Nascer com um dom e este não ser fruto de um sonho profissional, mas encaminhado pelo curso natural da vida. Foi dessa forma que o locutor Gustavo de Moraes, da Rádio Melodia FM 97,5 no Rio de Janeiro, encontrou os passos a seguir para atuar no rádio e marcar uma história. Entre experiências na área militar, a descoberta do talento para a locução e um assalto à mão armada que resultou em dois tiros que quase tiraram a sua vida, o dono da voz possante, detalhou, para o CULTURA VIVA este, dentre outros episódios vividos na carreira como mensageiro da Palavra de Deus via rádio.

 

CULTURA VIVA: Ser locutor de rádio sempre foi um desejo profissional?

GUSTAVO DE MORAES: Eu nunca pensei em ser radialista. Quando era garoto a minha vontade era de me tornar um militar; tanto é que eu pertenci aos quadros da Marinha do Brasil, da armada e também dos fuzileiros navais e acabei no exército, quer dizer, vesti três fardas, mas não quis ficar em nenhuma. Como meu avô era gráfico, dono de jornal; meu pai foi gráfico, também era carpinteiro, fazia de tudo, eu também comecei como gráfico. Depois da experiência nas Forças Armadas, também trabalhei como monitor de Educação Física e, como meu pai tinha o hábito de comprar jornal aos domingos, eu gostava de fazer a leitura em voz alta no banheiro, à noite, até que, certo dia, fui chamado a atenção por ele. Mas, ainda eu não tinha a intenção de um dia ser locutor. Até que, em 1985, surgiu uma rádio, ou seja, estava para ser inaugurada uma rádio FM em Teresópolis, que é a minha terra natal. Eu conhecia um técnico que estava montando a rádio, e o filho dele também. Conversei com eles e perguntei se havia alguma vaga para mim na emissora, com o objetivo de fazer uma tentativa. Me disseram que haveria um teste com uns vinte e cinco candidatos. E eu fui fazer o teste. Para minha surpresa, fui o único que passei. E estou aí, trabalhando em rádio.

 

C.V.: Há quantos anos trabalha na Rádio Melodia FM e como surgiu esta oportunidade em sua vida?

G.M.: Bem, estou com a Melodia, desde antes dela ser uma emissora evangélica. Soube que surgiu uma vaga. Eu trabalhava na rádio Ativa FM, em Teresópolis. Não demorou muito, em Friburgo, também trabalhei na Rádio Caledônia. Soube que a Melodia precisava de um folguista. Eu sabia que era uma rádio que entrava no Rio de Janeiro e, para mim, era uma oportunidade a mais. Então, fui lá e fiz o teste; me chamaram e eu comecei a trabalhar como folguista. Na época, o foguista trabalhava assim: cada locutor folgava um dia; então, eu fazia todos os horários da rádio durante a semana. E, assim, comecei. Aí o saudoso Francisco Silva levou a rádio para o bairro da Vila da Penha e me perguntou se eu queria ir; expliquei que o problema era a questão da passagem, pois eu precisava me locomover. Me disse que isso não era problema e ainda falou: “Quero você aqui com a gente”. E estou até hoje para honra e glória do Senhor, e o rádio tem sido o meu ministério.

 

C.V.: Dos programas que já apresentou na Melodia, qual o que considera mais marcante em sua carreira?

G.M.: Posso dizer, com certeza, que não existe o programa mais marcante. Contudo, foi o “Clinica da Alma”, onde nós recebíamos ali casos verídicos de pessoas vivendo problemas dos mais diversos e, a cada dia, nós tínhamos, de segunda a sexta-feira, a presença de um pastor que ficava ali comigo e ele orientava as pessoas. Trazia a Palavra, orientava, haviam pessoas com problemas até de suicídio. Certa vez, uma moça que estava à beira do suicídio, o Senhor conseguiu reverter a situação dela, através de nós. 

 

C.V.: A Rádio Melodia é a primeira FM do Rio de Janeiro, com inauguração nos Anos 80. Como analisa este marco no segmento gospel?

G.M.: A Melodia é a primeira FM evangélica do Brasil. Isso é um marco. Ela abriu oportunidades para aqueles que são cantores, são levitas e precisavam serem conhecidos pelo público. Temos muitos ouvintes que não são evangélicos e ouvem a Melodia porque gostam da rádio e da forma como conduzimos os programas.  Isso tem sido uma bênção! Ela é um marco para todo o povo de Deus. Enfim, a rádio é um difusor da Palavra.

 

C.V.: Além dos cantores, locutores, pastores e outros que atuam nas igrejas evangélicas tiveram, através da Melodia, a oportunidade para desenvolverem seus projetos profissionais e tiveram bom êxito. Especificamente, para o senhor, o que representa a emissora? 

G.M.: Creio que a Melodia foi e tem sido um verdadeiro instrumento para dar oportunidades, inclusive para que pastores divulguem seus ministérios, seus trabalhos e aquilo que lhes foi dado como o dom do Senhor – um canal de bênçãos e de oportunidades para todos, realmente.

  

C.V.: Mesmo depois de tantos anos de carreira ainda tem algo que te trava um pouco na profissão?

G.M.: Não. Graças a Deus, não, porque nós temos liberdade! E logicamente, nós temos que usar o discernimento. Não é porque se tem liberdade que vai fazer o que quer, falar o que quer, o que pensa, não: nós vivemos dentro de uma estrutura, um sistema onde nós temos que praticar o bom senso e a gente segue, não é mesmo? 

 

C.V.: Em maio de 2019 o senhor foi baleado em um assalto, na Linha Amarela, uma das principais vias do Rio de Janeiro. Diante do fato, na época, qual era a sua maior preocupação?

G.M.: Diante do fato ocorrido no dia 2 de maio de 2019, onde fui atingido por dois tiros porque, na verdade, me confundiram com o policial. Cismaram que eu era da polícia; falei, com o principal assaltante, que não era; um estava com o motorista e, o outro, no salão, assaltando os passageiros. Diante da ameaça feita – porque o parceiro do assaltante ordenou que me matasse, que acabasse comigo de uma vez – eu não sabia o que fazer, realmente. Pedi a Deus uma providência e, num dado momento, vi a oportunidade de partir para cima do assaltante, no momento em que ele se distraiu, só que eu tinha esquecido que o outro poderia estar armado também. Bobagem, claro que estava. Mas, enfim, fui atingido no abdômen; não lembro de nada, a partir do momento em que eu fui para cima do rapaz, apagou tudo, eu não vi nada: eu só lembro do momento em que voltei ao normal e estava com algo no centro da minha testa, e eu procurando saber o que que era aquilo. Na verdade, era a arma do assaltante, mas eu não compreendia; foi quando olhei para cima e, nesse momento, ele disparou na intenção de me atingir na testa, mas, ao falar com o outro assaltante, não percebeu e o projétil me pegou descendo pelo seio da face estourando o globo ocular. E eu não sei dizer que preocupação tive ali não. Eu pensei: morrerei ou irei sobreviver a isso? Louvado seja Deus que eu sobrevivi! Creio que Ele me permitiu passar por toda aquela situação, mas preservou a minha vida. Como consequência, tive perdas ósseas e foi necessário fazer uma reconstituição metálica em torno do globo ocular, da parte da testa até o nariz e o seio da face, enfim, toda essa parte do meu rosto foi reconstituída com titânio.

 

C.V.: Dá para traduzir a experiência adquirida no rádio em palavras? Quais seriam?

G.M.: O que me ajudou muito e tem me ajudado até hoje é a relação maior com as pessoas, gente de tudo o que é tipo. Viver nos diversos e mais diversos problemas que você possa imaginar. E como eu me extroverti! Eu era um cara muito tímido e isso me ajudou muito a acabar com essa timidez.

 

C.V.: Que recado deixa para o público que te acompanha na Rádio Melodia?

G.M.: Atentem para a Palavra de Deus e das várias formas pelas quais ela é divulgada, seja através da música, das mensagens e das pregações. Que as pessoas possam não apenas ouvir rádio, mas que possam receber de Deus através do rádio, através da Rádio Melodia.

 

Foto: Divulgação

 


 


Um projeto que une diversas linguagens artísticas e busca responder, com urgência, às incertezas do presente: o momento político e social e a situação pandêmica que o mundo atravessa. Este é o cerne de A Extinção É Para Sempre, projeto multilinguagem e inédito idealizado pelo artista, compositor, diretor e escritor Nuno Ramos e realizado pelo Sesc São Paulo, com apoio do Goethe-Institut. Organizado em sete episódios e com colaboração de nomes das artes visuais, da dança, do teatro e do cinema, o laboratório teve início em janeiro de 2021 e seguirá com desdobramentos ao longo de um ano.

"Estamos vivendo um misto de queda sem fim com ataque por todos os lados. O projeto é uma tentativa de reagir, com balas múltiplas, a um ataque múltiplo, de manter a linguagem viva em vários níveis", afirma Nuno Ramos. "É também uma forma de fazer arte ‘a quente’, uma produção em movimento, que vá contra o atual estado de apatia e responda aos assuntos que percorrem o espaço público hoje - como o luto, a violência, a ameaça às instituições e a relativização da nossa história", completa o artista.

"Em meio à imprecisão e complexidade do momento atual, realizar tal proposta, com apoio do Goethe-Institut, é matizar possibilidades para uma travessia coletiva mais acolhedora, abastecida pelas múltiplas camadas que envolvem o fazer artístico-cultural e as descobertas infindas que a arte proporciona", reflete Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo.

Atualmente configurado como um laboratório artístico, o projeto tem promovido diálogos sobre as proposições com artistas de diversas origens e linguagens, como a escritora Noemi Jaffe, o cineasta Jorge Bodanzky, a atriz Edna de Cássia, o coreógrafo Eduardo Fukushima e o encenador Antonio Araujo.

Nuno, que costuma trabalhar com diversos registros, explica que, aqui, o instinto "foi logo ir juntando muita gente". "Temos de fazer, na cultura, o que a representação política não tem conseguido fazer, que é uma abertura, uma capacidade de contaminação entre o que pareceria incongruente. Isso tudo tem de somar agora, mostrar a força que as diferenças têm quando pisam num mesmo chão", ele pontua.

Em cada um dos sete episódios, a equipe artística é reorganizada. Há participações pontuais e também um núcleo que perpassa todo o projeto. Ele é composto por Tarina Quelho, coreógrafa e preparadora corporal, o músico Romulo Fróes e os performers Allyson Amaral, Tenca Silva, Nilcéia Vicente, Ivy Souza e Leandro Souza. Esse grupo fixo, que nasceu de uma busca por novas parcerias, também irá ajudar a criar um diálogo entre todas as obras. "As ideias são muito diferentes entre si, mas formam um todo, e a gente vai carregando as ideias de um episódio para outro", explica Nuno.

A estreia do projeto se dá com a proposição CHAMA, um monumento virtual de luto, uma chama eterna e ininterrupta em memória aos mortos, que permanecerá acesa durante um ano, a partir de 25 de maio. A CHAMA será instalada fisicamente no Sesc Avenida Paulista e transmitida ao vivo por meio do site de A Extinção É Para Sempre (http://www.sescsp.org.br/aextincaoeparasempre). Nas próximas semanas, em data a ser definida, o público também poderá participar ativamente da obra inscrevendo-se, por meio do site, para compartilhar sua própria Chama, compondo um chamado internacional ao luto, à pausa e à dignificação de cada perda. Pessoas de qualquer parte do mundo serão bem-vindas a integrar essa ação, gravando suas chamas da maneira que preferirem.

Entre os dias 28 e 30 de maio, acontecem as transmissões do episódio Chão-Pão. Um grupo de performers monta um chão feito com lajotas e pães impróprios para consumo. Sobre esse terreno, os artistas caminham e dançam, quebrando e modificando esse chão-pão. No meio da cena, dois monitores trazem trechos em loop dos filmes Deus e o Diabo na Terra do Sol Terra em Transe, de Glauber Rocha, mais especificamente, da frase "A culpa não é do povo", que se repete nos dois longas. A violência do discurso e do pisar sobre o pão, sobre o alimento, se contrapõe à leveza dos movimentos dos performers. As performances serão transmitidas no canal do Sesc Avenida Paulista no YouTube (http://www.youtube.com/SescAvenidaPaulista) e também no site do projeto.

O conjunto de A Extinção É Para Sempre é formado por sete episódios: CHAMA, Chão-Pão, Iracema Fala, Monumento, Os desastres da Guerra, Helióptero e A extinção é para sempre. Os demais episódios seguem em desenvolvimento no laboratório artístico e seus desdobramentos para o público estarão sujeitos às possibilidades de interação que as mudanças no contexto da pandemia permitirem nos próximos meses.

Informações e atualizações do projeto em www.sescsp.org.br/aextincaoeparasempre .

 

FICHA TÉCNICA DO PROJETO


Realização: Sesc São Paulo
Apoio: Goethe-Institut
Idealização e direção artística: Nuno Ramos
Assistência de direção: Vicente Antunes Ramos
Direção de produção: Rachel Brumana
Gestão e coordenação de produção: Marisa Riccitelli Sant’ana
Assistência de produção: Giovanna Monteiro e Luiza Alves
Direção técnica: André Boll e William Zarella Jr.
Artistas convidados e performers: Romulo Fróes, Tarina Quelho, Noemi Jaffe, Jorge Bodanzky, Edna de Cássia, Eduardo Fukushima, Antonio Araujo, Allyson Amaral, Tenca Silva, Nilcéia Vicente, Ivy Souza e Leandro Souza

 

*Na Foto em destaque, a Capa do Teaser 'A Extinção É Para Sempre' de Nuno Ramos

 

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Prefeitura deve economizar mais de 500 mil reais com Diário Oficial Eletrônico

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Transparência, agilidade e economia. Estes são apenas alguns dos motivos que levaram a Prefeitura de Tanguá a lançar o Diário Oficial Eletrônico do município.

Com a inovação, os atos oficiais do município, como decretos, comunicados, editais, entre outras divulgações já estão sendo publicados diariamente, podendo ser consultadas livremente pela população. A iniciativa deve economicidade aos cofres públicos.

A estimativa é de que haja uma redução anual de cerca de R$ 508 mil em custos, considerando os gastos dos anos anteriores. 

Em quatro anos, mais de dois milhões de reais poderão ser investidos em outras áreas da administração tanguaense.

A novidade traz muitas vantagens à população, que poderá acessar com mais facilidade os atos oficiais e acompanhar as ações do poder público municipal, já que o novo formato permite a visualização em qualquer dispositivo com internet como notebooks, tabletes e smartphones, além da preservação do meio ambiente, evitando o uso de papel, contribuindo com a sustentabilidade.

“Atualmente vivemos em um mundo quase que completamente digital e a prefeitura de Tanguá não poderia deixar de seguir nesta linha. Evoluímos para poder acompanhar os novos tempos e principalmente para gerar economia para o nosso município’, disse o prefeito de Tanguá, Rodrigo Medeiros.

O Diário Oficial busca manter o cidadão cada vez mais informado sobre o que acontece no município.

A partir de agora, todas as edições estarão disponibilizadas e arquivadas no site oficial da Prefeitura. O jornal é publicado de segunda a sexta-feira e o endereço eletrônico é: tangua.rj.gov.br, no link portal da transparência. Após, bastar informar o exercício de 2021 e seguir pelos menus contas públicas, demais publicações e, por fim, selecionar “Diário Oficial”.

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Joãozinho Barroso faz parceria com o ex-jogador Galo e lançam programa de TV

19 maio 2021 |

 



A música e o esporte. Que junção interessante para um programa de televisão! Essa foi a sacada que os amigos, o músico e violeiro Joãozinho Barroso e o ex-jogador de futebol Vergilio Neto, mais conhecido como “Galo”. Há tempos ambos tinham a ideia de montarem um projeto juntos para eventos, levar essa proposta para prefeituras e a iniciativa funcionaria da seguinte forma: com show musical e uma atividade esportiva, como um jogo de futebol com jogadores veteranos, por exemplo. Seria um dia de evento realizado na cidade. A ideia veio amadurecendo e, ao conversarem com profissionais da TV Franca, em São Paulo, estes ofereceram uma parceria para divulgarem essa proposta na emissora. Então, a dupla começou a formatar o programa “Viola Show de Bola”, exatamente para linkar a música ao esporte. “Escolhemos o instrumento viola que está mais em nossa área de trabalho aqui, e a bola que está ligada a diversos esportes”, explica Joãozinho.

 

A antiga amizade já rende parcerias há algum tempo. Galo realizava um evento chamado “Festa do Peão”, onde promovia rodeio no Estado de São Paulo e levava a festa pronta, com toda a infraestrutura, inclusive os artistas que se apresentavam. Joãozinho conta que Galo vendia o pacote como itens do evento para a cidade. “Foi aí que nós entramos na parceria de participação nos shows, mas com o tempo ele acabou parando com esse trabalho e, depois, surgiu essa ideia da gente fazer um espetáculo menor nesse formato de música e esporte. Daí fomos amadurecendo”, conta.

 

Na verdade, desse projeto Joãozinho só participou indicando alguns artistas para Galo levar em sua Festa. Mas, agora, fecharam um trabalho juntos. E estabeleceram os seguintes critérios para o bom êxito da obra: montaram um projeto com um show, onde o Galo se encarregaria da parte esportiva e Joãozinho da parte musical.

 

E a ideia saiu do papel. Há três meses a TV Franca exibe o “Viola Show de Bola” através do Canal 23. Embora seja uma emissora local que transmite para a cidade de Franca, em São Paulo, a transmissão também alcança regiões próximas. Além disso, o programa também está hospedado no canal da emissora no YouTube.

 

Os amigos apresentadores, durante o programa, conversam com personalidades do esporte, grandes nomes do sertanejo e ouvem boa música. Eles têm um prévio contrato com a emissora, ou seja, um compromisso assumido, mas nada impede a vinculação do programa a outras redes, caso haja interesse de outra emissora em retransmiti-lo.

 

 

Adaptação para o rádio e novos projetos estabelecidos

 

Com olhar no futuro, Joãozinho Barroso acredita que o “Viola Show de Bola” possa ser adaptado para o rádio, a partir de uma oportunidade, caso surja. “Para o rádio ainda não tivemos essa ideia, mas não é descartado. Existe a possibilidade se tivermos um caminho viável, sem dúvidas, seria uma excelente opção fazermos o programa na TV e no rádio! Ainda não projetamos nada para isso, mas é uma coisa que poderemos projetar até para ampliar esse projeto”, destaca.


 

Segundo ele, o programa está conquistando um campo maior de patrocinadores e de mídia aberta através do possível interesse de algumas emissoras de televisão. “A proposta já foi enviada para alguns canais. A TV Aparecida já está de olho e a TV Cultura de São Paulo está avaliando. Havendo interesse de alguma emissora, esse ano, a divulgação maior seria essa expansão para que todo mundo tenha visibilidade e possa entender a síntese do projeto”, informa.

 

Caso alguma emissora de TV ou web-TV queiram retransmitir o “Viola Show de Bola”, o músico deixa o seu recado. “Basta entrar em contato conosco. Esse projeto é, totalmente, nosso, não tem vínculo com outra pessoa. Ficaríamos muito felizes se alguém tivesse a intenção de levar nossa iniciativa para a sua grade de programação!”, avisa Joãozinho.

 

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No dia 22 de maio, sábado, às 21h30, a Mastercard promove o primeiro encontro musical entre Alcione e Criolo, duas lendas da música brasileira. Para o show, a rainha do samba e o rapper indicado ao Grammy Latino de 2019 cantarão grandes sucessos do gênero musical mais brasileiro de todos. A live será transmitida no canal do YouTube da Mastercard Brasil e no Multishow.
O evento celebra o alcance da segunda meta do movimento “Faça parte: comece o que não tem preço”, que já doou o equivalente a mais de 5 milhões de refeições via organizações não governamentais para comunidades carentes em combate à fome e à pobreza.


Durante a live do próximo dia 22, um QR Code ficará disponível na tela para que o público também possa fazer doações. Cada real doado será revertido em um prato de comida a ser destinado às famílias mais afetadas pela pandemia por meio da ONG Ação da Cidadania.


Com o mesmo propósito, a Mastercard já promoveu três lives inéditas no ano passado:   Gilberto Gil e IZA, em junho; Milton Nascimento, Liniker e Xenia França, em julho; Elza Soares, Agnes Nunes e Seu Jorge, em setembro. Assim como nas primeiras edições, esse novo encontro também foi pensado por Zé Ricardo, renomado curador artístico do palco Sunset do Rock in Rio, a pedido da WMcCann, que assina as peças de comunicação.


"O samba é um dos maiores símbolos da cultura brasileira. Poder revisitar grandes sucessos cantados por estrelas como Alcione e Criolo significa oferecer o que tem de melhor ao nosso consumidor sem que ele precise sair de casa. Tudo em prol do combate à fome ao arrecadar doações para os mais afetados pela crise neste momento. É um convite irrecusável para que todos façam parte desta luta ao começar o que não tem preço", afirma Sarah Buchwitz, VP de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil.
Assim como nas primeiras edições, o novo encontro também foi pensado por Zé Ricardo, renomado curador artístico do palco Sunset do Rock in Rio, a pedido da WMcCann, que assina as peças de comunicação. “Alcione e Criolo se encontrarão pela primeira vez numa celebração ao samba e à vida. Um encontro de dois artistas brilhantes que vai surpreender e emocionar. O repertório irá proporcionar ao público uma viagem através do tempo e terá desde canções icônicas da era do rádio, até grandes sucessos que o Brasil in teiro canta. Assim como as outras Lives que criei para esse projeto lindo da Mastercard, o encontro de Alcione e Criolo também está sendo construído artesanalmente. Em cada detalhe. Porque eu acredito que a música transforma, amplia horizontes e faz com que momentos assim virem memória”, diz Zé Ricardo.


Todas as recomendações das autoridades de saúde serão seguidas durante o evento. Também haverá transmissão em libras.

 


“Faça Parte: comece o que não tem preço”

 


Na primeira fase do movimento, lançado em junho do ano passado, a Mastercard havia firmado o compromisso de doar o equivalente a 2 milhões de refeições para comunidades carentes ao longo de 2020, meta superada em menos de dois meses. A marca, então, ampliou a meta inicial e se propôs a doar 5 milhões de refeições via organizações não governamentais, objetivo que também foi alcançado.
Agora, consumidores em todo o país podem continuar contribuindo com o movimento e auxiliando aqueles que mais precisam. Com o lançamento das transferências entre pessoas via WhatsApp, a iniciativa inaugura uma nova etapa: para cada transferência realizada pelo aplicativo com cartões Mastercard, a empresa doará 2 centavos para amparar os mais afetados pela pandemia da Covid-19.

 


Sobre a Mastercard

 


A Mastercard é uma empresa global de tecnologia do setor de pagamentos. Nossa missão é conectar e impulsionar uma economia digital inclusiva que beneficie a todos, em todos os lugares, tornando as transações seguras, simples, inteligentes e acessíveis. Usando dados e redes seguras, parcerias e paixão, as nossas inovações e soluções ajudam indivíduos, instituições financeiras, governos e empresas a alcançar seu maior potencial. Nosso quociente de decência, ou DQ, impulsiona a nossa cultura e tudo o que fazemos dentro e fora de nossa empresa. Com conexões em mais de 210 países e territórios, estamos construindo um mundo sustentável que abre possibilidades Priceless para todos.

 

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A prefeitura de Tanguá, através da secretaria municipal de Educação (Seme), vai recuperar mais de mil carteiras escolares. Isso será possível porque o município, com apoio de empresários, vai oferecer cursos de marcenaria, carpintaria e pintura predial aos residentes da casa de recuperação Abraçando Vidas, do bairro de Duques. A contrapartida é que o material utilizado nas aulas práticas seja o mobiliário escolar, que precisaria ser restaurado pelo município.

Satisfeito com a iniciativa, o prefeito de Tanguá, Rodrigo Medeiros, lembrou que no início da gestão as unidades escolares foram encontradas em estado de abandono e com problemas estruturais.

“Parabenizo a nossa equipe por essa importante parceria que, ao mesmo tempo em que contribui para recuperação do patrimônio público, empodera o dependente químico, dando-lhe a oportunidade de aprender mais uma profissão. Além disso, estamos em ritmo acelerado de recuperação das nossas unidades e adequando-as aos protocolos de saúde”, disse Rodrigo.

Em visita à casa de recuperação, o secretário municipal de Educação, Esporte e Lazer, Luciano Lucio, agradeceu aos empresários locais que, segundo ele, são os mesmos que estão financiando a estrutura do espaço cultural Lona na Lua.

“A casa de recuperação é uma instituição séria e com o compromisso de realmente mudar vidas. Essa é uma oportunidade de ajudá-los, não só com a educação básica, mas com a qualificação para que eles possam ser reintegrados na sociedade após o tratamento, com uma profissão”, destacou o secretário.

Ainda segundo Luciano Lucio, todo o curso será acompanhado e homologado pela Escola de Qualificação Profissional Padre Claúdio Bourgois, gerida pelo município (EQP).
 


Foto: Divulgação

 


Tonico Pereira vai pedir música no show de Leila Maria, finalista The Voice +

18 maio 2021 |



Admirador confesso de Leila Mariafinalista do The Voice + que,  durante o programa da TV Globo movimentou suas redes pedindo votos para a cantora aos seus seguidores, Tonico Pereira vai "pedir música" à artista durante a live que Leila fará no  dia 22, às 19:30, no Rival Refit. O show, intitulado "As canções que fiz e as que gostaria de ter feito",  será transmitido pelo canal do teatro no Youtube.  A música, uma das surpresas do espetáculo inédito e que foi gerado por conta do êxito da apresentação anterior da intérprete no  Rival, contará com outras duas participações muito especiais: a da harpista Cristina Braga e do baixista Ricardo Medeiros.


Todas essas participações serão virtuais, e o convite ao Tonico Pereira foi feito por Leila Maria como uma forma de agradecimento pelo apoio do ator à sua participação no The Voice +.

 
Link para doações opcionais: 
https://www.sympla.com.br/leila-maria---transmissao-ao-vivo---teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1208782


Foto: Internet

Sonhos Perfeitos

10 maio 2021 |

 


Embora eu tenha ciência em mim

Embora eu seja tudo o que construí

O especial está em ti

O essencial habita em ti

E é isso o que me torna feliz, feliz

Teus sonhos não morrem

Mesmo que eu adormeça

Tão simples são os meios

Pra que eles aconteçam

Vou te dar o meu coração

Pra viver na sua dimensão

Não fui gerado pra sonhar em vão

 

Vem substituir meus sonhos guardados no peito

Só o Senhor tem o melhor pra mim

Vem substituir os planos que vida traçou do seu jeito

Mas, somente os seus são os perfeitos

Vem substituir, senhor te dou todo o direito

 

Problemas que não precisam existir

Sorrisos que chegam pra logo partir

Coisas que se podem evitar

Eu não preciso mais errar

Nas mesmas coisas, eu aprendi

Que teus sonhos não morrem mesmo que eu adormeça

Tão simples são os meios pra que eles aconteçam

Vou te dar o meu coração

Pra viver na tua dimensão

Não fui gerado pra sonhar em vão

 

*Artista: Paola Carla

*Foto: Internet


 


O programa "Reclame" do Multishow, exibe na próxima quinta-feira (13/05), às 17 horas, uma matéria especial sobre os impactos positivos e negativos do consumo das redes sociais. Para falar sobre o assunto a atração contará com as participações de Luiz Felipe Pondé, filósofo e professor, Marcello Serpa, publicitário, Washington Olivetto, publicitário e Ricardo Silvestre, publicitário e fundador da Black Influence, agência focada em influenciadores negros.

Outro destaque é a novidade do canal, o talk show Jojo Nove e Meia. O Reclame vai contar detalhes da nova produção que será apresentada pela funkeira Jojo Todynho.

O público ainda poderá conhecer a nova campanha da Amil que ressalta a importância e cuidados para a nossa saúde mental.

Com apresentação de Bruna Calmon, o Reclame traz episódios inéditos todas às quintas-feiras (17h) e as reprises podem ser conferidas às sextas-feiras (15h30), aos sábados (8h), domingos (3h30), segundas-feiras (7h30) e quartas-feiras (3h30) no Multishow.


Programa Reclame - Multishow
Classificação: LIVRE
Data: Nesta quinta-feira, 13/05, às 17 horas
Mais informações em http://inspirad.com.br/

Leila Maria em "Canções que fiz e as que gostaria de ter feito"

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 Com mais de  7.500 visualizações até o momento, e subindo vertiginosamente, a primeira live-show da vice-campeã do The Voice+, Leila Maria,  foi um enorme sucesso! Por isso, o Rival Refit  fez questão de agendar mais uma apresentação da cantora e compositora, no palco do teatro, desta vez  para o dia 22 de maio, às 19:30h. A artista será acompanhada pelos músicos  Rodrigo Braga (piano, arranjos e direção musical), Rodrigo Ferreira (baixo) e Daniel Conceição (bateria)."Canções que fiz e as que gostaria de ter feito", conforme sinaliza o título do espetáculo, tem repertório mesclado por melodias de sua preferência. No roteiro, músicas de Caetano Veloso ("Minha Voz, Minha Vida") Lulu Santos ("Creio"), Milton Nascimento e Fernando Brant ("Canções e Momentos"), Marisa Monte/ Carlinhos Brown, Davi Moraes/ Arnaldo Antunes e Pedro Baby ("Velha Infância"), Chico Buarque ("Joana Francesa"), George/Ira Gershwin ("The Man I Love"), George/IraGershwin/Du Bose Heyward ("Summertime"), Richard Rodgers/ Lorenz Hart ("Blue Moon"), John Lennon /Paul MCCartney ("Eight Days a Week) e compostas por Leila Maria ("Tempo de Rio", "Nada no Mundo",  "Resgate" e "Personas", esta última em parceria com Rodrigo Braga), dentre outras. O show poderá ser acessado, gratuitamente,  pelo canal Youtube do Teatro Rival Refit, mas  doações  espontâneas, a partir de 15 reais, serão muito bem-vindas. 

"Canções que fiz e as que gostaria de ter feito", o espetáculo  inédito  de Leila Maria que será apresentado no Rival Refit, também trará algumas surpresas muito especiais.

Link para doações opcionais: 
https://www.sympla.com.br/leila-maria---transmissao-ao-vivo---teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1208782



Leila Maria, alguns tópicos



Leila  ganhou essa notoriedade depois de uma trajetória de cerca de trinta anos pelos palcos, casas noturnas mundo afora e muita batalha. Foram  cinco álbuns (um deles, "Leila Maria canta Billie Holliday in Rio", ganhou o Prêmio da Música Brasileira na categoria "Melhor álbum de lingua estrangeira") e inúmeras participações em festivais de jazz,  gravações com artistas famosos como Ed Motta, e espetáculos ao lado de grandes orquestras e ícones como o maestro Paulo Moura. 

Conhecida pelos improvisos e divisões rítmicas, advindos das influências jazzísticas e discos trazidos pelo pai que era oficial da Marinha Mercante, Leila cresceu admirando as grandes divas do gênero. "- Eu cantava jazz, mpb, bossa numa época em que das cantoras negras,  esperava-se que cantassem samba", diz a artista. Apesar  disso, nos anos 80, os jornais começaram a contemplá-la com excelentes críticas e Leila Maria passou a ter um público cativo que a acompanhava durante temporadas pelos teatros e casas noturnas do Rio. Hoje esse público cresceu muito e a intérprete ganhou fãs inclusive famosos. Fato que pode ser constatado em suas redes sociais,  atualmente com milhares de seguidores (MAIS DE 25 mil no Instagram). 




Psicólogos de Tanguá adotam bonecos de feltro em terapias com crianças

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A partir de agora, o Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) de Tanguá vai adotar a Família Terapêutica (bonecos de feltros) como forma de melhorar o atendimento psicológico às crianças. A técnica já é bastante comum na psicologia e terapia ocupacional, mas nunca foi utilizada no órgão da cidade por falta de materiais. 

Segundo o coordenador do Caps, Uállafe de Oliveira, a medida está sendo viabilizada por meio de uma parceria com as artesãs da cidade, que confeccionaram e doaram os bonecos ao município. 

"A equipe de atendimento infantojuvenil do CAPS recebeu uma linda doação do grupo de artesãs do nosso município, que são esses bonecos que representam a Família Terapêutica. Isso vai proporcionar um efetivo avanço do nosso diagnóstico", disse Uállafe. 




A família terapêutica, também chamada de família pedagógica, é composta por personagens de feltro que compõem a diversidade familiar.

"Os personagens têm por objetivo estabelecer uma comunicação entre o profissional psicoterapeuta e a criança, permitindo identificar os problemas e dificuldades enfrentados pelo pequeno paciente, como abuso sexual, bullying e agressões", disse Sânia Assis, psicóloga do CAPS. 

 

Foto1: Bonecos de Feltro doados por artesãs de Tanguá

Foto2: O Coordenador de Saúde Mental de Tanguá, Uallafe de Oliveira

Fotos: Divulgação


Alcione e Teresa Cristina em show exclusivo para a TNT, homenagem Dia das Mães

03 maio 2021 |

 


O Dia das Mães será mais do que especial em 2021! A TNT exibe com exclusividade uma apresentação inédita de um dos principais nomes do  samba: Alcione. Na ocasião, a Marrom conta com a participação especial de Teresa Cristina, que, desde o começo da pandemia, tem brilhado com lives em suas redes sociais. O encontro entre essas duas gerações do gênero é uma realização do Coala.LAB, núcleo de projetos especiais do Coala Festival, um dos principais festivais de música brasileira do país. Com 1h30 de duração, o show, marcado para 9 de maio, às 20h30, terá transmissão simultânea - direto do Rio de Janeiro - na TNT e no YouTube do canal.

Alcione prepara um repertório com clássicos da sua carreira, como "Você me Vira a Cabeça (e me tira do sério)", "Meu Ébano" e "Não Deixe o Samba Morrer". “O show que eu vou fazer quero que seja como um show presencial, com um público imenso. Isso porque terá um repertório muito popular, com músicas que todas as pessoas conhecem e vão poder cantar e curtir dentro de casa. Será um encontro de gerações que vem para me renovar com todo o vigor e alto-astral da maravilhosa Teresa Cristina. A expectativa está enorme. Esse é um dia em que eu sempre lembro da minha mãe, então eu vou cantar para ela e para todas as mães do Brasil”, afirma Alcione.

A participação de Teresa Cristina se dará de duas maneiras: caberá a ela o posto de apresentadora da noite e, claro, também haverá um momento em que a artista dividirá os vocais com a Marrom. Juntas, elas cantarão "Pode Esperar" e mais algumas surpresas. “Qualquer encontro que tem Alcione, tem emoção, arrebatamento e qualidade. E gatilho, muito gatilho, porque a Alcione canta para as mulheres. Preparem os lencinhos, porque eu acho que alguém vai chorar aí”, brinca Teresa Cristina.

Foto: Marcos Hermes