Atividades culturais na Casa-Museu Ema Klabin e MuBE celebram paisagista Burle Marx

31 janeiro 2019 |



São palestras, caminhada entre Jardins projetados por Burle Marx, oficina de orquídeas, oficina de monotipia e exposição que apresenta cerca de 70 trabalhos do paisagista

Em homenagem ao grande paisagista Burle Marx, a Casa-Museu Ema Klabin em parceria com o Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) promovem uma série de atividades que vão desvendar um pouco do trabalho de um dos mais reconhecidos paisagistas do século XX.
Estão programadas palestras, plantação de orquídeas, oficina de monotipia, visitas e caminhada.  Todas as atividades serão integradas com o belo Jardim do Museu Ema Klabin que foi projetado por Burle Marx e com a Exposição Burle Marx: arte, paisagem e botânica, que acontece no museu vizinho, o MuBE.
Confira a programação:  Casa-Museu Ema Klabin
Minicurso -  Paixões botânicas: as plantas de Burle Marx e as orquídeas de Ema Klabin:
Nos dias 16 e 23 de fevereiro, das 10h às 13h, a bióloga Bianca Brasil e a engenheira agrônoma Heloisa Amaral ministram o minicurso.   No primeiro encontro haverá uma palestra introdutória sobre Burle Marx, sua trajetória e jardins emblemáticos. No segundo encontro será apresentado o orquidário da Casa-museu, mostrando o interesse de Ema Klabin pelas orquídeas. Este encontro será finalizado com uma oficina prática de plantio e manutenção de orquídeas, incluindo a montagem de um vaso contendo uma muda de espécie existente na coleção premiada de Ema Klabin. Os vasos montados serão levados para casa pelos participantes. Dias 16 e 23 de fevereiro, das 10h às 13h - Investimento: R$200,00- 20 vagas – Inscrições abertas no site: https://emaklabin.org.br/ 
Caminhada nos Jardins de Burle Marx
No dia 16 de fevereiro, O Educativo da Casa-Museu Ema Klabin realiza uma caminhada explorando dois jardins projetados pelo paisagista e artista plástico. As visitas começam pelo Jardim de Ema Klabin, no Jardim Europa. Depois o público vai caminhando até a Avenida nove de Julho para conhecer o jardim da Luciana Brito Galeria, no Jardim Paulista. A Caminhada termina no museu MuBE com visita a exposição sobre o paisagista.
“Nessa caminhada observaremos diferentes aspectos da composição destes jardins e como eles se integram com a arquitetura e com o bairro. Refletiremos ainda, sobre a importância de Burle Marx para o paisagismo brasileiro”, explica Cristiane Alves, coordenadora do setor educativo da Casa-Museu Ema Klabin. Data: 16 de fevereiro – 14h às 17h - Grátis - Inscrição a partir de 8 de fevereiro: https://emaklabin.org.br/ 
Oficina de Monotipia
No dia 23 de fevereiro, a equipe do educativo preparou um encontro muito especial, onde as crianças também podem participar. Uma oficina de monotipia que começará com uma vivência na qual os participantes irão recolher elementos do jardim como folhas e galhos secos, que serão utilizados como material para a Monotipia. Data: 23/02, das 14h30 às 17h –Indicação: a partir de 8 anos - Grátis - Inscrição abertas: https://emaklabin.org.br/ 
MuBE:
Exposição “Burle Marx: arte, paisagem e botânica” no MuBE:
Com curadoria de Cauê Alves, a mostra reúne obras inéditas e apresenta a faceta polivalente do paisagista. O público poderá conferir cerca de 70 trabalhos, entre desenhos, pinturas, esculturas, tapeçarias, peças de design, projetos paisagísticos e registros de espécies botânicas e de expedições científicas. Local Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) - Endereço Rua Alemanha, 221 - Jardim Europa, São Paulo (SP)- Visitação Até  17 de março de 2019-  Horário 10h às 18h (terça-feira a domingo)
Casa Museu Ema Klabin
Minicurso -  Paixões botânicas: as plantas de Burle Marx e as orquídeas de Ema Klabin: Dias 16 e 23 de fevereiro, das 10h às 13h - Investimento: R$200,00- 20 vagas – Inscrições abertas no site: https://emaklabin.org.br/ 
Caminhada nos Jardins de Burle Marx: Os jardins de Roberto Burle Marx no Jardim Europa -Data: 16 de fevereiro – 14h às 17h - Grátis – 20 vagas -  Inscrição a partir de 8 de fevereiro: https://emaklabin.org.br/ 
Oficina de Monotipia: Data: 23/02, das 14h30 às 17h –Indicação: a partir de 8 anos - Grátis – 20 vagas - Inscrição abertas: https://emaklabin.org.br/ 
EndereçoRua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo. Telefone (11) 3897-3232
MuBE - Exposição “Burle Marx: arte, paisagem e botânica” - Local Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) - Endereço Rua Alemanha, 221 - Jardim Europa, São Paulo (SP) - Visitação Até 17 de março de 2019 -  Horário 10h às 18h (terça-feira a domingo) - Grátis
***Na Foto em destaque, o Jardim da Casa-Museu Ema Klabin projetado por Burle Marx integra a programação.
Foto: Divulgação

Mostra no IMS exibe filmes do L.A. Rebellion, marco do cinema negro norte-americano

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A seleção será apresentada no IMS Rio, de 5 a 10 de fevereiro, e no IMS Paulista, de 19 a 23, com debates com pesquisadores e críticos. Cópias em 16 mm e digital, provenientes da UCLA.

Na década de 1970, a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) iniciou uma política de inclusão étnica, com o intuito de diversificar seu quadro de alunos. Nesse contexto, estudantes afro-americanos ingressaram no curso de cinema, onde produziram filmes inovadores, que questionavam a indústria de Hollywood, trazendo as narrativas negras para o centro da cena. Este amplo conjunto foi designado pela crítica, posteriormente, como L.A. Rebellion. Parte dessa produção pode ser assistida na mostra que o Instituto Moreira Salles apresenta, no mês de fevereiro, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A seleção será exibida no IMS Rio, de 5 a 10 de fevereiro, e no IMS Paulista, de 19 a 23. A mostra reunirá 14 títulos, produzidos principalmente entre as décadas de 1970 e 1980. São curtas, médias e longas exibidos em cópias em formatos digitais ou em 16 mm, cedidas pelo arquivo da UCLA. A curadoria da mostra é de Luís Fernando Moura, pesquisador e programador de cinema, e de Victor Guimarães, crítico, curador e professor.

A programação inclui debates e apresentações de críticos e pesquisadores. No IMS Rio, por exemplo, no dia 9 de fevereiro, às 17h30, haverá um debate com Josslyn Luckett, docente do departamento de cinema da universidade de Nova York, Janaína Oliveira, professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro, o crítico Juliano Gomes e Mário Vieira da Silva, colaborador de cineastas da L.A.Rebellion. Eles conversarão sobre os diálogos entre as obras da L.A. Rebellion e o cinema contemporâneo. O mesmo tema também será debatido no IMS Paulista, no dia 23 de fevereiro, às 18h, pelo crítico Heitor Augusto e a jornalista Mariana Queen Nwabasili.

A mostra exibida no IMS inclui títulos de nomes célebres, como Charles Burnett (vencedor de um Oscar honorário em 2018) e Julie Dash (primeira mulher negra a dirigir um longa-metragem estreado comercialmente nos EUA), além de outros menos conhecidos, como Zeinabu irene Davis, Alile Sharon Larkin, Haile Gerima, Larry Clark e Billy Woodberry. Compromissados com um projeto de cinema autônomo, eles construíram suas obras na UCLA, em um contexto ainda marcado pelas tensões das lutas pelos direitos civis.

Segundo os curadores, os diretores buscavam novas formas de representação, produzindo um cinema que fosse voltado para o público negro. “Contra o que, exatamente, eles se rebelavam? Em primeiro lugar, contra o quase século de imagens que os precedia, esse espelho embaçado de Hollywood em que, na maioria esmagadora do tempo, negros e negras não podiam se reconhecer. Era preciso inaugurar um outro ambiente cinematográfico, próximo às sensibilidades e aos desejos que surgiam das comunidades afro-americanas”.

Realizados sempre com orçamentos mínimos, os filmes eram produzidos de forma colaborativa. O cineasta Charles Burnett, por exemplo, atuou como roteirista, fotógrafo e operador de câmera em várias obras dos seus colegas. “Os créditos dos filmes revelam como essa produção era oriunda de um fazer em comunidade, no sentido mais simples e poderoso da palavra”, reiteram os curadores.

Ainda que com tramas e estilos distintos, os diretores tocavam em pontos em comum, como a busca de uma identidade negra autônoma, presente em Diário de uma freira africana (1977), de Julie Dash, ou Seus filhos voltam pra você (1979), de Alile Sharon Larkin; a crônica do cotidiano no gueto, retratado em Bush Mama (1979), de Haile Gerima; ou ainda a referência aojazz norte-americano, em Dando um rolê (1977), de Larry Clark. Em suas obras, eles também dialogavam com os cinemas modernos produzidos na África e na América Latina, em busca de um novo olhar que se opusesse aos modelos coloniais.

No conjunto de filmes que compõe a L.A. Rebellion, também se destaca a produção das cineastas, cujas obras questionavam os estereótipos associados à figura da mulher negra. No longa-metragem Mulher africana, EUA (1980), por exemplo, a diretora Omah Diegu se inspira em sua própria trajetória para contar a história de uma imigrante nigeriana que luta para sustentar sua filha. A diretora Zeinabu irene Davis, por sua vez, constrói uma reflexão sobre o corpo feminino no curta Ciclos (1989).

Esta seleção evidencia trabalhos que, ainda que pouco conhecidos pelo público, se tornaram uma grande referência para a produção contemporânea. “Poucas vezes na história existiu, até nossos dias, um conjunto tão vigoroso de filmes feitos de preto para preto, de preta para preta, e que se afirmassem com tamanhas altivez e independência. Os filmes dessa geração jovem e talentosa representam um tesouro dos mais valiosos para o presente e o futuro do cinema”, afirmam os curadores.



Grande sucesso de público e crítica, o musical completa dez anos

O musical “Os Saltimbancos” dirigido por Fezu Duarte completa 10 anos e faz temporada no Teatro Folha aos sábados e domingos, às 17h30, até final de fevereiro. A peça conta a famosa história de quatro bichos – um jumento, uma galinha, um cachorro e uma gata – que formam um grupo musical e partem para a cidade para tentar a carreira musical. Durante a jornada muitas aventuras acontecem com a bicharada, sempre embaladas  pelas canções compostas por Chico Buarque, que contagiam o público.
Com texto de Sergio Bardotti e Luis Enrique Bacalov, tradução e adaptação de Chico Buarque de Hollanda, a montagem já foi vista por mais de 150 mil pessoas.  No elenco estão alguns dos atores que já se apresentaram em outras temporadas: Juliana Romano (Galinha),  Marcelo Diaz (Jumento), Rosy Aragão (Gata) e William Franklin (Cachorro).
A encenação de “Os Saltimbancos” é baseada na estética dos quadrinhos. A diretora Fezu Duarte explica que em cena tudo pode acontecer a partir de um pensamento dos personagens, sem necessariamente pertencer ao um tempo real ou a uma realidade concreta. Assim, ela consegue propor as cenas livremente, criando situações inusitadas. Para isso, a diretora conta com a presença de mais quatro personagens chamados na montagem como “o povo de lá”. Eles interferem o tempo todo nas cenas. “Esta estética de HQ é uma pesquisa minha que trago para o teatro e estes personagens do “povo de lá” provocam mudanças repentinas nas cenas imprimindo um ritmo muito ágil e trazendo sempre informações novas”, explica a diretora.
A trilha sonora é a original de “Os Saltimbancos”, que inclui canções como “História de Uma Gata” e “Bicharia”. Fezu Duarte incluiu algumas músicas do filme “Os Saltimbancos Trapalhões” e canções com estilo pop. A diretora conta que sempre imagina a vida com trilha sonora e isso inspirou uma grande brincadeira com o elenco na hora de criar as cenas. Este jogo lúdico com direção musical de Ivan Parente inspirou a inusitada trilha que junta “A Vida do Viajante”, de Luiz Gonzaga, a “Super Fantástico”, da Turma do Balão Mágico.
A coreografia é assinada por Juliana Sanches, que trabalhou também nas coreografias das peças “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar” e “Lado B – Mudaram as Estações”, dirigidas por Fezu Duarte.
A montagem foi indicada ao Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem em cinco categorias: Melhor Espetáculo Infantil, Diretor (Fezu Duarte), Cenógrafo (Kleber Montanheiro), Melhor Figurino (As Mariposas) e Melhor Atriz (Bruna Guerin).

Sobre a diretora Fezu Duarte

Foi diretora artística do Teatro Brasileiro de Comédia de 1998 a 2003. No TBC, criou a Cia. de Repertório e atuou como atriz em “Ópera do Malandro”, com direção de Gabriel Villela. Fundou também a Cia. de Teatro Rock, em que dirigiu os espetáculos “QAP”, “A Borboleta sem Asas” e “Na Cama com Tarantino”. Em 2004, dirigiu “Revolução Urbana”, primeiro espetáculo sobre o Legião Urbana. Assinou a direção dos musicais “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar”, “Lado B – Mudaram as Estações” e dirige “Os Saltimbancos” há dez anos.

Entre seus últimos trabalhos, destacam-se os espetáculos “Se Essa Rua Fosse Minha – O Amor nos Anos de Chumbo” (peça com três indicações ao Prêmio Femsa: Melhor Espetáculo, Melhor Ator para Arthur Berges e Melhor Trilha Sonora para  Ivan Parente e Vinicius Loiola) e “Na Laje – O Musical” (montagem com 2 indicações ao Prêmio Bibi Ferreira: Melhor Espetáculo Popular e  Melhor Atriz para Paula Flaibam).

FICHA TÉCNICA
Texto: Sergio Bardotti e Luiz Enrique Bacalov
Tradução e adaptação: Chico Buarque
Direção geral: Fezu Duarte
Elenco: Juliana Romano, Marcelo Diaz, Rosy Aragão, William Franklin, Giovana Possenti Boffa, Diego Rodda, Paula Flainbann e Vinicius Loiola 
Coreografia e assistência de direção: Juliana Sanches
Direção Musical – Ivan Parente
Produção musical e arranjos: Joel “Doc” Pereira
Criação de figurinos e adereços: As Mariposas
Criação de cenários e iluminação: Kleber Montanheiro
Fotografia: Everson Borges
Realização: Doidim Participações e Serviços Teatrais Ltda


”Os Saltimbancos”
Local: Teatro Folha
Temporada: 09 a 24 de fevereiro de 2019
Apresentações: sábados e domingos, às 17h30
Ingresso: R$ 50,00 (setor único)

Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: a partir de 3 anos

*Valor referente ao ingresso inteiro. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site:www.teatrofolha.com.br

Vendas por telefone e no site do teatro / Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: segunda e terça-feira, das 14 h às 16 h; quarta e quinta-feira,  das 14h às 21h; sexta-feira, das 14h às 21h30; sábado, das 12h às 23h59; domingo, das 12h às 20h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas:  (11) 3661-5896, (11)97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, Consigaz, Owens-llinois, EMS, Bain & Company, Grupo Pro Security, Previsul, Brasforma, NR Acampamentos, Nova Chevrolet.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua, há mais de quinze anos, em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística e comercial de Isser Korik, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, A Pequena Sereia”, Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

Foto: Everson Borges



Referência em manipulação de bonecos e teatro com luz ultravioleta, a Cia Imago completa 20 anos em 2019

O espetáculo para crianças “Pedro e o Lobo” permanece em cartaz no Teatro Folha até o feriado de carnaval, com apresentações aos sábados e domingos às 16h. Adaptação premiada da Cia. Imago para a fábula musical russa, o espetáculo usa manipulação de bonecos e técnica de teatro negro com luz ultravioleta.

Com direção de Fernando Anhê, a montagem estreou no Teatro Folha há quatorze anos, e já retornou em diversas temporadas, num sucesso absoluto de público, encantando as diversas gerações de crianças. Um dos atrativos da montagem é introduzir à criançada os sons de uma orquestra e os principais instrumentos musicais. Com base em um antigo conto russo – sobre o menino valente que tenta capturar um lobo para salvar os bichos da floresta, o compositor Sergei Prokofiev designou uma personalidade sonora para cada personagem ao criar a obra, em 1936. 

O passarinho é representado pelo flautim; o gato, pelo clarinete; a pata, pelo oboé; o lobo, pelas trompas; os caçadores, pela percussão (marimba); o avô pelo fagote; e Pedro, pelas cordas. A base orquestral é pré-gravada; e o maestro Jamil Maluf narra em off a entrada de cada instrumento revelando aquilo que os liga aos personagens.

A montagem conquistou os prêmios APCA na categoria melhor espetáculo de formas animadas, e Coca-Cola Femsa de melhor iluminação, em 2004.


Sobre a companhia

Criada por Fernando Anhê (cena) e Jamil Maluf (música), a Imago (www.ciaimago.com.br) completa 20 anos de atividades em 2019. O grupo escolheu como principal forma de expressão o teatro negro, que ganhou fama em Praga, na República Tcheca. Um cenário no escuro e uma iluminação estratégica de jogo de luz e sombras; luz negra e figurinos fluorescentes completam a cena. O resultado vale a pena ver.

Entre as suas 20 produções, destaque para as óperas “O Menino” e os “Sortilégios” (Ravel), “A Flauta Mágica” (Mozart), e “João e Maria” (Humperdink). Alguns de seus espetáculos - “Pedro e o Lobo”; o concerto cênico “O Pássaro de Fogo” (Igor Stravinsky); “O Quebra-Nozes”; “A Mão”; e “Espias” - receberam o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Femsa, Panamco Coca-Cola e Apetesp.

Sobre a direção

Fernando Anhê criou e dirige desde 1999 a Imago, referência na linguagem de teatro de formas animadas do país. Entre suas criações estão: A Mão(Prêmio APCA 2001, categoria melhor espetáculo); Espias (prêmio Apetesp de melhor trilha sonora, em 1998); e Imago. Adaptou e dirigiu Pedro e o LoboO Quebra-Nozes e O Pássaro de Fogo, premiados em conjunto pelo APCA-2004. Assinou cenários, figurinos e técnica de teatro negro para óperas.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Sergei Prokofiev
Direção e adaptação: Fernando Anhê
Direção musical e narração pré-gravada: Jamil Maluf
Elenco: Fernando Anhê, Jah Horácio, Priscila Monsano e Rosana Aparecida Antão
Cenário, iluminação e figurinos: Fernando Anhê
Realização: Cia. Imago

Duração: 50 minutos
Classificação etária: a partir de 3 anos


”Pedro e o Lobo”
Local: Teatro Folha
Temporada: 09 de fevereiro a 05 de março de 2019.
Apresentações: sábados e domingos, às 16h. Sessões extras no feriado de carnaval, dias 04 e 05/03.
Ingresso: R$ 50,00 (setor único)

Duração: 55 minutos
Classificação indicativa: a partir de 3 anos

*Valor referente ao ingresso inteiro. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site:www.teatrofolha.com.br

Vendas por telefone e no site do teatro / Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto / 50% de desconto para funcionários e clientes do Cartão Renner. Horário de funcionamento da bilheteria: segunda e terça-feira, das 14 h às 16 h; quarta e quinta-feira,  das 14h às 21h; sexta-feira, das 14h às 21h30; sábado, das 12h às 23h59; domingo, das 12h às 20h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: R$ 14,00 (primeiras duas horas) / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) (11) 3661-5896, (11) 97628-4993 / Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, Consigaz, Owens-llinois, EMS, Bain & Company, Grupo Pro Security, Previsul, Brasforma, NR Acampamentos, Nova Chevrolet.

SOBRE A CONTEÚDO TEATRAL

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística e comercial de Isser Korik, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores.

Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, A Pequena Sereia”, Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.


Foto:  Fernando Anhê

Drika de Sá recebe Juninho Thybau, sobrinho de Zeca Pagodinho, no projeto 'Samba Dela'

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No dia 15 de Fevereiro, a cantora Drika de Sá  convida Juninho Thybau,sobrinho do cantor Zeca Pagodinho, para o seu projeto "Samba Dela". A apresentação acontecerá no Tonico's Boteco, em Campinas, São Paulo. 
Juninho Thybau é da linhagem nobre do samba e traz no sangue o amor pela música, em especial pelo samba. O avô, de quem herdou o sobrenome artístico, mantinha em sua casa as tradicionais rodas de samba. E é filho de Beto Gago, compositor de talento reconhecido com sucessos como “Faixa Amarela”, “Se Eu For Falar de Tristeza” e “Tempo de Criança”.
Cantor e compositor, Juninho Thybau tem uma trajetória respeitável na roda do Cacique de Ramos e Pagode da Tia Doca. Quando o assunto é partido alto, Juninho Thybau é considerado um dos principais nomes da arte de improvisar, e junto com Drika fará uma apresentação memorável. 
Drika de Sá é figurinha carimbada nos melhores sambas de Campinas e do Brasil, sempre levando o público ao delírio com suas músicas autorais e interpretações de grandes nomes do samba.
A cantora e compositora lançou recentemente o EP homônimo, que contém a música de trabalho “Fica Comigo”, composta em parceria com Valtinho Jota. A música caiu no gosto popular e já alcançou o primeiro lugar em diversas rádios pelo Brasil.
O novo trabalho da cantora mostra todo seu carisma e o resultado são canções alegres, dançantes e românticas. O EP ainda conta com a participação especial do cantor Netinho de Paula na canção “Chama que eu vou”.
“Esse é o grande momento das mulheres na música brasileira, também quero mostrar o meu talento para todo o Brasil”
Trajetória Artística
Drika de Sá nasceu em Belo Horizonte, mas foi morar em São Paulo com a família ainda criança. Dona de um timbre forte com voz marcante, sempre fez muito sucesso nas rodas de samba que passou. Já participou de várias rodas consagradas na zona leste e norte da capital paulista. No Rio de Janeiro tido como berço do samba raiz também já participou de várias rodas, entre elas o Quintal do Pagodinho, Bar Carioca da Gema, Beco do Rato, Renascença Clube, Bar Trapiche e Gamboa e foi lá também na cidade maravilhosa que gravou seu primeiro trabalho o EP que traz o título; Sou tão Feliz com produção do arranjador musical Rafael Prates, neste trabalho regravou o grande sucesso Verdade Chinesa do compositor Carlos Colla e tem participações de nomes importantes do samba, como Toninho Geraes e Reinaldo Príncipe do Pagode. 
Confira o clipe da música “Fica Comigo”:
Data: 15/02
Local: Tonico's Boteco
horário: 20h00
Valor: R$ 20,00 
Endereço: Rua Barão de Jaguará 1373, Campinas, SP

Foto: Divulgação

Essa Tal de Rejeição

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Eu fui adotado
Deus me escolheu, Deus decidiu me amar
Fui escolhido na multidão, fui protegido em amor
E agora filho sou do Senhor
Eu fui curado dessa tal de rejeição

Eu sou livre, eu sou filho
Eu fui curado dessa tal de rejeição
Eu sou salvo, eu sou amado
Eu fui curado dessa tal de rejeição

Livre das dores do passado
Livre das algemas do pecado
Deus me escolheu
Deus me salvou, eu sou livre

*Artista: Fernanda Brum
*Foto: Internet

Videoclipe de Mauro Marcondes mistura realidade e animação

29 janeiro 2019 |



O clipe "Deus criou o samba", composição de Mauro Marcondes e Zéjorge gravada no álbum "Cantoria de Bazar", de Mauro Marcondes, produzido pela CopaBacana Produções, tem direção de Felipe Camara e participação da atriz e bailarina Bella Mac. É uma combinação de cenas reais com animação em 2D (responsabilidade da Animator), e será lançado nas mídias sociais na próxima semana. Trechos bem compatíveis com o momento atual:" Deus criou o samba, salvador dessa pátria...É brasileiro/ bate em nosso peito/coração aprendiz, que sonhou um país do futuro...Deus criou o samba...Só mesmo Deus...".

MAURO MARCONDES

Executivo e homem público dedicado às atividades de planejamento governamental e execução de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do País e de integração da América do Sul, Mauro Marcondes trabalhou em Washington,  no Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, como um dos diretores. Antes, foi presidente da agência do governo brasileiro que financia a inovação, a ciência e a tecnologia nacionais - FINEP. Também trabalhou no Ministério da Saúde e no Ministério do Planejamento como Secretário de Planejamento.  Mas nada disso fez com que  abdicasse de sua maior paixão: a música. E entende do riscado, não é  apenas um "hobbie". Tanto que, desde o início teve suas canções  despertaram o interesse e foram gravadas por algumas grandes cantoras como  Sandra de Sá, e foi ganhador e/ou finalista de muitos festivais país afora.

Voltando à ativa, em 2014,  o economista gravou seu terceiro álbum  - com músicas em homenagem ao universo deGuimarães Rosa, a Cazuza e ao poeta mexicano Octavio Paz- , e está lançando este videoclipe, com música retirada do CD "Cantoria de Bazar". O álbum traz parcerias entre Mauro Marcondes e Zé Jorge (que ficou conhecido pelos inúmeros sucessos compostos com Ruy Maurity, como "Serafim e seus filhos", "Nem ouro, nem prata", etc...). Mauro também vem se apresentando, regularmente, em casas da zona sul, como o BlueNote, oPiano-Bar do Hotel Novo Mundo e no legendário  Beco das Garrafas.

Foto: Divulgação


Perfil no Instagram ensina as mulheres como não sofrer por homem nenhum

28 janeiro 2019 |



Quem é o homem que tem revelado segredos da mente masculina para as mulheres?
Com 90 mil seguidores em menos de 4 meses o @meuamigohomem tem feito sucesso nas redes sociais. 
Com fala simples e direta, típica das redes sociais, o empresário que administra a página tem alcançado grande sucesso, o número de seguidores só aumenta. São diversas mulheres, que diariamente lotam sua caixa de entrada com mensagens pedindo ajuda para entender o “bicho” Homem.
Diversas são as situações que chegam na mão do Amigo Homem, mulheres que não entendem as atitudes do marido, outras que fazem de tudo pelo relacionamento, mas não são valorizadas e também mulheres que foram traídas, mas continuam amando. Então o empresário escreveu um manual para auxiliá-las como se portar na vida amorosa. Esse manual é apresentado ao público através das redes sociais e de um e-book (livro digital) que ele publicou recentemente.  
Ele responde a todas as mulheres com muita clareza e sinceridade, e tenta explicar para elas, como funciona a mente masculina. Elas se sentem acolhidas. Seus conselhos são um tanto duros, mas todos com o intuito de ajuda-las a despertarem o amor próprio. 
Foto: Divulgação

Não posso me calar

27 janeiro 2019 |



Que a justiça flua como um rio
E o amor, seja a vestimenta
Dos que são conhecidos pelo nome do senhor
Povo santo, quero ser as mãos que trazem cura
Saciar aquele que tem fome
Ter nos olhos compaixão
Mostrar tua graça e perdão
Que traz a cura, restauração

Há tanto pra fazer no mundo ao meu redor
E a cura para a alma vive em mim,
Não posso me calar, nem me acovardar
No poder do espirito proclamarei, tua salvação

Leva-me, aos que estão sedentos
Eis-me aqui, usa-me em tuas mãos
Tu és o oleiro, eu o barro
Pronto estou pra ser moldado
Eis-me aqui, usa-me

Há tanto pra fazer no mundo ao meu redor
E a cura para a alma vive em mim, Jesus
Não posso me calar, nem me acovardar
No poder do espírito proclamarei, tua salvação

Quão formosos são os pés dos que proclamam teu amor
Quão formosos são os pés dos que proclamam teu perdão
Quão formosos são os pés dos que proclamam teu amor
Quão formosos são os pés dos que proclamam teu perdão
Há tanto pra fazer no mundo ao meu redor
E a cura para a alma vive em mim, Jesus
Não posso me calar, nem me acovardar
No poder do espirito proclamarei
Há tanto pra fazer no mundo ao meu redor
E a cura para a alma vive em mim, Jesus
Não posso me calar, nem me acovardar
No poder do espirito proclamarei, tua salvação
Quão formosos são os pés dos que proclamam teu amor
Quão formosos são os pés dos que proclamam teu perdão

Foto: Internet


EM VIDA

26 janeiro 2019 |



       Inusitado. Nessa tarde de verão deitei no chão do meu quarto para descansar. Estava mais fresco. Distraído, meu olhar seguiu para a janela atrás de mim e pude observar no vidro o reflexo de pés de bananeira no terreno de um vizinho.

       Não sei explicar por que, mas aquela cena me remeteu ao passado. Lembrei-me de minha infância onde as pessoas preservavam mais a natureza e tratavam os animais com mais respeito. Embora nunca fui ativista em atuar em causas dessa natureza, mas sempre tive carinho pela Criação.

       Por instantes, pensei no cuidado que precisamos ter conosco mesmos. Além da saúde física, a emocional e a mental também se fazem necessárias. Esse conjunto da obra nos permite uma vida mais saudável enquanto nos for permitido viver.

       Sem esquecer, claro, da saúde espiritual. Apegar-se a Deus, manter a fé Nele e seguir seus preceitos faz de qualquer ser humano alguém com personalidade divina que preserva os sentimentos do céu... Lugar de paz, de alegria eterna, de cenas e lugares incríveis jamais vistos na terra e onde a música verdadeira se faz presente em todo o tempo... O louvor sincero a Deus recebe outro som, ou seja, as notas musicais ganham uma sintonia que nem o melhor músico desse mundo já experimentou arranjar em seus concertos.

          Dá até para suspirar.

          Quem não deseja passar a eternidade num lugar tão especial como este? É melhor do que um fim de semana em Arraial do Cabo, em Cabo Frio ou no Caribe. Chega a ser um pecado fazer tal comparação.

          Mediante a esta exposição me faz entender um pouco por ter me lembrado da infância... Fase de inocência e a quem a chave do céu é entregue... Toda criança conhece o caminho da pureza e da liberdade sem manchas. Além de tudo isso, geralmente, as crianças gostam de animais, curtem a natureza e tem entrada garantida no céu. Passe livre.

           Mas, e nós adultos? Será que nosso conceito sobre Deus nos levará ao eterno lugar de descanso? É um caso a se pensar agora... Em vida.