuita.


Realização: ABUN (Artists & Biologists Unite for Nature) e SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental).


Sobre a SPVS


Fundada em 1984, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) é uma das mais relevantes organizações conservacionistas do Brasil, com foco na conservação da Mata Atlântica. Atua com inovação, base técnica sólida e visão restaurativa do desenvolvimento, valorizando a natureza como ativo estratégico para o bem-estar humano e para a adequada gestão territorial.

www.spvs.org.br


Foto: Divulgação SPVS

 


O Fórum de Responsabilidade Social da FGV Conhecimento, coordenado por André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), realizará, no dia 18 de setembro, o V Seminário de Responsabilidade Social, no Centro Cultural FGV, localizado na Praia de Botafogo, 186, no Rio de Janeiro. Gratuito e aberto ao público, o evento contará com painéis e debates temáticos, além da entrega da terceira edição do Prêmio FGV de Responsabilidade Social, que seleciona práticas exemplares voltadas à melhoria da qualidade de vida de populações em situação de vulnerabilidade social.


O seminário, fruto de uma parceria com a Aegea e a Globo, será conduzido durante a manhã pela jornalista Maju Coutinho, da Rede Globo, e, à tarde, pela cerimonialista Karen de Souza. O objetivo é promover o diálogo sobre práticas transformadoras que beneficiam a sociedade, especialmente as populações menos assistidas.


A mesa de abertura terá o tema “Populações em vulnerabilidade e segurança social”. Em seguida, haverá a cerimônia de entrega do terceiro Prêmio FGV de Responsabilidade Social, presidida por André Mendonça, ministro do STF e presidente do conselho do prêmio. Entre os participantes, na programação da manhã estarão Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e governador em exercício do Rio de Janeiro, e Eduardo Cavaliere, prefeito da cidade do Rio de Janeiro.


Para representar o setor privado, comparecerão Antonio Cláudio Ferreira Netto, diretor jurídico da Globo, Anselmo Leal, presidente da Águas do Rio, e Silvia Finguerut, coordenadora de Responsabilidade Social da FGV Conhecimento. Ilona Szabó, cofundadora e presidente do Instituto Igarapé, participa como representante do terceiro setor no debate sobre segurança.


Serão premiadas seis práticas de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), uma em cada eixo temático: educação; arte e cultura; esporte comunitário; saúde; meio ambiente e saneamento; e cultura da paz. A premiação financeira será distribuída da seguinte forma: cinco projetos receberão R$ 20 mil cada, enquanto uma, selecionada como Melhor Prática de Responsabilidade Social, receberá R$ 50 mil. Os conselheiros da iniciativa participarão da cerimônia e realizarão a entrega dos troféus.


No período da tarde, a programação será distribuída entre o Centro Cultural FGV e a sala 1429 do edifício-sede da FGV. No primeiro, o painel “Políticas públicas para a inovação social” contará com a participação de Filipe Almeida, presidente da Portugal Inovação Social, e de Rita Potyguara, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil). Em seguida, o painel “Recuperação da Baía de Guanabara” reunirá Mario Moscatelli, fundador da Manglares Consultoria Ambiental, Rejany Ferreira dos Santos, diretora-presidente do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e Maurício Dutra, coordenador do Eixo Direitos Urbanos e Socioambientais da Redes da Maré, com moderação de Anselmo Leal, presidente da Águas do Rio.


Já no segundo espaço, a primeira mesa abordará as vulnerabilidades digitais na infância e na terceira idade com a participação de Ruy Castro, jornalista, escritor e colunista do jornal Folha de São Paulo, Maria Helena Cabral e Tarcísio Cabral, fundadores do Projeto 60demais, e de Flávia Carvalho Dória, diretora executiva do Instituto Alana e CEO do AlanaLab, com moderação de Renan Ferreirinha, secretário municipal de educação do Rio entre 2021 e 2026. A segunda mesa, intitulada “Só resta a filantropia? Impactos da Reforma Tributária no terceiro setor”, contará com João Pedro Machado Nobre, assessor da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, Flávio César de Oliveira, Secretário de Fazenda do Mato Grosso do Sul e presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Lina Santin, advogada e pesquisadora do Núcleo de Estudos Fiscais da FGV e Rafael Marinelli, DPO da Fundação Coppetec, com moderação de Marcus Abraham, vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e coordenador acadêmico da FGV Justiça.


Sobre o prêmio:


O Prêmio FGV de Responsabilidade Social é uma iniciativa da FGV Conhecimento, em parceria com a Aegea e a Globo, que visa reconhecer e premiar boas práticas direcionadas à melhoria da qualidade de vida de indivíduos e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Em sua terceira edição, foram 1.338 inscrições de OSCs de todo o Brasil, distribuídas nos eixos de educação, arte e cultura, esporte comunitário, saúde, meio ambiente e saneamento e cultura da paz.


O Conselho de seleção dos premiados, coordenado pelo ministro André Mendonça, é integrado pelo ministro Antonio Carlos Ferreira, o promotor José Marinho, o bispo Abner Ferreira, dom Orani Tempesta, André Esteves, Antonio Cláudio Ferreira Netto, Lucilia Diniz, Luiza Brunet, Anselmo Leal e Robson Andrade.


Evento: V Seminário de Responsabilidade Social

18 de setembro – das 8h30 às 17h15


Endereços:

Praia de Botafogo, 186 (Centro Cultural FGV)

Praia de Botafogo, 190 (sala 1429)


Brad Pitt fala sobre treinamento com o cachorro Uber em novo featurette de 'Coração Selvagem'

08 setembro 2026 |

 


A Paramount Pictures acaba de revelar um novo vídeo de bastidores de “Coração Selvagem”. Nele, Brad Pitt relata como o treinamento com o cachorro Uber foi importante para a construção do vínculo entre seus personagens. David Ayer, diretor do filme, e Andrew Simpson, adestrador animal, também detalham as técnicas usadas em cena.


O longa conta como o agente das forças especiais James Belmont (Brad Pitt) e seu cão, Odin (Uber), se vêem perdidos em meio à mata selvagem do Alaska, após um trágico acidente aéreo. Juntos, eles viverão uma luta brutal pela sobrevivência contra a natureza em uma aventura que explora o laço entre o homem e seu melhor amigo enquanto enfrentam o seu maior desafio até ali. 


J.K Simmons e Anna Lambe também estão no elenco. Damien Chazelle integra o time de produtores executivos ao lado de Scott Lumpkin, Chris Long, Pete Chiappetta, Anthony Tittanegro, Andrew Lary, Sophie Cassidy, Zack Conroy e Cameron Alexander. O roteiro também é escrito por Alexander. Além de atuar, Brad Pitt participa também como produtor do longa. 


O filme é uma produção da Domain Entertainment, Gulfstream Pictures, Wild Chickens, Temple Hill e Kino World Production, com distribuição da Paramount Pictures. “Coração Selvagem” estreia dia 24 de setembro nos cinemas brasileiros. 


Coração Selvagem - 24 de setembro de 2026 nos cinemas

@paramountbrasil

#CoraçãoSelvagem


Filme com acessibilidade disponível através do aplicativo GRETA.


Assista ao featurette AQUI
Assista ao trailer AQUI


Foto: Divulgação

 


Participar de um show de Laura Pausini já é uma experiência única. Agora, imagine viver essa experiência durante uma viagem em alto-mar, ao lado de uma das maiores vozes da música internacional e de uma artista que construiu uma relação tão especial com o Brasil que se tornou a italiana mais brasileira de todas. É essa a proposta do Navio Laura Pausini, que reúne música, entretenimento e momentos exclusivos ao lado da artista, em um roteiro que parte do Porto de Santos e inclui paradas em Búzios e Angra dos Reis.


O projeto marca um momento histórico para a PromoAção: pela primeira vez em mais de duas décadas de trajetória, a empresa terá uma atração internacional como protagonista de um de seus navios temáticos. Depois de reunir alguns dos principais nomes da música brasileira em experiências que se tornaram referência no entretenimento em alto-mar, a companhia abre um novo capítulo ao trazer ao país uma artista de dimensão global. E a escolha de Laura Pausini torna essa estreia ainda mais simbólica.


Com mais de 70 milhões de discos vendidos, Laura Pausini é uma das artistas italianas de maior projeção internacional. A cantora interpreta músicas em seis idiomas e acumula alguns dos principais reconhecimentos da indústria, entre eles um Grammy, cinco Latin Grammy Awards, um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar. Ao longo de mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória marcada por grandes sucessos e pela capacidade de atravessar fronteiras e gerações.


No Brasil, essa história ganhou contornos ainda mais especiais. Laura construiu uma relação próxima com o público brasileiro desde o início de sua carreira internacional, transformando suas canções em parte da memória afetiva de diferentes gerações. Agora, essa conexão ganha um novo cenário: durante quatro dias, os fãs poderão estar no mesmo navio que a cantora e viver uma experiência que vai além de um show, unindo música, viagem e momentos de proximidade com a artista.


O Navio Laura Pausini chega como uma experiência exclusiva para os admiradores da cantora e representa também uma nova possibilidade para o entretenimento musical em alto-mar no país. A PromoAção, que ao longo de mais de 20 anos consolidou o formato de navios temáticos no Brasil, reúne pela primeira vez sua experiência nesse segmento com uma artista internacional de alcance mundial.


O lançamento acontece ainda em um momento de crescimento do mercado de cruzeiros no país. Segundo dados da CLIA Brasil e da Fundação Getulio Vargas (FGV), a temporada 2024/2025 movimentou aproximadamente R$ 5 bilhões na economia brasileira e gerou mais de 84 mil empregos. Paralelamente, a PromoAção registra faturamento aproximado de R$ 350 milhões por temporada com 15 navios partindo do porto de Santos, um a mais, que a temporada passada.


“Esse é um dos momentos mais importantes da história da PromoAção. Em mais de duas décadas, construímos um modelo de entretenimento que aproximou grandes artistas de seus públicos de uma maneira única. Agora, pela primeira vez, temos uma artista internacional protagonizando um dos nossos navios, e Laura Pausini representa perfeitamente a dimensão desse novo momento. Ela tem uma trajetória mundial extraordinária e uma relação muito especial com os brasileiros. Queremos que os fãs vivam uma experiência completa, não apenas assistindo a Laura, mas estando próximos dela durante uma viagem que será inesquecível”, afirma Bruno Ribeiro, vice-presidente e sócio da PromoAção.


Com o Navio Laura Pausini, o alto-mar se transforma novamente em palco para um encontro especial entre artista e público, mas desta vez com uma dimensão inédita para a PromoAção. De 5 a 8 de janeiro de 2027, Laura Pausini será a protagonista de uma experiência que celebra sua história, sua conexão com o Brasil e inaugura uma nova fase dos navios temáticos no país. 


Saiba mais: www.naviolaurapausini.com.br


Foto: Divulgação

 


Fafá de Belém será a atração de abertura do 4º Festival de Teatro Amir Haddad, no dia 18 de setembro, às 22h, com um show gratuito intitulado "Guitarradas do Pará", na Praça dos Arcos da Lapa. A apresentação, que faz parte de um festival cujo tema é "Viva o Povo Brasileiro", terá uma programação  eclética com  espetáculos de música, teatro, literatura, cinema e oficinas que irão ocupar diversos& nbsp;espaços da região. O evento será realizado entre os dias 18 e 25 de setembro e o show com Fafá de Belém  também irá celebrar duas marcas emblemáticas de uma  trajetória: 70 anos de vida e 50 de carreira. O repertório do espetáculo  "Fafá de Belém - Guitarradas do Pará" traz alguns dos grandes sucessos da artista, com releituras e arranjos diferenciados típicos da guitarrada paraense. 


O músico Manoel Cordeiro, conhecido como o mestre da guitarrada paraense, será o convidado especial de Fafá de Belém.


 Segundo a cantora, "...Guitarradas é um espetáculo dançante, com a sensualidade do Caribe amazônico".

 

4º Festival de Teatro Amir Haddad - Abertura - Show "Fafá de Belém - Guitarradas do Pará"

Local - Arcos da Lapa (Praça Cardeal Câmara) 

Dia - 18 de setembro, às 22h, na Praça dos Arcos da Lapa.  Acesso Gratuito.

O Festival de Teatro Amir Haddad integra a Semana de Arte do Rio, iniciativa da Prefeitura do Rio.


Foto: Divulgação

Rádio Nacional lança clipe com Estácio de Sá para celebrar seus 90 anos

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Para festejar as nove décadas da Rádio Nacional, a emissora pública lança o clipe inédito da nova versão de um samba-enredo histórico da escola de samba Estácio de Sá em homenagem à rádio.


Gravado em 1977, "Alô! Alô! Brasil!" comemorava os 40 anos da emissora. A letra foi atualizada para incluir os nomes da equipe de hoje da Nacional e para celebrar seus 90 anos.


A parceria volta, agora, com novo fôlego. A regravação no estúdio da rádio e na quadra da agremiação reúne locutores, produtores, técnicos e demais profissionais da emissora. A ação teve a presença de ícones como o radialista Rubem Confete.


A performance ainda conta com integrantes da vermelha e branca como a velha guarda, as baianas, os ritmistas da bateria, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, os dirigentes da Estácio de Sá e o intérprete Merica, do carro de som da escola.


O clássico samba-enredo destaca grandes marcos da emissora como os célebres programas de auditório com grandes plateias, as transmissões esportivas, as radionovelas e as produções de humor que marcaram época.


Os versos que embalam o início do samba são: "A Rádio Nacional está presente neste carnaval // E vem contar a sua história // Nove décadas de glória // Descritas de maneira genial".


Na semana de aniversário da Nacional, que completa 90 anos em 12 de setembro, o vídeo estreia na telinha durante o programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães na TV Brasil, na quarta (9), e também entra no ar no YouTube da Rádio Nacional onde fica disponível. O clipe tem direção de Ricardo Alexandria, diretor de fotografia do canal.


A entrevista com Edvaldo Fonseca, diretor de Carnaval da agremiação, aborda a parceria da escola de samba com a Rádio Nacional. O convidado fala sobre os eventos comemorativos em homenagem aos 90 anos da emissora e outras ações previstas com a Nacional para festejar o centenário da Estácio de Sá.


O veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) comemora essa nova iniciativa com a agremiação no ano de aniversário da rádio. Em 2027, a Estácio de Sá comemora seu centenário com um enredo temático sobre a trajetória da escola conhecida como o "berço do samba".


Para reforçar o vínculo, uma ala vai homenagear a Rádio Nacional no desfile deste próximo ano. Além disso, a TV Brasil prepara um documentário original sobre os 100 anos da agremiação com estreia prevista no canal durante a folia de 2027.


***Na Foto em destaque, Profissionais da Rádio Nacional e integrantes da Estácio de Sá


Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil



Acervo híbrido: a biblioteca universitária entre o papel e a tela

07 setembro 2026 |

 


Durante muito tempo, discutir o futuro das bibliotecas universitárias significava perguntar se o livro físico seria substituído pelo digital. Hoje, essa pergunta parece cada vez menos relevante. O verdadeiro desafio é outro: como oferecer aos estudantes acesso ao conhecimento de maneira compatível com uma educação que se tornou mais flexível, conectada e diversa?


Minha avaliação é que o acervo híbrido deixou de ser uma alternativa interessante para se tornar uma decisão estratégica. Preservar livros impressos ao mesmo tempo em que se amplia o acesso a conteúdos digitais não representa resistência à tecnologia nem abandono da tradição. É reconhecer que diferentes momentos da formação exigem diferentes formas de acesso.


A bibliografia básica e complementar de cada curso integra o Projeto Pedagógico de Curso e é diretamente avaliada pelo INEP, por meio dos indicadores 3.6 e 3.7. Isso significa que o acervo não é apenas um serviço de apoio: é parte constitutiva da qualidade formal do curso, com peso direto no CPC e no IGC da instituição. Quando uma IES amplia seu acervo digital para cobrir lacunas bibliográficas em disciplinas específicas, ela não está apenas facilitando o acesso, mas fortalecendo seu próprio indicador de qualidade. 


O estudante de hoje não necessariamente estuda no campus, em horário comercial ou diante de uma estante. Pode estar em casa, no trabalho, em outra cidade ou entre uma atividade e outra. Isso não exclui  o livro impresso, muito pelo contrário: bibliotecas continuam sendo espaços de concentração, pesquisa e convivência. O livro físico e digital podem cumprir funções diferentes e, justamente por isso, funcionam melhor juntos. 


Plataformas como a Minha Biblioteca ajudam a colocar essa lógica em prática ao ampliar o acesso a conteúdos acadêmicos digitais e complementar a coleção física das instituições. O ponto, porém, não é simplesmente oferecer mais uma plataforma ao estudante. É fazer com que o conteúdo digital tenha presença real na jornada acadêmica.


Esse é, na minha visão, o principal desafio. Tecnologia sem estratégia vira apenas infraestrutura subutilizada. Para gerar impacto, professores precisam incorporar os recursos às atividades, os bibliotecários devem atuar como mediadores e gestores acadêmicos precisam acompanhar o que efetivamente contribui para a aprendizagem.


O futuro da biblioteca universitária, portanto, não será definido pela quantidade de livros nas estantes nem pelo tamanho de seu catálogo digital. Será definido pela capacidade de conectar conteúdo, tecnologia e pessoas. Isso exige uma mudança de olhar: a biblioteca precisa deixar de ser vista apenas como infraestrutura e passar a ser compreendida como parte da estratégia de aprendizagem. Quanto mais integrada ao projeto pedagógico, às necessidades dos estudantes e à atuação dos professores, maior será sua contribuição para a formação acadêmica.


A universidade não precisa escolher entre o livro impresso e a tela. Precisa entender que a formação acadêmica exige os dois e que integrá-los bem é o que faz a diferença entre ter um acervo e ter uma estratégia de acervo. O modelo híbrido não representa o fim da biblioteca tradicional, mas sua evolução. O desafio agora é fazer com que essa combinação deixe de ser apenas uma solução tecnológica e se transforme, de fato, em uma ferramenta para ampliar o acesso, estimular o aprendizado e aproximar o conhecimento da realidade de cada estudante.


Adriano Girelli é Gerente de Acervo na Minha Biblioteca, responsável pela curadoria de conteúdo e desenvolvimento de soluções pedagógicas, atuando diretamente no suporte às IES.  


Por Adriano Girelli

*Gerente de Acervo da MB


Foto: Divulgação/Minha Biblioteca

 


A Sony convida fotógrafos, cineastas, estudantes e novos talentos da América Latina a participar das edições 2027 do Sony World Photography Awards e do Sony Future Filmmaker Awards, cujas inscrições já estão abertas.


As duas iniciativas, organizadas pela Creo em parceria com a Sony, oferecem aos criadores uma plataforma internacional para projetar seu trabalho, conectar-se com referências da indústria e acessar oportunidades de exposição, formação, mentoria e premiação capazes de impulsionar suas carreiras.


Sony World Photography Awards 2027: 20 anos projetando a excelência fotográfica


Em 2027, o Sony World Photography Awards celebra sua 20ª edição, marcando duas décadas de valorização da fotografia contemporânea e de projeção internacional para fotógrafos de diferentes partes do mundo. Ao longo dessa trajetória, o prêmio já deu visibilidade a milhares de profissionais e contribuiu para impulsionar carreiras por meio de uma ampla plataforma de reconhecimento e exposição internacional. Com inscrições gratuitas, o concurso é aberto a fotógrafos de todos os níveis, reforçando seu compromisso com a descoberta e a valorização de novos talentos.


Para 2027, o concurso traz novidades que ampliam as possibilidades de participação, entre elas a atualização dos nomes de suas principais categorias competitivas: Série (antes Profissional) e Imagem Única (antes Aberta), além de novas categorias.


Novidades da edição 2027


Histórias, dentro da categoria Série, convida a explorar como histórias pessoais, culturais e coletivas moldam o mundo atual.


Retratos de Animais, dentro de Imagem Única, propõe capturar a personalidade e o caráter do reino animal.


Já a categoria Estudantil terá como tema "Journeys (Viagens)" e convida os participantes a interpretarem o conceito de viagem em seu sentido mais amplo, por meio de uma série de dez fotografias.


Prazos de inscrição:


Série: 12 de janeiro de 2027

Imagem Única: 5 de janeiro de 2027

Juvenil: 5 de janeiro de 2027

Estudantil: 27 de novembro de 2026

Para conhecer todos os detalhes e participar, acesse www.worldphoto.org/es


Sony Future Filmmaker Awards 2027: conectando novos talentos ao futuro do audiovisual


A Sony também abre as inscrições para a quinta edição do Sony Future Filmmaker Awards, programa global dedicado a descobrir e promover a próxima geração de realizadores audiovisuais. A inscrição é gratuita e aberta a criadores de todo o mundo.


Os finalistas viajarão a Los Angeles para participar, de 7 a 10 de junho de 2027, de um programa exclusivo de formação, networking e mentoria com executivos e especialistas da Sony Pictures. A experiência será encerrada com a cerimônia de premiação, em 10 de junho.


Os cineastas podem inscrever seus curtas-metragens em seis categorias até 15 de dezembro de 2026: 


Ficção

Não ficção

Imersiva

Animação

Estudantes

Formato Futuro

 

A edição 2027 concederá novamente o Sustainability Prize (Prêmio de Sustentabilidade), criado pela Creo e pela Sony para reconhecer um curta-metragem que comunique, de forma criativa, como o meio ambiente, a acessibilidade, a diversidade, a equidade e a inclusão podem inspirar ações coletivas em favor de um futuro positivo para o planeta.


Para conhecer todos os detalhes e participar, acesse www.sonyfuturefilmmakerawards.com


"A América Latina possui uma extraordinária riqueza visual e narrativa, e seus criadores se destacam internacionalmente por sua sensibilidade, inovação e capacidade de contar histórias com identidade própria", afirma Angelo Marconi, Gerente de Marketing DI da Sony América Latina.


A Sony convida fotógrafos, cineastas, estudantes e talentos a transformar seu olhar em uma oportunidade: compartilhar seu trabalho com uma audiência global e dar um novo passo em sua trajetória criativa.


Para acompanhar todas as novidades da Sony e ficar por dentro de lançamentos, dicas e conteúdos exclusivos, siga o perfil oficial da Sony no Instagram: @sonyprobr.


Sobre a Sony Professional Solutions Brasil


A Sony Professional Solutions Brasil é a divisão da Sony dedicada a oferecer tecnologias e soluções profissionais para os mercados de mídia, entretenimento, corporativo, educacional, governamental e de eventos ao vivo. Com um portfólio que vai de câmeras e sistemas de produção de última geração até soluções integradas de transmissão ao vivo. Saiba mais em: Sony Professional Solutions Brasil. Saiba mais através dos canais oficiais. Instagram. Site Consumer. Site Professional.


Foto: Divulgação