Xuxa Meneghel conta a sua história em ‘Memórias’

22 setembro 2020 |



Com as famosas "xuquinhas" no cabelo e chegando em uma nave, Xuxa conquistou uma legião de fãs nos anos 80 e segue, até hoje, como um dos rostos - e nomes - mais famosos do mundo. Em Memórias ela não se esconde: conta desde a infância - e os terríveis abusos que sofreu -, namoros famosos (como Pelé e Ayrton Senna), o estouro na Globo com o Xou da Xuxa, as polêmicas, além de seu ativismo pela causa animal e pelos direitos das crianças, o nascimento de Sasha, até chegar aos dias atuais. (Fotos e capa em anexo no fim do e-mail)

Nesta obra lançada pela Globo Livros, Xuxa escreve sem meias palavras e de coração aberto. As páginas estão repletas de fatos, impressões, sentimentos. E mostra que nem tudo é glamour na vida de uma estrela de sua magnitude: ela fala de perdas e do trabalho árduo para chegar onde está. "Cada indivíduo é único. E só posso contar o que eu vivi. O que eu penso. Quem eu sou. E quais as graças que tive em minha trajetória até aqui. Não tenho terapeuta, então quem sabe essas próximas linhas não sirvam também como uma terapia?", diz ela, logo no começo da obra.

Rita Lee, primeira pessoa a ler as memórias de Xuxa, destaca justamente a honestidade da apresentadora: "Ler as memórias de Xuxa é como assistir a um filme sobre uma atriz hollywoodiana que começou ralando na vida e quis o destino que se tornasse uma deusa superstar. Conhecendo os pormenores de suas aventuras, que, aliás, escreve com coragem e honestidade, entendo melhor essa mulher estonteantemente bela e os momentos nem sempre fáceis pelos quais passou", diz a rainha do rock em um trecho do texto que escreveu para a orelha da capa da obra.

Memórias traz ainda outra surpresa: mais de 100 fotos selecionadas por Xuxa, muitas delas inéditas e de seu acervo pessoal. A capa também foi concebida pela apresentadora, que doará os royalties deste livro para a Aldeia Nissi, na Angola, e para santuários de animais resgatados de maus-tratos no Brasil.

 

Foto: Divulgação


Massoterapeuta João Fellipe e o reinventar da vida

21 setembro 2020 |

 


Seguir o reinventar da vida e tirar, do momento, o melhor proveito. Por algumas vezes, as pessoas mudam de profissão e acabam descobrindo, nessa reinvenção, que nasceu para o novo ofício. Esse fato também aconteceu com o João Fellipe, 38 anos. Filho amoroso, profissional dedicado, humilde e bem perfeccionista, tenta sempre dar o seu melhor em tudo o que faz e, dessa forma, alcança seus objetivos. Foi bailarino e estava bem na profissão. De um momento para o outro, seguiu outra carreira. “Dancei a minha vida toda, desde a adolescência até a fase adulta. Depois, fui me especializar em massoterapia, a qual exerço até hoje”, relatou.


Sem falar que, além de atuar como massoterapeuta, Fellipe também trabalha com depilação, ou seja, o rapaz evolui a cada dia no contato com a atual profissão.

 

E ele contou mais ao CULTURA VIVA. Acompanhe!

 

CULTURA VIVA: Sua profissão anterior era a Dança. Qual a sua relação com ela?

João Fellipe: Hoje em dia só por hobby. Às vezes, faço alguns trabalhos apenas para rever os amigos e fugir um pouco da rotina.


C.V.: Quais os principais frutos que colheu do seu trabalho como dançarino?

J.F.: A dança me fez quem eu sou hoje. Definitivamente, eu devo tudo isso a ela. 

 

C.V.: Por que desistiu da profissão?

J.F.: Já não estava mais me sentindo feliz.


C.V.: Como a massoterapia chegou à sua vida? De onde veio o interesse?

 J.F.: Na verdade, o interesse veio através de um convite feito por um amigo. Resolvi fazer o curso por curiosidade, gostei  e estou até hoje.


C.V.: Há quanto tempo já atua como Massoterapeuta? 

J.F.: Quatro anos. Nesse período passei por muita coisa até mesmo engraçada. Lidar com o público é uma caixinha de surpresa. 


C.V.: De certa forma a Dança contribui com o seu trabalho atual? Em que, por exemplo?

J.F.: Sim, na disciplina e na concentração.

 

C.V.: Quais as principais técnicas que você utiliza na Massoterapia?

J.F.: Relaxante. desportiva, terapêutica, tântrica, sueca, modeladora e linfática.


C.V.: Em sua opinião, por que as pessoas precisam muito de uma regularidade em sessões de massagem? Qual o principal objetivo dela no corpo humano, enfim?

J.F.: É essencial porque ajuda a reduzir dores musculares, além  de ajudar na circulação sanguínea e combate ao estresse.

 

C.V.: Nesse período de pandemia a Massoterapia teve perdas? Em que seria?

J.F.: Por ser algo presencial, as perdas foram por conta do isolamento.


C.V.: Como você enxerga o futuro da Massoterapia pós-pandemia?

J.F.: Já estamos voltando com todos os cuidados.


C.V.: Que recado deixaria para quem deseja trabalhar como massoterapeuta?

J.F.: É uma profissão ainda muito mal vista pela sociedade: muita gente acha que massagem e sexo estão relacionados. Meu recado é: seja profissional e se imponha quando confundirem  o seu serviço.

 

Foto: Arquivo pessoal de João Fellipe

 


 


Nesta quarta-feira (23/9), a primavera será a grande homenageada da live do Quintal da Cultura. Para celebrar a chegada da estação das flores, Doroteia e Osório receberão dois integrantes da Orquestra Modesta: a Palhaça Guadalupe e o Palhaço Brocolino. O evento será transmitido às 17h, pelo canal do YouTube do Quintal e na página do Facebook da TV Cultura.

A Orquestra Modesta é uma idealização de Fernando Escrich, experiente músico-palhaço e premiado diretor teatral e musical, de Elisa Taemi e Milena Marques, produtoras da Nascedouro Gestão Cultural. Os shows feitos por eles buscam resgatar o universo dos antigos bailes de carnaval para família, reunindo diversos profissionais de diferentes companhias, todas dedicadas ao teatro infantil.

Durante o encontro digital, ainda, o público poderá participar e conversar com os convidados e personagens por meio do Facebook.

 

Foto: Divulgação


MAM São Paulo promove X edição da Semana Cultural Sinais na Arte

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                    O palhaço Surddy, vivido pelo ator Igor Rocha | Foto: Olívia Godoy


O Museu de Arte Moderna de São Paulo realiza a X Semana Cultural Sinais na Arte, iniciativa que promove as culturas surdas por meio de diversas ações na língua brasileira de sinais - libras. Em formato totalmente online, o MAM apresenta a seguinte programação:

22 setembro (terça-feira)
16h - Oficina de criação de brinquedos com Isadora Borges

Neste encontro virtual, a educadora Isadora Borges propõe a criação de brinquedos feitos com papelão a partir de histórias em Libras. Com tradução simultânea para o português.

Atividade gratuita, vagas limitadas
Encontro por videochamada no Zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
Participação: + 4 anos

Inscrições: http://www.eventbrite.com.br/e/oficina-de-criacao-de-brinquedos-com-isadora-borges-tickets-121725302657

Isadora Borges é formada Comunicação das Artes do Corpo com habilitação em dança da PUC-SP, educadora surda e narradora do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB/SP) e já foi educadora de outras instituições como Itaú Cultural e MAM, foi instrutora de Libras na Fundação de Rotarianos de São Paulo.


23 setembro (quarta-feira)

16h - Oficina de criação com expressões faciais com o palhaço surdo Igor Rocha

Igor Rocha, o palhaço Surddy, compartilha nesta oficina online exercícios de criação de expressões a partir de técnicas de clown.

Atividade gratuita, vagas limitadas
Encontro por videochamada no Zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)
Participação: + 4 anos

Inscrições: http://www.eventbrite.com.br/e/oficina-de-criacao-com-expressoes-faciais-com-o-palhaco-surdo-igor-rocha-tickets-121726209369

Igor Rocha é o palhaço Surddy, ator e professor de Libras (Língua Brasileira de Sinais). É especialista em Educação de Surdos, licenciado em Letras-Libras, milita com a comunidade surda no campo da cultura da arte e da educação. Além de artista surdo, é consultor de Libras em espetáculos cênicos e filmes pela VouVer Acessibilidade e apoia a campanha Legenda para Quem Não Ouve, Mas Se Emociona. Foi contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural 2018-2019.


24 setembro (quinta-feira)
20h - Ancestralidade e a língua de sinais com a Dra Shirley Vilhalva e Priscilla Leonnor

Atividade gratuita
Transmissão ao vivo no Youtube
Participação: livre

Encontro virtual sobre Ancestralidade e a língua de sinais com transmissão ao vivo no Youtube do MAM (http://www.youtube.com/user/MAMoficial )

Shirley Vilhalva Pedagoga, Mestre em Linguística - UFSC e Doutoranda em Linguística Aplicada UNICAMP/UFMS. Escritora Surda. Professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS. Atuante na comunidade surda, foi professora e diretora de Escola Estadual de Surdos - CEADA e professora no CAS/MS.

Priscilla Leonnor Mestrado do Programa de Pós Graduação em Ensino na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Pós Graduada (Latu Sensu) em Libras, pela Faculdade Dom Pedro II (2013). Graduação em Letras Libras pela Universidade Federal de Santa Catarina, Licenciada em Pedagogia pela Faculdade Evangélica de Salvador (FACESA). Concentro estudos e pesquisas nas áreas da Língua Brasileira de Sinais: Estudos de ensino e estudos de educação de negros surdos, Estudos Culturais Políticos e Estudos de Artes Visuais foco relações étnico raciais, comunidade surda, movimentos, liderança e Empoderamento de negros surdos, mulheres surdas e Libras.

 

25 setembro (sexta-feira)
17h - Live em Libras no Instagram com Leonardo Castilho

Para encerrar a 10ª Semana Sinais na Arte, o educador surdo Leonardo Castilho convida o público a uma conversa ao vivo sobre cultura surda no Instagram do MAM (@ mamoficial ).

Atividade gratuita

Transmissão ao vivo no Instagram
Participação: livre


Sobre o MAM São Paulo


Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições abrem-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

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Setembro Azul é mês da visibilidade da Comunidade Surda Brasileira. Como forma de homenagem, a TV Cultura e a TV Rá Tim Bum levam ao ar o desenho Min e as Mãozinhas, durante a programação. A animação é inteiramente em Libras e tem o objetivo de dar visibilidade e garantir diversão para as crianças da comunidade surda, além de ensinar os ouvintes que também podem aprender ao assistir.

A produção, em formato de interprograma, segue a história da Min, uma garota surda que se comunica através da Língua Brasileira de Sinais. A partir de sua rotina, o público pode ter contato com as vivências de uma pessoa surda e descobrir algumas curiosidades, incluindo como funciona uma campainha para surdos.

Paulo Henrique Rodrigues, animador e idealizador da atração, diz que tem a proposta de mostrar a Língua de Sinais como um idioma que supera as barreiras de comunicação. "Com o aprendizado dessa nova língua, eles conseguem se comunicar sem medo e ficar cada vez mais amigos, em uma sociedade mais compreensiva e inclusiva", acrescenta Paulo.


Memorial da América Latina lança festival de música virtual

20 setembro 2020 |

 


O Memorial da América Latina e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa acabam de lançar um grande festival de música virtual: o Festival Canta SP. Como parte da retomada das atividades culturais no Estado de São Paulo, o festival surge como um investimento em cultura, mesmo com as restrições impostas pela pandemia, assim como fomento a artistas em início de carreira, ainda sem projeção midiática ou apoio de grandes gravadoras e instituições.


Dividido em cinco etapas, o Festival irá apresentar músicas de novos artistas, selecionadas a partir de uma comissão julgadora composta por Zuza Homem de Mello, a cantora Paula Lima, Sergio Brito, da banda Titãs, e Felipe Machado, músico e editor de cultura da Revista IstoÉ - todos profissionais de destaque no meio musical. Serão dois finalistas premiados, um escolhido pelos jurados e outro por meio de votação popular. 


Serão selecionadas pela comissão julgadora 12 canções, que serão exibidas no canal do YouTube do Memorial, com a hashtag #CANTASP, de 20 de novembro a 11 de dezembro, período em que estará aberta a votação popular. A contagem de votos será feita a partir da somatória de curtidas nos vídeos finalistas. O candidato que obtiver o maior número de pontos na votação será o vencedor desta etapa. Seguindo o mesmo critério de pontuação, o artista que obtiver o maior número de pontos na somatória dos jurados, será o outro vencedor.


No dia 12 de dezembro serão anunciados os dois artistas vencedores, que irão ganhar a gravação de um clipe profissional no Auditório Simón Bolívar.


As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre os dias 2 e 30 de outubro, por meio de formulário online, que será disponibilizado no site do Memorial. Cada participante poderá inscrever apenas uma música inédita, com a  letra em português e/ou espanhol. Todos os gêneros musicais serão contemplados. Só poderão concorrer artistas residentes no Estado de São Paulo. 


O projeto é uma parceria entre o Memorial da América Latina, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Revista IstoÉ e Metrô.

 

Sobre os jurados

 

Zuza Homem de Mello
É produtor musical, musicólogo e jornalista, com mais de seis décadas dedicadas à pesquisas de música popular e jazz. Assinou colunas de Jazz para o jornal Folha da Noite e Folha da Manhã e é autor do livro A era dos festivais”. Passou pela TV Record, Rádio Jovem Pan e TV Cultura e foi curador do elenco do Free Jazz Festival, desde sua primeira edição, em 1985, e do Tim Festival. Desde 2018, é membro da Academia Paulista de Letras.


Sérgio Britto
É tecladista, pianista, vocalista e integrante da banda Titãs. Em 2000, iniciou sua carreira solo. Ganhou os prêmios Grammy Latino de 2009 e 3º prêmio Contigo, com a música Purabossanova, em parceria com Rita Lee.


Paula Lima
Além de cantora e compositora de samba, soul, funk e MPB, Paula Lima também é mestre de cerimônia, colunista do Carnaval de São Paulo, já realizou parcerias internacionais, recebeu duas indicações ao Prêmio Tim de Música e ao Prêmio Toddy com o melhor álbum de MPB. Também foi premiada com o Troféu Raça Negra e o Prêmio APCA, por melhor programa musical de rádio. Já lançou mais de cinco álbuns.


Felipe Machado
É Editor de Cultura da revista Istoé e guitarrista da banda VIPER. Jornalista, músico, publicitário e escritor, é autor dos livros Palavra de Homem (2019) e Um Lugar Chamado Aqui (2016). Trabalhou 11 anos no jornal O Estado de S. Paulo, onde criou a TV Estadão. Como fotógrafo, realizou a mostra individual “La Fiesta de Los Vivos”, sobre o México, em novembro de 2019 no Memorial da América Latina.

 

Programação

 

2 a 30 de outubro – Inscrições – www.memorial.org.br
30 de outubro | Encerramento das inscrições
13 de novembro | Anúncio dos 12 finalistas selecionados pela comissão julgadora
20 de novembro | Postagem dos 12 finalistas no canal do Youtube do Memorial e início da votação popular
20 de novembro a 11 de dezembro | Período de votação popular 
12 de dezembro | Divulgação dos artistas e/ou grupos vencedores

 

Festival Canta SP
Inscrições: de 2 a 30 de outubro - www.memorial.org.br
YouTube: https://www.youtube.com/MemorialdaAmericaLatinasp

 


Instituto Jô Clemente lança guia de direitos das pessoas com deficiência

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 Material marca o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, em 21 de setembro, e visa auxiliar no pleno exercício da capacidade jurídica dessa parcela da população

 

Para marcar o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, em 21 de setembro, o Instituto Jô Clemente, antiga Apae de São Paulo, está lançando o Guia de Direitos: Pessoa com deficiência intelectual, capacidade jurídica e tomada de decisão apoiada. O material, produzido em parceria com a Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (ANADEP), Ministério Público de São Paulo e Ordem dos Advogados (OAB) Nacional e de São Paulo, faz parte de um conjunto de ações do projeto "Capacidade Jurídica e Decisão Apoiada - Rompendo Paradigmas", financiado pela Open Society Foundations, visando contribuir para a mudança de práticas sociais e jurídicas que ainda impedem as pessoas com deficiência de exercerem a sua autonomia e independência, favorecendo assim o efetivo exercício de sua capacidade jurídica.

O guia, que estará disponível a partir de 21 de setembro no site ijc.org.br, apresenta um olhar mais atual sobre a deficiência, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. O intuito é ampliar o entendimento e a percepção das pessoas com deficiência e suas famílias, dos integrantes do Sistema de Justiça e do público em geral sobre a capacidade jurídica, a tomada de decisão apoiada e outros direitos diretamente relacionados, ao apresentar, de forma simples e objetiva, informações práticas sobre o assunto.

Segundo a supervisora de Advocacy do Instituto Jô Clemente, Deisiana Paes, "a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência romperam com o paradigma da incapacidade das pessoas com deficiência e reconheceram que todas as pessoas têm capacidade de exercer seus direitos, ainda que para isso precisem do apoio de outras pessoas ou outros recursos de acessibilidade. Isso é que o chamamos de capacidade jurídica, uma importante conquista na luta dos direitos das pessoas com deficiência".

De acordo com, Stella Camlot Reicher, consultora jurídica do Instituto Jô Clemente, quando uma pessoa atinge a maioridade, aos 18 anos, as leis asseguram sua autonomia e independência para fazer escolhas e tomar decisões em diversas áreas da vida, como casar, votar, decidir sobre o próprio corpo, alugar imóveis, matricular-se em algum curso, celebrar negócios, entre outros. "Em relação às pessoas com deficiência, isso nem sempre foi assim. Por muito tempo se entendeu que mesmo após a maioridade, por conta da deficiência, não se tinha assegurado o direito de exercer sua autonomia. Hoje a existência da deficiência não é causa de incapacidade e nem impede que a pessoa com deficiência exerça seus direitos em todos os aspectos da vida".
O Guia de Direitos: Pessoa com deficiência intelectual, capacidade jurídica e tomada de decisão apoiada apresenta, também, orientações sobre como buscar e exigir direitos, além de esclarecimentos sobre o que fazer quando uma pessoa com deficiência tem um direito negado. O material ficará permanentemente disponível para download gratuito no site ijc.org.br. "Esse guia é mais uma das muitas iniciativas que adotamos nos Instituto Jô Clemente em defesa e garantia dos direitos das pessoas com deficiência, com o objetivo de promover a inclusão e o protagonismo dessas pessoas", finaliza Deisiana.


Sobre o Instituto Jô Clemente


O Instituto Jô Clemente é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que há 59 anos previne e promove a saúde das pessoas com deficiência intelectual, além de apoiar a sua inclusão social e a defesa de seus direitos, produzindo e disseminando conhecimento. Atua desde o nascimento ao processo de envelhecimento, propiciando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades que favoreçam a escolaridade e o emprego apoiado, além de oferecer assessoria jurídica às famílias acerca dos direitos das pessoas com deficiência intelectual. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o Laboratório do Instituto Jô Clemente é o maior do Brasil em exames realizados. Por meio do CEPI - Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Jô Clemente, a Organização gera e dissemina conhecimento científico sobre deficiência intelectual com pesquisas e cursos de formação.

 



‘Café da Manhã com Rodrigo Medeiros’ foi mais um evento esclarecedor

19 setembro 2020 |

 



O empresário Rogério “Bagulho” organizou o evento “Café da Manhã com Rodrigo Medeiros” hoje, às 8h, no Espaço Duques, do casal Luís César e Paola, próximo à Embratel, em Tanguá. Na oportunidade, as famílias presentes tiveram a chance de estar com o pré-candidato a prefeito, ouvir suas propostas, opiniões, saber que análise faz do município e também tirar dúvidas. Ao chegar, Medeiros foi muito bem recebido, dirigiu-se a todas as mesas, cumprimentou a cada um, ouviu e respondeu as indagações. Ele atendeu ao convite do amigo e parceiro de trabalho e aproveitou para estar mais perto do povo. “Fui convidado pelo Rogério para estar aqui e, aonde me chamam, eu vou. Todas as pessoas que estão aqui são da comunidade e eu as conheço. Vou aproveitar e apresentar algumas ideias”, disse ao CULTURA VIVA.

 


Com o apoio de alguns pré-candidatos a vereador, o evento aconteceu de forma pacífica e esclarecedora. Inclusive, o Ervani Santos – jovem experiente em causas sociais no município através do grupo que criou há dez anos chamado A União Faz a Força – esteve presente acompanhado por seus pais, amigos e admiradores. “Minha expectativa aqui é dar apoio ao nosso futuro prefeito e conhecer meus adversários (pré-candidatos a vereador) na intenção de nos unir cada vez mais”, afirmou.

 


Também marcou presença o pré-candidato a vereador Alex Pelé e declarou seu apoio ao Medeiros. “Quero me mostrar presente e reafirmar o meu apoio ao nosso pré-candidato a prefeito”.

 

Além destes, o militar reformado e compositor do Hino de Tanguá, o senhor Breno Martins, mais conhecido como “Breno de Duques” compareceu ao local. “Todo evento é muito bem-vindo. É uma maneira de conhecermos melhor o pré-candidato e suas ideias”, destacou.


 

O compositor fez um pronunciamento sobre Medeiros. “Para mim, o Rodrigo é o melhor pré-candidato a prefeito de Tanguá que temos. Quando foi Secretário de Educação teve inúmeras iniciativas benéficas ao município. Todo bom político entende que há momentos em que temos de saber dizer ‘não’: tem algumas medidas que o prefeito precisa tomar que parecem antipáticas, mas, no futuro, todo mundo entende que foi o melhor a se fazer”, frisou.


 

Ele fez uma crítica sobre o bairro de Duques. “É a porta de entrada de Tanguá e precisamos organizá-lo para que as pessoas entendam isso. Sem falar que temos grandes empresas instaladas aqui, inclusive, a Embratel. Isso precisa ser valorizado”.



 

O evento começou com a palavra introdutória do Rogério “Bagulho” e este falou sobre a trajetória de Medeiros na cidade e frente às necessidades do bairro de Duques. Em seguida, passou a palavra ao pré-candidato a prefeito que, por sua vez, também discursou sobre a amizade e parceria de ambos por tantos anos.

 

Fotos: Divulgação

 

 


Ervani Santos frente à situação precária das ruas não pavimentadas em Tanguá

18 setembro 2020 |

 


Cuidar das ruas do município, preservando sua pavimentação e cumprir os deveres ligados ao saneamento básico cabe ao poder executivo de qualquer cidade, ou seja, o prefeito é responsável por isso. Contudo, são os vereadores – integrantes do poder legislativo – que devem criar leis, sinalizar os problemas existenciais na cidade, principalmente nos bairros e cobrar de forma que o serviço seja executado conforme a necessidade, uma vez que representa o legislador mais próximo ao cidadão. Mas, é assim que funciona na realidade? Os vereadores têm de fato cumprido a tarefa de casa? Se as respostas forem positivas, por que as comunidades sofrem tanto com esgoto a céu aberto? E por que, em alguns lugares, as ruas ainda não estão asfaltadas? Vale a reflexão numa época em que os munícipes se preparam para irem às urnas formar uma nova equipe do corpo legislativo da Câmara Municipal a fim de renovar a cidade, visando o progresso e o desenvolvimento na certeza de que ninguém aguenta mais acordar todos os dias e ser “obrigado” a ter que entender que a poeira na estrada de chão e o esgoto que corre pelas ruas dos bairros afora é algo natural e deve ser assim. Será? Só mesmo o povo pode responder.

 

Como uma nova opção para o município de Tanguá surge o jovem trabalhador Ervani Santos – um rapaz experimentado nas dificuldades da vida e que conhece de perto as dificuldades que uma família pode passar quando lhe falta tudo o que já lhe foi garantido, mas ninguém aplicou. Tudo isso pelo fato de já ter passado por lá e, hoje, como pré-candidato a vereador do município de Tanguá, pretende, aliado ao povo, escrever uma nova história.

 

E vem da massa mesmo sua identificação. O barbeiro Paulo Henrique afirma que o Ervani é alguém bem-intencionado. “Ele é uma pessoa do bem, tem bons planos e projetos de melhorias para os bairros da nossa cidade”, classifica.



Morador de Duques, o rapaz analisa seu bairro. “Minha rua não tem pavimentação, não tem saneamento básico. Moro num bairro esquecido. ”, reclama.

 

Ele acredita que o Ervani será de fato um aliado do povo para colaborar com o saneamento básico em Tanguá. “Estamos depositando a confiança nele.  Espero que seja firme em suas palavras e que as coloque em prática, no futuro”, diz.

 

Foto1: Divulgação

Foto2: Arquivo pessoal de Paulo Henrique