'Três Homens Baixos' volta em temporada popular com Walter Breda, Vicentini Gomez e Orlando Vieira

23 janeiro 2017 |


Espetáculo entra em cartaz no Tetaro Santo Agostinho comemorando 15 anos de história. Em cinco temporadas, já integraram o elenco os atores Herson Capri, Jonas Bloch, Gracindo Jr., Francisco Cuoco, Flávio Galvão, Rogério Cardoso, Anselmo Vasconcellos, Carlo Briani e Chico Tenreiro.

A comédia Três Homens Baixos, dirigida por Jonas Bloch, reestreia dia 21 de janeiro, sábado, no Teatro Santo Agostinho, às 21 horas, em temporada popular. O elenco é formado por Walter Breda, Vicentini Gomez e Orlando Vieira, e as sessões ocorrem aos sábados (21h) e domingos (18h).


Escrita por Rodrigo Murat, a peça é uma comédia de costumes sobre as facetas do universo masculino, revelada a partir do ponto de vista dos personagens Ciro (professor universitário em caracterização hilária de Breda), Samuca (banqueiro de jogo do bicho interpretado por Vicentini) e Titi (publicitário gay “clichê” vivido por Orlando).


Amigos de infância e estereótipos masculinos, eles se encontram periodicamente para colocar o papo em dia. Cada personagem vive seu próprio drama existencial. Um deles é casado, o outro é divorciado e também tem o infiel. Segredos guardados a sete chaves vêm à tona. Numa espécie de desabafo coletivo, as máscaras caem: um é homossexual; o outro, impotente; e o terceiro, que é o “corno” da história.

O diretor Jonas Bloch - foi um dos atores na primeira versão da peça, em 2001 - explica que procurou humanizar os personagens e dinamizar as cenas. “Explorei ao máximo o talento dos atores e fomos construindo essa nova versão em um clima divertido, ideal para se montar uma comédia. Demos muitas gargalhadas e criamos novas gags que a plateia, certamente, irá saborear, além de rir muito”. E completa: “participei como ator da primeira montagem desta peça e, 15 anos depois, creio que conseguimos um excelente aproveitamento do texto para divertir ainda mais o público”. 


Com a finalidade de divertir e fazer rir a plateia, por meio de inúmeros clichês do padrão masculino de comportamento, a peça coloca o espectador diante de um espelho de parque de diversão, que deforma a anatomia e a torna engraçada. Atores e diretor concordam que a função da comédia é fotografar a realidade com uma lente distorcida e esta é também a proposta de Três Homens Baixos.

Ficha técnica / serviço

Espetáculo: Três Homens Baixos

Texto: Rodrigo Murat

Direção: Jonas Bloch
Elenco: Walter Breda, Vicentini Gomez e Orlando Vieira
Cenário: Renato Scripilliti
Figurino: Ellen Cristine
Iluminação: Maurício Jr.
Voz em off (professora): Georgia Gomyde
Trilha sonora: Delfim Moreira
Direção de produção: Orlando Vieira
Apoio cultural: Pisani Plásticos e Franco e Bachot 

Reestreia: 21 de janeiro. Sábado, às 21h
Teatro Santo Agostinho
Rua Apeninos, 118. Aclimação/SP (Metrô Vergueiro). Tel: (11) 3209-4858
Temporada: sábado (21 horas) e domingo (18 horas) – Até 29/4
Ingressos: R$ 50,00 (meia: R$ 25,00). Bilheteria: quarta a domingo (14h-20h). Não aceita cartões. Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel: 4003-1212).
Duração: 80 min. Gênero: Comédia. Classificação: 16 anos. Capacidade: 690 lugares.
Acesso universal. Ar condicionado. http://www.teatrosantoagostinho.com.br

Fotos: Divulgação

'Os Três Porquinhos' inicia temporada no Teatro Folha, em SP

|


Conto clássico busca a identificação do público infantil com as personagens

O espetáculo “Os Três Porquinhos”, adaptado e dirigido por Pitty Webo, inicia temporada no Teatro Folha no dia 04 de fevereiro e fica em cartaz até o final de março aos sábados e domingos, às 17h40. A montagem propõe um divertido jogo lúdico, com comédia e aventura, abordando temas como solidariedade, medo e compaixão entre irmãos. A história acontece numa noite muito movimentada na floresta.

O porquinho Puffy é estudioso, seu irmão Poffy é guloso e preguiçoso, e a porquinha Piffy é medrosa. Mesmo com tantas diferenças, eles precisam se unir porque o inverno está chegando e com ele a ameaça de um faminto lobo, que logo se mostra divertido e atrapalhado. O lobo se julga um ótimo ator, mas na realidade é um canastrão com figurinos de época, fazendo referências ao personagem Hamlet, de Shakespeare.

A montagem busca a identificação do público infantil com as personagens. Por isso os porquinhos brincam muito. Puffy, Poffy e Piffy brincam com a língua inglesa, fazem desafios de tabuada e conversam sobre astronomia. “A ideia é fazer com que as crianças se identifiquem com matérias escolares. Os porquinhos desta montagem gostam de ler, de questionar tabuada, de saber os nomes dos animais, estudar o sistema solar e a língua inglesa. Usamos matérias do primário e as colocamos em cena como brincadeiras divertidas”, diz a diretora Pitty Webo, que sempre estimula a interatividade com a plateia em suas peças para crianças.

O lobo inventa disfarces e julga dominar poderosas técnicas de convencimento para atrair os porquinhos. Enquanto ele não aparece, Puffy, Poffy e Piffy exploram a sua capacidade de comunicação corporal em mímicas. A encenação valoriza a construção física das personagens, busca um jogo ágil entre os atores, que brincam com instrumentos musicais e cantam em gromelô cantigas, como, “Marcha Soldado”, “Ciranda Cirandinha” e “Hava Nagila”.

Pitty Webo observa que, ao mesmo tempo em que cria situações novas para as personagens, aborda a história clássica sem enfatizar o medo e a violência presentes em tantos contos. “Nas minhas adaptações os personagens resolvem o seu próprio conflito e vencem seu medo. E através da comédia, descontruímos os vilões, justificando também seus objetivos”, diz. 

SOBRE O ELENCO

Claudio Marinho
É formado pela Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará e fez curso de atuação para cinema no Studio Fátima Toledo. Estudou com Carlos Simioni (Grupo Lume), Eduardo Moreira (Grupo Galpão), Amir Haddad (Grupo Tá na Rua) e Kil Abreu, entre outros profissionais. Atuou nas peças “Perfídia Quase Perfeita”, “A Fábula das Águas” e dirigiu “Fogo Cruel em Lua de Mel”, entre outras montagens da Cia. Fé Cênica. No cinema fez os curtas-metragens “Epílogo” e “X”, de Simone Bastos; “Severa Romana”, de Bio Souza.

Gigio Badaró
Ator há 23 anos, com diversos trabalhos no teatro e participações na TV. Estudou nos cursos Macunaíma e Célia Helena. Fez a personagem Ronald MacDonals e atuou recentemente na peça “Mulheres Solteiras Procuram”, ao lado da atriz e diretora Pitty Webo. Um dos seus últimos trabalhos foi uma participação na série “O Negócio”, da HBO.

Kelita Carvalho
Formada pela Oficina de Atores Nilton Travesso. No teatro produziu “A Cigarra e as Formigas”, com André Grecco; Atuou em “As Filhas das Princesas”, com direção de Maria Luiza; “A Chapeuzinho Vermelho” e “Mulheres Solteiras Procuram”, direção de Pitty Webo. Participou do videoclipe de Barbara Ohana, com direção de Daniel Rezende. Atualmente faz a adaptação do texto “A Mais Forte”, de August Strindberg, e escreve roteiro cinematográfico.

Victor Di Lourenço
Ator formado pelo Senac Lapa-Scipião. Protagonizou o musical “The Wiz”, da Cultura Inglesa Theatre Group; atuou em “Nossa Senhora Aparecida”, da Cia. dos Hypócritas; e no musical infantil “A Aventura de Ícaro”, da Cia. do Sereno. Atualmente trabalha na peça “A Chapeuzinho Vermelho”, com texto e direção de Pitty Webo.


SOBRE A AUTORA E DIRETORA

Pitty Webo
Diretora, autora e atriz. É Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO), formada pela Casa das Artes de Laranjeiras (C.A.L), e MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes. Tem em seu currículo mais de vinte peças de teatro, entre elas, "As Aventuras de Tom Sawyer" (direção de Michel Bercovitch) que lhe rendeu o Prêmio Maria Clara Machado de melhor atriz por protagonizar o menino Tom Sawyer.

Começou a fazer teatro para crianças em 1994 no Teatro Tablado dirigida por Maria Clara Machado. Depois trabalhou com Karem Acioly e Lucia Coelho. Após se formar em Artes Cênicas na Universidade do Rio de Janeiro, iniciou uma pesquisa de linguagem contemporânea no teatro para crianças com os textos “A Chapeuzinho Vermelho” (2004), “Os Três Porquinhos” (2005), “Cinderella nos anos 80” (2005) e “As Aventuras de João e Maria no Teatro” (2013). Em 2015 criou uma peça para bebês, "O Nascimento do Patinho Feio".

Após fazer teste entre 500 atrizes concorrentes, entrou para o elenco de "Confissões de Adolescente" e passou a trabalhar com o diretor Domingos de Oliveira como atriz e assistente de direção. Com ele fez o musical "Cabaré Filosófico" e "Os Melhores Anos de Nossas Vidas", sua primeira produção.

Em 2009 escreveu, dirigiu e atuou na comédia “Mulheres Solteiras Procuram”, em cartaz initerruptamente até hoje e cujo sucesso lhe rendeu o convite para lançar seu primeiro livro que hoje é campeão de
vendas da Editora Giostri.

Atuou nas novelas "Suave Veneno", "Malhação" e "Mulheres Apaixonadas" na TV Globo.

Ganhou os prêmios Top of Business de Cultura (2015), Inspiração do Amanhã Categoria Artes Cênicas (2014), Prêmio O.K. Melhor Espetáculo Musical por “Eles e Eles” (2007), Prêmio Contigo de melhor Atriz Revelação Televisão (2004), e Prêmio Maria Clara Machado de melhor Atriz Teatro (2002).

FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Pitty Webo
Elenco: Claudio Marinho, Gígio Badaró, Kelita Carvalho e Victor Di Lourenço
Ilustração: Marilena Saito
Desenho de figurino e caracterização: Pitty Webo
Costureira e modelista: Joana Sales
Assistente de figurinos: Lulu
Desenho de cenário: Pitty Webo
Marceneiro: Reinaldo Lopes
Montagem de cenário: Edmilsom Souza  
Trilha sonora: Pitty Webo
Arranjos: Victor Di Lourenço
Preparação corporal: Pitty Webo
Desenho de luz: Pitty Webo
Transportador oficial: ML Entregas Urgentes
Produção de elenco: Marya Cecília Ribeiro
Produção e marketing cultural: Andréia Pacheco
Realização: Pitty Webo Arte & Cultura Ltda.

”Os Três Porquinhos”
Local: Teatro Folha
Temporada: 04 de fevereiro até 26 de março
Apresentações: sábados e domingos, às 17h40
Ingresso: R$ 25,00 (setor único)

Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: a partir de 3 anos

*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site: www.teatrofolha.com.br
Vendas por telefone e internet/ Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a quinta, das 15h às 21h; sexta, das 15h às 00h; sábado, das 12h às 00h; e domingo, das 12h às 19h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3113-3215 / 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, CSN, LG, Privalia, Nova Chevrolet, Wickbold, Owens, Teleperformance e Grupo Pro Security.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik e direção comercial de Léo Steinbruch, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, “A Pequena Sereia”, “Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”,“Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

Foto: Karine Alves





A história do primeiro locutor de cabine da Rede Globo é registrada em livro

22 janeiro 2017 |


O primeiro locutor de cabine da Rede Globo, o radialista Ronaldo Cammarota, está com 78 anos e tem muitas histórias para contar sobre sua trajetória na emissora, no Jardim Botânico (RJ). Natural de Petrópolis, Cammarota participou do primeiro grupo de profissionais do rádio, na época, que fez teste para o cargo no fim de 1964. Eram 72 concorrentes e apenas 3 foram selecionados, sendo Cammarota um deles. A partir de então, um novo capítulo surge em sua história de vida. Ficou no cargo de 1965 até 1990, quando pediu demissão ao José Bonifácio Sobrinho, o “Boni”, que não aceitou a solicitação, mas respeitou a iniciativa do colega. Na oportunidade, cuidaria de assuntos pessoais. Sua voz grave e imponente, depois do prefixo musical da estação, anunciou a programação de 26 de abril de 1965, dando início à trajetória da quarta maior emissora do mundo.

Seus primeiros passos no rádio se deram na antiga Rádio Imperial, em Petrópolis, onde ocupava horário nobre, tinha publicidade e muita audiência. Em meados de 1963, a emissora foi vendida para a Rádio Globo. Certo dia, chega à Rádio o Dr. Milton do Rio de Janeiro para inspecionar a emissora. Ao ser apresentado ao Cammarota e ouvir suas locuções, aprovou sua voz e logo o orientou a fazer testes na emissora de TV que o grupo inauguraria no Rio, em breve. Daí, o radialista seguiu os passos do orientador e conquistou seu espaço na mídia.


Sua carreira acabou de ser registrada no livro “A voz do peregrino das estrelas”, lançado em novembro de 2016 por sua esposa, a cantora lírica Maria Alves de Quadros. Uma obra com 111 páginas que, detalha, com peculiaridade, o esforço de quem descia a serra de Petrópolis, todos os dias da semana, de ônibus até a Rodoviária Novo Rio, na época instalada na Praça Mauá, e, de lá, encarava mais um coletivo que rodava por dezenas de bairros até chegar ao Jardim Botânico, em torno de mais 1h45m, além da viagem de sua cidade. Mesmo com toda essa maratona, não perdeu o pique, sua trajetória global marcou uma geração e contribuiu para registrar, na memória do público, as principais transmissões feitas pela Rede Globo.


Quem se interessar em adquirir a obra, basta enviar um e-mail para edsonsinai@gmail.com ou ligar para (21) 99679-1208 e falar com Edson.

Foto1: Ronaldo Cammarota
Foto2: Maria Alves de Quadros
Foto3: Capa do livro "A voz do peregrino das estrelas"

Fotos: Edson Soares


Marcia Peltier Entrevista Ricardo Cravo Albin

19 janeiro 2017 |


O programa Marcia Peltier Entrevista da próxima terça-feira ,24 de janeiro, reprisa a conversa com  um dos maiores conhecedores da história da Música Popular Brasileira: o pesquisador e escritor Ricardo Cravo Albin.

Ele é o fundador do Instituto Cultural Cravo Albin,na Urca,zona sul do Rio de Janeiro,que possui um dos maiores acervos de objetos,documentos,discos e gravações dos grandes cantores e compositores brasileiros.


O que você tem de mais precioso?
‘’Tenho violões que foram de Noel Rosa...de Cartola...de Luiz Bonfá’’,diz.

Você também tem um objeto raro que pertenceu à Carmen Miranda?
‘’Tenho um pé de sapato da Carmem,que me foi dado pela irmã dela,Aurora Miranda. È provável que tenha sido o último sapato usado pela Pequena Notável antes de morrer’,revela.

O seu acervo também faz uma homenagem à Era do Rádio?
‘’Temos mais de 200 objetos da época de ouro do rádio no Brasil. Inclusive uma instalação com microfones,amplificadores,alto falantes e gravações originais ,históricas,do rádio’’,comenta.

E como esse pesquisador da música brasileira se define?
‘’Sou inspirado pela paixão que o Rio de Janeiro inspira em mim’,conclui.


Você não pode perder Ricardo Cravo Albin no Marcia Peltier Entrevista,direto do Belmond Copacabana Palace na próxima terça,às 23h na CNT.
Fotos: Divulgação


Marcia Peltier Entrevista Julio Bandeira na Rádio JB FM

|


O Programa Marcia Peltier Entrevista na rádio JB FM traz  entre os dias 23 e 29 de janeiro a reprise da entrevista com o historiador e pesquisador Julio Bandeira. Ele vai falar sobre os 200 anos da chegada  da Missão Artística Francesa ao Brasil.

Julio faz parte do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil(IHGB).


Durante o bate papo  com Marcia Peltier,ele fala de que forma  surgiu a ideia da Missão Francesa,como foi a recepção do grupo em 1816,a importância da obra de Debret um dos artistas mais importantes que vieram da França,a influência e o legado desta Missão Artística até hoje no país. 

Você não pode perder Julio Bandeira no Marcia Peltier Entrevista na  rádio JB
FM  (99.9) ,em duas edições diárias: de segunda à sexta , pela manhã às 7h50
e à noite às 18h15,dentro do Painel JB.

E aos sábados e domingos pela manhã às 10h e à noite às 18h.
Fotos: Divulgação



Camila Silva (personagem “Pau Mulato”) na minissérie “Dois Irmãos”, da TV Globo, e rainha de bateria da escola de samba em São Paulo "Vai Vai", virá na frente do terceiro carro representação o mar como destaque de chão da Mocidade Independente de Padre Miguel, no Rio de Janeiro. A atriz que emagreceu 9kg, está em uma preparação intensa para o carnaval e promete novidades na avenida.


Ela vem se dedicando à Dança Afro com a professora Solange Ferreira.



Fotos: Jackson Yonegura

‘Cabaré Seguro Desemprego’ agita o espaço Parlapatões

|


O projeto recebe diversos nomes ligados ao Circo para levantar dinheiro para o tratamento de Emerson Rodrigues, artista brasileiro que sofreu um acidente quando estava a caminho de uma convenção na Colômbia.

 No mês de janeiro, o Espaço Parlapatões recebe, aos sábados, o Cabaré Seguro Desemprego, idealizado pelos artistas Duba Becker e Helena Figueira, da Cia Suno. A entrada é gratuita, mas no final será passado um chapéu e cada um poderá contribuir com quanto puder e quiser. Toda a renda arrecadada será destinada ao tratamento de Emerson Rodrigues, mais conhecido como Tchatcho, malabarista circense que sofreu um acidente a caminho da “Convenção Colombiana de Malabarismo”, em novembro. “O Tchatcho estava a caminho da convenção e seu ônibus capotou. Isso poderia ter acontecido com qualquer um de nós. Quando soubemos do acontecido ficamos muito preocupados, e imediatamente pensamos em como poderíamos ajudar. Além de um parceiro de cena queridíssimo, ele é nosso amigo pessoal.”, diz Helena Figueira, que criou um evento nas redes sociais e mobilizou toda uma classe. O Espaço Parlapatões cedeu seu espaço e os artistas seu trabalho. Técnicos de palco, luz e som também se solidarizam e não cobram nada para este projeto. “Aqui ninguém ganha nada! Toda a renda vai para o Tchatcho, tanto para seu tratamento, quanto para custear seu retorno, aluguel e alimentação. Não há previsão de retorno aos palcos, então vamos ajudá-lo a superar essa fase difícil.”, completa Duba Becker. 


No início, apenas os amigos do artista ofereceram seu feito artístico como contribuição, mas hoje tem toda uma mobilização artística acontecendo na web. Artistas de todo o Brasil se oferecem para ajudar, em um gesto solidário, que leva em consideração que este acidente poderia ter acontecido com qualquer um deles. Na programação do Cabaré Seguro Desemprego apresentam-se nomes como Lumineiro, César Deleon, Cia do Asfalto, Cia Paraladosanjos e a Cia Suno, que coordena esse projeto. Em cena o público poderá prestigiar números virtuosos de malabarismos, mágica, equilibrismos, palhaçaria, contorção, entre muitos outros. 


O quê: Cabaré Seguro Desemprego
Com quem: Cabaré Três Vinténs, Carol Rigolletto, Cesar Deleon, Cia do Asfalto, Cia do Relativo, Cia Paraladosanjos, Cia Suno, Elias Ficavontade, Erickson Almeida, Leo Mologni, Lumineiro, Mafê Vieira, Marcio Douglas, Renan Miguel, Victor Abreu e Wagner Quépee.
Onde: Espaço Parlapatões
Endereço: Praça Roosevelt, 158 – São Paulo – SP
Quando: 07, 14, 21 e 28 de janeiro, às 00H00
Quanto: Grátis (será passado o chapéu no final e cada um pode contribuir com quanto puder)
Para quem: Livre
Duração: 60 Minutos


Fotos: Divulgação


Uma das mais famosas histórias de terror de todos os tempos, Drácula, do escritor irlandês Bram Stoker, na adaptação de Pedro Kosovski, é a atração do dia 23 de janeiro do ciclo Histórias Extraordinárias, do Centro Cultural Banco do Brasil. A leitura dramatizada será apresentada por Emílio de Mello, no Teatro 1, a partir das 18h30. Logo após a performance, que deve ter em torno de 40 minutos, a filósofa e escritora Marcia Tiburi conversa com o ator, o dramaturgo e o público presente.

Histórias Extraordinárias está levando ao CCBB, desde setembro, clássicos da literatura fantástica e de terror, adaptados por dramaturgos do Rio de Janeiro e de São Paulo e apresentados, na forma de monólogos, em leituras dramatizadas, por grandes atores e atrizes brasileiros. Contando com recursos de imagem e de som, as performances teatrais têm em média 40 minutos de duração, sendo sempre seguidas de debate.


A última sessão de Histórias Extraordinárias acontece em 20 de fevereiro, com A Guerra dos Mundos, de H.G. Wells, na adaptação de Daniela Pereira de Carvalho, com Juliana Galdino e direção de Roberto Alvim. 

As apresentações de Histórias Extraordinárias são gratuitas e as senhas devem ser retiradas a partir das 17h30, na bilheteria. O CCBB fica na Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel.: 21 3808-2020.

PARA ROTEIRO
Histórias Extraordinárias
Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Idealização/Curadoria: Beatriz Carolina Gonçalves
23 JANEIRO 2017
DRÁCULA
Autor: Bram Stoker
Dramaturgia: Pedro Kosovski
Ator: Emílio de Mello
Mediação Debate: Marcia Tiburi

Horário: 18h30 às 20h

Local: Teatro I / Centro Cultural Banco do Brasil / Auditório 4º and.
(Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel.: 21 3808-2020)
Classificação indicativa: 12 anos

ENTRADA FRANCA - mediante retirada de senha, distribuída com uma hora de antecedência.

Foto1: Divulgação

Foto2: Simone Marinho

A Apresentadora Cris Pinho inova nas redes sociais

|


A apresentadora Cris Pinho está inovando nas redes sociais. Já lançou um novo Canal do Youtube e também está no Instagram. Quem acompanhar seu trabalho não vai se arrepender: entrevistas da melhor qualidade e todo o charme de uma profissional com grande experiência no mercado.


Curta e inscreva-se no Youtube: bate papo com cris pinho, e no Instagram: crispinhoficial

Participe!


Timba de Cuba faz show no Bourbon Street dia 22 de janeiro

18 janeiro 2017 |


A casa abre às 19h30 e até 21h15 mulher é VIP

Aulas de dança partir das 21h30

Residente em São Paulo, Timba de Cuba é uma orquestra formada por 12 respeitados músicos cubanos e brasileiros. Interpretando temas autorais, além de outros já consagrados no universo salsero, o grupo traz como proposta a Timba, gênero musical cubano que é considerado "a evolução da Salsa" e que vem conquistando o mundo desde a década de 90, através de orquestras como Los Van Van, com um som bastante complexo que mistura o virtuoso e o "callejero", numa explosão rítmica. O conjunto, que apresentará um formato ainda pouco conhecido no Brasil, promete esquentar o palco e a pista com muita música e dança.

Local: Bourbon Street | Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP
Bilheteria Bourbon Street: Rua dos Chanés 194 – de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h
Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h
Data : 22/01/2017- domingo
Horário: 22h00
Aula de dança às 21h15
Abertura da casa: 19h30
Duração: 70 min. aproximadamente
Couvert  Artístico: R$ 32,00 – até 21h15 mulheres não pagam
Venda também pela  Ingresso Rápido - 11 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
Classificação indicativa : 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Capacidade: 450 pessoas
Estacionamento/ Valet: R$ 25,00
Aceita todos os cartões de débito e crédito.
Acessibilidade motora
Ar condicionado.
Wi-fi( solicitar senha na casa)


Foto: Divulgação


O grupo #NãoRecomendados, com três autores intérpretes Caio Prado, Daniel Chaudon e Diego Moraes, fazem um show performático com o foco de  transformar, questionar e provocar os padrões comportamentais e viciados da sociedade. O espetáculo conta com a participação de Lineker e As Bahias e a Cozinha Mineira.

Nessa atmosfera, vem à tona a convivência repleta de humor, acidez e amor, misturando às densas composições de Caio, a melancolia de Daniel e ironia de Diego, além de releituras musicais sem preconceitos de Chico Buarque e Gil a Alexandre Pires e Cheiro de Amor.

A performance provoca não só através do grito cantado, mas tudo é construído pra levar sensações e reflexões ao público, o cenário, as projeções, o figurino, a luz e os textos. A produção musical passa pela inovação do autor e diretor Edu Capello. Nada lembra o original, o óbvio, a regra é transgredir, encontrar novas formas de comunicar e atingir através da sonoridade ímpar de cada arranjo.

#NãoRecomendados mostra uma nova cena da música brasileira. Com referências inspiradoras como, Secos e Molhados e Dzi Croquetes, o show vai além do lugar comum. Revela grandes intérpretes, músicos e performers, com direito a personagens do alter ego num clima de cabaré do terceiro milênio. Uma experiência musical e visual a serviço do não preconceito.

A música título Não Recomendado, de Caio Prado, é a raiz do grupo. A canção hino manifesta um grito de liberdade diante das hipócritas aparências que permeiam a sociedade, apresentando-se como arte combativa às forças machistas, homofóbicas e racistas.

PERSONAGENS

MORENITA (Diego Moraes): A revoltada de Piracicaba. Carrega em si um escândalo ao constrangimento. Seu reflexo está na timidez do espectador.

JÃNINA (Caio Prado): A mimada de Realengo. Um feminino decifrado pela voz. Arranha, melindra, comove e seduz.

CARLOTA (Daniel Chaudon): A despejada da capital. A versão dopada da melancolia. A sombra oxigenada da mulher dentro do homem triste.

SOBRE

Caio Prado
Cantor e compositor lançou o primeiro disco em 2014. Com 10 faixas autorais, proposta conceitual e caráter minimalista, o disco conecta a MPB à música de câmara, construído em torno de um violão e um quarteto de cordas. A produção musical é de Clemente Magalhães e Maycon Ananias e os arranjos para quarteto de cordas são de Maycon Ananias. O disco, "Variável Eloquente", figurou entre os melhores discos do Prêmio da Música Brasileira.  Atualmente, Caio finaliza seu segundo disco autoral, que tem produção musical de Alê Siqueira.

Daniel Chaudon
O brasiliense, cantor desde criancinha, hoje, com 33 anos, lançou o disco solo de estreia, Me Conta uma Música em 2012. Maria Gadú canta com ele Luzia, que marca a estreia da também atriz Alinne Moraes como compositora (ao lado de Daniel e de Felipe Pinaud). Em O Samba de Nós Dois, os vocais em dueto são de Mart’nália, parceria do autor teatral João Falcão com Diogo Brown. Outros nomes novos que aparecem são Nuria Mallena e Luis Kiari (que participam de Pernambuco) e Pretinho da Serrinha, na percussão do álbum.

Diego Moraes
Foi em 1991, aos 6 anos de idade, que Diego começou a cantar na garagem da vizinha em um projeto social, o  Pastoral da Criança.  Em 2009, o Brasil conheceu o cantor e ficou conhecido ao participar do programa Ídolos, da TV Record, alcançando o segundo lugar. Atualmente está em gravações do repertório do 2° álbum com canções autorais, sob a regência do produtor Edu Capello.​

Local: Bourbon Street | Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP
Bilheteria Bourbon Street: Rua dos Chanés 194 – de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h
Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h

Data : 26/01/2017- quinta-feira
Horário: 22h30
Abertura da casa: 21h00
Duração: 90 min. Aproximadamente
Couvert  Artistico: R$ 50,00
Venda também pela  Ingresso rápido - 11 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
Classificação indicativa: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável
Capacidade: 450 pessoas
Estacionamento/ Valet: R$ 25,00
Aceita todos os cartões de débito e crédito.
Acessibilidade motora
Ar condicionado.
Wi-fi – senha na casa

Foto: Divulgação