O projeto Macaé com Cultura, Arte e Luz, da Secretaria Municipal de Cultura, contará com edições especiais de verão a partir deste sábado (17), às 20h, no espaço CriaSana, com apresentações musicais. Neste primeiro sábado a atração será Paulo Psiquismo.

 

Além do show musical, o espaço CriaSana receberá neste sábado, às 19h, o Circo da Matita. A atração gratuita, que também ocorrerá no dia 24 de janeiro, no mesmo horário, é um convite para todas as idades e promete levar alegria, risos, cores e malabares. O espetáculo é uma produção independente, idealizada e realizada pela Dona do Meu Nariz Produções.


“Este projeto foi lançado no verão passado e contou com edições aos sábados no Bar do Coco e no Anfiteatro da Imbetiba. Este ano ele retorna no CriaSana devido ao grande número de turistas no local aos finais de semana. O CriaSana é um espaço referência cultural do distrito", revela a secretária municipal de Cultura, Waleska Freire.

 

O projeto visa proporcionar uma atividade cultural à população nos momentos de lazer, com o intuito de levar cultura, arte e música de qualidade para a rua, tornando-as acessíveis a todos.



O CriaSana possui uma biblioteca comunitária e boxes com produtos artesanais e gastronômicos. Durante o ano, de segunda a sexta-feira, são oferecidas aulas de Maracatu, Ritbox, Dança Afro, Ginástica Localizada e Capoeira.



A Biblioteca Bem-te-Vi possui uma agenda desenvolvida por voluntários, que emprestam livros, recebem doações e promovem oficinas de redação, escrita, leitura de poesias, desenho e pintura infantil.



Atualmente, o CriaSana está totalmente reformado e conta com dez bancos, tendas, banheiros e um parquinho infantil novo, com grama sintética. É um espaço que une arte, música, literatura, gastronomia e artesanato. O local dispõe ainda de um palco onde artistas da região realizam apresentações de seus trabalhos. “O espaço é aberto para artistas locais e turistas que desejam apresentar seus trabalhos”, acrescenta a secretária.

 

Foto: Divulgação


 


No dia 12 de janeiro, a Rádio Capital deu início a uma nova fase de sua trajetória. Às vésperas de completar 48 anos em 25/01/2026, a emissora apresenta uma nova grade de programação, marcada por estratégia, inovação e pelo fortalecimento de sua identidade no cenário radiofônico.

 

Sob a direção artística de Vinny Dlakart, a Capital aposta no protagonismo de nomes históricos e altamente reconhecidos da comunicação, com destaque absoluto para Eli Corrêa, um dos comunicadores mais importantes do rádio brasileiro. Com décadas de carreira, Eli é sinônimo de credibilidade, audiência e conexão direta com o público, sendo uma das vozes mais emblemáticas da história do rádio em São Paulo e peça central desta nova fase da emissora.

 

Outro grande pilar da nova programação é Nani Venâncio, comunicadora consagrada e nome de forte reconhecimento na televisão brasileira, que amplia ainda mais o alcance da Rádio Capital. Sua presença reforça a ponte entre rádio, TV e plataformas digitais, agregando visibilidade, carisma e novos públicos à emissora, além de fortalecer a presença feminina em posições de destaque na grade.

 

A nova fase também valoriza outras vozes femininas da casa, como Nani Venâncio, Ângela Mattos e Cinthia Corrêa, ampliando a diversidade de narrativas e reforçando a proximidade com o ouvinte — uma marca histórica da Rádio Capital.

 

Essa nova fase nasce da escuta atenta ao nosso público e do respeito à história do rádio. Apostar em nomes fortes como Eli Corrêa, Cinthia Corrêa, João Ferreira, Laércio Maciel, Angela Mattos, Livia Almeida, Nani Venâncio e toda equipe de comunicadores e colaboradores é unir tradição, credibilidade e futuro”, afirma Vinny Dlakart, diretor artístico da Rádio Capital.

 

Multiplataforma, a Rádio Capital transmite sua programação em tempo real pela 77.5 FM1040 AMYouTube (CapitalcomVocê)aplicativo oficial e Alexa, permitindo que o público acompanhe a emissora em qualquer lugar e a qualquer hora.

 

Além das mudanças artísticas, 2026 marca um reposicionamento estratégico da Capital no mercado, com a chegada de um novo time comercial liderado por Fábio de Faria, focado em inovação e novas oportunidades para marcas e parceiros. A emissora também prepara novos quadros, projetos especiais, eventos e ativações, reforçando seu pioneirismo e sua relação próxima com o público.

 

Multiplataforma, a Rádio Capital está presente em todos os lugares, com transmissão em tempo real:

  • 📻 77.5 FM
  • 📻 1040 AM
  • 📺 YouTube – CAPITALCOMVOCÊ (ao vivo)
  • 📱 Aplicativo oficial
  • 🗣️ Alexa

Uma nova Capital. Mais próxima, mais forte, multiplataforma e conectada com você.

A nova grade de programação já está no ar. Acompanhe essa transformação.

 

Foto: Divulgação


 


A Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal e a Juíza do TJDFT Dra. Rejane Suxberger irão promover o lançamento da segunda edição do livro “Invisíveis Marias: histórias além das quatro paredes” na Biblioteca do Senado Federal. 

 

“Invisíveis Marias” foi escrita em forma de contos, entrelaça realidade e ficção para dar voz às Marias que, dentro de casa, viveram aquilo que deveria ser amor, mas se tornou dor. Entre relatos de audiências e ecos de histórias reais, o livro expõe as marcas que não desaparecem com a sentença. Mais do que literatura, é denúncia, memória e resistência, um convite à reflexão sobre a violência invisível que atravessa lares e gerações.

 

“Eu tenho um enorme carinho por esse livro. Ele representa a superação de muitas dores transformadas em força e aprendizado. Cada etapa concluída reafirma a importância de dar voz às mulheres e suas histórias. Acredito que ele poderá servir como um alerta poderoso, mostrando que a violência muitas vezes começa de forma sutil. Espero que inspire outras mulheres a reconhecer sinais de abuso e buscar ajuda. Que sirva também de incentivo para romper o silêncio e acreditar em um recomeço possível.” – Rejane Suxberger, juíza e escritora

 

Ao longo de 10 mil processos examinados durante 10 anos, Rejane nunca teve a oportunidade de se deparar com uma vítima inteira. Todas se apresentavam dilaceradas não era apenas o físico, mas a alma dessas mulheres estava mortificada pelo julgamento que faziam de si mesmo. A sociedade, segundo a autora, se encarregava de desqualificar o resto.

As vítimas que protagonizam de forma indireta “Invisíveis Marias”, traziam consigo, ideias ultrapassadas de feminilidade e masculinidade como “justificativa” para os atos de violência. De um lado a mulher apresentada como coisa, propriedade tendo sua fala totalmente desqualificada; do outro lado, o agressor, fossem homens ou mulheres, se mostravam “injustiçados” pela Lei Maria da Penha, pois não era “bandidos”.

 

“Invisíveis Marias: histórias além das quatro paredes” traz relatos de sofrimento, dor e angústia que se transportaram da cadeira das vítimas, testemunhas e réus, para a cadeira da juíza. “As angústias dos que se sentavam à minha frente, por diversas vezes, me escoltaram até minha casa e passaram a ser companheiras de noites de insônia”, relata Dra. Rejane. “É a violência mais silenciosa que existe, sem a presença de expectadores, ou melhor, quando presentes, estes eram os filhos das mulheres. Os enredos eram os mesmos, mudavam apenas os protagonistas”, finaliza. 

 

Sobre a autora:

 

Rejane Jungbluth Suxberger é juíza de direito do TJDFT, presidente da Comissão de Assédio do TRE-DF e integrante do grupo Candangas. Máster em gênero e igualdade pela Universidad Pablo de Olavide (Sevilla/Espanha) e mestra em direito pelo UniCEUB, é vice-líder do Grupo de Pesquisa em Política Pública e Justiça Criminal do CEUB, na linha “Políticas públicas de gênero e estudos feministas”.



 

Livro: Invisíveis Marias: histórias além das quatro paredes

Autora: Rejane Jungbluth Suxberger

Editora: Grupo Editorial Caravana

Adquira o livro através do link

 

Fotos: Divulgação


'Ivete Clareou' cresce em 2026 e ganha datas em novas cidades

12 janeiro 2026 |

 


Ivete Sangalo acaba de anunciar oficialmente as cidades que receberão "Ivete Clareou" em 2026. A nova etapa do projeto – idealizado por IESSI e Super Sounds – tem nove datas confirmadas ao longo do ano, com passagem por diferentes estados brasileiros.

 

O retorno está marcado para o dia 04 de abril, quando a cantora baiana se apresentará em Florianópolis. Em seguida, “Ivete Clareou” passará por Recife (18/04), Rio de Janeiro (01/05), São Paulo (22/08), Belo Horizonte (19/09), Fortaleza (10/10), Salvador (14/11), Ribeirão Preto (28/11) e Campinas (12/12). Ingressos começam a ser vendidos no dia 27 de janeiro, pelo site da Ingresse.

 

A continuidade, confirmada ainda em dezembro do ano passado pelo perfil oficial do projeto, reforça o sucesso de “Ivete Clareou”, que registrou números impressionantes em sua estreia. Ao todo, a turnê reuniu cerca de 55 mil pessoas em cinco cidades, com mais de 30 horas de show e 31 convidados especiais, que subiram ao palco para cantar com Ivete.

 

Além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador – que já receberam o show em 2025 – cinco novos destinos terão a oportunidade de vivenciar o samba de mainha. Essa expansão vai de encontro aos pedidos contínuos dos fãs da cantora, que fizeram campanha nas redes sociais por novas datas e locais.

 

“É uma alegria enorme ver o ‘Ivete Clareou’ alcançar essa dimensão. O projeto nasceu com a proposta de celebrar o samba a partir da identidade e da história da Ivete, e a resposta do público superou todas as nossas expectativas. A confirmação dessa nova temporada marca um momento muito especial, de consolidação e amadurecimento. Nosso objetivo é crescer cada vez mais e, ainda este ano, levar a turnê para outros países”, destaca Tiago Maia, sócio da Super Sounds – empresa responsável pela idealização e execução do projeto junto com a IESSI.

 

“A resposta do público desde a estreia foi determinante para essa nova etapa. O ‘Ivete Clareou’ amadureceu, ganhou identidade própria e hoje é um projeto sólido, que une arte, memória afetiva e uma entrega muito verdadeira da Ivete no palco. É muito gratificante acompanhar esse crescimento orgânico, impulsionado pelo carinho do público e por uma construção artística bem alinhada”, ressalta Cynthia Sangalo, sócia da IESSI.

 

A turnê revisita as raízes musicais de Ivete Sangalo, que tem forte conexão com o samba desde sua infância. A cantora comanda um verdadeiro espetáculo com mais de cinco horas de duração e um repertório repleto de clássicos do samba e pagode, além de canções inéditas do projeto e grandes sucessos de sua trajetória.

 

Criado para promover uma imersão no universo do samba, o show conta com palco 360º e elementos visuais que referenciam grandes nomes do ritmo – como placas em homenagem a Clara Nunes, Demônios da Garoa e Alcione. A energia é sempre um dos pontos altos do show: o público samba, canta, dança, pula e acompanha a alegria e animação de Ivete do começo ao fim.

 

“A retomada dessa turnê em 2026 e a confirmação do sonho de cantar samba só reitera que o que vivemos em 2025 foi extraordinário e reforça a necessidade não só minha, de viver isso, mas do público que está avio por viver o samba e a alegria do encontro. 2026 será ainda mais surpreendente. Estaremos em mais lugares, mais cidades, com uma estrutura que supera todas as expectativas. Agora é preparar o coração e abrir o braço para viver o ‘Ivete Clareou’”, comenta Ivete Sangalo.

 

TURNÊ “IVETE CLAREOU”
04/04 – Florianópolis
18/04 – Recife
01/05 – Rio de Janeiro
22/08 – São Paulo
19/09 – Belo Horizonte
10/10 – Fortaleza
14/11 – Salvador
28/11 – Ribeirão Preto
12/12 – Campinas

 

Foto: Rafael Mattei


Roda Viva entrevista a atriz Ingrid Guimarães nesta segunda (12/1)

09 janeiro 2026 |

 


Nesta segunda-feira (12/1), o Roda Viva entrevista a atriz e humorista Ingrid Guimarães. Prestes a estrear o longa Minha Melhor Amiga, ao lado de Mônica Martinelli, a artista revisita sua trajetória e exalta o papel central das mulheres em sua vida e carreira.



O programa inédito,
gravado em dezembro de 2025, conta com uma bancada de entrevistadores formada por Priscilla Geremias, editora na Marie Claire Brasil; Ubiratan Brasil, jornalista cultural; Mariliz Pereira Jorge, colunista da Folha de S. Paulo e do Meio; Talita Duvanel, repórter de Cultura do Jornal O Globo; e Danilo Casaletti, repórter de Cultura do Estadão. Há, ainda, a participação do cartunista Luciano Veronezi.



Roda Viva vai ao ar a partir das 22h, na TV Cultura, com transmissão simultânea pelo site da emissoraapp Cultura Play e redes sociais - YouTubeXTikTok Facebook, e apresentação de Vera Magalhães.

 

Foto: Nadja Kouchi / Acervo TV Cultura


 


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro começa 2026 com uma programação educativa especial de férias, repleta de opções para todas as idades. Da série de Encontros com a arte e a natureza à celebração da identidade carioca, as atividades de janeiro incluem ainda oficinas inspiradas nas obras de Frans Krajcberg. Todas as ações do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira são gratuitas, e as inscrições podem ser feitas por este link.

 

Com espaço sensorial para exploração tátil, sonora e corporal, além de um ateliê de experimentação de cores, formas e texturas, os Encontros com a arte e a natureza vão oferecer atividades de percurso sensorial, pintura comestível, clubinho do livro, garrafinha sensorial, impressão natural e escultura natural. Para todas as idades e sem necessidade de inscrição prévia, os encontros serão realizados de 8 de janeiro a 13 de fevereiro. A programação completa está disponível neste link.

 

Em diálogo com a exposição Frans Krajcberg - Uma semântica da devastação, a oficina Matrizes da natureza oferece aos participantes a oportunidade de explorar técnicas de impressão, relevo e assemblagem, investigando texturas naturais, gestualidade expressiva e processos de criação que reforçam a arte como prática ética, sensível e investigativa. Indicada para maiores de 12 anos, a oficina será realizada nos dias 11, 18 e 25 de janeiro (domingos), das 14h às 16h. Vagas limitadas.

 

Pequenos arteiros:

As obras de Frans Krajcberg também inspiram a atividade Pequenos detetives. Com lupa e bloco de anotações, as crianças são estimuladas a observar, questionar e inventar histórias com base nas pistas encontradas na exposição. A proposta valoriza o contato com elementos naturais, amplia o repertório estético e desperta atitudes de cuidado com o meio ambiente. Indicada para crianças de 5 a 9 anos, a atividade será realizada nos dias 17 e 31 de janeiro (sábados), das 14h às 15h30. Vagas limitadas.

 

A partir da obra de Glênio Bianchetti e da trajetória de Lia de Itamaracá, a oficina Ciranda brincante une arte, cultura popular e brincadeira. Em roda, os pequenos são chamados a cantar, dançar, observar e criar, celebrando a alegria de estar juntos. A atividade celebra os saberes populares e a força da construção coletiva do conhecimento. Indicada para crianças de 4 a 8 anos, a oficina será realizada nos dias 10 e 24 de janeiro (sábados), das 14h às 15h30. Vagas limitadas.

 

CAIXA 165 anos:

Os 165 anos da CAIXA serão celebrados em um encontro que reconhece a trajetória da instituição como agente fundamental na promoção da cultura, da educação e da cidadania. O público poderá compartilhar memórias e experiências vividas com a CAIXA, e será convidado a criar um boton para materializar essas lembranças. Indicada para jovens, adultos e idosos, a atividade será realizada no dia 13 de janeiro (terça-feira), das 14h às 16h. Vagas limitadas.

 

Já no dia 20 de janeiro, feriado de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, a oficina Arte para a Cidade Maravilhosa integra patrimônio histórico, consciência ambiental e reflexão crítica. A partir de imagens e referências históricas da cidade e de obras de Frans Krajcberg, os participantes vão desenvolver produções artísticas em desenho e colagem. Indicada para maiores de 12 anos, a oficina será realizada no dia 20 de janeiro (terça-feira), das 14h às 16h. Vagas limitadas.

 

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira:

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira é uma iniciativa da CAIXA que visa aproximar a programação cultural do público. Com diversas ações, desde experiências de visitação para escolas e instituições sociais até oficinas, cursos e projetos de arte-educação para diferentes públicos, o programa busca promover o acesso à cultura de forma inclusiva e educativa.

 

As ações educativas desenvolvidas recuperam e atualizam uma longa história, que celebrou em 2025 os 45 anos desde a abertura da primeira unidade da CAIXA Cultural em Brasília e os 38 anos da CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

 

Hoje, a CAIXA Cultural é uma das maiores redes de espaços culturais públicos do país, com unidades também em São Paulo (SP), Salvador (BA), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Recife (PE). Em 2025, a CAIXA inaugurou ainda o seu primeiro espaço na região Norte, em Belém (PA). Nessa comemoração, a CAIXA convida todos os públicos a "culturar"; isto é, a viver a cultura como ação, celebrando juntos uma trajetória de mais de quatro décadas.

 

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Unidade Passeio (Rua do Passeio, 38, Centro)

Datas e horários: Consultar programação

Inscrições gratuitas: por este link

Classificação Indicativa: Consultar programação

Informações: (21) 3083-3610 | site da CAIXA Culturalcaixaculturalrj

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 

***Na Foto em destaque, Oficina Arte para a Cidade Maravilhosa integra patrimônio histórico, consciência ambiental e reflexão crítica.

Foto: Divulgação CAIXA


 


O mês de janeiro começa agitado no Museu da Língua Portuguesa. Logo no dia 10, no sábado, tem início a Estação Férias com uma série de atividades relacionadas à mostra temporária FUNK: Um grito de ousadia e liberdade. Haverá também visitas e ações especiais promovidas pelo Núcleo Educativo. Localizado no histórico prédio da Estação da Luz, o Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. 

 

Sob comando de artistas-educadores do coletivo Agbalá Conta, a Estação Férias de janeiro de 2026 promoverá ações relacionadas às culturas urbanas. De terça a domingo, vão acontecer oficinas de rima, grafite e danças urbanas, além de aulas de criação de lambes e pinturas corporais e adornos, sempre em quatro horários: 10h, 11h, 14h e 15h. Brincadeiras tradicionais, como pular corda, mãe da rua, barra manteiga e amarelinha, também estarão disponíveis das 10h às 17h. Para participar, não é preciso se inscrever: basta chegar e começar a brincar.  

 

Aos sábados, a programação da Estação Férias ganha duas ações especiais. No dia 10, o Projeto Giz realiza a Intervenção e Vivência Pintar de Giz das 10h às 16h, com os artistas Rafa Black e Tinho. No dia 17, às 11h, é a vez do Grupo Diladim apresentar o espetáculo Requebrando.  

 

Visitas especiais 


O Núcleo Educativo promoverá duas visitas especiais ao Museu. No dia 17, às 13h, é a vez de Joias de Crioula, que buscará, por meio do acervo da exposição principal, apresentar as representações de mulheres negras nos séculos 18 e 19. A ideia é destacar as formas de resistência através de símbolos que essas mulheres carregavam. 

 

Movimentos de Ancestralidade é o título da visita a ser realizada no dia 31, às 13h. Nesta ação, os educadores e educadoras do Museu vão conectar os conteúdos da exposição principal com os da mostra temporária FUNK: Um grito de ousadia e liberdade, focando em trabalhos que abordam temas como espiritualidades afro-diaspóricas. 

 

O Museu mantém, em sua programação de janeiro, as visitas rotineiras com os educadores à exposição principal (aos sábados e domingos, às 10h e às 13h) e ao prédio da Estação da Luz (aos sábados e domingos, às 11h e às 15h). Todas são gratuitas: os grupos são formados 15 minutos antes do início da visita, no Pátio A, perto da bilheteria. 

 

Leitura 


Aos domingos, quem vem ao Museu tem acesso à programação da Estação Famílias. Nela, o Núcleo Educativo promove a leitura de algum livro e uma atividade relacionada a essa obra. 

 

Os livros escolhidos neste mês são Fevereiro, de Carol Fernandes (dia 11); De Passinho em Passinho: um livro para dançar e sonhar, de Otávio Júnior (dia 18); e O mundo no black power de Tayó, de Kiusam de Oliveira (dia 25). A atividade acontece no segundo andar do Museu, das 13h às 14h30. 

 

Exposições  


Quem vem ao Museu ainda pode visitar a exposição principal e a mostra temporária FUNK: Um grito de ousadia e liberdade.  

 

Com experiências audiovisuais e interativas, a exposição principal destaca a variedade da língua portuguesa falada no Brasil. Um dos destaques é a linha do tempo Português do Brasil, que narra a história da nossa língua do Império Romano até os dias de hoje, explicando as contribuições e as marcas das línguas indígenas e de línguas africanas no português brasileiro. Vale ainda mencionar a Praça da Língua, um espaço imersivo no qual textos da literatura em língua portuguesa, de nomes como Graciliano Ramos e Machado de Assis, são projetados no teto, com vozes de artistas como Maria Bethânia, Chico Buarque e Tom Zé.  

 

Com 473 obras em exibição, entre pinturas, fotografias e registros audiovisuais, a exposição temporária FUNK: Um grito de ousadia e liberdade apresenta as marcas deste movimento cultural que transforma modos de falar, vestir e criar. Concebida pelo Museu de Arte do Rio (MAR), a mostra tem curadoria de Taísa Machado, Dom Filó, Amanda Bonan, Marcelo Campos e Renata Prado. 

 

A exposição evidencia o caminho percorrido pelo funk desde a influência da música negra estadunidense, passando pelos bailes black e soul dos anos 1960 e 1970, até o estabelecimento no Rio de Janeiro com características próprias e depois em São Paulo, onde também assumiu feições locais. A versão paulistana do projeto inclui obras de nomes como Tami Silva, Brenda Nicole e Rafa Black, que destacam o funk na Baixada Santista e na capital paulista.  

 

Estação Férias  
De 10 a 25 de janeiro  
De terça a domingo, das 10h às 17h  
Grátis  


 
Exposição principal e mostra temporária FUNK: Um grito de ousadia e liberdade  
De terça a domingo, das 9h às 16h30 (com permanência até as 18h)  
R$ 25 (inteira); R$ 12,50 (meia)  
Grátis para crianças até 7 anos  
Grátis aos sábados e aos domingos  
Acesso pelo Portão A  
Venda de ingressos na bilheteria e pela internet  
Classificação indicativa da exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade: 14 anos  

 

Museu da Língua Portuguesa  
De Praça da Luz, s/n – Luz – São Paulo  

 

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA  


Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

  

O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  

 

PATROCÍNIOS E PARCERIAS  


A exposição temporária FUNK: Um grito de ousadia e liberdade conta com patrocínio máster da Petrobras e da Motiva; patrocínio da Vale; e apoio do Instituto Ultra, do Itaú Unibanco e da CAIXA. Concebida pelo Museu de Arte do Rio, equipamento da Secretaria Municipal de Cultura da cidade do Rio de Janeiro e gerido pela Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), a exposição é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet. 

 

Foto: Guilherme Sai


Theatro Municipal conta histórias" estreia 14 de janeiro no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

05 janeiro 2026 |

 


E se você pudesse reviver o passado, tendo como palco o Theatro Municipal do Rio de Janeiro? Esta é a proposta do “Theatro Municipal conta histórias”, uma visita teatralizada em um dos mais importantes monumentos do Brasil, que vai acontecer a partir de 14 de janeiro.  Com duração de uma hora e meia, um grupo de atores, vestidos com figurinos de época, vai circular pelo templo da dança, na Cinelândia, Rio de Janeiro, mesclando diferentes linguagens de teatro e da música, para contar a história do espaço, transportando o público para uma viagem no tempo.

 

O espetáculo acontece a partir de 14 de janeiro, com sessões às quartas (dias 14, 21 e 28/1), às 16h; sextas (dias 16, 23 e 30/1) e no sábado, dia 17, às 11h.  O ingresso custa R$20 (inteira) e R$10 (meia). 

 

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado no dia 14 de julho de 1909, data que já tinha sua importância por ser a mesma da Tomada da Bastilha, um marco da Revolução Francesa. Nestes primeiros anos do século XX, o Brasil já era uma república e o Rio de Janeiro, a capital federal que recebia influência da França. A Belle Époque estava presente na cidade, com suas avenidas largas e iluminadas, uma vida noturna agitada e novas construções. O roteiro assinado por Daniela Chindler, a partir da pesquisa histórica de Luciene Carris e a direção de Augusto Pessoa, vai apresentando o espaço e fazendo a sua ligação com a história da própria cidade, como a inauguração da Avenida Central (atual Rio Branco), cheia de jambeiros e pau-brasil.

 

A ficha técnica se completa com a direção musical Guilherme Miranda e a pesquisa musical de Joaquim de Paula.  Em cena, os atores/cantores Adassa Martins, Gabriel Sant´Anna, Lucas Salustriano e Sophia Fried se revezam na tarefa de contar a história do espaço, pontuando com casos divertidos, curiosos e poéticos.  Eles circulam pela plateia, balcões, camarins do teatro, além do salão Assyrius, compartilhando a história do prédio, das montagens e das pessoas que por ali passaram, deslocando o público para uma viagem no tempo. Arthur Azevedo, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Nair de Teffé, Maria Olenewa, Isadora Duncan, João do Rio, Abdias do Nascimento e Fernanda Montenegro são alguns dos personagens que emprestam passagens de suas vidas ao roteiro.                       

                     

 “Os canteiros receberam 53 paus-brasil e 358 jambeiros, com o propósito de tornar a avenida mais bonita e fresca.

Era um lugar onde se podia passear, admirando a iluminação elétrica, novidade do início do século XX.

Quem passeava por ali sentia que o Rio era Paris nos trópicos...” 

(Cena da Inauguração da Avenida Central)

 

Daniela Chindler cria visitas teatralizadas para prédios históricos desde 1997, quando foi convidada pela imortal Nélida Pinõn, para elaborar o espetáculo que marcou os 100 anos da Academia Brasileira de Letras. O projeto fez tanto sucesso, que permaneceu em cartaz por 15 anos. Depois, a produtora cultural escreveu o roteiro de “Primeiro de Março, 66” para o centenário do prédio que abriga o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio, com visitas em prédios históricos também em São Paulo e Belo Horizonte. Referência em educação não formal, a produtora conta com o projeto “Além Muros”, de incentivo à leitura para mulheres em privação de liberdade e, recentemente apresentou “Bibliotecas no Mundo”, em escolas públicas e na Biblioteca Nacional. 

 

O projeto Theatro Municipal – Conta histórias é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Rede D´OR, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS.

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Augusto Pessoa

Roteiro: Daniela Chindler

Pesquisa histórica:  Luciene Carris

Direção Musical: Guilherme Miranda

Pesquisa musical: Joaquim de Paula 

Atores: Adassa Martins, Gabriel Sant´Anna, Lucas Salustriano e Sophia Fried

 

THEATRO MUNICIPAL CONTA HISTÓRIAS

Visita teatralizada

Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Praça Floriano, S/N - Centro

Estreia: 14 de janeiro

Horários:  Quartas (14, 21, 28/1) - 16h | Sextas (16, 23, 30/1) - 11h | 

Sábado (17/1) – 11h

Ingresso:  R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia entrada)

Vendas online

Faixa etária recomendada: A partir de 12 anos

Duração: Uma hora e meia.

Capacidade: 40 pessoas

Temporada até 30 de janeiro

 

***Na Foto em destaque, Daniela Chindler (centro) é a idealizadora do projeto

Foto: Divulgação


 


Amar o que faz, sacrificando o tempo, a casa, a família, interesses pessoais e, até mesmo a própria saúde, por uma missão: capacitar profissionais que irão, para muito além de suas carreiras, dar vida a dezenas e mais dezenas de personagens que farão parte da história de muita gente. Quanto comprometimento, hein?

 

É, justamente dessa forma, que o Diretor de Elenco Felipe Ventura, 38 anos, respira seus dias frente a um mercado altamente competitivo. Residente no Rio de Janeiro, roda o país inteiro orientando e ponderando artistas que viverão uma mudança de vida radical, a partir, acima de tudo, do querer e das metas estabelecidas por cada um deles.

 

Hoje, Ventura conversou com o CULTURA VIVA e falou, um pouco, do seu cotidiano, que é bem puxado, diga-se de passagem. Acompanhe!

 

CULTURA VIVA: Desde quando trabalha com interpretação para o audiovisual e por que escolheu esse caminho profissional? 

FELIPE VENTURA: Desde 2019, um pouco antes da pandemia começaram a me convidar para ministrar workshops para atores. Confesso que, de 2019 para cá, eu vejo uma evolução drástica na forma de falar, de ensinar, de aconselhar os atores. O amadurecimento faz com que a gente fique mais rico nas informações e consiga passar com clareza tudo que um ator precisa saber na hora de fazer um teste, gravar um monologo... Eu acho que os atores me escolheram para ensinar eles. Nunca tive esse dom de ensinar, de falar. Sempre fui muito tímido, mas tudo foi se encontrando e eu fui ficando confortável em falar com eles e, hoje, quase virou uma segunda profissão. Sempre digo e repetido, não sou professor. Não sou formado em educação, mas o acaso, a vida me transformou e está dando supercerto! Vendo milhares de atores evoluindo com as minhas dicas, pegando testes, trabalhos, crescendo na carreira.

 

C.V.:  Suas aulas são dinâmicas e o senhor ensina como os alunos podem se portar bem no vídeo interpretando um personagem ou um texto. Qual a parte mais difícil neste quesito para um aluno iniciante? 

F.V.: Eles se ouvirem e executarem os pedidos de um profissional que só está ali para ajudar na sua caminhada.

 

C.V.: Durante sua carreira, quantos profissionais já formou, em média? Que feedback tem deles?

F.V.: Não tenho esses números, mas, em 2023 e 2024, eu fui o diretor de elenco que mais deu Workshops e cursos pelo Brasil. Fui para o Nordeste, para Minas Gerais, para São Paulo, para o Sul. Viajei para muitos lugares, com atores talentosíssimos. Eu não posso formar ninguém, eu não ensino a arte de atuar. Eu ensino junto como eles: devem interpretar para o audiovisual, compreender o que o audiovisual quer deles. Então, o meu curso já é para atores que já são formados ou estão em estudo.


 

C.V.: O senhor já participou de trabalhos produzidos para a Disney, a Netflix e com artistas de gabarito na TV e no cinema. A que se deve tanto talento?

F.V.: Amor ao que se faz. Comecei em 2009 sendo assistente de um grande escritório de produção de elenco, que me deu toda minha base e toda minha expertise na profissão. Em 2014, em um processo de audição para a primeira versão de Wicked, em São Paulo, eu fiquei mais de 15 dias direto em São Paulo, longe da minha casa, no Rio, fazendo audições, ajudando na produção de elenco. Eu acordava às 5h e ia dormir às 00h. Teve um dia que comecei a ter uma crise de choro, acumulando cansaço e eu me perguntando: é isso que eu quero realmente para minha vida? E, dali, eu vi que era o que eu queria para sempre.

 

C.V.: Seu trabalho também tem a ver com preparação de elenco?

F.V.: Não. São profissões diferentes. Tem alguns diretores de elenco que fazem preparação, mas eu ainda não surfei por essa área.


 

C.V.: O que é mais tranquilo de interpretar: um personagem para a TV ou um para o cinema?

F.V.: Os dois são iguais, são personagens. A diferença é a forma como você dá vida a ela. Tentando fazer pesquisas sobre o tema, assuntos que ele vai passar ou, apenas, se colocando dentro da situação.

 

C.V.: Além do talento e da força de vontade, o que um interessado deve ter como diferencial para ter bom êxito neste mercado?

F.V.: A paciência. Vão ter muitos “nãos” e poucos “Sins”. Mas, quando começarem as aprovações você vai entender que tudo foi produtivo para o seu processo, que você amadureceu e está pronto para o mercado.

 

C.V.: Algo já te desanimou neste ramo?

F.V.: A falta de empatia com o próximo. Alguns produtores acham que eu tenho que estar do lado deles e não dos atores. Mas, se eu não jogo junto com o ator, que é a minha ferramenta de trabalho, fico sem a minha “matéria prima” para executar o meu trabalho. Então, é um desgaste mais mental do que físico. A gente precisa colocar muita energia e tentar equilibrar esses dois lados para a corda não arrebentar para um lado só. A terapia precisa estar em dia e, às vezes, fazer o papel do terapeuta para ambos entenderem.


 

C.V.: Que dica simples daria a alguém que deseja dar um tom diferente a um personagem que já foi interpretado por outro profissional?

F.V.: Seja você! Não copie, não se espelhe. Leia, entenda e execute.

 

C.V.: Explique como funciona o Curso de Verão.

F.V.: O curso de verão que vou dar na cidade do Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo, vai ser um curso totalmente produzido por mim, sem interferências externas de escolas, produtoras, agencias. Quero ir direto ao ponto. Serão aulas muito dinâmicas, onde vamos passar por todos os gêneros principais do audiovisual: Drama, Comédia, Futurista, Suspense, Romance. Serão quatro aulas intensas, mas com o comprometimento de todos saírem felizes.

 

C.V.: Quais são as redes sociais?   

F.V.: www.felipeventura.com.br

www.instagram.com/felipeventura

 

Fotos: Divulgação


Thedy Corrêa, em 'Minha História', no Blue Note Rio

02 janeiro 2026 |

 


O cantor e compositor Thedy Corrêa, conhecido como vocalista da icônica banda Nenhum de Nós, revisita seus mais de 35 anos de trajetória artística em “MINHA HISTÓRIA”, um espetáculo intimista e emocionante. Acompanhado de violão e com a participação especial de Estevão Camargo  (guitarra/baixo)Thedy subirá ao palco do Blue Note Rio no dia 16 de janeiro de 2026, às 22h30, para apresentar um show baseado em seus grandes sucessos de carreira . O  endereço do Blue Note é  Avenida Atlântica, 1910 - Copacabana - RJ, e os ingressos já podem ser adquiridos pelo site: eventim.com.br/bluenoterio.



O repertório do show é uma viagem pela memória afetiva de uma geração, com clássicos como “Camila, Camila”, “O Astronauta de Mármore”, “Você Vai Lembrar de Mim”, “Sobre o Tempo” e “Julho de 83”. Além das canções que se tornaram hinos, o espetáculo intercala histórias e curiosidades da trajetória do artista, criando uma atmosfera de cumplicidade com a plateia.


Alguns detalhes sobre o multifacetado Thedy Corrêa


Paralelamente à  banda principal, o cantor tem buscado explorar outras sonoridades em suas novas composições, músicas que ganharam as plataformas de streaming e os palcos ao longo de 2025. Em setembro deste ano, o artista lançou o single "Márcia", faixa composta em parceria com Bruno Caliman, um dos hitmakers mais gravados, atualmente, no país. A canção surgiu após Thedy sonhar com os versos iniciais da música e, por sorte, ao acordar, ainda lembrar-se de fragmentos que resultaram na composição. "Márcia", a faixa produzida pelos parceiros, ganhou arranjo em clima cinematográfico e versão em um videoclipe  gravado na Avenida Paulista, em SP, que contou com a participação especial da atriz e cantora Estella Miranda. 

 

Gaúcho de Porto Alegre,Thedy formou a Nenhum de Nós que, apesar de toda essa trajetória, ainda segue arrastando multidões por onde passa. Com mais de 2 mil shows realizados em países como Argentina, Paraguai, Uruguai e China, a banda lançou 17 discos, 3 DVDs e 1 EP, arrebanhando uma legião de fãs pelo Brasil e América Latina.
Thedy Corrêa escreveu livros de poesia ("Bruto", "Noite Ilustrada") e crônicas ("Livro de Astro-Ajuda", "Imersão"), explorando temas como o universo da banda e experiências pessoais.

 

Foi diretor artístico da gravadora Orbeat Music e trabalhou com artistas como Alejandro Sanz, além de compor trilhas para teatro.
Utiliza a música e suas experiências para palestras sobre criatividade, inovação, propósito e trabalho em equipe, usando a arte como ferramenta. 


THEDY CORRÊA em "Minha História" - Blue Note Rio - Dia 16/01 - 22h30
Thedy Corrêa - voz/ violão // Participação Especial - Estevão Camargo (guitarra e baixo)
Avenida Atlântica, 1910 - Copacabana - RJ
Ingressos - site - eventim.com.br//bluenoterio
Crédito foto Thedy - Fabrício Simões

 

Foto: Divulgação


 


Há obras que nascem para marcar uma fase. Outras, para eternizar sentimentos. “Nossas Canções”, o novo EP da banda Roupa Nova, é  como um manifesto íntimo e coletivo, onde cada integrante traduz sua verdade em música, mas todas se encontram no mesmo destino.

 

Com lançamento marcado para hoje, dia 02 de janeiro, data em que a banda também embarca para o terceiro cruzeiro especial Roupa Nova, o EP chega como um presente de início de ano. São seis faixas inéditas, compostas individualmente por Cleberson, Kiko, Nando, Serginho, Feghali e Nestares, revelando nuances pessoais que, quando colocadas lado a lado, soam como capítulos diferentes de uma mesma história.

 

Em “Nossas Canções”, cada faixa revela um universo próprio, mas é na soma de todas elas que se manifesta a essência que sempre definiu o Roupa Nova: a habilidade de reunir diferentes sensibilidades em uma identidade musical única. O primeiro single, “Teu Olhar”, composição de Serginho Herval, retrata um amor transformador que nasce de um simples encontro de olhares, cura feridas e une duas pessoas guiadas pelo destino e pela fé. Na sequência, “O Recado”, escrita pelo baixista Nando, surge como uma homenagem dedicada ao vocalista Paulinho, abordando uma despedida serena, marcada por amor, aceitação e esperança, onde os caminhos se separam, mas o afeto permanece. O álbum segue com “Ingratidão”, de Ricardo Feghali, que expõe a dor de uma relação em que o cuidado e o amor não são reconhecidos, gerando frustração e injustiça. Já “O Amor é Sempre Assim”, assinada por Cleberson Horsth, traduz a saudade e a ausência de um grande amor, apontando o perdão como caminho para a reconciliação. Em “Uma Paixão”, Kiko fala do surgimento de um sentimento intenso, quando o amor se transforma em certeza e duas vidas passam a caminhar juntas. Encerrando o repertório, “Coisas da Alma”, de Fábio Nestares, celebra um amor simples e verdadeiro, que valoriza o tempo compartilhado, a leveza do cotidiano e os sentimentos mais profundos.

 

O EP também simboliza o ritmo natural de uma banda que, há 45 anos, se renova sem perder suas raízes. E é nesse encontro entre passado, presente e futuro que o público embarca junto, seja pelas plataformas digitais ou a bordo do navio, onde o mar, mais uma vez, será testemunha de uma nova fase que começa a navegar.

 

“Nossas Canções” faz parte de mais um capítulo junto com a ONErpm, e já está disponível nas principais plataformas de streaming (ouça aqui). 

 

Foto: Divulgação