Mara Maravilha de volta ao SBT

26 setembro 2016 |


O programa que aborda a vida de celebridades no SBT, o Fofocando, teve pouco tempo para se preparar para a estreia. A contratação de Leão Lobo e Mamma Bruschetta foi agilizada e, em poucos dias, o desejo de Silvio Santos foi atendido: o ‘Fofocando’ estava no ar. Porém, a equipe não estava completa, mesmo com o personagem, que se apresenta com um saco na cabeça. Para que tudo ficasse redondo, Mara Maravilha foi a escolhida.
A cantora, que já foi apresentadora do SBT na década de 80, volta a atuar na emissora de Silvio Santos. Desta vez, o público infantil não é o seu foco. Ela também vai falar da vida dos famosos, de segunda a sexta, nas tardes da emissora.
Embora ela já tenha sido apresentada na última sexta (23), como nova apresentadora, é hoje, segunda, que Mara Maravilha fará a sua estreia oficial. “Que momento! Muito OBRIGADA! Obrigada Deus Amado e obrigada a cada um dessa fã-mília que tanto amo e que torceram por mim! #Audiência #Sbt”, escreveu ela em seu Twitter, no dia 24.

Foto: Internet

Fonte: http://horabrasil.com.br/15642/mara-maravilha-sbt-fofocando/

Dan Stulbach reestreia 'Morte Acidental de Um Anarquista' no Teatro Folha

|


Montagem com os atores Dan Stulbach e Henrique Stroeter faz sua primeira temporada aos finais de semana

A comédia “Morte Acidental de Um Anarquista”, que já foi apresentada em duas temporadas de sucesso em horário alternativo, volta ao palco agora aos finais de semana. A montagem do texto de Dario Fo, prêmio Nobel de Literatura em 1997 e um dos dramaturgos mais importantes da atualidade, será apresentada no Teatro Folha, de 30 de setembro a 18 de dezembro.

Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade.  Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar.  A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.

O autor Dario Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles.

“É impressionante como Morte Acidental ainda é atual, 45 anos depois de escrita. É como se ele estivesse falando dos dias hoje, principalmente no Brasil. Em chave de farsa Dario Fo, nos brinda com um texto brilhante. O que fizemos foi tirar as referências que sófaziam sentido para os italianos e a realidade em que viviam nos anos setenta. A fábula, a história na nossa montagem está intacta. O próprio Fo a cada remontagem da peça fazia modificações.” diz Hugo Coelho, diretor da peça.

O personagem do Louco (Dan Stulbach) vê representar um juiz como ponto alto de sua "carreira", pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Marcelo Castro) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Maira Chasseraux). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais.

Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela“diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual" como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.

Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte, esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.

Dan Stulbach

É formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Sua estreia profissional foi protagonizando Peer Gynt, de Ibsen com direção de Roberto Lage em 1990.  Trabalhou com grandes nomes do teatro brasileiro como Paulo Autran com quem fez Visitando Mr Green de Jeff Baron, Marco Nanini e Naum Alves de Souza.  Entre as inúmeras peças destacam-se Novas Diretrizes em Tempos de Paz de Bosco Brasil espetáculo com o qual ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), Troféu Impressa e  Premio Shell de melhor ator. Recentemente atuou em Meu Deus! de Anat Gov junto com Irene Ravache e Direção de Elias Andreato, dirigiu A Toca do Coelho de David Lindsay-Abaire. Realizou e atuou junto com Danton Mello a peça 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reinecke. É diretor artístico do Teatro Eva Hertz que se destaca pelo excelente nível cultural de sua programação abrigando montagens e artistas de relevância no cenário cultural de São Paulo. Na Televisão fez várias novelas de sucesso como Mulheres Apaixonadas de Manoel Carlos, trabalho que o projetou nacionalmente em 2003 ganhando os prêmios Troféu APCA e Troféu Imprensa de Melhor Ator. Trabalhou em Senhora do Destino e Fina Estampa de Aguinaldo Silva e, ainda, nas  minisséries Os Maias de Eça de Queiroz, Queridos Amigos e JK de Maria Adelaide Amaral entre outras. Fez um vilão cômico na série Som & Fúria com direção de Fernando Meirelles, todos trabalhos realizados para TV Globo. Ator e diretor de renome no Brasil é um dos mais importantes de sua geração.

Henrique Stroeter

Trabalha como ator há 30 anos. Tem formação acadêmica em jornalismo pela Faculdade Casper Líbero. Atualmente está no ar com o Quintal da Cultura produzido pela TV Cultura SP.
Em teatro fez: 39 degraus de Patrick Barlow com direção de Alexandre Reinecke; À meia noite um solo de sax na minha cabeça, texto e direção de Mário Bortolotto, e E o Vento Não Levou de De Ron Hutchinson direção de Roberto Lage. Com Grupo Parlapatões atuou e dirigiu o espetáculo Parapapá, circo musical infantil de Hugo Possolo (indicado como melhor diretor Prêmio Femsa 2010). Atuou em O Papa e a Bruxa de Dario Fo, e Vaca de Nariz Sutil de Campos de Carvalho adaptação e direção de Hugo Possolo (indicação melhor ator Prêmio Quem 2008), e no espetáculo As Nuvens de Aristófanes. Sob a direção de Alexandre Reinecke: O Santo e A Porca de Ariano Suassuna, Os Sete Gatinhos de Nelson Rodrigues e  Arsênico e Alfazema de Joseph Kesselring. Com o La Mínima, grupo de circo-teatro, fez Luna Park de Domingos Montagner. De Flávio de Souza atuou nas peças Filho de Artista, Chapeuzinho Adormecida no País das Maravilhas, Onde está o Nino? , Tíbio e Perôneo, e Natal Mágico do Castelo Rá Tim Bum. De Mário Bortolotto: Chapa Quente, Postcards de Atacama, Rolex, Fuck you Baby, Medusa de Rayban e Hotel Lancaster (indicação Melhor Ator Festival Americana 2004).

Na televisão participou de vários programas de sucesso na TV Cultura, entre eles: Rá Tim Bum, Ilha Rá Tim Bum, Castelo Rá Tim Bum (personagem Perônio) X-Tudo todos de Flávio de Souza na TV Bandeirantes fez a  novela Dance Dance Dance e  foi protagonista da Sitcom Guerra dos Pinto; na Rede Globo participou dos humorísticos: Os Normais, Retrato Falado e Copas de Mel.  No SBT fez a novela Carrossel.

Maíra Chasseraux

Formada pelo Teatro-Escola Célia Helena (2001) e bacharel em Comunicação e Artes do Corpo – PUC SP (2000 – 2005).

No teatro atuou nas peças: Um espetáculo sem patrocínio, autor e diretor Léo Lama; A meia hora de Abelardo, de Hugo Possolo, direção Henrique Stroeter; Romance de Vera de Sá, direção Márcia Abujamra; Brutal de Mário Bortolotto, direção Jairo Mattos; A frente fria que a chuva traz de Mário Bortolotto, direção Mário Bortolotto; Amor de improviso criação da Cia Elevador de Teatro Panorâmico, direção Marcelo Lazzarato; Os que têm hora marcada de Elias Canetti, direção Nelson Baskerville; A hora em que não sabíamos nada uns dos outros, de Peter Handke, direção Marcelo Lazzarato; A Ilha Desconhecida, de José Saramago, direção Marcelo Lazzarato; A Maratona Mundial de Dança, adaptação de Alexandre Matte, direção Marcelo Lazzarato; Uma peça por outra de Jean Tadieu, direção Marcelo Lazzarato.
Na TV fez participações em Lili, a ex, O negócio, Três Teresas e Retrato Falado.

No cinema trabalhou em O Palhaço, longa de Selton Melo; Augustas, longa de Francisco César Filho; A guerra de Arturo, curta de Júlio Taubkin; Onde andará Dulce Veiga?, longa de Guilherme de Almeida Prado.

Riba Carlovich

Encenou peças com o grupo Tapa: (de 1994 até 2003): Casa de Orates, de Arthur Azevedo; Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; Rasto Atrás, de Jorge Andrade; Ivanov, de Anton Tchekov;Executivos, de Daniel Besse; Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues. Sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo, encenou: Amor Por Anexins e O Oráculo, de Arthur Azevedo; Direção, Sandra Corveloni.

Suas últimas peças foram: Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, Direção: Alexandre Reinecke; O Prodígio do Mundo Ocidental, de John Singe, Direção: Ariela Goldman; O Estrangeiro, de Larry Shue, Direção: Alexandre Reinecke; Acorda Brasil, de Antonio Ermírio de Moraes, Direção: José Possi Neto; Toc Toc, de Laurent Bafie, Direção: Alexandre Reinecke; 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; Anti Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues, Direção: Eduardo Tolentino de Araújo; E na TV, seus últimos foram: Participação na novela Caminho da Índias, Rede Globo, de Glória Perez, Direção: Marcos Schetmann; Força Tarefa, Rede Globo, vários autores, Direção: José Alvarenga Junior

Sobre Hugo Coelho

Formado em filosofia é ator e diretor. Em 2015 completará 40 anos de profissão.  No teatro, recentemente, dirigiu (Selvagens) Homem de Olhos Tristes de Händl Klaus, as comédias Me Segura Senão eu Pulo de Luiz Carlos Cardoso e Hoje tem Mazzaropi de Mario Viana; Retratos de William Douglas Home, Os Jogadores, de Nikolai Gogol, a ópera Treemonisha de Scott Joplin, O Contrabaixo de Patrick Suskind, Meu Primo Walter de Pedro Haidar e Quem Casa quer Casa de Martins Penna. Foi assistente de direção na antológica montagem brasileira de Morte Acidental de um Anarquista de Dario Fó com direção de Antonio Abujamra e protagonizada por Antonio Fagundes. Na TV, dirigiu os programas Jornal do Estudante, Brasil Corpo e Alma e o Telecurso segundo grau na TV Globo, a novela Cortina de Vidro de Walcyr Carrasco no SBT e o programa de Entrevistas Terceiro Milênio na Rede Mulher e na Rede Vida.

Como ator atuou nos espetáculos Assim é (se lhe parece) de Luigi Pirandello direção de Marco Antonio Pâmio, O Terraço de Jean Claude Carrière com direção de Alexandre Reinecke, Motel Paradiso de Juca de Oliveira com direção de Roberto Lage e Machado de Assis esta Noite autoria e direção de José Antonio de Souza.  Na TV fez as novelas: Água na Boca na TV Bandeirantes e, no SBT, O Direito de Nascer, Cristal, Revelação e Amor e Revolução, além das séries Descolados na MTV e O Negócio na HBO.

É ganhador do premio Myriam Muniz com seu projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma breve história do teatro ocidental.

Rodrigo Geribello

Formado em Administração de Empresas na FGV. Empreendedor e proprietário da Abre Aspas, empresa de explicação profissional. Acumula 30 anos de estudos em piano clássico e mais de 15 anos de experiência com música no teatro, compôs trilhas para publicidade e para peças de teatro.

Participou da peça “As Viúvas” com o Grupo Tapa fazendo música e sonoplastia ao vivo.

Músico e sonoplasta em espetáculos de improviso como Noite de Improviso (com Márcio Ballas) e Improvável (Barbixas).


FICHA TÉCNICA:

Texto: Dario Fo
Tradução: Roberta Barni
Dramaturgia e Direção: Hugo Coelho
Elenco: Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona 
Música ao vivo: Rodrigo Geribello
Cenário: Marco Lima
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Hugo Coelho
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte
Assistente: Thais Peres
Projeto Gráfico: Vicka Suarez
Foto de Estúdio: Heloísa Bortz
Fotos de Cena: João Caldas Fº
Estagiário de Direção: Rafael De Bona
Administração: Magali Morente Lopes
Produção Executiva: Katia Placiano
Coordenação de Projetos: Egberto Simões
Realização: Quadrilha da Arte
Produtores Associados: Selma Morente, Célia Forte e Dan Stulbach


”Morte Acidental de Um Anarquista”
Local: Teatro Folha
Estreia: 30 de setembro
Temporada: até 18 de dezembro
Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado, às 20h e 22h30; domingo, às 20h 
Ingresso: R$ 60,00 (setor 1) e  R$ 40,00 (setor 2) às sextas-feiras; R$ 70,00 (setor 1) e  R$ 50,00 (setor 2) aos sábados e domingos
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.



TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site: www.teatrofolha.com.br

Vendas por telefone e internet/ Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 00h; sábado, das 12h às 00h; e domingo, das 12h às 19h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3104-4885 / 3113-3215 / 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, CSN, Nova Chevrolet, Wickbold, Owens, Privalia, Teleperformance e Grupo Pro Security.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de dez anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, A Pequena Sereia”, Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.


Foto: João Caldas

Melodia do amor

|


Eu acelerada, você tão zen
Mesmo assim a gente se dá bem
Eu sou o compasso, você a harmonia
Esse nosso amor é uma linda melodia

Melodia do amor
A luz que ilumina
Melodia do amor
O ritmo que dá mais vida

Descobrindo o tom
Que faz o som
Que acalma e agita

Melodia do amor
A luz que ilumina
Melodia do amor
O ritmo que dá mais vida

Descobrindo o tom
Que faz o som
Que acalma e agita

Você acelerada e eu tão zen
Mesmo assim a gente se dá bem
Você é o compasso e eu a harmonia
Esse nosso amor é uma linda melodia

Melodia do amor
A luz que ilumina
Melodia do amor
O ritmo que dá mais vida

Descobrindo o tom
Que faz o som
Que acalma e agita

Melodia do amor
A luz que ilumina
Melodia do amor
O ritmo que dá mais vida

Descobrindo o tom
Que faz o som
Que acalma e agita

Descobrindo o tom
Que faz o som
Que acalma e agita

*Artista: Mara Maravilha e Biel Torres

*Foto: Internet

Reveste-me de vida

|



Pai venho a Ti
Pra dizer
Quero tua graça
Mora em meu ser

Doce Palavra
Prova de amor
Vem e me guarda
Graças eu te dou

Eu me rendo a ti Deus
Pai vem me sondar
E me purifica
Vem me abençoar

Reveste-me de vida
Eterna em ti o pai
Perdoa toda dívida
E enche-me de paz

És o Deus Supremo
És o Grande Rei
E toda glória
Pelos séculos eu te darei

Porque teu é o reino
E todo poder
E é por ti Senhor
Que vou prevalecer
Por ti hei de vencer

Eu me rendo a ti Deus
Pai vem me sondar
E me purifica
Vem me abençoar

Reveste-me de vida
Eterna em ti o pai
Perdoa toda dívida
E enche-me de paz

És o Deus Supremo
És o Grande Rei
E toda glória
Pelos séculos eu te darei

Porque teu é o reino
E todo poder
E é por ti Senhor
Que vou prevalecer
Por ti hei de vencer

Eu me rendo a ti Deus
Pai vem me sondar
E me purifica
Vem me abençoar

Reveste-me de vida
Eterna em ti o pai
Perdoa toda dívida
E enche-me de paz
Meu Deus
Meu Pai

*Artista: Bruna Martins

*Foto: Internet

Mundo SENAI oferece palestras e oficinas gratuitas para jovens escolherem futuro profissional

23 setembro 2016 |


Encontro acontece nas unidades do SENAI Niterói e São Gonçalo nos dias 28 e 29 deste mês

Interessados em conhecer mais sobre as profissões da indústria e cursos de educação profissional podem visitar, nos dias 28 e 29 de setembro, as unidades do SENAI Niterói e SENAI São Gonçalo. Através do projeto Mundo SENAI, as escolas realizam palestras e visitas guiadas aos laboratórios e oficinas de alta tecnologia onde são as aulas práticas, para apresentar aos futuros profissionais caminhos que poderão levá-los a uma carreira de sucesso. A participação é gratuita.

Entre os temas das palestras oferecidas estão, por exemplo, mercado de trabalho, profissões em alta em tempos de crise, carreira profissional e normas de segurança que regulamentam seu trabalho.


O SENAI Niterói fica na Rua General Castrioto, 460, no Barreto. E, o SENAI São Gonçalo está localizado na Rua Nilo Peçanha, 134, no Centro. Nos dois dias, o Mundo SENAI acontece, simultaneamente, em 276 unidades SENAI do país.

A programação completa de cada SENAI está disponível no site www.cursosenairio.com.br/mundosenai, onde também podem ser feitas as inscrições. As vagas são limitadas. Mais informações também podem ser obtidas pelo 0800 0231 231.


Fotos: Antonio Batalha

Bianca Rinaldi e Leonardo Vieira estreiam a peça 'Nove em Ponto' no Teatro Folha

|


O texto é a segunda obra teatral do autor de novelas Rui Vilhena

Mistério, suspense e muito humor é o que promete ao público a peça “Nove em Ponto”, queestreia no Teatro Folha dia 06 de outubro com   sessões às quartas e quintas-feiras. Comelenco encabeçado por Bianca Rinaldi e Leonardo Vieira, o espetáculo reúne quatro personagens que vivem um encontro de potencial explosivo. A direção da montagem é deIsser Korik e o elenco conta ainda com Alex Gruli e Carol Bezerra.

Na trama, dois casais têm um encontro marcado para as nove da noite na casa de um deles. A história é contada a partir de três versões diferentes: o casal convidado chegando 15 minutos antes, o casal chegando no horário marcado, o casal chegando 15 minutos atrasado. A trama se desenrola a partir de um acontecimento misterioso do passado que gera discórdia e tensão entre as personagens, resultando em um espetáculo com muito humor e suspense.O público é levado a observar os personagens sob as diferentes possibilidades, conforme a variação de horários em que os personagens se encontram.

O texto foi feito a partir de uma ideia original do autor de novelas Rui Vilhena, escrito por ele com a colaboração de Joana Jorge e Vinícius Marquez.

Heloísa, personagem de Bianca Rinaldi, é a diretora de uma revista feminina e alvo de constante desconfiança de seu marido, o piloto de aviões Diogo, interpretado por Leonardo Vieira. Alex Gruli faz Henrique Bonaparte, amigo de Heloísa e ator em ascensão que se prepara para trabalhar numa novela. Carol Bezerra interpreta a misteriosa Alice, professora e esposa de Henrique.

O diretor Isser Korik explica que a engenhosidade do texto remete à Teoria do Caos e ao Efeito Borboleta. “O texto nos mostra o quanto a vida de todos nós acaba sendo regida por uma sucessão de acasos e como tudo poderia ter saído diferente graças a aspectos meramente circunstanciais”, comenta. “O desafio da direção é deixar claro ao público qual foi o fato, o acontecimento que deflagra consequências diferentes em cada versão”.

O autor Rui Vilhena conta que a inspiração para a peça partiu de uma experiência pessoal, quando ao dirigir um carro surgiu de repente uma moto na contramão. “A moto bateu no meu carro. Na realidade o motociclista estava fugindo da polícia, olhou pra trás e o acidente aconteceu. Fiquei imaginando que se eu estivesse passado por ali cinco segundos antes ou depois nada disso teria acontecido”, conta.

Na peça, a personagem Diogo é maníaca por pontualidade e isto influencia seu humor em relação às outras personagens, de acordo com o horário de chegada dos convidados para o jantar. “Quando os convidados chegam quinze minutos antes nada está pronto para o jantar e isto, para a anfitriã, é uma situação caótica porque ela ainda não está preparada para recebê-los. Quando Henrique e Alice chegam na hora isto causa surpresa em Diogo. Quando chegam quinze minutos atrasados, Diogo já está com um humor insuportável e o suflê que ele preparou passou do ponto”. Todos estes detalhes, de acordo com o momento em que os convidados chegam, influenciam a relação entre as personagens e determinam o que acontecerá.

Sobre o autor Rui Vilhena

Após ter estudado na Califórnia e no Brasil, Rui Vilhena trabalhou durante muitos anos em Portugal, onde escreveu novelas que fizeram enorme sucesso, como “Ninguém Como Tu” (2005), que contribuiu para firmar o gênero de novela de suspense.
Em 2011 retornou ao Brasil  a convite do autor brasileiro Aguinaldo Silva, passando a integrar a equipe de colaboradores da telenovela Fina Estampa, exibida pela Rede Globo. Em 2014, assinou sua primeira novela brasileira, Boogie Oogie, também na Rede Globo.

Sobre o diretor Isser Korik
Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo, Isser Korik coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira, como  “Vacalhau & Binho”, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; “O Dia que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt; e, recentemente, “E  o Vento não Levou”, de Ron Hutchinson, e “Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera”, de Gláucio Gill. Como diretor se destaca na comédia. Concebeu “Nunca se Sábado...”, apresentado por quatro temporadas sob sua direção-geral, que marcou a cena paulistana. Dirigiu o sucesso “A Minha Primeira Vez”, de Ken Davenport; a trilogia cômica de Alan Ayckbourn “Enquanto Isso...”; “O Mala”, de Larry Shue; o projeto “Te Amo, São Paulo”, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista, “Dez Encontros” de David Hare, “Pra Inglês Ver”, de Maria Clotilde e mais recentemente o sucesso “Jogo Aberto”, de Jeff Gould; além dos infantis “A Pequena Sereia”, de Fábio Brandi Torres; “Grandes Pequeninos”, de Jair Oliveira; “Cinderela”, “O Grande Inimigo” e “Ele é Fogo!”, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA. É diretor artístico da produtora Conteúdo Teatral e do Teatro Folha.

Sobre o elenco

Bianca Rinaldi – estreou no programa "Xou da Xuxa", aos 15 anos de idade, como a Paquita Xiquita Bibi, na TV Globo. Depois iniciou carreira de atriz. Em 1997 atuou na terceira temporada de "Malhação", na TV Globo. Fez novelas no SBT e na TV Record, onde trabalhou em "A Escrava Isaura", "Prova do Amor", "Caminhos do Coração", "Os Mutantes", "Ribeirão do Tempo", "O Madeireiro" e "José do Egito". Em 2013 voltou para a TV Globo na novela "Em Família", de Manoel Carlos. No teatro fez as peças “As Meninas”, “Aluga-se Um Namorado”, “Tudo de Mim”, “A Falecida”, “A Toca do Coelho”, entre outras peças adultas e infantis.
Leonardo Vieira –  é bacharel em Artes Cênicas pela Casa das Artes de Laranjeiras. No teatro fez “O Avarento”, de Molière, direção de Amir Haddad; “O Arlequin”, direção de Luiz Artur Nunes; “Dona Rosita Solteira”, de Frederico Garcia Lorca, com direção de Cristina Pereira e Antônio Grassi, entre outras. No cinema, fez com Paulo Thiago os filmes “O Vestido” e “O Poeta de Sete Faces”. Com Sergio Bianchi fez o aclamado “Cronicamente Inviável”, além de outros filmes. Na TV Globo fez as novelas “Renascer”, “Senhora do Destino” e “Sonho Meu”. Também atuou na minissérie “Os Maias”, adaptação de Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro com direção de Luiz Fernando Carvalho. Na TV Record também fez novelas e minisséries, como, “Prova de Amor”, “Os Dez Mandamentos” e “José do Egito”.

 Carol Bezerra – formada em Educação Artística com habilitação em Cênicas e Música pelo Instituto de Artes da Unesp-SP e em Canto Popular pela antiga Universidade Livre de Música (atual EMESP). Integrou o elenco do espetáculo "Garricha" do diretor americano Bob Wilson. Também atuou em "Beatles num Céu de Diamantes", "Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos", direções de Moeller e Botelho, "Divina Elizeth", "Tom e Vinícius" e "Grandes Pequeninos",  peça infantil com direção de Isser Korik, que lhe rendeu indicação ao prêmio FEMSA de melhor atriz coadjuvante. No cinema fez o longa-metragem "Noel: Poeta da Vila", vivendo o papel de Aracy de Almeida.

Alex Gruli - formado em Artes Cênicas pela Unicamp, estreou profissionalmente na Cia. Razões Inversas, dirigido por Marcio Aurelio, com quem montou “Édipo Rei” e “Fausto Zero”. Depois passou pelo Grupo XPTO, onde montou o espetáculo “Utopia - Terra de Dragões”. Alex é um dos atores fundadores da companhia “Os Fofos Encenam”, participando de seus quatro primeiros espetáculos: “Deus sabia de tudo e não fez nada”, “A Mulher do Trem”, “Assombrações do Recife Velho” e “Ferro em Brasa”.Também atuou nas peças “O Nome”, sob direção de Denise Weinberg; “B – Encontros com Caio Fernando Abreu”, com direção de Francisco Medeiros; “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, com texto e direção de Mário Bortolotto; entre outras produções.

Ficha Técnica – “Nove em Ponto”
Dramaturgia: ideia original de Rui Vilhena
Texto: Joana Jorge, Vinícius Marques e Rui Vilhena

Elenco: Bianca Rinaldi, Leonardo Vieira, Carol Bezerra e Alex Gruli

Cenografia: Paula de Paoli

Figurinos: Marichilene  Artisevskis

Expressão corporal: Juliana Sanches                                            

Trilha sonora composta: Rodrigo Zalcberg

Video: Lucas Mendes
Criação gráfica: Winnie Affonso
Fotografia: Gilberto Haider
Equipe técnica: Jardim Cabine
Administração: Isabel Gomez e Iná Schneider

Coordenação de produção: Isabel Gomez

Assistentes de direção: Ian Soffredini e Mariana São João                    

Direção e iluminação: Isser Korik            

Realização: RDP Marketing Cultural Ltda / Conteúdo Teatral

Local: Teatro Folha
Estreia: 06 de outubro
Temporada até: 10 de novembro
Apresentações:  quartas e quintas-feiras, 21h
Ingresso: R$40,00 (setor único)
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos 
TEATRO FOLHA 

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site: www.teatrofolha.com.br 
Vendas por telefone e internet/ Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 00h; sábado, das 12h às 00h; e domingo, das 12h às 19h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3104-4885 / 3113-3215 / 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, CSN, LG, Privalia, Nova Chevrolet, Wickbold, Owens, Teleperformance e  Grupo Pro Security. 

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, A Pequena Sereia”, Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.


Foto: Divulgação

Instalação faz releitura de Obra de Pompeo Batoni 'Diana caçadora'

|


Escultura Diana Vegana, modelada em escala do corpo feminino, busca suscitar reflexões sobre questões ligadas a proteção animal e questões ambientais. Obra do premiado artista Luciano Zanette ficará exposta 
na Fundação Ema Klabin até 30 de novembro.

A Fundação Ema Klabin, no Jardim Europa, promove desde 2015 a série Intervalo Contemporâneo  que convida artistas a criarem trabalhos que são expostos no percurso de visitação da casa-museu. De 1º de outubro à 30 de novembro, o artista visual Luciano Zanette apresenta a instalação Diana Vegana no pátio interno da casa-museu, com curadoria de Renê Foch.

A proposição Diana Vegana foi pensada por Zanette a partir da identificação da colecionadora com a figura mitológica de Diana; referida em duas obras do acervo da Fundação, uma delas o retrato de Dama como Diana Caçadora (Pompeo Batoni, 1708, Lucca-1787, Roma) e a outra em uma pintura de Ema Klabin inspirada no tema. 

Na mitologia romana, Diana é um modelo simbólico de mulher forte e independente. “ Diana Vegana foi pensada a partir destes valores: de uma mulher contemporânea, livre, forte, esclarecida e atuante. No trabalho temos uma livre contextualização desta figura mitológica com o momento atual. Sendo ela não mais representada de modo arcaico como Diana Caçadora, que se impunha pela violência das armas, no caso o arco e flecha, mas como uma ativista vegana que se coloca com o intelecto, a empatia e a ação direta de conscientização, defendendo o fim da escravidão animal”, explica o artista Luciano Zanette.
Segundo Renê Foch, curador da série Intervalo Contemporâneo, os trabalhos de arte instalados na casa-museu são um contraponto para a coleção de Ema Klabin, inserindo uma produção contemporânea no percurso das visitas e abrindo espaço para um novo olhar frente essa coleção e suas interferências.
Sobre o artista visual Luciano Zanette - Indicado ao PIPA 2011
Artista com bacharelado em escultura (2002) e mestrado em poéticas visuais (2007) pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 1997 forma o grupo “Comfluência”  com Gabriela Picoli, Jerri Rossato Lima e Marcio Quadrado, em 2002 inicia as atividades do coletivo POIS com Marcelo Gobatto e Claudia Paim. Em 2007, na primeira edição do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, recebe os prêmios de Artista do Ano de 2006 e Destaque Escultura pela exposição individual Mobiliário Melancólico. Integra o Atelier Subterrânea em Porto Alegre entre 2007 e 2008. É selecionado para o Programa Rumos Visuais 2008–2009 do Instituto Itaú Cultural (2009-10). Em 2015 participa da Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro – TRIO BIENAL 2015. Desde 2009 é professor no bacharelado do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, onde ministra as disciplinas de Linguagem Tridimensional e Desenho. Possui obras nos acervos do MARGS, MACRS, MACPR e Fundação Vera Chaves Barcellos.

NOVIDADE

Desde 1º de setembro, a casa-museu Ema Klabin ganhou novos dias e horários para visitação. Funciona de quarta a domingo, das 14h às 17h, sem agendamento. Aos finais de semana, a visita tem entrada franca. Nos outros dias, o ingresso custa R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). 

A casa-museu possui um rico acervo de mais de 1500 obras de arte, entre pinturas do russo Marc Chagall, do holandês Frans Post, talhas do mineiro Mestre Valentim, mobiliário, peças arqueológicas e decorativas e um jardim projetado por Burle Marx.

Exposição: Intervalo Contemporâneo com o artista Luciano Zanette
Curadoria: Renê Foch.
Abertura: 1/10/2016, sábado, às 14h.
Período: 1/10/2016 à 30/11/2016 -  Quarta à domingo, das 14h às 17h.
Ingresso: Aos finais de semana a visita tem entrada franca. Nos outros dias, o ingresso custa R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Indicação: livre
Local: Fundação Ema Klabin - Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo
Para conhecer mais sobre o trabalho do artistahttp://lucianozanette.wordpress.com


Foto: Divulgação