Juliette lança nova música

06 maio 2022 |

 


Ontem (05/05), às 21h, Juliette lançou “Cansar de Dançar”, faixa que ela mesma co-escreveu. Essa é a primeira vez que um som assinado pela cantora ganha o mundo. Marcada por elementos do bregafunk e do pisêro, a nova música foi produzida por HITMAKER - dupla de produtores responsáveis por trabalhos de grandes nomes, como Anitta, Luísa Sonza, Marina Sena e Jão - e por Juzé, que participou do EP “Juliette”. Mais solta e dançante, aqui a artista canta sobre querer se jogar na pista, sem amarras ou medo de ser quem é. A mensagem é ditada por versos como: “Entender quem sou / Qual o meu valor / Aonde eu quero ir / Vou me libertar”. Um videoclipe para o single será lançado em breve.

 

Amigos de Juliette, os conterrâneos Juzé, Luket e Soulucas (Lucas Dantas) compuseram um esboço da música, que chamou a atenção da artista pelo ritmo e pelo refrão. Depois, a cantora e Juzé juntaram-se para incorporar na letra o recado que ela queria passar, dando um tom poético à mensagem de diversão e empoderamento. “A batida que predomina é o bregafunk! Ritmo nordestino que já ganhou o Brasil e mistura-se com pagode baiano e o funk carioca no single que promete balançar quem der o play”, comenta Juzé.

 

O músico afirma ainda que compor em parceria com Juliette foi “interessante e me surpreendeu. Foi uma troca rápida na sintonia. Fechamos a música da melhor maneira que poderia ficar na voz dela”. Por sua vez, os produtores do HITMAKER afirmam que a interpretação da paraibana foi “de muita entrega”.

 

Sempre em contato com suas origens, Juliette encomendou para esse single uma capa de significado muito pessoal. A arte foi assinada pelo artista também paraibano Chico Shiko, que se inspirou na estética tipicamente brasileira dos cartazes de filmes nacionais antigos, como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976) e “Bye Bye Brasil” (1979).

 

A nova faixa marca também a primeira vez em que Juliette incorpora elementos do bregafunk, do pisêro e outros ritmos da música de rua nordestina ao seu som. “É um ritmo que vocês ainda não me ouviram cantar. Estou ansiosa para vocês ouvirem”, comenta a artista. “Gosto muito de trabalhar sons e elementos que me fazem bem, que eu mesma gostaria de ouvir. É desse desejo que nasceu ‘Cansar de Dançar’. É uma música cheia de leveza, bom-humor, uma novidade no meu repertório. Espero de verdade atingir um efeito positivo nas pessoas”, completa.

 

A estreia da carreira musical de Juliette veio em setembro de 2021, com o seu EP homônimo, que até hoje mantém o recorde de maior número de pré-saves da história do Spotify Brasil e segunda maior estreia de um álbum ou EP brasileiro na plataforma. Desde então, a cantora vem fazendo parcerias de sucesso na música, como suas colaborações com Alok, Luis Fonsi, Lunay e Lenny Tavárez (em “Un Ratito”) e Israel & Rodolffo (em “Sobre”). A paraibana também se apresentou no Prêmio Multishow de 2021.

 

Além disso, caiu na estrada a partir de março de 2022, quando deu início à Turnê Caminho, que está viajando por cidades de diversas regiões do país. O repertório dos shows é composto pelas faixas presentes no EP de estreia, assim como interpretações de canções de outros artistas que tiveram importância na trajetória da cantora.

 

FICHA TÉCNICA

Uma produção Rodamoinho Records distribuído pela Virgin Music Brasil

 

Equipe Rodamoinho Records:

Direção artística: Renan Machado e Huayna Tejo

Direção Musical: Juzé Neto

Coordenação A&R: Renan Machado, Juzé Neto

Produção Executiva: Karla Fonseca

Direção vocal: Diego Timbó, Juzé

 

Equipe Virgin Music

Direção geral: Miguel Cariello

Gerente artístico: Rodrigo Carvalho

Coordenação A&R: Alice Baldan

 

Faixa gravada no:

Estúdio Hitmaker -- Rio de Janeiro -- RJ

Produção Musical: Hitmaker (André Vieira, Breder e Wallace Vianna) e Juzé (Antônio José de Abrantes de Neto)

Composição: Juzé, Luket, Soulucas, Juliette

 

Banda

Coro: Wallace Vianna

Teclados: Luiz Café

Programação eletrônica: Breder

Coro: André Vieira

Violão e Guitarra: Douglas Lacerda

Baixo: Hugo Chiarardia

Chocalho: Juzé

Sax, trombone e trompete: Filipe Moura Ciriaco da Silva

Arranjado: Klismman


LETRA:

CANSAR DE DANÇAR

(Juzé / Juliette / Lukete / Soulucas)

 

Eu só quero sair

Pra ser eu

Quero respirar…

 

E cansar de dançar

Me cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Me cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

 

O mundo acabando e você me julgando

Me bota na caixa quer me rotular

Você vai falar e eu vou rebolando

Eu vou te mostrar onde é meu lugar

 

Entender quem sou

Qual é meu valor

Aonde eu quero ir

Vou me libertar…

 

E cansar de dançar

Me cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Me cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

 

Sentir calor

Hoje eu vou suar deixar o mundo molhadinho

Sentir amor

Triste de quem não

 

Sentir calor

Hoje eu vou suar deixar o mundo molhadinho

Sentir amor

Triste de quem não...

 

Se cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar

Cansar de dançar...

 

Foto: Igor Melo

 


Isabel Fillardis está no Estação Livre em homenagem ao Dia das Mães

03 maio 2022 |

 


Nesta sexta-feira (6/5), o Estação Livre, em homenagem ao Dia das Mães, fala sobre as várias facetas da maternidade. No estúdio, Cris Guterres recebe a diretora de criação e escritora Deh Bastos e a atriz Isabel Fillardis. Inédito, vai ao ar às 22h, na TV Cultura.
 

“A gente precisa ser feliz e realizada pra ser melhor mãe”, comenta Isabel Fillardis na edição que, entre outros assuntos, apresenta a união feminina da mãe e avó da MC Soffia. Ambas apoiam a carreira e estabilidade emocional da rapper desde os 7 anos de idade.
 

A reportagem do Estação conversa com Aline Custódio e Alessandra Oliveira, que enfrentaram as dificuldades de duas mulheres pretas criarem filhos na periferia: uma doou os óvulos e outra cedeu a barriga. “A gente precisa ter um olhar muito acolhedor para as mulheres pretas quando elas estão gestantes, porque você somatiza todas as violências num corpo que está vulnerável”, afirma Deh Bastos.
 

Dona Jacira Roque, mulher, negra, artesã, escritora, artista plástica e mãe de Emicida e Fióti, também está na edição. Ela conta sobre suas histórias e vivências. O programa ainda fala sobre as doulas, adoção e, por fim, o grupo Mães da Sé, que vivem com a dor de ter filhos desaparecidos.
 

Ainda no programa, Isabel Fillardis acrescenta: “Tudo bem não querer ser mãe. Muita mulher é questionada por não querer ser mãe. Você tem que fazer aquilo que a sua alma pede. Mas se você quer ser mãe: bem-vinda ao clube”.

 

Foto: Lara Asano


Maestro Júlio César Avelino e a Banda JSM fazem história em Saquarema

|

 


A Banda JSM fez sua estreia, oficialmente, no Desfile Cívico em comemoração aos 181 anos do município de Saquarema (RJ). O evento ocorreu na Basiléia, em Sampaio Corrêa, onde fica localizado o Centro Municipal de Educação Jurandir da Silva Melo – a maior Unidade Escolar da região –, que a abriga e é dirigida pela professora Neuzileia e Michele.

 

Contando com mais de 80 componentes, entre alunos e jovens da comunidade, a Banda trouxe o seu lema para rua, mostrando sua força, garra e determinação. Regida pelo Júlio César Avelino, jovem maestro e morador de Sampaio Corrêa que, apesar de sua pouca idade, possui uma carreira louvável, não só no município, como também na cidade de Maricá. 


 

O maestro vem desenvolvendo esse trabalho com a ajuda da sua equipe, das Coreógrafas Thifany da Silva e Nathalia Bravo, na Regência-Mor de Karoline Fernandes, do Michael Conceição e da Pâmela Nascimento.

 

Confira alguns momentos do Maestro Júlio César Avelino e a da Banda JSM:










 

Fotos: Divulgação

 


Telma Tavares canta em praça pública pelo projeto Som da Terra

02 maio 2022 |

 


A cantora e compositora Telma Tavares estará no próximo dia 06, sexta-feira, entre 21:30 e 22:30 horas, apresentando-se no projeto da Secretaria de Cultura de Maricá, RJ, denominado "Som da Terra", na Praça Orlando de Barros Pimentel, ao lado da Casa de Cultura. O instrumentista Sérgio Dantas fará uma participação especial no espetáculo, na percussão. Telma, que também irá acompanhar-se ao violão, selecionou um repertório composto por hits de autores como Gonzaguinha, Lenine, Paulinho Moska,  Djavan e  Paulinho da Viola, dentre outros,  e composições de sua lavra gravadas por artistas como  Leci Brand&atilde ;o e Alcione (que já gravou 8 músicas de Telma!).



TELMA TAVARES, O FENÔMENO

 
Telma Tavares, cantora e compositora carioca,  moradora atualmente em Itaipuaçu, Maricá, acaba de lançar o single " Banda Pandeiro"  nas plataformas digitais, via Warner Chappell, faixa  de sua autoria em parceria com Solange Boeke. Outra  que está a caminho é "Beco sem saída", dela com o mestre do samba de roda, o baiano Roque Ferreira. 
 Outra com Roque Ferreira, a música  "Feito Traça",  oitava  gravada  por Alcione,  também chegou ao mercado e faz parte do  novo álbum da Marrom, "Tijolo por Tijolo". Diga-se de passagem, as músicas  de Telma sempre agradaram ao público e obtiveram os aplausos unânimes da crítica especializada. 
 
Outro grande e recente presente para a compositora  foi a gravação, em vídeo, de  "Manto Azul" por Fafá de Belém. Canção em homenagem à Nossa Senhora, pelas mãos da cantora paraense, virou a "Música do Círio de Nazaré - 2020! Honraria  jamais imaginada por Telma em seus melhores sonhos!!!
 
Telma Tavares trabalhou com Beth Carvalho e Hermeto Pascoal, entre outros, gravou álbuns solos com participações de ícones como Chico Buarque, Hermeto, Alcione, Leci Brandão e Roque Ferreira; fez shows no Brasil e pelo Mercosul; cantou com Pablo Milanez e  Silvio Rodriguez, em Cuba,  e para o Rei Hassan em  Marrocos. A artista também participou de musicais como "A história de João-Joana" (Carlos Drummond de Andrade/Sérgio Ricardo) e "Alabê de Jerusalém" (Altay Velloso).
 
Telma também teve programas de rádio como o "Brasil na Veia", pela rádio da ONG Viva Rio; tem um título de "Cidadã Benemérita do RJ", doado pela Alerj, por serviços prestados na área de comunicação à comunidades cariocas. Telma Tavares realizou, recentemente, com o premiado  maestro Leandro Braga,  uma bem-sucedida temporada em um dos mais novos redutos culturais carioca: o IPanema 159. 

 

Foto: Divulgação

 

 


 


Museu da Língua Portuguesa celebra o Dia Internacional da Língua Portuguesa (5 de maio) com uma série de atividades presenciais e gratuitas. Shows, performances, mesas de debate, lançamentos de livros e leituras de obras literárias vão ocupar vários espaços da instituição do Governo do Estado de São Paulo, como a Praça da Língua e o Auditório, e também locais como o saguão central da CPTM. A programação acontece entre 5 e 7 de maio, quando a língua portuguesa, nas suas mais variadas dimensões, vai pulsar ainda mais dentro e fora do Museu.  

A edição 2022 do Dia Internacional da Língua Portuguesa tem direção artística do diretor teatral e de cinema Felipe Hirsch, convidado para criar uma programação inspirada em sua peça “Língua Brasileira”, que fez temporada no início deste ano no Teatro Anchieta, do Sesc Consolação. 

Atenção: houve alteração na forma de distribuição de ingressos para as atividades que vão ocorrer na Praça da Língua e no Auditório, dentro do Museu da Língua Portuguesa.

Confira a programação completa:   

5 de maio (quinta-feira)  

10h  
AULA ABERTA - Língua Brasileira  
A programação do Dia Internacional da Língua Portuguesa será aberta com uma conversa de Caetano Galindo com estudantes do 6º e do 7º anos da EMEF Infante Dom Henrique. Galindo é professor de história e autor do livro “Sim, eu digo sim: uma visita guiada ao Ulysses de James Joyce”. 
Na Praça da Língua (evento fechado para os alunos da escola)  

16h  
MESA - Camões com Dendê  
A professora e etnolinguista Yeda Pessoa de Castro bate um papo com o escritor Caetano Galindo na mesa "Camões com Dendê" sobre a influência dos falares africanos na língua portuguesa do Brasil. Após o encontro, ela lança o livro de mesmo nome no terraço do Museu. 
No Auditório  

17h 
Lançamento do livro “Camões com Dendê”, de Yeda Pessoa de Castro  
No Terraço  

18h  
MESA - Os mitos de criação  
A muralista e educadora Daiara Tukano e a agricultora e agente ambiental Jera Guarani se reúnem para participar da mesa "Os mitos de criação". Na conversa, as duas pretendem debater sobre as diferentes cosmovisões dos povos originários do Brasil.  
Na Praça da Língua  

20h  
SHOW - “Padê”  
Faixas do álbum "Padê", lançado em 2018, estão no repertório do pocket show que a cantora Juçara Marçal e o músico Kiko Dinucci apresentam na Praça da Língua. 
Na Praça da Língua  

 

6 de maio (sexta-feira)  

12h  
PERFORMANCE – Zion Gate Sound System e Batalha do Santa Cruz – Ritmo e Poesia na Gare da Luz  
O Zion Gate Sound System e a Batalha do Santa Cruz são os responsáveis pela apresentação Ritmo e Poesia na Gare da Luz. A performance acontece na hora do almoço. Para esta apresentação, não é necessário retirar ingresso. 
No Saguão Central da CPTM  
(sem a necessidade de retirada de ingressos) 

14h  
MESA - Experimentos com Linguagem 
A mesa "Experimentos com Linguagem", que reúne a escritora Veronica Stigger e o filósofo Juliano Pessanha, debaterá aspectos da literatura experimental.  
No Auditório  

17h  
MESA – A ideia de nação  
O ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas apresenta seus pensamentos sobre a vida das comunidades ribeirinhas e indígenas no Brasil contemporâneo na mesa "A ideia de nação". 
No Auditório 

19h  
SHOW – “Ciranda Sem Fim” 
Presente na experiência Falares, da exposição principal do Museu da Língua Portuguesa, Lia de Itamaracá apresenta o show "Ciranda Sem Fim". A performance contará com a participação do DJ Dolores.  
Na Praça da Língua  

 

7 de maio (sábado)  

11h  
Abertura da instalação “O Conto da Ilha Desconhecida”  
No último dia da semana do Dia Internacional da Língua Portuguesa, o Museu inaugura a Ocupação O Conto da Ilha Desconhecida. O Saguão B vai receber uma barca inflável, criada pela companhia Pia Fraus, inspirada na história do livro homônimo de José Saramago. A ação é uma homenagem ao centenário do escritor, único autor em língua portuguesa a ganhar um Nobel de Literatura. 
No Saguão B  

12h  
SHOW – Orquestra Mundana Refugi  
A Orquestra Mundana Refugi, que reúne músicos brasileiros, imigrantes e refugiados, toca no Saguão Central da CPTM. 
No Saguão Central da CPTM  
(sem a necessidade de retirada de ingressos) 

14h  
MESA - Línguas Portuguesas  
A língua portuguesa é falada por milhões de pessoas em diferentes partes do mundo. Nascida num pequeno recanto da Galícia, espalhou-se pelo planeta e ganhou variantes. A jornalista Pilar del Río e o escritor Milton Hatoum falam sobre as línguas portuguesas no plural. 
No Auditório  

14h  
PERFORMANCE – “Ciranda do Gatilho”
Com Bernardo Oliveira e Saskia 
Mini Auditório 
(para visitantes regulares do Museu)  

17h30  
MESA – Glotocídio e Incêndios  
Críticos da atual política ambiental, a jornalista Eliane Brum e o líder indígena André Baniwa participam da mesa "Glotocídio e Incêndios". Na pauta, o desmatamento da Amazônia e os violentos crimes contra os povos originários. A mediação será da jornalista Maria Fernanda Ribeiro.  
No Auditório  

19h30  
SHOW – Cenas e músicas da peça “Língua Brasileira”  
A partir da música “Língua Brasileira”, de Tom Zé, nasceu a colaboração entre o compositor, Felipe Hirsch e o coletivo Ultralíricos. Desse trabalho conjunto surgiu o espetáculo "Língua Brasileira", uma epopeia dos povos que formaram a língua que falamos. Cenas e músicas da peça serão apresentadas no encerramento da programação. 
Na Praça da Língua  

 

Filmes no Mini Auditório do Museu  
No dia 5, será exibido em looping o filme "Marcha à Ré", de Eryk Rocha, sobre performance realizada por Nuno Ramos e o Teatro da Vertigem (nesta data, às 17h, Rocha e Antônio Araújo conversam com o público presente). No dia 6, é a vez do filme "KOPENAWA", uma entrevista com Davi Kopenawa registrada dentro do Museu. No dia 7, é exibida uma produção dirigida por Carlos Nader.  Os eventos no Mini Auditório são para os visitantes regulares do Museu da Língua Portuguesa.  

 

Todas as atividades do evento serão filmadas. As gravações resultarão em um documentário dirigido pelo próprio Hirsch e com produção da Café Royal.  

 

INGRESSOS  
Toda a programação do Dia Internacional da Língua Portuguesa é gratuita. A distribuição dos ingressos acontece na bilheteria do Saguão B a partir do meio-dia de cada data. Cada pessoa poderá pegar um único ingresso, que dará acesso à atividade escolhida e também ao Museu da Língua Portuguesa, que estará aberto normalmente (até as 18h) para quem quiser conferir a sua exposição principal e a mostra temporária Sonhei em português!. É obrigatória a apresentação do Passaporte da Vacina antes de entrar no Museu para todas as pessoas com cinco anos ou mais, sendo exigida a comprovação de ao menos duas doses ou dose única do imunizante contra Covid-19 (a exigência é do Decreto Municipal nº 60.989/22 da Prefeitura de São Paulo). 

TRANSMISSÃO  
As mesas terão transmissão ao vivo pelo YouTube e Facebook do Museu da Língua Portuguesa, com interpretação em Libras.  
www.facebook.com/museudalinguaportuguesa  
www.youtube.com/museudalinguaportuguesa  

 

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

  
A programação em celebração ao Dia da Língua Portuguesa conta com os seguintes parceiros: SESC SP, CPTM e EMEF Infante Dom Henrique. A produção do documentário é uma realização da Café Royal. A Instalação "O Conto da Ilha Desconhecida" é realizada em parceria com a Fundação José Saramago, o Instituto Camões e a Companhia das Letras.  

Localizado na Estação da Luz, o MLP tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.  

O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  

PATROCÍNIOS E PARCERIAS  
A reconstrução do Museu tem patrocínio máster da EDP e patrocínio do Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O apoio é da Fundação Calouste Gulbenkian.  

A Temporada 2022 conta com patrocínio do Grupo Volvo, do Instituto Cultural Vale e do Itaú Unibanco, apoio da Booking.com e do Grupo Ultra e das empresas parceiras Cabot, Marsh McLennan, escritório Mattos Filho, Verde Asset Management, Faber-Castell e Bain&Company. Rádio CBN, Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são seus parceiros de mídia. A Temporada é realizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  

 

Programação Cultural do Dia Internacional da Língua Portuguesa  
De 5 a 7 de maio  
Grátis (ingressos distribuídos a partir do meio-dia de cada data)  
Acesso pelo Portão B  

Museu da Língua Portuguesa  
Praça da Luz s/n - Luz - São Paulo  
De terça a domingo, das 9h às 16h30 (permanência até as 18h)  
R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia)  
Grátis aos sábados  
Grátis para crianças até 7 anos  
Ingressos na bilheteria e pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/68203  

 

Foto: Divulgação