Clodoaldo Gomes é um exemplo de profissional para gerações

28 agosto 2025 |

 


Ele é um exemplo de profissional a ser seguido. Depois de tantos anos trabalhando na zona rural, decidiu avançar e buscar novos caminhos profissionais. Encontrou, na barbearia, a solução para seu crescimento. Fez cursos, especializou-se e, hoje, atua no mercado de trabalho com os clientes que conquistou por sua dedicação, cotidianamente.


Este guerreiro é o Clodoaldo Gomes, 51 anos. Um homem simples, mas experiente e repleto de experiências e lições de vida para compartilhar. Hoje, ele conversou com o CULTURA VIVA. Acompanhe!

  

CULTURA VIVA: O senhor nasceu em Campos, no norte do Rio de Janeiro. Durante o tempo em que viveu lá sempre trabalhou como barbeiro?

CLODOALDO GOMES: Eu me formei e comecei a cortar cabelo, aos meus 24 anos. Antes da profissão, atuava como trabalhador rural.

 

C.V.: E como é este ramo de barbearia em Campos? Há muita concorrência?

C.G.: A concorrência, assim como acontece em todos os lugares, não é diferente na cidade de Campos dos Goytacazes.

 


C.V.: Como foi seu início como barbeiro? Recebeu algum incentivo para atuar na profissão ou decidiu sozinho?

C.G.: Na verdade, tive alguns incentivos e inspiração, como, por exemplo, quando a minha saudosa mãe cortava meu cabelo, quando eu passei a cortar os cabelos de algumas crianças da família e, também, pelo fato de, ao trabalhar na zona rural, me despertou a entrar em um desafio para eu lutar e ter uma profissão.

 

C.V.: Como foi a primeira vez que cortou o cabelo de alguém, profissionalmente? Ocorreu algum erro?

C.G.: A minha primeira vez em que cortei o cabelo de uma pessoa, como profissional, o corte não ficou bom e o cliente nunca mais voltou (risos).


 

C.V.: Com o passar do tempo, surgiram novas tendências nos cortes de cabelo. Seus clientes costumam a aderir ou são mais clássicos?

C.G.: A maioria dos meus clientes preferem continuar no clássico mesmo.

 

C.V.: E quanto aos cuidados com os cabelos, o homem anda mais vaidoso? O que mais houve da parte deles, neste sentido?

C.G.: Os homens de hoje estão mais vaidosos, com certeza. Porém, o que ainda mais os incomoda continua sendo a calvície.

 


C.V.: Como analisa o mercado da beleza em Rio Bonito? Ao chegar na cidade se surpreendeu?

C.G.: Eu cortei cabelo em Campos dos Goytacazes durante dois anos e, em Unamar, no segundo distrito de Cabo Frio, por 25 anos. Cheguei em Rio Bonito em abril de 2024. Fazendo uma comparação com as três cidades, não achei nada aqui para me surpreender no mercado de beleza não.

 

C.V.: Quem é sua maior inspiração nos cortes de cabelo?

C.G.: Lá, no início da minha carreira, existiam dois barbeiros que foram minha inspiração,  mas, hoje, não.


 

C.V.: No tocante à reciclagem, o senhor costuma fazer cursos sempre? Como se recicla, enfim?

C.G.: Meu primeiro curso de barbeiro foi no início da carreira na cidade de Campos dos Goytacazes, em 1996.  Quando eu estava em Unamar, no segundo distrito de Cabo Frio, dei continuidade fazendo o curso de cabeleireiro, em Rio das Ostras, em 2005. Mas, para atuar na profissão, preferi continuar só com os cortes masculinos mesmo.

 

C.V.: Quais são as redes sociais?

C.G.: Facebook Clodoaldo Gomes; Tik Tok @clodoaldo238; Instagram @clodoaldo997.

 

Fotos: Arquivo pessoal de Clodoaldo Gomes


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