Marlon lançará primeiro single da carreira solo

18 janeiro 2019 |


Na próxima terça-feira (22), o cantor Marlon lançará a música “Faz Tempo”. 

O single mostra um lado mais pop e moderno do cantor, sem perder a essência e o romantismo do sertanejo. 
A canção que é de composição e produção de Marlon, fala sobre uma mulher guerreira, forte e independente, que passa por diversas fases, sorri, chora, sofre e se entrega, quem a descreve é um homem que conhece todos os seus detalhes e já a admira e é apaixonado por ela FAZ TEMPO. A música estará disponível para ser ouvida em todas as plataformas digitais, a partir de 22 de janeiro. 
Acompanhe a carreira do Marlon pelo Instagram @marloncantor
Foto: John Edgar 



Após passar pela higienização anual do acervo, a Casa - Museu reabre no dia 25 de janeiro para visitas livres e mediadas.  No feriado de Aniversário de São Paulo haverá Caminhada Fotográfica pelo Jardim Europa e o público poderá conferir a Exposição de Porcelanas da Coleção de Ema Klabin que foi prorrogada até março.  Entrada franca.

A Casa-Museu Ema Klabin, no Jardim Europa, reabre ao público no dia 25 de janeiro (sexta-feira) com visitas ao acervo e uma rica programação cultural.  O espaço reúne mais de 1.500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; talhas do mineiro Mestre Valentim, mobiliário de época, peças arqueológicas e decorativas.
Além de conhecer o acervo permanente, o público poderá conferir a Exposição de Porcelanas da Coleção de Ema Klabin que, devido ao sucesso, retorna na abertura do museu e será prorrogada até o dia 31 de março. Com curadoria do arquiteto Paulo de Freitas Costa, a mostra apresenta 39 peças raras das manufaturas de Sèvres, Berlim, Viena, Meissen, Limoges, Coalport, entre outras. E traça um panorama histórico da porcelana, revelando sobre o espírito de uma época, seus hábitos e costumes.
Programação Especial no Aniversário de São Paulo:
No dia 25, a partir das 14h, a Casa-Museu oferece uma Caminhada Fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. A ideia é que os participantes registrem características desse tradicional bairro paulistano pensando sua relação com o desenvolvimento da cidade. A inscrição é gratuita e está aberta no site. É necessário levar uma câmera que pode ser a do celular.
O aniversário de São Paulo também é uma data especial para a Casa-Museu Ema Klabin. Se fosse viva, a mecenas e colecionadora Ema Klabin completaria 112 anos.
Casa-Museu Ema Klabin - Reabertura:  25 de janeiro
Programação especial de Aniversário de São Paulo-  Caminhada fotográfica:   dia 25/01, das 14h30 às 16h30, 20 vagas, gratuita, inscrição no site www.emaklabin.org.br   
Visitas mediadas à Fundação Ema Klabin - De quarta a domingo, das 14h às 17h, com permanência até às 18h. As visitas duram em média uma hora. Preço: Sábados, domingos e feriados: entrada franca. De quarta a sexta: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). 
Exposição de Porcelanas da Coleção de Ema Klabin: De 25/01 a 31/03De quarta a domingo, das 14h às 17h, com permanência até às 18h. Preço: sábados, domingos e feriados a entrada é  franca. De quarta a sexta: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Livre
EndereçoRua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo. Telefone (11) 3897-3232
Foto: Divulgação


Feira de Livros com preços populares em Búzios

|



Realizada pela ABL Livros, com apoio da Prefeitura de Búzios, está acontecendo desde o dia 14 de janeiro e vai até o dia 14 de fevereiro  uma feira de vendas de livros a preços populares na Praça Santos Dumont, centro. 

São diferentes títulos e gêneros literários: biografias, ficção, poesia, romances e contos. Também muita variedade de livros infantis, revistas e gibis. 

Preços a partir de R$5,00 e ainda algumas promoções para levar mais de um titulo. 

Foto: Divulgação

Ex-BBB Vanessa Mesquita revela rotina de estudos no Canadá

16 janeiro 2019 |



Vanessa Mesquita está em Vancouver no Canadá estudando inglês. A ex-BBB deve ficar 2 meses no país aperfeiçoando o idioma. Todo o planejamento da viajem foi feito pela Boreal Trip Intercâmbio. 
"Todos os dias acordo as entre 5 e 6 da manhã para ir para academia e depois para a Global College onde fico parte do meu dia. fiz amigos do Japão e da Coreia. Estou amando tudo, meus professores são incríveis"  -  Afirma Vanessa.
Os amigos de classe descobriram pelas redes sociais que a loira é famosa no Brasil, e virou um burburinho na escola, ainda mais ao saberem que é estudante de medicina veterinária e ex-participante do Big Brother. 
"Acredito que 2019 será um ano de muitas realizações e conquistas na minha vida, to iniciando um ano cheia de novidade e com nova equipe de trabalho. Agora tenho a Michele Farid, empresária artística que cuida da minha carreira e o Leonardo Almeida que faz a assessoria de imprensa".
Acompanhe a moça pelo seu Instagram: @vanmesquita
Foto: Divulgação



A Companhia de Teatro Heliópolis estreia sua nova montagem, (IN)JUSTIÇA, no dia 25 de janeiro, sexta, na Casa de Teatro Maria José de Carvalho (sede do grupo), às 20 horas. A encenação é dirigida por Miguel Rocha, fundador e diretor do grupo; e Evill Rebouças assina o texto que foi criado em processo colaborativo com a Companhia.

(IN)JUSTIÇA é um ensaio cênico, guiado pela indagação ‘o que os veredictos não revelam?’, que reflete sobre aspectos do sistema jurídico brasileiro. Para tanto, conta a história do jovem Cerol que, involuntariamente, pratica um crime. A partir daí, surgem diversas concepções sobre o que é justiça, seja a praticada pelo judiciário ou aquela sentenciada pela sociedade.

Permeado por imagens-sínteses (característica da Companhia de Teatro Heliópolis) e explorando a performance corporal, o espetáculo coloca em cena a complexidade da justiça no país, deixando a plateia na posição de júri em um tribunal. O embate entre os dois lados da justiça - da vítima e do criminoso - se estabelece em um jogo contundente que expõe com originalidade a crua realidade dos jovens pobres e negros. A música ao vivo confere ainda mais densidade poética ao ‘relato’, que foge de qualquer abordagem clichê.

A história de Cerol é contada de forma não linear. Exímio empinador de pipas, ele vive com sua avó, pois a mãe morreu no parto e o pai, assassinado. Depois de uma briga por conta do alto volume da música na vizinhança, Cerol foge e acaba disparando involuntariamente um tiro em uma mulher, que morre em seguida. Ele acaba preso e é submetido ao julgamento da lei e da sociedade.

Com base nesse argumento, a Companhia de Teatro Heliópolis discute direitos humanos à luz da Constituição Nacional. A encenação recupera também a ancestralidade brasileira em passagens ritualísticas. “Queremos pensar o homem negro e a justiça, desde a nossa origem até os dias de hoje”, afirma o diretor Miguel Rocha.

Cenas impactantes e desconcertantes surpreendem todo o tempo. A encenação de Miguel Rocha, alinhavada pela dramaturgia de Evill Rebouças, mostra como a democracia pode ser manipulada. O crime versus a vítima ou o criminoso versus a justiça aparecem de forma não superficial nem previsível. A abordagem de (IN)JUSTIÇA parte do ponto de vista mais íntimo para aquele mais coletivo: da comunidade para a sociedade, da moral pessoal às convenções sociais. Isso permite, igualmente, as leituras de um mesmo caso jurídico, como no julgamento - defesa e promotoria -, onde ambos os discursos são tão contundentes quanto convincentes. “Para falar de justiça, temos que falar das relações humanas contraditórias, pois a justiça se apresenta pelas contradições”, reflete o diretor.

Permeado por emoções e sensações que fogem da obviedade, o espetáculo tem quadros coreografados que trazem o respiro necessário à dinâmica da encenação: cidadãos urbanos, policiais, advogados com suas togas desfilam pela área cênica e hipnotizam o espectador. Os depoimentos inseridos nas cenas humanizam e tornam crível a proposta da montagem, sejam eles densos, desconcertantes, ou mesmo lúdicos. Segundo o diretor, os três pontos de vista sobre justiça – “o pessoal, o divina e o do homem” – são considerados na concepção de (IN)JUSTIÇA, bem como a máxima que diz “só quem passou por uma injustiça sabe o que é justiça”.

O cenário (Marcelo Denny) situa a força da ancestralidade, presente na terra e no terreiro, na força fria do zinco, na estética religiosa que foge dos estereótipos. Traz também o símbolo da lentidão da justiça com toda sua burocracia em pilhas e pilhas de papéis e processos. Elementos como areia, terra, projéteis de bala e pipas compõem a área de encenação, onde predomina a cor cinza. A trilha (de Meno Del Picchia) e os efeitos sonoros são executados em sincronismo com as cenas. Os atores interpretam cantos de tradição que reforçam a busca pela humanização e pela ancestralidade propostas pelo espetáculo.

(IN)JUSTIÇA nasceu de um longo processo criativo, iniciado em fevereiro de 2018, disparado por encontros dos integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis com pensadores ativistas que falaram sobre os vários aspectos da Justiça. Os convidados foram Viviane Mosé (filósofa), Gustavo Roberto Costa (promotor de justiça), Ana Lúcia Pastore (antropóloga) e Cristiano Burlan (cineasta), tendo Maria Fernanda Vomero (provocadora cênica, jornalista e pesquisadora teatral) como mediadora.

O espetáculo integra o projeto Justiça - O que os Vereditos Não Revelam, contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Uma reflexão sobre o espetáculo

Durante o processo de pesquisa do projeto anterior da Companhia de Teatro Heliópolis, Microviolências e Suas Naturalizações, contemplado pela 28ª edição do Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, o grupo se debruçou sobre as pequenas violências do dia a dia, naturalizadas pelo hábito e mantenedoras de uma opressão quase sempre silenciosa. Constataram que as lideranças do tráfico em Heliópolis exercem sua autoridade, entre outros métodos, por meio dessas pequenas violências e as perpetuam em prol de um ‘bem-estar’ local. Constataram então que o poder paralelo na favela, de certa forma, reproduz a lógica punitivista do Estado e sua cargarepressiva. O crime organizado classifica os ‘limpos’, em relação aos ‘infratores’, tal como acontece na sociedade brasileira, ao aderir à divisão entre ‘cidadãos de bem’ e ‘bandidos’. Miguel Rocha explica que no tribunal do crime, o lema é: ‘aqui ninguém te julga, quem te julga são seus atos’. “E assim, como moradores de Heliópolis, acostumamo-nos a viver sob o domínio desta ‘justiça’ que nunca falha. Não falha?”, reflete o encenador.

Fora dos limites da favela, a seletividade da justiça oficial recai sobre esses mesmos moradores. O diretor completa: “A maioria da população de Heliópolis é jovem, negra, pobre e migrante; justamente o segmento mais criminalizado pelo sistema penal brasileiro. Costuma-se dizer que essa justiça também não falha, será que não falha?”.

Instigados pelo fenômeno da judicialização da vida social e política, em consonância com a crescente criminalização de indivíduos ou movimentos outrora tidos como opositores ou transgressores, a Companhia busca, por meio do espetáculo (IN)JUSTIÇA, compreender a fundo o que significa justiça e examinar, na cena, suas representações, seus mecanismos e seus rituais. “Temos constatado a gradual desmoralização da ideia de justiça em contraposição ao veloz recrudescimento das posições em favor de um senso de justiça, refletido na sede por ‘justiçamento’, ou seja, por vingança ou punição”, declara Miguel. Ele diz que, no Brasil, justiça parece ser um valor que serve apenas a uma pequena parcela da população e lhe assegura privilégios e blindagem, minando totalmente a viabilidade de um Estado que garanta equidade de direitos e do estabelecimento de uma sociedade em que todos usufruam de possibilidades iguais.

Ficha técnica

Encenação: Miguel RochaTexto: Evill Rebouças (criação em processo colaborativo com a Cia de Teatro Heliópolis)Elenco: Alex Mendes, Cícero Junior, Dalma Régia, Danyel Freitas, David Guimarães, Gustavo Rocha, Karlla Queiroz e Walmir Bess. Cenografia/instalação: Marcelo DennyAssistência de cenografia: Denise FujimotoFigurino: Samara CostaIluminação: Fagner Lourenço e Miguel RochaDireção musical: Meno Del PicchiaOficina de voz: Bel BorgesOficina de canto: Luciano Mendes de JesusMúsicos: Amanda Abá (violoncelo e violino), Bel Borges (violão e percussão) e Fernanda Broggi (percussão). Provocação teórica e prática: Maria Fernanda VomeroProvocação / teatro épico: Alexandre MateProvocação / teatro performático: Marcelo DennyDireção de movimento: Lúcia Kakazu e Miguel RochaPreparação corporal: Lúcia KakazuCoreografia: Camila Bronizeski, Lucia Kakazu e Miguel RochaOficina de dança: Camila BronizeskiOficina de mímica: Thiago CuimarOperação de luz: Fagner Lourenço e Viviane SantosOperação de som e sonoplastia: Giovani BressaninMesas de debates: Viviane Mosé, Gustavo Roberto Costa, Ana Lúcia Pastore e Cristiano BurlanMediadora/debates: Maria Fernanda VomeroComentador convidado: Bruno Paes MansoOrganização de textos do programa: Maria Fernanda VomeroDireção de produção: Dalma RégiaProdução executiva: Elaine Vital MarcianoFotos: Caroline Ferreira e Donizete BomfimDesign gráfico: Camila TeixeiraAssessoria de imprensa: Eliane VerbenaRealização: Companhia de Teatro HeliópolisApoio: 31ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Espetáculo: (IN)JUSTIÇA
Estreia: 25 de janeiro, sexta, às 20 horas
Temporada: 25 de janeiro a 19 de maio
Horários: sextas e sábados (às 20h) e domingos (às 19 horas)
Ingressos: Pague quanto puder (bilheteria: 1h antes das sessões)
Duração: 90 minutos. Gênero: Experimental / Ensaio cênico. Classificação: 14 anos

Casa de Teatro Maria José de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533. Ipiranga/SP. Tel: (11) 2060-0318
Capacidade: 60 lugares. Não possui acessibilidade. Não possui estacionamento.

Foto: Divulgação


Musical jovem AVESSO reestreia com fortes emoções e conflito de gerações

|



Trilha de Thiago Gimenes com pegada de rap e rock, cenas de ação coreografadas por Cristiano Fortes, áudio de cinema, efeitos especiais e projeção mapeada são elementos da encenação.

Com texto forte e conflituoso, o espetáculo Avesso - O Musical reestreia no dia 18 de janeiro de 2019, sexta, no Teatro Nair Bello, às 21h, em São Paulo.  Idealizado e dirigido por Hudson Glauber, o musical tem texto assinado por Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo com colaboração de Gustavo Amaral.

A encenação, de caráter ousado, desconstrói o clássico formato para apresentar uma montagem jovem, densa e dinâmica. O enredo expõe os conflitos entre as gerações de um ponto de vista contemporâneo, a partir das reivindicações de um grupo de universitários, que sequestram um professor em busca de diálogo com o novo reitor da instirtuição.

Eles exigem melhores condições de ensino. Em princípio, as várias ideias, os debates e os pontos de vista são colocados em cena, mas os jovens acabam perdendo o controle da situação, seus ideais vão se confundindo com radicalismo e o sequestro toma rumos surpreendentes, atingindo proporções muito além do que eles poderiam imaginar. 

No elenco, destaque para a volta do ator e diretor Jair Assumpção, interpretando o antiquado professor, ao lado de Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Leticia Spanghero e Marco Azevedo.


A encenação

Enquanto tentam manter o plano do sequestro, os alunos acabam se envolvendo em discussões e embates que colocam em cheque os seus próprios princípios; dúvidas vão surgindo, difíceis de serem contornadas. As discussões também colocam na berlinda o ponto de vista do professor, conhecido por suas ideias rígidas e até antiquadas. “Estamos em um mundo onde ninguém mais entende ninguém, onde não se pratica a empatia, e as confusões se tornam grandes torres de babel. Meu personagem traz isso, ele não consegue sair do conflito, nem tão pouco apaziguar as coisas”, explica o ator Jair Assumpção.

Outro viés interessante da trama é o destaque para o poder feminino, tendo uma mulher radical como líder da ação, interpretada por Vanessa Goulartt. “Ela não só lidera como tem um grande poder de persuasão. O problema é que está voltada para os seus próprios interesses”, comenta a atriz. Cada personagem surge com um ideal revolucionário, mas, no decorrer da trama, ficam perceptíveis os interesses individuais - de todos. “Avesso retrata a nossa atual sociedade, onde as pessoas estão sempre lutando por algo, seja o bem comum ou individual”, pontua o diretor Hudson Glauber. “Criamos um microcosmo capaz de refletir os problemas da sociedade contemporânea. O musical é uma pancada no estômago.” Completa o autor Daniel Torrieri Baldi.

Avesso tem trilha sonora original, com músicas e letras criadas por Thiago Gimenes que compôs um clima musical jovem e contemporâneo, no qual são destaques ritmos como o rap e o rock, além de estilos como MPB e até valsa. A montagem também traz para o teatro a sofisticação do som de cinema, sendo realizado com áudio 5.1. As cenas de luta e ação foram coreografadas pelo dublê profissional Cristiano Fortes; e a direção de movimento é de André Capuano. A encenação conta ainda com efeitos especiais e projeção mapeada em todo o palco que amarram as cenas, ilustrando acontecimentos externos, paralelos ao sequestro, que influenciam na mudança de rumo da história encenada.

Ficha técnica

Idealização e direção: Hudson Glauber. Texto: Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo; colaboração de Gustavo Amaral. Direção musical / letras e músicas: Thiago Gimenes. Direção de movimento: André Capuano. Elenco: Jair Assumpção, Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Letícia Spanghero, Marco Azevedo e Vitória Mori (stand-in). Cenário: Chico Spinosa e Kimiko Kashiwaya. Figurino e visagismo: Lígia Breternitz. Design de luz: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Design de som: Eric Ribeiro Christani. Engenheiro e operação de som: Alessandro Aoyama. Técnico/projeção mapeada: Clézio Campos. Coreografias de ação: Cristiano Fortes. Percussão: Beto Sodré. Trilha original e sonoplastia: Fábio Sá. Captação/edição de imagens: Vinícius de Araújo. Captação de áudio: Daniel de Castro Lopes. Edição/áudio: Matheus Gonçalves. Músicos: Tiago Saul e Jhonny Mantelato. Assistência de direção musical: Daniel Medeiros. Direção de palco: Beto Martins. Assistência de direção: Felipe Caiafa, Sávio Gabriel e Vitória Mori. Assistência de palco: Isadora de Almeida e Thais do Nascimento. Pichação: Mico, LDP e Cegos. Cenotécnica: Armazém Cenográfico. Montagem cênica: Tiago Nunes. Elenco / vídeos: Juçara Moraes, Leandro Tadeu, Lígia Breternitz, Angélica Prieto, Eduardo Carrilho, Vitória Mori e Sávio Gabriel. Administração: Fernando Rossilho. Auxiliares de administração: Renata Miranda e Márcia Okimura. Compras: Fábio Brazão. Técnico TI: Michael Banzatto. Design gráfico e fotografia: Francisco Júnior. Assessoria de imprensa: Alene Castilho, Heloísa Corrêa e Verbena Comunicação. Direção de produção: Daniel Torrieri Baldi. Produção executiva: Maristela Bueno e Rodrigo Trevisan. Assistência de produção: Renato Campagnoli.

Espetáculo: Avesso – O Musical
Reestreia: 18 de janeiro de 2019. Sexta, ás 21h
Temporada: 18 de janeiro a 24 de fevereiro/2019
Horários: Sexta e sábado (às 21h) e domingo (às 19h)
Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Drama musical
Ingressos: R$ 60,00 (meia: R$ 30,00)
Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (das 15h às 19h)

Teatro Nair Bello
Rua Frei Caneca, 569 - 3° Piso, Shopping Frei Caneca. SP/SP.
Tel: (11) 3472-2442. Capacidade: 201 lugares.
Ar condicionado. Acessibilidade.

Foto: Divulgação

‘Marcia Peltier Entrevista’ Isabella Taviani na Rádio JB FM

15 janeiro 2019 |



O Programa Marcia Peltier Entrevista  traz  na semana  entre 14 e 20 de janeiro a reprise da  entrevista com uma das mais talentosas cantoras do país: Isabella Taviani.

Ela comemorou ano passado 15 anos de carreira com o show ‘’ 15 Anos Eu & Você’’, numa  turnê por várias cidades do país. Em 2018  ela também lançou o single ‘’ A Vida Vive Sem Você’’. E se apresentou em junho passado  com o show ‘’Falando de Amor’’ ,no Rio, ao lado da cantora Myllena.


Durante a conversa com Marcia Peltier ela falou da sensação de completar 15 anos de carreira,do novo single,dos novos shows,da relação com os fãs e explicou porque estes costumam ser chamados de ‘’peixinhos’’.

 Você não pode perder a reprise de  Isabella Taviani  no Marcia Peltier Entrevista na Rádio JB FM  (99.9),em duas edições :de segunda à sexta,pela manhã  às 7h50m e  à noite,às 18h15m,dentro do Painel JB. E aos sábados e domingos às 10h e 18h. E a entrevista completa você confere  também no site da JB FM(www.jb.fm). 

Foto1: Divulgação
Foto2: Tielle Mello


Obras de Monteiro Lobato viram domínio público

10 janeiro 2019 |



Um dos mais populares escritores brasileiros, Monteiro Lobato passou a ter sua obra em domínio público desde 1º de janeiro de 2019.
Emília, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia: estes e outros personagens do “Sítio do Picapau Amarelo”, a popular série de livros de Monteiro Lobato, estão livres para ganhar reedições por qualquer editora ou viver novas aventuras, sozinhos ou em grupo.

Basta alguém ter uma ideia na cabeça e disposição para escrever novos livros, histórias em quadrinhos, produzir filmes, séries de TV, colocá-los em camisetas, xícaras ou o que der na telha, e sem precisar de autorização dos herdeiros do escritor paulista. Afinal, a prolífica obra do autor de “Caçadas de Pedrinho” e “Reinações de Narizinho” entrou em domínio público no último dia 1º de janeiro, respeitando a legislação brasileira que determina que a produção artística tem seus direitos autorais cessados no ano seguinte ao 70º aniversário da morte do artista – exceção feita a quem não tiver herdeiros, quando o copyright deixa de existir automaticamente. Como Monteiro Lobato morreu em 1948, a partir deste ano seus trabalhos podem ser publicados livremente por qualquer pessoa ou editora, assim como passar por adaptações, recriações e até mesmo protagonizar novas histórias.


O escritor nascido em Taubaté em 1882 faz parte de uma lista de artistas ao redor do mundo que passaram a ter suas obras – ou parte delas – em domínio público desde 1º de janeiro em vários países. Entre aqueles cujo prazo de proteção dos direitos autorais expirou estão o cineasta russo Sergei Eisenstein, autor do clássico “O encouraçado Potemkin”; as escritoras norte-americanas Zelda Fitzgerald (esposa do também escritor F. Scott Fitzgerald) e Gertrude Barrows Bennett, um dos primeiros grandes nomes da literatura de ficção científica e fantasia; e o poeta chileno Vicente Huidobro.

Fotos: Internet